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Situação dos moradores da “Área do Linhão” é discutida na Câmara Municipal de Parauapebas

Representantes da Vale, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), judiciário, vereadores e a comissão dos moradores da “Área do Linhão” estiveram reunidos na manhã dessa sexta-feira, 26, na Câmara Municipal de Parauapebas, para deliberar sobre a situação dos ocupantes da área.
A região que ficou conhecida como “Área do Linhão” abrange três bairros, Tropical I e II e ainda o Ipiranga. Nesse trecho há cabos de alta tensão, embaixo dos quais foram construídas casas. De acordo com os próprios moradores, cerca de 900 famílias moram nesse perímetro. O soldador Romário Cardoso é um deles. Ele conta que parte das famílias que estão lá, foram assentadas pela própria prefeitura e há outras que ocuparam por conta própria, pois não tinham condições de obter moradia em outro local.
Na quinta-feira, 25, foi realizada uma outra reunião com representantes da Vale e da Secretaria Municipal de Habitação, que resultou na suspensão por seis meses da liminar que havia determinado a reintegração de posse da área, por parte da mineradora.
Durante a reunião dessa sexta, o advogado dos moradores do “Linhão”, Tony Araújo, apresentou três sugestões para resolução do problema: “A primeira seria a Vale retirar os linhões dos loteamentos e a prefeitura regularizaria a área. A segunda, que a prefeitura comprasse lotes vagos existentes nesses loteamentos, fora da área de risco e assentasse as famílias ou, a mineradora e o município poderiam adquirir uma outra área, urbanizar e assentar essas famílias”.
Juiz titular da 3ª Vara Criminal de Parauapebas, Líbio Araújo, falou da necessidade de ser realizado um levantamento para cadastrar as famílias que realmente precisam.
O presidente da Câmara, Josineto Feitosa, se comprometeu em encaminhar um ofício para a prefeitura, solicitando a apresentação do cadastro das famílias do “Linhão” dentro de 90 dias. A ideia é agilizar o processo, já que segundo a comissão dos moradores, a Secretaria de Habitação se comprometeu a realizar esse cadastro, mas não estabeleceu prazo.
“Nós não podemos esperar, nosso caso é de urgência porque estamos em uma área de risco. A qualquer hora um fio de alta tensão pode cair sobre as nossas casas e vitimar muitas pessoas”, destacou Romário.
Uma nova reunião ficou agendada para o dia 26 de novembro, para avaliar a realização do cadastramento dos moradores.
Estiveram presentes também na reunião os vereadores Bruno Soares (PP), Francisco Pavão, João do Feijão, Ivanaldo Braz, Odilon Rocha ambos do Solidariedade e Irmã Luzinete (PV), o presidente da OAB Subseção de Parauapebas, Jackson Silva e o Secretário Municipal de Segurança Institucional, Hipólito Gomes.

Nayara Cristina/ASCOM-CMP

Açaí reforça merenda escolar dos alunos da rede municipal

Exibindo DSC_8087.JPGO cardápio da merenda escolar este ano ganhou o reforço do nutritivo açaí com a farinha de tapioca, além dos caldos de frango e carne, sucos mistos enriquecidos e da macarronada. Beneficio para os mais de 50 mil alunos da rede municipal de ensino de Parauapebas que recebem uma alimentação variada, de alto valor nutricional, saudável e saborosa.

Montado cuidadosamente pela equipe de nutricionistas, de acordo com as necessidades nutricionais dos estudantes de cada segmento, o cardápio possui uma variedade de alimentos. São carnes, almôndegas, saladas, frutas, verduras, bebidas lácteas, sucos, mingaus, canjicas, biscoitos integrais, pães, tudo feito com capricho.

“Por entender a importância de uma boa alimentação para o rendimento escolar dos nossos estudantes, a gestão municipal tem dado atenção especial às refeições servidas nas unidades educacionais”, afirma, Juliana de Souza, titular da Secretaria Municipal de Educação (Semed), responsável pela merenda escolar do município.

APROVAÇÃO DOS ALUNOS

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Para a inclusão de todas as novidades na merenda escolar foram realizados testes de aceitabilidade com os alunos, que aprovaram de primeira. “Para a inclusão de um novo alimento ao cardápio, a aprovação dos alunos deve estar acima de 85%”, relata a nutricionista Ercília Carvalho, informando que isso diminui o desperdício. “Ao ajudar a escolher o que vai ser servido, e aprovando o alimento, o aluno não desperdiça”, explica a nutricionista.

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“Depois que tomo açaí, saio lambendo os beiços. Gosto demais e nunca pensei que viesse a ser servido na escola. Tá aprovado. Nota 10!” O conceito foi de Kevin Almeida, aluno do 5º ano, da Escola Eurides Santana.

Paraense, o garoto dispensa comentários quando o lanche do dia é aquela bebida de cor roxa e sabor acentuado, feita com um dos frutos amazônicos mais apreciados no mundo. “Sempre que a merenda é açaí, eu entro na fila mais de uma vez. Quase todos os meus colegas fazem o mesmo”, assinala o estudante, segundo ele é raro tomar a bebida em casa.

Delícias como essa tornaram o cardápio das escolas – que já era bom – ainda mais nutritivo. De acordo com Ercília Carvalho, quando se faz a inserção de um item ao menu, são levados em consideração vitaminas, minerais e fibras para fortalecer o organismo dos alunos, e mais: potencializar-lhes o aprendizado.

E o açaí, em particular, supre as recomendações de ferro estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC) e fornece energia e nutrientes essenciais para que o aluno dê um “up” na escola, aprendendo mais e melhor.





Texto: Messania Cardoso
Fotos: Anderson Souza

Com resultado de agosto, contas públicas batem recorde negativo


O setor público consolidado (Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção da Petrobras e Eletrobras) apresentou déficit primário de R$ 14,460 bilhões em agosto, informou o Banco Central, nesta terça-feira (30/9). Pela série histórica da instituição, este é o pior resultado desde dezembro de 2008, quando ficou negativo em R$ 20,951 bilhões e também o pior para o mês da série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2001. 

Esta também é a primeira vez que o BC registra déficit no resultado do setor público por quatro meses consecutivos. Em julho, o resultado havia sido negativo em R$ 4,715 bilhões. Em agosto do ano passado, houve déficit de R$ 432 milhões. O resultado primário consolidado de agosto ficou pior do que as estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE Projeções, que iam de um déficit de R$ 12,4 bilhões a um superávit de R$ 4 bilhões, com mediana negativa de R$ 5 bilhões. O esforço fiscal do mês passado foi composto por um déficit de R$ 11,951 bilhões do Governo Central (Tesouro, Banco Central e INSS). 

Os governos regionais (Estados e municípios) influenciaram o resultado negativamente com R$ 2,337 bilhões no mês. Enquanto os Estados registraram um déficit de R$ 2,475 bilhões, os municípios tiveram superávit de R$ 139 milhões. Já as empresas estatais registraram déficit primário de R$ 173 milhões.  -

Na Caminhada da vida com Pastor Domires


Continuando a reflexão anterior onde abordei sobre o propósito da Nossa existência, lembrei-me de quando iniciava MEUS primeiros passos de fé cristã na igreja Betel em Curionópolis-Pa, a juventude ali, cantava uma canção que fazia algumas interrogações assim: "Porque nasci? Porque estou aqui? E o futuro como será pra mim? Qual a resposta eu pergunto? Qual a resposta para mim?".

NA CAMINHADA DA VIDA, entendemos claramente que o propósito da nossa existência é glorificar a Deus. Tudo que somos e fazemos deve honrar e glorificar o nosso Criador, I Cor, 10:31.


No percurso da caminhada, ouvindo e estudando a Escritura Sagrada, aprendemos também que, viver para a glória de Deus implica em viver e ser canal de bem para o nosso próximo. Quando faço o bem revelo o quanto tenho de DEUS na minha vida, pois DEUS é amor.


Jesus deixou-nos suas diretrizes dizendo que devíamos amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, Mt 22:37-39.


Somos chamados por Deus para ser e fazer. Ser para sua glória, e fazer o bem para o nosso próximo. As nossas boas obras não nos credenciam para a salvação, mas o salvo as pratica porque a glória de Deus os motiva a isto. Se as nossas boas obras forem motivadas para a glória de Deus, seus propósitos alcançarão pleno êxito.


Deus nos abençoe e use como instrumentos de bênção para o louvor da sua glória.
Bom dia!
Pr. Domires Reis

Escola Municipal Eurides Santana, segundo o Ideb foi a melhor em desempenho na capital do minério
























Uma escola para tornar-se a melhor da cidade, precisa de muita organização, um projeto pedagógico claro e objetivo, de uma equipe de professores competentes, uma gestão visionaria e alunos estimulados com metodologias voltadas para sua realidade, cumprindo a regra a escola Eurides Santana, segundo dados do IDEB 2013,foi a escola que tirou a nota mais alta 5,7, entre as cerca de 65 escolas.
Tive o privilégio de conhecer de perto a escola Eurides Santana onde conversei com a gestora e as coordenadoras sobre a mesma ter tornado a melhor da cidade, todas foram unanimes em afimar compromisso, união da equipe, planejamento, gestão compartilhada e acompanhamento em sala de aula.

Escola em números:  

Média do Ideb                      5,7
Meta                               5,5
Quantidade de alunos               938
Quantidade de professore            26
Quantidade de funcionários          74


Qual o segredo do sucesso

Planejamento (coordenadores e professores), gestão e acompanhamento em sala de aula.

Projetos

Sacola Literária e o cantinho da leitura são o carro chefe da escola.

Gestão 

Orlene Martins, Luzia de Oliveira, Maria câmara, Janete Souza e Antônia Moraes.


Chamou a minha atenção

A equipe gestora estão juntas, desde quando lecionavam na escola, em 2013, a gestora Orlene assume a escola, com isso já sabedora dos principais gargalhos da escola, implementou medidas beneficas e isso faz toda a diferença.











Cid Moreira completa 87 anos e 70 de carreira: 'Eu não acreditava em mim'


Cid Moreira e Sérgio Chapellin em 1996 (Foto: TV Globo/CEDOC) 
Cid Moreira e Sérgio Chapelin em 1996, na última apresentação do JN (Foto: TV Globo/CEDOC)
 
Cid Moreira comemorou segunda-feira, 29, 87 anos de vida. Pleno de saúde e vitalidade, o locutor, dono de uma das vozes mais famosas do país, não se desmotiva. Afastado da bancada do Jornal Nacional, onde ficou durante 27 anos, o locutor segue uma agenda cheia. Seus compromissos vão desde palestras pelo país até presenças vip sob um trio elétrico para mais de 40 mil pessoa em Salvador.

Tanta energia ele atribui a uma rotina saudável de vida. “Acordo por volta das 8h e só como frutas pela manhã. Faço pilates, alongamento, jogo tênis por uma hora”, conta Cid, que é vegetariano. Sem perder o hábito, faz parte de seu dia a dia assistir ao Jornal Nacional. “Depois ouço música, gosto muito! Se tiver algum filme bom no canal pago eu assisto.”

Casado há 15 anos com a jornalista Fátima Sampaio, Cid, que entrou para a edição brasileira do “Guinness Book” como o profissional que ficou mais tempo à frente do mesmo telejornal, abre o baú da memória e relembra os momentos mais marcantes da carreira de apresentador do JN. Foi ele quem anunciou a nova Constituição Brasileira e um dos momentos mais dramáticos do esporte, a morte do piloto Ayrton Senna.
Cid Moreira com a mulher, Flávia Sampaio (Foto: Arquivo pessoal) 
Cid Moreira com a mulher, Fátima Sampaio
(Foto: Arquivo pessoal)

Violência contra os professores não pode ser vista como normal

Professora de Franco da Rocha, SP, vítima de violência de alunos 
O Brasil está em primeiro lugar no ranking de violência contra professores divulgado pela OCDE. Será que os pais dos estudantes têm consciência da gravidade desse resultado e do que ele significa para a educação dos seus filhos?

Por um lado, significa que nossas crianças e jovens estudam num sistema educacional cheio de falhas e ineficaz. Não adianta explicar a violência na escola só em função do entorno em que os alunos vivem. Isso conta, mas o fato é que o país não atualizou o ensino e, em plena cibercultura, mantém um modelo educacional do século passado.

Nesse sistema, o magistério é tão mal remunerado que não atrai talentos. Os que ingressam na profissão não recebem a preparação adequada, começam a lecionar sem experiência e têm dificuldade para conquistar os estudantes. Os alunos não se interessam pelo que é ensinado e a didática não é atraente. Ficam desmotivados, hiperativos, indisciplinados.

Para controlar a turma, muitos professores tentam manter a ordem, o que, dependendo da forma, gera revolta. A sala de aula se converte num campo de batalha. Professores adoecem. Milhares abandonam a profissão. Prova Brasil e Enem mostram que, a cada ano, poucos alunos aprenderam o que deveriam.

Ao mesmo tempo, esse desonroso resultado também significa que muitos jovens não estão aprendendo, em casa, aspectos básicos para o convívio social, como urbanidade, respeito, cortesia, civilidade. E estão aprendendo pouco sobre o valor da educação.

Na Coreia do Sul, o índice de violência relatado pelos mestres é zero. Isso não acontece apenas porque o país valorizou a carreira docente, mas sobretudo porque em casa, desde cedo, as crianças aprendem a importância da escola e o respeito pelos que ensinam.

É verdade que esse fenômeno não ocorre só no Brasil. Por exemplo, no México, a Comissão Nacional de Direitos Humanos e o Sindicato de Trabalhadores da Educação acabam de lançar um documento que adverte sobre a violência que os professores vêm sofrendo por parte dos alunos, citando: ameaças, insultos, roubos, danos a seus carros, bullying pela internet, empurrões, socos. Fatos similares ocorrem na Argentina, Espanha, Uruguai, por citar alguns. Isso não deveria ser um consolo. Alguns estados brasileiros passaram a colocar policiais dentro das escolas. Essa não deveria e não pode ser a única solução possível.

Pobre do país que despreza seus próprios mestres. Serão os tablets a solução mágica? Recursos tecnológicos armazenam muitos conteúdos, mas não podem ensinar valores, promover posturas de vida, formar agentes de mudança social.

Se os pais brasileiros desejam uma educação de qualidade para seus filhos, não deveriam lidar com agressões contra professores como se fosse normal. A violência crescente contra os mestres é sinal de colapso iminente no sistema educacional. Os pais precisam se envolver nas discussões sobre as melhorias necessárias nas escolas. Acompanhar a implantação do Plano Nacional de Educação. Seja qual for o candidato eleito, cobrar uma gestão qualificada da rede escolar. A cobrança da sociedade pode conquistar políticas educacionais mais continuadas e efetivas.

Os pais que têm filhos em idade escolar deveriam ficar atentos ao exemplo que dão quando falam dos mestres. Não tirar a autoridade deles na frente das crianças. Isso não significa que os estudantes precisam obedecer cegamente, eles sempre devem expressar o que pensam. E os pais sempre podem apresentar queixas na escola. Mas precisam ensinar uma postura de colaboração na sala de aula. Dos gestores escolares, exigir que o professor seja bem preparado, competente e valorizado.

É nas crianças e nos jovens em formação que está o país que podemos ser.  Mas não se enganem, é urgente: antes, há que cuidar de quem os forma.

Veja 7 erros a evitar ao escolher a carreira

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Quando eu estava às vésperas do vestibular, li uma frase de Fernando Sabino que me marcou muito: “Não se escolhe uma profissão, se renuncia a muitas outras”.

Uma pesquisa da Universidade Anhembi Morumbi com alunos do 3º ano do ensino médio em São Paulo mostrou que entre os jovens que já haviam decidido seguir uma profissão, só 46% já tinham mantido algum contato com a carreira escolhida e 27% ainda apresentavam dúvidas sobre o mercado de trabalho.

Todo jovem se depara com o mesmo desafio. Há que escolher, mas como não errar? Partindo da minha própria experiência, registro aqui sete erros que você deveria evitar ao fazer a escolha da carreira.

1 – Escolher uma carreira para não decepcionar os outros. Os pais sempre têm um sonho para os filhos e isso inclui certas profissões. Em uma família em que todos são dentistas poderia parecer uma heresia se um dos filhos desprezasse a herança de consultório, equipamentos e clientes, certo? Errado! Lembre-se que seus pais já trilharam a própria trajetória e agora é a sua vez. Nem eles, nem namorados, nem amigos, ninguém pode fazer você abrir mão do caminho que escolheu. Até porque quem irá exercer a profissão ao longo da vida será você, e não eles.

2 – Escolher a carreira sem levar em conta a opinião da família. Por outro lado, é preciso considerar que a família nos conhece bem. Converse com as pessoas que estão mais próximas: seus pais, seus irmãos. Eles conhecem seus talentos e pontos fortes, desejam o melhor para você e podem ajudar a descobrir profissões interessantes. Não despreze uma carreira só porque seus pais sugeriram ou porque seu irmão também seguiu. Lute pelo seu ideal.

3 – Escolher a carreira sem considerar aspectos financeiros. O que mais importa é seguir a vocação, sem pensar em dinheiro, certo? Apenas em parte. A felicidade é resultado de muitas coisas. Trabalhar no que se gosta é uma delas, mas talvez você também tenha outros desejos, como viajar, morar num lugar agradável, dar qualidade de vida a sua família. Tudo isso, queiramos ou não, depende de condições financeiras. Algumas pessoas vivem reclamando por ganhar mal. Por outro lado, não adianta escolher uma profissão que não tem nada a ver com você, só pela remuneração: você acabará frustrado. Conheço pessoas que fizeram escolhas de vida altruístas e têm trabalhos apaixonantes, muitas vezes de cunho social, e nem sempre com alto retorno monetário. Se você tomou uma decisão e está certo da sua escolha, vá em frente.

4 – Escolher a carreira sem ter um projeto de vida. Muitos jovens se matriculam num curso com base na relação candidato/vaga. Têm o sonho de ser médicos, engenheiros, publicitários... Mas como a relação candidato/vaga é alta, decidem deixar para depois, quando tiverem mais tempo de estudar... Acabam entrando num curso que não queriam e, quando se dão conta, os anos passaram. Para evitar esses desencontros, você pode partir de um projeto de vida com perguntas como: O que eu me vejo fazendo daqui a dez anos? Para isso, o autoconhecimento é importante. Pergunte-se: o que sei fazer bem? Gosto mais de trabalhar sozinho ou em interação com outros? Prefiro trabalhar num escritório, um hospital, uma plataforma de petróleo, uma empresa de tecnologia? Troque ideias com amigos e, se possível, com profissionais de diversas áreas.

5 – Escolher profissões do passado ignorando as tendências do futuro. Não há problema em escolher profissões tradicionais. Aliás, o Brasil precisa deles: médicos, engenheiros, professores. Mas não escolha antes de dar uma olhada nas “profissões do futuro”. Você já ouviu falar, por exemplo, em reflorestador, tele cirurgião, remixer de mídias, designer de upcycling, educomunicador, engenheiro de mobilidade? Essas carreiras podem não existir ainda como curso técnico ou universitário, mas você pode planejar a sua formação e montar seu currículo para chegar nessas especialidades. Leia bastante, é possível que você descubra algo novo e envolvente.

6 – Pensar que a carreira é como um hobby. Confúcio, filósofo chinês, disse: “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida”. Eu tenho a felicidade de viver isso na prática, pois atuo numa área apaixonante, a educação, e com projetos muito variados e cheios de novidade. Ainda assim, isso não quer dizer (e Confúcio certamente concordaria) que não seja necessário esforço, persistência e muita dedicação. Desconfie de conselhos sobre vocação que dizem que o trabalho ideal é sempre leve e divertido. Isso pode fazer com que você rejeite áreas que são complexas, sem querer. Um curso pode parecer difícil, mas se esse é seu objetivo, valerá a pena lutar por ele. Quando a pessoa gosta do que faz, mesmo as horas de trabalho duro e de sacrifício se transformam num desafio divertido.

7 – Escolher a carreira pensando que é para sempre. Se você tem uma atitude empreendedora e proativa diante da vida, saberá que este momento é uma etapa de uma carreira que se constrói a partir das oportunidades que temos e das decisões que tomamos. Pode ser que você tenha que redirecionar sua carreira uma ou até várias vezes ao longo da vida. Escolha bem agora, mas esteja disposto a se reinventar, sempre que necessário.

No Brasil, homofobia matou ao menos 216 em 2014


A homofobia, que ainda não é considerada crime no país, provocou pelo menos 216 assassinatos de janeiro até o dia 21 de setembro deste ano, de acordo levantamento do Grupo Gay da Bahia, que, na ausência de informações oficiais sobre uma prática que não é discriminada nos boletins de ocorrência, é referência sobre o tema no país.

Segundo o grupo, em 2013 o número de assassinatos chegou a pelo menos 312 — o que corresponde a uma morte a cada 28 horas. Em 2012, foram no mínimo 338 vítimas, entre travestis, gays e lésbicas. Os números, coletados pelo pesquisador Luiz Mott, da Universidade Federal da Bahia e do Grupo Gay da Bahia, são baseados em registros policiais e notícias, dada a inexistência de estatísticas oficiais.
A região com mais casos é o Nordeste — que concentra 43% — e a capital com mais casos por habitante é Cuiabá, com 0,03 homicídios por mil habitantes . Os gays são os mais atingidos (59%), seguidos por travestis (35%) e lésbicas (4%).

De acordo com a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, que baseia suas estatísticas em denúncias do Disque 100, foram registradas 337 denúncias relativas à homofobia apenas entre janeiro a abril deste ano, o equivalente a mais de duas por dia. São Paulo é o primeiro disparado, com 97 registros (28% do total), seguido pro Minas, com 31 (9%). Em 2013, foram 1.695 denúncias pelo Disque 100, sendo 745 de janeiro a abril. Em 2012, houve um pico de 3.017 denúncias, quase o triplo de 2011, quando foram registradas 1.159 queixas.

Um relatório da secretaria divulgado em 2013 e relativo a 2012 revela que 9.982 violações de direitos humanos foram cometidas contra 4.851 vítimas LGBT. No levantamento anterior, de 2011, foram 6.809 violações contra 1.713 vítimas. Os dados mostram ainda que, em 47,3% dos casos, os denunciantes não conheciam as vítimas. Mais de 71% das vítimas são do sexo masculino e mais de 61% têm de 15 a 29 anos.

Fala Prefeito


Terminando o dia muito satisfeito com mais um compromisso cumprido com a nossa comunidade! Nosso povo merece um transporte público com conforto e segurança. 


O próximo passo agora é exigir a capacitação profissional dos motoristas e cobradores! 

Vamos em frente, meus amigos! A mudança está acontecendo!

Deputado federal Wlad do Solidariedade ficou surpreso com a multidão

O deputado federal Wlad, presidente do Solidariedade no estado do Pará eleito pela 3ª vez consecutivo ficou surpreso com o tanto de gente que lhe recepcionou na capital do minério

Foram mais de 2 mil pessoas ao grande evento, organizado pelos SD e, contou com as presenças dos medalhões da política parauapebense como vereadores, secretários e o próprio prefeito Valmir Mariano.

O deputado Wlad como sempre levou a galera a loucura e prometeu caso eleito trabalhar muito por Parauapebas - Eu assumo esse compromisso de ser o deputado por Parauapebas e lutarei por emendas orçamentárias para trazer obras e convênios com as ONGS e Associações. 


Solidariedade mostra sua força e o apoio irrestrito do prefeito Valmir Mariano



















O prefeito Valmir Mariano e o seu candidato a deputado estadual Gesmar Rosa que tem como base de apoio na Câmara dos vereadores nada mais, nada menos do que Sete vereadores do Solidariedade.

O prefeito Valmir Mariano e o candidato Gesmar Rosa rasgaram elogios ao deputado federal mais votado do Pará nas eleições 2010, onde obteve mais de 250 mil votos que o fenomeno de votos o deputado Wlad.

Solidariedade mostra sua força























O partido Solidariedade (SD) que em Parauapebas dos 15, tem 7 vereadores mostrou sua força política no domingo 28, onde reuniu cerca de 2 mil pessoas para prestigiar o seu líder maior que é o deputado federal Wlad.

Os vereadores Braz, João do Feijão, Devanir, mestre Odilon e o presidente da Câmara Josineto Feitosa fizeram um acalorado discurso em prol do seu líder maior deputado Wlad e ao governador Simão Jatene do PSDB. 


Nota - Creio que os vereadores Pavão e Charles não compareceram devido a presença do prefeito Valmir Mariano. Mas que estão com o deputado Wlad.



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Dilma é chamada de ditadora e Levy mostra sua posição em relação ao casamento de pessoas do mesmo sexo

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No penúltimo debate entre os candidatos à presidência da República, organizado pela Rede Record na noite deste domingo, as críticas ao governo da petista Dilma Rousseff acabaram sendo o principal foco dos postulantes ao Palácio do Planalto. Além disso, um embate entre Eduardo Jorge (PV) e Luciana Genro (Psol) e uma declaração forte de Levy Fidelix (PRTB) em relação ao casamento gay também chamaram bastante atenção durante o programa.

Ainda no primeiro bloco, quando Dilma recebeu direito de resposta por conta de críticas feitas ao seu governo, um dos espectadores presentes na plateia se manifestou. “Está errado isso. Dilma ditadora”, gritou, reclamando da organização do programa. O presidente do PPS Roberto Freire, que apoia a candidata Marina Silva (PSB), reclamou bastante do direito de resposta concedido e, no intervalo entre o primeiro e segundo blocos, deixou seu lugar na plateia com cara de poucos amigos.

Em outras três ocasiões a petista Dilma Rousseff também pediu direito de resposta, mas a organização do evento negou, gerando um misto de aplausos e vaias na plateia. Em uma delas os adversários reclamaram da postura da presidente em discurso na ONU. Segundo eles, a candidata à reeleição sugeriu um diálogo com o Estado Islâmico para cessar o terrorismo.

Entre os nanicos, Eduardo Jorge (PV) e Luciana Genro (Psol) travaram um embate nos primeiros dois blocos do debate. A discussão começou ainda na primeira parte do programa, quando a candidata não gostou de um sorriso emitido pelo candidato em uma das perguntas. “Não entendi esse ‘rizinho’ quando você disse ‘se eu fosse presidente’. Eu posso ser presidente”, disse Luciana, claramente irritada.
Ainda no primeiro bloco Eduardo voltou a provocar a adversária e disse que a candidata do Psol havia “faltado à aula de história do século XX”, referindo-se à história do PV na política nacional. Prontamente Luciana rebateu e disse que o candidato havia faltado à aula de sociologia. “Não se avança na pauta progressista ao lado da direita”, disse.

Legalização da maconha, aborto e casamento gay foram temas bastante comentados pelos candidatos neste penúltimo debate. Porém, os três principais postulantes (Marina Silva, Dilma Rousseff e Aécio Neves) não foram questionados sobre os tópicos. Apesar disso, os nanicos roubaram a cena e deram fortes declarações em relação a esses assuntos.

Sobre o aborto, Luciana Genro mostrou sua posição e defendeu a prática. “Ninguém quer o aborto. É um drama para qualquer mulher, mas o Estado não oferece o apoio à mulher diante de uma gravidez indesejada”, afirmou.

Levy Fideliz foi questionado sobre o casamento entre homossexuais e mostrou sua opinião. “Nunca vi dois iguais fazerem filhos. E digo mais. Aparelho excretor não reproduz. Temos que combater essa minoria”, disse o candidato do PRTB, causando risos aos espectadores.

Assassinando a língua portuguesa


Assassinando a língua portuguesa no bairro União.

Aluna nota 10


Andando pelo Shopping me deparei com Mariana 12 que estuda na escola municipal Cecilia Meireles onde cursa o quinto ano. 

Dei parabéns devido está fazendo algo que milhões de brasileiros detestam que é Ler.

Disse para ela que o brasileiro ler em média 01 página de livro por ano, ela sorriu e sorriu.

Com 898 eleitores, cidade de MT é menor colégio eleitoral do Brasil


Colégio Eleitoral
Com 898 eleitores, Araguainha, em Mato Grosso, é a cidade com o menor número de votantes do país, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município tem 1.000 habitantes, o que significa que quase 90% da população residente vota nas eleições.
Juntos, os dez menores colégios eleitorais do país têm pouco mais de 11 mil eleitores. No total, o Brasil tem 142,5 milhões de eleitores. Araguainha é seguida por Anhanguera, em Goiás, cujo eleitorado é de apenas 995 pessoas. Outras cidades de destaque são André da Rocha, no Rio Grande do Sul, com 1.001 eleitores, e Borá, em São Paulo, com 1.060.
Na outra ponta do ranking está São Paulo, com 8,8 milhões de eleitores - ou 74,3% da população residente. A cidade é seguida por Rio de Janeiro (4,8 milhões), Salvador (1,9 milhão), Belo Horizonte (1,9 milhão), Brasília (1,9 milhão) e Fortaleza (1,7 milhão).

Flanelinha do DF que aceita cartão de crédito diz faturar R$ 6 mil por mês

Flanelinha Edinaldo dos Santos com máquinas de cartão de crédito e de recarga de celular (Foto: Isabella Formiga/G1)
Um flanelinha de Brasília inovou ao adotar máquinas de débito e crédito para receber gorjetas dos clientes  no estacionamento onde trabalha há 27 anos, no Setor Hoteleiro Norte, na capital federal. O piauiense Edinaldo dos Santos, que diz ser mais conhecido na região do que “nota de R$ 1”, vai todos os dias para o estacionamento no próprio carro e afirma ter uma renda de R$ 6 mil por mês.

No Distrito Federal, a atividade de guardador e lavador de carros é regulamentada desde 2009. O flanelinha, porém, não pode obrigar o motorista a pagar pelo serviço. Ele pode atuar em  "área externas, públicas, destinadas a estacionamento". "O guardador deve ser habilitado por órgão de trânsito para que possa efetuar manobras utilizando automóvel deixado em sua guarda."



Não é fácil, não. Se chegar um estranho aqui, não arruma nada. Tem que ter conhecimento, ninguém vai jogar a chave na sua mão. Ninguém entra assim. A gente não deixa também. A gente fala, 'olha cara, a gente já está cuidando aqui', e eles entendem. Não chega nem a ter disputa."
Edinaldo Santos, flanelinha na Asa Norte
Santos chegou a Brasília aos 18 anos, em busca de emprego. O irmão trabalhava como taxista e sugeriu que ele lavasse carros no centro da capital. O trabalho, que era para ser apenas um bico, já dura quase três décadas. Nesse período, Santos se casou, teve quatro filhos e comprou uma casa em Planaltina de Goiás que, segundo ele, é avaliada em R$ 400 mil.

A máquina de cartão custou R$ 800 e foi comprada em várias parcelas, há seis anos. Santos diz que passa até R$ 1 nela, se for preciso. "As taxas são boas, 1,5%, desconta na hora. Também aceito tíquete-refeição", diz. "Tenho ainda uma máquina de recarga de celular. Ganho 4% do que vendo."
O carro de Santos, avaliado em R$ 16 mil, funciona como seu escritório. É nele que o flanelinha guarda notas fiscais, recibos de transações, máquinas de cartão de crédito, chips de celular e o alvará de funcionamento da lanchonete que ele iniciou há alguns anos, no próprio veículo.
Para ajudar na venda de lanches, Santos contratou uma funcionária, que prepara e leva para os clientes misto-quente, pão de queijo, bolo, tapioca, café. "Meus clientes são funcionários de hotéis, churrascarias, taxistas. Os funcionários de uma rádio também comem meu lanche e fazem até propaganda ao vivo da 'Edilanches", conta.
O flanelinha também tem uma kombi, que comprou por R$ 10 mil. O veículo é usado para guardar material usado na lavagem de carros. "Lavo sozinho cerca de 20 carros por dia, a R$ 20 cada", disse. "Busco em casa e devolvo, se for preciso."
Ser conhecido e ter a confiança de motoristas em uma área valorizada não é para qualquer um. “Não é fácil, não. Se chegar um estranho aqui, não arruma nada. Tem que ter conhecimento, ninguém vai jogar a chave na sua mão", afirma. “Ninguém entra assim. A gente não deixa também. A gente fala, 'olha cara, a gente já está cuidando aqui', e eles entendem. Não chega nem a ter disputa."Santos conta que em uma única ocasião teve o "território ameaçado". "Uma vez fui para o Nordeste visitar meu pai, e quando voltei tinha um cara aqui estranho. Na época, falei com o policial que ele não queria sair, e o próprio PM pediu para ele sair daqui numa boa, que aqui quem estava era eu, há muitos anos. Ele disse que não, que não tinha ponto para trabalhar, mas o policial não deixou. E aí ele foi embora."
O flanelinha trabalha de segunda a sábado, das 6h às 20h, e afirma que não pretende se aposentar tão cedo. Segundo ele, os dois irmãos, de 24 e 48 anos, estão desempregados e também estão trabalhando como flanelinhas no local. Eles tiram até R$ 140 por dia lavando carros.

Operação Água da Vida é apresentado em Cuiabá


O missionário e pastor Manoel Lino uma referência em evangelização no sertão nordestino está apresentando em Cuiabá, capital do Mato Grosso o fantástico projeto Operação Água da Vida.



Quem quiser ajudar o projeto é só depositar no  

Banco do Brasil
Conta Corrente 10068-4 
Agência 0963-6

Com a sua ajuda o missionário e pastor Manoel Lino levará água potável e cesta básica para os sofrido povo nordestino..

Saúde - Diabetes

Secretaria de Cultura inova na feira dos produtores com artistas da capital do minério


A secretaria de Cultura, através do seu secretário Fernando Veras e a adjunta Zélia Feitosa percebendo a pouca movimentação que o Centro de Abastecimento vem demostrando nesses últimos dois meses, pós inauguração resolveu inovar e colocou em prática a valorização dos artistas locais.

Mas, afinal o que é inovar? Inovar é construir soluções novas ou significativamente melhores do que as opções disponíveis no mercado: soluções que entregam mais valor ao usuário e que geram ganhos excepcionais para a empresa.

Então, começou nesse sábado 27, as inovações implantadas pela Cultura para animar os assíduos frequentadores da feira dos produtores rurais com o que a de melhor dos artistas parauapebense, para iniciar a belíssima ideia, o convidado especial foi o excelente cantor da MPB, o grande Ivan Cardoso com seu vozeirão, cantou e encantou e ainda por cima, chamou a atenção de todos.

Para dar mais brilho a feira foi convidado um dos melhores artistas plásticos da capital do minério o grande e saudoso Sinvaldo que com suas belíssimas telas de deixar qualquer pessoa de água na boca.

Parabéns aos secretários Fernando Veras e Zélia Feitosa pela grande inovação "nunca antes vista" na capital do minério. 




Nota - Sempre falo e pratico onde estou que devemos começar pelas pequenas coisas, a bíblia diz que as pessoas esquecem as pequenas coisas, então secretário Horácio Martins parabéns por começar pelas pequenas coisas.

Anderson Silva volta atrás e agora diz querer ser campeão do UFC de novo

Ioram Finguerman
No início do mês, Anderson Silva deu uma polêmica entrevista ao Fantástico, da Rede Globo. Na conversa, o lutador disse que superou a busca por um cinturão e se comparou a Ayrton Senna e Pelé. Menos de 20 dias depois, em uma nova conversa com jornalistas, o ex-campeão dos médios do UFC disse que quer ter uma nova chance de chegar ao topo do MMA.

"O meu projeto no UFC é um só. Enquanto eu não pegar meu cinturão de volta, eu não paro. Quero pelo menos tentar", disse Anderson Silva ao site da revista Veja, demonstrando uma determinação surpreendente se comparada à postura do começo de setembro.

"Já passei por aquela coisa de ser campeão, de ter cinturão. Ayrton Senna só vai ter um, Pelé só vai ter um e Anderson Silva só vai ter um. Quem viu, viu. Quem não viu, não verá mais. Não tenho mais paciência para isso. A cada dia que passa me sinto mais perto de aposentar", disse Anderson Silva ao Fantástico, na ocasião.

O futuro de Anderson Silva no MMA é um mistério, já que o lutador ainda não voltou ao octógono depois da grave lesão da sua última luta. No fim do ano passado, quando disputava a revanche contra Chris Weidman, pelo cinturão dos médios, ele tentou dar um chute no americano e fraturou a tíbia e a fíbula da perna esquerda, em uma imagem que chocou o mundo das lutas.

Anderson Silva voltará a lutar contra Nick Diaz no começo do ano que vem, mais precisamente em 31 de janeiro. A disputa será a luta principal do UFC 183, marcado para Las Vegas, e será cercada de expectativa por conta do estado físico do brasileiro, que lutará com uma haste intramedular implantada em sua perna esquerda.

A empolgação do Spider com um possível cinturão pode ter a ver com a situação dos médios no UFC. Atual campeão, Chris Weidman tinha luta marcada contra o brasileiro Victor Belfort para 6 de dezembro. Uma lesão na mão esquerda do americano, porém, adiou o confronto para o começo de 2015.

Além de Belfort, o também brasileiro Ronaldo Jacaré é apontado como um possível desafiante a Weidman no futuro. Um reedição do confronto com Anderson Silva dependeria as condições do Spider no retorno ao octógono. 

Por que o “mercado” é anti-Dilma?

Foto: Reuters
Vira e mexe, nessa campanha eleitoral, aparece nos jornais que o “mercado” é contra a Dilma. Lendo as notícias, demorei a entender que o chamado “mercado” – como se este fosse uma entidade abstrata que nunca dá as caras – é na verdade o mercado financeiro.
 Nos textos de jornais, porém, o “mercado”, quando parece expressar suas vontades políticas, raramente é identificado. Suas “fontes” de informação, frequentemente, são “consultores” ou “analistas” ou “investidores”, quase sempre ocultos, o que no jargão jornalístico significa que estas pessoas falam em “off” ou off the records.
 Este ocultamento leva, na verdade, a uma inflação indevida no uso da palavra “mercado” pela imprensa. O chamado “mercado” pode virar, assim, tudo e qualquer coisa. Pode-se resumir a um ou dois investidores que, num determinado momento, precisam se valer da circulação de informações para especular, por exemplo, com papeis na bolsa de valores. O “mercado” teme isso ou teme aquilo nas manchetes, em certas circunstâncias, pode não ser nada mais do que boatos ao vento lançados por bocas miúdas para favorecer ganhos pontuais ou de ocasião.
 Seja como for, esta hipertrofia no uso da palavra “mercado” não significa dizer que ele não exista. Pelo contrário. Aprendi com um jornalista experiente que conhece a área financeira que o que interessa fundamentalmente ao “mercado” é a relação entre as contas do Governo e o que este pode pagar de juros da dívida pública. O Brasil tem uma dívida pública que vem de décadas e supera 2 trilhões de reais. Os governos nunca pagam essa dívida, mas sim os juros dela, a “rolagem”; para tanto o governo emite ou negocia títulos.
 Foi com a manutenção dessa engrenagem que Lula se comprometeu em 2002 quando lançou a Carta ao Povo Brasileiro, garantindo ao “mercado” que caso eleito honraria os compromissos. Isto significa: se comprometer com o “superávit primário” (a economia que o governo faz para pagar os juros da dívida para o “mercado”), manter a estabilidade econômica e tudo o mais. Isto Lula fez com maestria durante seus dois governos – ele foi o “cara”, disse Obama (para saber como Lula e o PT ganharam a confiança de Washington e Wall Street, com a ajuda de FHC e dos tucanos, recomendo vivamente a leitura do livro “18 dias”, do professor da FGV Matias Spektor).
 Aparentemente Dilma não quebrou nem pretende quebrar este compromisso de fundo, vital, com o “mercado”, ou seja, com aqueles que lucram com o rolar da dívida pública (tema crucial jamais debatido em campanhas – o que o governo paga anualmente de juros no Brasil equivale a dez vezes o orçamento do Bolsa Família).
 Mas, mesmo assim, é inegável que o “mercado” não quer Dilma. Demorei a entender o porque, mas acho que cheguei perto de uma conclusão (e já está na hora de colocar um ponto final no post). O “mercado” não gosta da maneira como este governo faz a gestão das contas públicas, o que os jornais e a oposição chamam de “operações heterodoxas” ou “contabilidade criativa”. O Governo é acusado de embaralhar seus dados econômicos, transferindo dinheiro de fundos e de caixas para outros fundos e outros caixas para poder “fechar” as contas públicas, que sofre com a falta de crescimento econômico (para não falar na intervenção em preços como o da gasolina, mantidos artificialmente baixos para segurar a inflação). Este modo de operar gera uma dúvida de futuro sobre as reais capacidades do Governo de continuar a pagar os juros da dívida, pois os dados básicos não estariam “claros” (ou “transparentes”) o suficiente. Uma questão, afinal, de o Governo demonstrar que administra a dívida de forma que esta não se torne impagável – que é quando um país quebra. Não há luta do bem contra o mal: é uma questão de capacidade de pagamento a curto, médio e longo prazos.
 É uma pena que este seja um tema tão espinhoso e difícil de entender, pois ele é fundamental. Ao colocar na TV propagandas mostrando bancos como agentes do mal, o PT, embora possa obter dividendos eleitorais imediatos, mais confunde do que esclarece, pois o partido já não é um antagonista real dos banqueiros há muito tempo (desde 2002, com certeza). No final fica até um situação curiosa. Enquanto o “mercado” odeia Dilma, esta é identificada por eleitores (39% pelo Ibope) como a candidata que “representa o sistema financeiro” (mais do que Aécio e Marina). O eleitor entende do seu modo o país em que vive.

Eleições 2014 - Datafolha divulga resultados para governador em seis estados na luta pelo


  • DATAFOLHA - RIO DE JANEIRO
    Pezão tem 31%, Garotinho, 23%, e Crivella, 17%
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