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Comentário em VOTO 77.‏

Eu estudo no centro de ensino personalizado de 5ª a 8ª do ensino fundamental e vou todos os dias no CPJ e não vejo o professor com nenhuma camisa com o nome NAO as pessoas não tem o que falar e sai falando besteiras e mentiras.

Essa diretora deveria era ter vergonha de caluniar um colega de trabalho.

vc é uma diretora se der um respeito eu só tenho 15 anos e sei que devemos respeitar cada um mais vc parece que não... não calunie as pessoas

Thayanny Kaminsk Alves

Os professores estão em alta na IBMP

Os professores Alderi, Francineide, Marcondes, Andréa, Ana Celeste, Rosineide, Eliene, Raquel, Izaías, Rosângela, Shirley, Alessandra, Daniele, Aimê, Ana Paula, Euzilene, Edna Telma, entre outros. 

Todos são lideres de excelência da IBMP - Ministério em células, uns com células, outros auxiliares de células.

Hoje a Igreja tem um grande número de professores graduados e pós-graduados em áreas afins. Dentre os professores tem Izaias (diretor do Paulo Fonteles), Alderi (vice-diretor do Euclydes), Edna Telma (diretora do João Prudência), Euzilene (coordenadora pedagógica), Daniele (diretora da Arco Irís), Rosineide (coordenadora pedagógica).  

Após mudança na lei, divórcios batem recorde e separações alcançam menor nível em 26 anos

A taxa geral de divórcios registrados no Brasil atingiu em 2010 o seu maior nível em 26 anos: 1,8 para cada mil habitantes com 20 anos ou mais, de acordo com as estatísticas do Registro Civil, divulgadas nesta quarta-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

Em 2000, por exemplo, esse índice foi de 1,2; em 2005, de 1,3.

A taxa de separação (processo no qual as partes ainda ficam impedidas de formalizar uma nova união), por outro lado, caiu para o menor patamar desde o início da série histórica, iniciada em 1984: 0,5 para cada mil habitantes. Em números absolutos, foram 243.224 divórcios e 67.623 separações no país durante o ano.

De acordo com Claudio Dutra Crespo, gerente de estatísticas vitais e estimativas populacionais do IBGE, os números estão diretamente ligados à mudança pela qual passou a legislação em julho do ano passado, que acabou com o tempo mínimo necessário de separação para dar entrada no divórcio. Agora, os casais não precisam mais aguardar até dois anos para pedir a dissolução definitiva, seja ela de natureza consensual ou litigiosa.

“Esse foi um fator decisivo para que o divórcio tivesse esse aumento tão expressivo. Com o trâmite burocrático facilitado, tudo pode fluir mais rapidamente. Em tese, não há mais motivos para que o casal entre com um pedido de separação, a não ser que ainda tenha dúvidas”, diz Crespo.
Segundo análise do IBGE, a flexibilização da legislação sempre resulta em um aumento do número de divórcios. Foi o que aconteceu em 2007, por exemplo, quando os divórcios e separações puderam ser solicitados por via administrativa, nos tabelionatos de notas do país (nesses casos o casal não pode ter filhos menores de idade ou incapazes e é preciso haver consenso entre as partes).

Na comparação entre 2009 e 2010, constatou-se que a taxa geral de divórcios cresceu em todos os Estados do país, exceto em Roraima, Tocantins, Paraíba e Mato Grosso, onde os índices se mantiveram iguais aos do ano anterior.

O levantamento do IBGE mostra que os divórcios de 2010 foram de casamentos que tiveram, em média, 16 anos de duração. Na divisão por Estados do país, o tempo transcorrido entre a data do casamento e a da sentença do divórcio teve pequena oscilação, sendo que a maior média, de 19 anos, foi registrada no Piauí, e a menor, de 14 anos, no Distrito Federal e no Amazonas.

A análise aponta ainda que, em 2010, 40,9% dos divórcios foram de casamentos que duraram no máximo dez anos. O percentual aumentou desde 2000, quando 33,3% dos divórcios tinham até dez anos.
 
Quanto à natureza das separações, 71% delas foram consensuais. Entre aquelas que foram judiciais não consensuais, 70,5% foram solicitadas pela mulher. 

No caso dos divórcios, o consenso foi observado em 75,2% das dissoluções concedidas sem recursos. Entre os não consensuais, há maior equilíbrio entre os requerentes (52,2% dos pedidos foram feitos pelas mulheres).

Guarda dos filhos

As estatísticas do Registro Civil mostram também que o compartilhamento da guarda dos filhos menores entre os ex-cônjuges está mais comum: esse percentual passou de 2,7% em 2000 para 5,5% em 2010.

Em Salvador, por exemplo, 46,54% dos filhos menores de casais que se divorciaram em 2010 ficaram sob responsabilidade de ambos os cônjuges, a maior proporção entre as capitais. 
Cuiabá (MT) e Goiânia (GO), por outro lado, não registraram nenhum caso de guarda compartilhada no ano passado.

O avanço da guarda compartilhada, no entanto, ainda é pequeno quando comparado à hegemonia das mães nessa responsabilidade, mesmo com a pequena queda verificada entre 2000 (89,6%) e 2010 (87,3%). No total do país, apenas 5,6% dos filhos menores ficaram sob a guarda dos pais em 2010.

Perfil do divorciado

Em relação à faixa etária dos casais, a pesquisa mostra que tanto o homem quanto a mulher estão se divorciando mais tarde. Em 2000, a idade média dos homens em fase de divórcio era de 41 anos. No ano passado, passou para 43 anos. Quanto às mulheres, a diferença aumentou um ano, de 38 para 39 anos de idade.

Na avaliação por tipo de família, constatou-se um crescimento da proporção dos divórcios de casais sem filhos: 30% em 2000 para 40,3% em 2010. Essa tendência também foi observada entre os casais que tinham somente filhos maiores (aumento de 13,3% para 22,3% no mesmo período).

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