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A vice-prefeita Ângela Pereira em ação realiza café com a comunidade


A vice-prefeita Ângela Pereira (PTB), uma das mais populares vices na história recente da CAPITAL do DINHEIRO e uma das que mais visitou a população carente desde o inicio do seu mandato em 2013.


A vice-prefeita está com um novo projeto de vida, ops político, onde no dia 29 realizou no bairro dos minérios com cerca de 20 mulheres um delicioso "Café com a Comunidade".


O Café com a Comunidade realizado pela vice-prefeita é para saber das reais necessidades dos moradores do bairro.

Desde já quero parabenizar a vice-prefeita por essa iniciativa.

Eu, acredito numa Parauapebas melhor

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Eu, acredito numa Parauapebas melhor quando os 70% dos desacreditados e desesperançados disserem um NÃO para os políticos que nas eleições de 2012 passaram em suas casas mentindo e prometendo algo que sabiam que não cumpririam.

Eu, acredito numa Parauapebas melhor quando os jovens eleitores votarão nos candidatos que tenham propostas claras e objetivas voltadas para a população.

Eu, acredito numa Parauapebas melhor quando o poder do dinheiro não falará mais alto nas eleições de 2016 na escolha dos seus representantes tanto no Executivo e no Legislativo.

Eu, acredito numa Parauapebas melhor quando os representantes do povo não se vendam por migalhas, migalhas essas que só beneficiam os seus próprios bolsos.

Eu, acredito numa Parauapebas melhor.  

Políticos mentem porque a população se sente melhor assim

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O fato de que muitos políticos de carreira são mentirosos descarados e compulsivos não é apenas uma característica inerente à classe política; é também um reflexo do eleitorado. Quando as pessoas querem o impossível, somente os mentirosos demagogos podem satisfazê-las.  

Porém, quando a realidade se impõe e os efeitos econômicos de medidas populistas começam a cobrar seu preço, os eleitores finalmente percebem que foram enganados.  E então começam a reclamar que os demagogos os enganaram e venderam ilusões.

Essas pessoas são as mesmas que, no passado, não apenas acreditaram piamente nas promessas dos demagogos, como também ignoraram rispidamente todos os alertas, feitos pelos mais sensatos, de que determinadas políticas populistas eram insustentáveis e cobrariam um preço caro no futuro. 

Escrevi uma matéria sobre o candidato DIABO e o candidato ANJO, o candidato DIABO faz promessas mirabolantes e a população apluade, mas quando o candidato ANJO fala a verdade poucos escutam, por isso digo que a população tem o político que merece.

Eu, continuo acreditando no candidato ANJO que tem propostas, princípios e pensa num futuro melhor para a população.  

Eleições municipais de 2016 começam a polarizar candidatos em Parauapebas

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As eleições municipais do próximo ano de 2016, prometem muito blá, bla, blá entre os pré-candidatos a prefeito de Parauapebas. 
Conforme nos bastidores na política parauapebense, este ano comenta-se a possibilidade em haver entre três ou mais candidatos à prefeito na CAPITAL do DINHEIRO. Pela lógica, o atual prefeito Valmir Mariano é candidato natural à reeleição, mas fala-se  também no nome da atual vice-prefeita Ângela Pereira, Marcelo Catalão, os ex-prefeitos Darci Lermen e Chico das Cortinas, sairá também o Flávio Veras, por último surge o nome do ex-vereador Adelson Fernandes.
Evidentemente que todos eles são conhecedores da grande responsabilidade, que é em governar uma das cidades mais famosas do Brasil; primeiro pelo fenômeno da grande recessão econômica enfrentada pela nação neste ano, a qual não se sabe ao certo qual será a proporção dos efeitos negativos, que essa situação do país, por quanto tempo perdurará. Segundo, pelo fato de que a cidade desfruta de fama mundial como a capital do MINÉRIO.
Os investimentos externos que ocorreram no município nas duas últimas gestões, pararam um pouco na cidade, e hoje com a baixa do preço do MINÉRIO já não se vê mais as abundancias de outrora. Todos os nomes citados nessa matéria, são cidadãos merecedores do conceito popular, e até o momento em que os partidos se decidirem quanto às alianças majoritárias, ainda tem muita água a passar debaixo da ponte.
A população de Parauapebas sonha com uma safra de governantes responsáveis, honestos e empreendedores para assumir o comando dessa cidade.

Quase metade dos deputados defende renúncia de Cunha, diz Datafolha


Pesquisa Datafolha feita com 324 deputados mostra que quase metade dos entrevistados (45%) entende que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB­-RJ), deveria renunciar ao cargo. Para 25%, ele deve permanecer. E 30% não se posicionaram sobre essa possibilidade.
O peemedebista é investigado na Operação Lava Jato, acusado de manter contas secretas no exterior com dinheiro proveniente de corrupção –o que ele nega. Em público, Cunha repete que nem cogita a possibilidade de renúncia.
O cuidado dos deputados em relação ao tema fica evidente quando eles são confrontados com a hipótese de ter de votar pela cassação de Cunha. Mais da metade (52%) não se posicionou nessa questão. Pouco mais de um terço (35%) disse que votaria a favor da cassação do peemedebista. E 13% votariam conta. O levantamento, que ouviu 63% dos deputados, foi feito entre 19 e 28 de outubro.

Os 70% da população parauapebense que estão desacreditados e desesperançados, quem são eles?

ANALFABETO POLÍTICO2 
Nas minhas andanças em diversos bairros da CAPITAL do DINHEIRO conversando com pessoas que não são viciadas pelo poder e que nunca fizeram parte de tal, andam meio que a ilustração da figura acima.

Pasmem, 70% delas estão desacreditadas e desesperançadas com tudo o que vem ocorrendo na política brasileira, em especial na CAPITAL do DINHEIRO.

O bom de tudo isso é que esses 70% não dependem de políticos e nem de favores, são concursados, só saem por incompetência, ou, por um caso muito grave, outros trabalham em empresas privadas e os demais são autônomos, ufa ainda bem, eles não são presas fáceis para as raposas da política parauapebense.

Esses desacreditados e desesperançados não são de se vender por cimentos, areia, barros, pagamento de água, energia, exames de sangue, entre outros.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política

 
Nesse momento da vida política municipal, onde a atividade política e os políticos são diminuídos, desconsiderados, agredidos de todas as formas, xingados, ofendidos, denegridos etc, é importante fazermos juntos uma reflexão sobre o tema. Reflexão que possa trazer mais luz a essa ação humana, tão importante para todas as pessoas e seu cotidiano.

Da mesma maneira que não se pode confundir a ciência e todos seus avanços para o bem da civilização, com o uso negativo de suas conquistas e descobertas, como ocorre nas guerras e na luta insana pelo poder, não se deve tratar da mesma maneira a boa política e seus praticantes, com os pilantras e desonestos, que ainda hoje são a maioria, infelizmente.

Exemplificando, a fissão nuclear é uma das mais importantes descobertas da ciência, mas tanto pode servir para gerar energia, que beneficia a todos, como para produzir bombas atômicas, que nos destroem.

Na “política” é a mesma coisa. Pode-se fazer coisas maravilhosas, como terríveis, depende de quem a pratica e de quem alcança o poder.

Quando vemos um exemplo negativo, nocivo, devemos nos revoltar e tentar impedir, sem que isso signifique que somos contra a “política”, ou contra todos os políticos, generalizando o mal e olvidando o bem que pode ser feito.

Há pouco, numa entrevista, disse que o “maior e mais importante político da atualidade é o Papa Francisco”, que percorre o mundo, nos mais distantes rincões, pregando a paz, o entendimento entre as nações, a preocupação com os menos favorecidos, o apoio a quem sofre, o combate à fome e à miséria, à intolerância e ao racismo.

Esse é o exemplo maior da boa política e do bom político.

É por isso que estranhamos quando vemos comentários de que “todo político é ladrão!”.  “Sem vergonha!”. “Não voto em ninguém porque todos são safados!”. Ou ainda, “não quero saber de política nem de políticos!”. Ou também, “política é uma atividade suja”.

As mudanças de conduta política que tanto almejamos só pode ser alcançada com discernimento, bom senso e razoabilidade.

Por tudo isso é que o velho texto de Brecht sobre o analfabeto político, reproduzido abaixo, está cada vez mais atual e procedente.

“O pior analfabeto é o analfabeto político.  Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.  Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política.  Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais”. (Bertold Brecht, filósofo e escritor alemão).

Político corrupto: O mal que vem do povo


























O povo reclama dos políticos corruptos, que são homens e mulheres que tiram proveito da elevada riqueza que o governo usurpa a força do povo mediante impostos.
Mas de onde vem todo o dinheiro que os políticos roubam para comprar mansões e viver no luxo? Do povo.
De onde vêm os políticos? Do povo.
O povo vota no político que mais dá “presentes” e “benefícios”. Do meio desse povo sairá o político que igualmente, quando chegar ao poder, vai querer continuar recebendo “presentes” e “benefícios”, mas maiores.
O político, na verdade, é a cara do seu povo.
Do povo vem o dinheiro que sustenta a ganância política. Do povo vem o político ganancioso.
Os políticos precisam mudar? Sem dúvida. Mas antes, povo precisa mudar.
Quando o povo mudar, querer tudo com trabalho e recusar “presentes” e “benefícios” do Estado sugador de impostos e suor, aí ele terá políticos que recusarão “presentes” e “benefícios”. Aí ele terá políticos que trabalharão.

O que esperar de um bom prefeito?

 



















Outro dia, um jovem eleitor me fez a seguinte pergunta: “O que é ser um bom prefeito e quais são as suas responsabilidades?” Pego de surpresa, respondi alguma coisa que me veio em mente, mas fiquei devendo uma resposta mais elaborada, capaz de satisfazer ao meu curioso interlocutor. Creio que responder a esta pergunta é uma contribuição à reflexão dos eleitores para a importante tomada de decisão nas urnas, em outubro de 2016.

O bom prefeito é aquele que está a serviço do município, conhece as necessidades da comunidade e resolve seus problemas. Não só administra com dedicação e seriedade, mas também presta contas de seu trabalho.

Espera-se dele, fidelidade ao seu povo, expressa no cumprimento de um programa de governo previamente elaborado, capacidade administrativa, liderança política, bom conhecimento dos assuntos da cidade, equilíbrio no enfrentamento de crises, postura de diálogo aliada à capacidade de decisão no tempo oportuno, paciência e disponibilidade para ouvir a população e seus legítimos representantes, tolerância quanto à diversidade de estilo das pessoas com quem trabalha, disponibilidade para ter presença contínua no município, hábito de trabalhar com planejamento e em equipe e coragem de dizer não, quando necessário.

Por último, o bom prefeito deve ter as qualidades necessárias para uma vida política sadia e honesta, com transparência nas atividades públicas, separação completa entre os recursos públicos e os interesses da família, dos amigos, de empresas e do partido. Por fim, pede-se a um bom prefeito que seja competente na arrecadação de recursos para dar conta das demandas populares.

Você conhece algum prefeito com essas características?

Frase do dia

Vale tem o menor custo mundial de produção minério com US$ 10/ton

Apesar do cenário desfavorável para as commodities minerais e metálicas, a Vale continua a fazer “o dever de casa”, cortando custos e focando a produção em minas mais competitivas para compensar a perda de receita com preços menores no minério de ferro. No terceiro trimestre do ano, a mineradora alcançou um custo de produção da commodity de US$ 12,70 por tonelada, base porto (FOB), o menor da indústria mineradora mundial. Esse número poderá ficar abaixo de US$ 10 por tonelada em todos os sistemas de produção da Vale a curto prazo, cálculo que considera desvalorização ainda maior do real em relação ao dólar.

Os esforços de redução de custos no minério de ferro, em um ambiente mais fraco de preços, foram reconhecidos pelo mercado ontem, quando a Vale divulgou os números do terceiro trimestre. Entre julho e setembro, a empresa registrou receita líquida de R$ 23,3 bilhões, 117% acima de igual período de 2014, influenciado pela desvalorização do real frente ao dólar. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ficou em R$ 6,8 bilhões, estável, e fechou o período com prejuízo de R$ 6,6 bilhões – quase o dobro da perda de R$ 3,381 bilhões no terceiro trimestre de 2014 -, efeito do câmbio sobre a dívida em dólar. De janeiro a setembro, a receita soma R$ 62,8 bilhões, o Ebitda está R$ 18,2 bilhões e o prejuízo alcança os R$ 11 bilhões.

A surpresa negativa, na visão dos investidores, ficou com o desempenho da área de metais cuja contribuição para o Ebitda consolidado da Vale foi inferior à ajuda dada pela divisão de fertilizantes, que continuou a mostrar melhorias nos resultados. A ação preferencial da Vale fechou a R$ 14,83, com 0,61% de alta. Já a ação ordinária terminou o dia a R$ 18,51, alta de 2,32%. No ano, a ação PNA caía até ontem 18,34% e a ON tinha perda acumulada de 11,40%. A contribuição mais baixa dos metais para o resultado da Vale foi resultado direto dos baixos preços do cobre e do níquel. O preço médio de vendas realizado pela Vale no níquel, no terceiro trimestre, foi de US$ 10,8 mil por tonelada, queda de 40% sobre igual período de 2014. No cobre, o preço realizado pela Vale de julho a setembro foi de US$ 3,89 mil por tonelada, queda de 34% sobre o ano passado.

O presidente da Vale, Murilo Ferreira, disse que a redução de custos obtida pela empresa resulta de três variáveis principais: câmbio, volumes crescentes de produção e aumento de produtividade. Uma questão que surge é se os ganhos obtidos com o corte de custos reduzem as exigências da Vale de vender ativos para garantir caixa adicional, necessário para fazer frente aos investimentos da empresa. Só este ano a Vale arrecadou US$ 3 bilhões com a venda de ativos, disse o diretor-executivo de finanças, Luciano Siani Pires.

A Vale garantiu, entre julho e setembro, preço médio realizado para o minério de ferro de US$ 46,48 por tonelada, quase 32% abaixo do preço médio realizado pela companhia no terceiro trimestre de 2014, de US$ 68,02 por tonelada.

Fonte: Portos e Navios via Valor Econômico

Eleitores estão desiludidos com a classe política atual

A próxima campanha nem ainda começou, mas, já existe em todo o município de Parauapebas um descontentamento dos eleitores com a classe política atual. 
 
Tudo isso está sendo fruto das promessas obsoletas e do "ilusionismo empregatício" que impregnou na CAPITAL do DINHEIRO. São várias as pessoas que andam cabisbaixas e desoladas devido a falta de ocupação. Por onde anda a geração de emprego e renda do município? Por anda as novas oportunidades para os jovens? 
 
Como muitos não estão obtendo esse tipo de resposta, é de se imaginar a pauta dos discursos vindouros em 2016.
 
Quem viver, verá.

O dilema de Lula aos 70 anos

Ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa hoje 70 anos com 55% de rejeição dos eleitores, segundo a última pesquisa Ibope; tendo um dos filhos como alvo da Operação Zelotes, da Polícia Federal (PF), sob suspeita de receber propina pela intermediação da aprovação de uma Medida Provisória para o setor automotivo; investigado pelo Ministério Público Federal em Brasília (MPF) sob suspeita de tráfico de influência internacional e citado, por diversos delatores da Operação Lava Jato, como conhecedor e beneficiário do esquema de corrupção na Petrobras. Ele compreensivelmente desistiu de celebrar seu aniversário.

Menos compreensivelmente, decidiu, de acordo com notícias veiculadas nos jornais, pôr a responsabilidade na presidente Dilma Rousseff pela operação da Polícia Federal que ontem fez uma ação de busca e apreensão nas empresas LFT Marketing Esportivo e Touchdown,  de seu filho Luís Cláudio Lula da Silva. Nos últimos tempos, Lula tem insistido para a saída do ministro José Eduardo Cardozo do Ministério da Justiça, por acreditar, novamente segundo os relatos, que ele é incapaz de “controlar a PF” nas operações contra petistas. Em defesa de Dilma, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, afirmou que “o governo não tem qualquer interferência nas investigações”. Não tem mesmo.

Lula, cujo irmão Genival foi alvo de uma operação da PF durante seu próprio governo, em 2007, sabe disso muito bem. O combate à corrupção no Brasil tem funcionado, entre tantos outros motivos, por causa da autonomia conferida às instituições, entre elas a PF. Tem sido assim há mais de dez anos, pelo menos desde a gestão do ministro Márcio Thomaz Bastos no Ministério da Justiça, durante o governo Lula, período em que houve uma multiplicação de operações da PF – nem todas bem fundamentadas, é bom que se diga –, sob o comando do controverso delegado Paulo Lacerda.

Se Lula garantiu a autonomia da PF em seu governo, se sabe que o ministro da Justiça não pode interferir, por que a sanha pela queda de Cardozo e sua acusação extemporânea a Dilma, vazada por seus acólitos para as páginas dos jornais? É comprensível seu incômodo. É verdade que as operações policiais são muitas vezes arbitrárias e inconsistentes. É fato que muitas das acusações da Zelotes ainda padecem da falta de provas sólidas (operações policiais existem, afinal, para coletá-las). Mas que Dilma e Cardozo têm a ver com isso?

A explicação, como a explicação para quase tudo nos 70 anos de vida de Lula, é política. Seu índice de rejeição revela que, caso ele tente se candidatar em 2018 ou mesmo antes disso (na eventualidade de um improvável impeachment), enfrentará uma eleição muito diferente das últimas vencidas pelo PT. Se Dilma teve dificuldade para derrotar Aécio no ano passado, ele teria ainda mais. O envolvimento de seus familiares e de seu nome em investigações policiais em nada ajuda. Lula adota então uma defesa comum a vários acusados: posa de vítima. Nada como se fazer de perseguido para conquistar simpatias, e ele sempre foi mestre nesse jogo. Mas perseguido por quem? Por DIlma e Cardozo, naturalmente.

A escolha de Dilma como perseguidora revela mais um lance ousado da estratégia de Lula. A economia vai mal, o desemprego e a inflação estão em alta, o governo não consegue nem apresentar um Orçamento minimamente crível e, pela terceira vez no ano, reduzirá a meta de resultado primário nas contas do governo – desta vez, elas vão para o vermelho mesmo. Então Lula, previsivelmnete, não poupa críticas à condução da política econômica e pede a saída do ministro Joaquim Levy.
Num cálculo político que Lula bem conhece, a persistir a atual inépcia de DIlma para lidar com a situação, é improvável que um nome ligado a ela saia vitorioso numa eleição para sucedê-la. Isso só aconteceria em duas situações. A primeira, é se Dilma porventura caísse. Nesse caso, por mais sereno e dentro da lei que fosse o rito de impeachment, o PT sempre poderia brandir o discurso do “golpe” e assumir a postura de vítima para que Lula voltasse nos braços do povo. Não é por outro motivo que no início do ano, enquanto não havia a investigação do MPF e a Lava Jato ainda estava distante dele, Lula estava extremamente discreto e comedido em suas declarações contra o impeachment. Sem Dilma no governo, ficava-lhe mais fácil ganhar, concorrendo contra uma eventual presidência do vice, Michel Temer, ou de algum outro nome eleito num novo pleito.

À medida que as investigações avançaram e chegaram mais perto de seu nome, Lula mudou de tática e passou a atuar na defesa de Dilma para tentar se proteger.

Ele sabe muito bem que nem Diilma nem Cardozo podem – ou nem mesmo querem – lhe oferecer o tipo de proteção de que precisa nas ações da PF e do MPF. Também sabe que não pode estar associado a ela se quiser recuperar sua popularidade. Seu jogo em relação a Dilma precisa equilibrar-se sobre esse dilema, como uma sofisticada dança de aproximação e afastamento. Em sete décadas de vida, ele já demonstrou conhecer muito bem os passos do balé político. Mas a passagem do tempo costuma cobrar seu preço dos melhores artistas.

O Poder é efêmero



É comum as pessoas ao galgarem o poder, seja ele do mais simples degrau ao mais alto dentro da conjuntura de um município, dizerem-se imunes ao apego ao exercê-lo. Mentira!
 
O poder cobra de quem o assume responsabilidades intrínsecas que não estão moldadas à personalidade de ninguém. Logo, ao seguir regras, rituais ou cerimoniais que detém o domínio mesmo que temporariamente terá que a ele se moldar, e fazer do poder o seu modelo!
 
Depois as características do centro do poder são envolventes demais. São afagos, carinhos e mimos nunca recebidos por quem está sentado na cadeira marrom(normalmente) e com a chegada de pedidos e apelos, a autoridade reveste o simples cidadão de coisas que antes nem sequer ele imaginara ter tamanho poder de decisão , todavia naquele momento o cetro está na sua mão e não na de mais ninguém. 

E cabe a ele, usando dos requisitos que o problema exija, dar a palavra final.   

O poder é altamente desgastante. De mil pedidos que chegam, todos eles cheios de esperanças de quem os faz, e pelo desconhecimento das regras e preceitos do cargo, sempre pensando na resposta positiva, apenas na maioria das vezes alguns serão atendidos. Fato nunca compreendido por quem os faz!

O tempo torna-se um aliado muito forte do uso do poder. Os meses passam, os anos se completam e o antes homem comum vai se adequando ao movimento de vai e vem de pessoas, problemas e soluções, sempre dependentes dele! Não há como não se acostumar!

Em alguns casos, muito principalmente na política, as verbas de gabinete – caixa preta – verba de representação –, deixam a quem antes pagava as suas contas após conferi-las na ponta do lápis, lépido e fagueiro a sob seu comando mandar pagá-las e durante esse período sem ao menos as conferir. É o trato mais comum.  

O cargo retira da autoridade, os problemas mais corriqueiros da antes vida familiar, quando apenas a ele era cobrada a decisão para substituí-los por problemas incomensuravelmente maiores, porém divididos com a equipe de gabinete que servem ao poder só para isto! 

Dívida pública sobe 1,8% em setembro, para R$ 2,73 trilhões


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A dívida pública federal, que inclui os endividamentos interno e externo do governo, cresceu 1,8% em setembro deste ano, para R$ 2,73 trilhões, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (26) pela Secretaria do Tesouro Nacional. Em agosto, o endividamento público estava em R$ 2,68 trilhões.

O aumento da dívida em setembro deste ano está relacionado com a emissão líquida de títulos públicos (emissões maiores do que vencimentos) em R$ 13,45 bilhões, à apropriação de juros, no valor de R$ 34,89 bilhões - que engloba a alta do dólar, responsável pelo aumento da dívida externa, cotada e moeda estrangeira.

O que é a Dívida Pública Federal?

A Dívida Pública Federal (DPF) é a dívida contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do Governo Federal, nele incluído o refinanciamento da própria dívida, bem como para realizar operações com finalidades específicas definidas em lei.
 
A Dívida Pública Federal pode ser classificada de distintas formas, sendo as principais: i) quanto à forma utilizada para o endividamento, e ii) quanto à moeda na qual ocorrem os fluxos de recebimento e pagamento da dívida.
 

Aos 83 anos, gêmeas idênticas morrem com poucas horas de diferença


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No dia 13 de outubro, em duas diferentes regiões do estado do Colorado, Estados Unidos, as idosas de 83 anos morreram com um intervalo de 18 horas.

As irmãs nasceram com dois minutos de diferença, conta a emissora ABC News. Segundo a reportagem, a família fez um funeral duplo. “Foi exatamente como elas viveram suas vidas. Entrelaçadas, mas eles ainda separadas, mulheres individuais”, contou Dala Miller, filha de Helen, durante a cerimônia. “No necrotério, nos disseram que nunca haviam enterrado irmãs gêmeas que morreram no mesmo dia”, acrescentou.

A emissora também contou que as irmãs estavam a menos de 32 quilômetros de distância quando faleceram. Helen estava em uma casa de repouso em Centennial, enquanto Clara estava internada em um hospital em Lakewood. Helen, que era a mais velha, faleceu depois da Clara.

“Elas sempre quiseram ir primeiro ir porque não conseguiam entender como viver sem a outra”, contou Vickie Pepple, filha de Helen.

Música - Era uma vez, Sandy e Junior


Música - O Tempo, Oficina G3


Minuto Finanças - Desemprego aumentará no Brasil até 2016, diz OIT

AP
A taxa de desemprego no Brasil deve continuar crescendo nos próximos dois anos e atingir 7,1% em 2015 e 7,3% em 2016, prevê a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
No ano passado, o índice de desemprego no Brasil atingiu 6,8%, nos cálculos da organização.
Segundo o relatório "Perspectivas para o emprego e o social no mundo – Tendências para 2015", o desemprego no Brasil também deverá ser de 7,3% em 2017, o mesmo índice do ano anterior.
As taxas de desemprego previstas em relação ao Brasil em 2015 e nos dois próximos anos se situam acima da média mundial e também dos índices médios na América Latina e Caribe e dos países do G20, grupo que reúne as principais economias do planeta, entre elas o Brasil.

Saúde - 7 motivos para beber água

7 motivos para beber água
Beber água é a maneira mais eficiente e econômica para garantir o bom funcionamento do organismo. E não estamos falando de líquidos em geral: é água mesmo, insípida, inodora, incolor e importantíssima para a sua saúde! 
Conheça seus benefícios.

1-    Melhora a digestão
A água ajuda na formação das enzimas, as substâncias que facilitam as reações químicas no organismo. Além disso, ela é necessária para a produção da saliva e do suco gástrico, que atuam na digestão. 

2-    Reduz o inchaço
Quando estamos bem hidratados, o volume de sangue no organismo aumenta. Com isso, as vitaminas e sais minerais chegam rapidamente às células, deixando a pele macia, o cabelo sedoso e as unhas fortes. Com mais água em circulação, o organismo não retém sódio – responsável pelo inchaço.

3-    Regula a temperatura do corpo
Para manter a temperatura do corpo estável, transpiramos, eliminando principalmente água, entre outras substâncias. 

4-    Desintoxica e evita a celulite
A maioria das toxinas do corpo é eliminada através da urina e do suor. Mas se não houver hidratação suficiente, esse processo fica comprometido e as toxinas acumulam-se no organismo. Uma de suas decorrências mais comuns é a formação de celulite.  Para evitar o problema, beba dois litros de água por dia, e promova uma verdadeira faxina no seu organismo. Mas atenção: para prevenir os indesejáveis furinhos, siga também uma dieta balanceada e pratique exercícios.  

5-    Protege de infecções
A água presente no sangue favorece o transporte dos nutrientes, como o ferro, importante para fortalecer as defesas do organismo.  

6-    Diminui a fome
As fibras solúveis presentes, por exemplo, nas frutas e na aveia, incham em contato com a água – como se fossem esponjas – e causam a sensação de saciedade.

7-    Melhora a absorção dos nutrientes
A  hidratação correta garante o volume ideal de sangue, responsável por levar energia para nossas células. Se a ingestão de água é baixa, as células absorvem menos nutrientes e trabalham mal.

Pelas lentes do fotógrafo Anderson Souza


Araras vermelhas trocam carícias nas proximidades da aldeia Xikrin Ôodjãn - Carajás, Parauapebas/PA, Brasil 

Poema - Sonho, Clarice Lispector

Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.
Clarice Lispector

O prefeito Valmir Mariano e seus chefes de Gabinete


Nos Estados Unidos, o cargo de Chefe de Gabinete investe-se da maior relevância. 

O ocupante desse cargo lá é visto como o segundo homem mais poderoso de Washington, o que não acontece no Brasil, claro.


Além de trabalhar diretamente com o prefeito, assessorando-o, o Chefe de Gabinete tem como função realizar as atividades de coordenação político-administrativa das unidades da prefeitura, das relações dessas unidades com o prefeito, recepcionar e atender autoridades e municípios, marcando audiências ou encaminhando os problemas para serem solucionados, além de preparar o expediente do gabinete a ser submetido à apreciação do prefeito, compor despachos, representar o prefeito em atos oficiais, quando designado, ou qualquer outra atividades correlata determinada pelo chefe do Executivo.


Trazendo para a realidade da CAPITAL  do DINHEIRO até o momento passaram por esse cargo três homens ditos por todos como excelentes em tudo o que fazem e assumem.

Mas, o que será que aconteceu com os demais que não deram certo num cargo tão privilegiado e cobiçado por muitos.



advogado José Omar foi o primeiro a assumir o tão sonhado e desejado cargo, porém teve um mandato muito rápido e sumiu de cena.


O economista José de Fátima teve uma passagem meteórica, sem deixar marcas em prol da sociedade. 


O advogado Gilmar Moraes teve uma passagem relâmpago sem deixar nenhuma marca considerável. 


Recentemente assumiu o ex-vereador Wanterlor Bandeira para mais uma difícil missão, mas não impossível.

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