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Operação Asfixia: Empresário diz que foi ameaçado de morte por um concorrente e que provará que foi vítima de perseguição

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Empresário Celso Viana

Xinguara teve uma semana de muito alvoroço por conta da presença de agentes da Polícia Federal, que estiveram atuando na Operação Asfixia, terça-feira, 14, desencadeada em vários municípios do sudeste do Pará.
Um dos nomes apontados nas denúncias que culminou na operação, é o do empresário Celso Pinheiro Viana, da distribuidora de gases medicinais Oxicar.
Celso teria seu nome citado numa denúncia a partir de supostas irregularidades em licitações na prefeitura de Parauapebas, segundo apontam as investigações.
Ele afirma que já tornou público que foi ameaçado por um de seus concorrentes, vindo a temer pela própria vida. Isso, por si só, segundo ele, já comprova que não participou de nenhuma organização criminosa para fraudar o erário público.

As provas, segundo ele, “serão apresentadas no momento oportuno, pois já estão sendo reunidas por sua defesa e que, logo, serão apresentadas às autoridades”.

Pelo montante dos valores que seu concorrente veio a ser beneficiado numa das licitações, Celso justifica que os valores correspondentes às vendas entre ele e a pessoa que vem tentando lhe prejudicar são bastante díspares. “A empresa do nosso concorrente que, não sei por qual motivo vem tentando por todas as vias criar situações contra mim, teria firmado contrato na ordem de R$2 29.430,000,00, (vinte e nove milhões quatrocentos e trinta mil reais) enquanto que em seis meses, a Oxicar, de sua propriedade, teria conseguido vender apenas R$ 576.000,00 (quinhentos e setenta e seis mil reais).
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Teve grande repercussão. O Site Xinguara Ativa apurou que Celso goza de grande prestigio junto a diversos setores da sociedade xinguarense, sendo considerado uma pessoa de grande capacidade empreendedora.
Pelos fatos e pelas circunstancias em que vive nesses dias, desabafa ele, “prefiro estar sob a mira da justiça do que em risco de vida por conta das ameaças sofridas por meu concorrente, que é da cidade de Marabá”. Afirmando ainda, “eu jamais me serviria a formar qualquer tipo de acordo com alguém que se levanta para mandar me matar, pois, foi o que tive que comunicar às autoridades, em Boletim de Ocorrência, inclusive, junto a Polícia Civil em Belém”, conclui.
XINGUARA ATIVA

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