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É possível fazer campanha eleitoral sem ter carro de som?

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Gastos com esse tipo de propaganda elevam as despesas eleitorais e já não mais é aceita pelo eleitor.

O excesso de barulho e as mensagens quase sem sentido, são alguns dos ingredientes que tornam a propaganda eleitora mais uma poluição sonora do que mesmo uma propaganda eleitoral para conquistar o eleitor.
Outro fator claramente identificado com o excesso de carros de som nas ruas é a gastança caracterizando o abuso do poder financeiro, o que torna mais uma jogada feita por quem tem dinheiro a “rodo” para gastar na busca pelo poder.


Ainda em tempo, juízes eleitorais tem agido com a visão de que, em pleno século XXI não se pode mais permitir esses abusos, algo do tipo, alienação do eleitor.


Alienação essa, na maioria não cumpridas, quando da campanha eleitoral se faz de tudo, isso mesmo, apelação total para ganhar – manipular o eleitor.


Apesar tudo isso, o próprio eleitor, vez por outra, se manifesta contra tais práticas, fazendo-se chegar aos juízes eleitorais a sua voz, como forma de ter alguém que se importe por suas reclamações.


Com isso, decisões já vem sendo tomadas com o objetivo de tornar a campanhas eleitorais mais limpas, seja quanto a poluição visual, sonora e até mesmo no sentido de levar o candidato a usar do seu potencial de convencimento junto ao eleitor, e isso passa a exigir mais seriedade dos políticos de plantão.


Nesse mesmo sentido, entidades também encampam a mobilização que tem ganhado campo, fazendo-se mais forte a ideia de se moralizar as campanhas eleitorais o que, certamente, refletirá no mandato.


Fotografia de Fotografia de Antonio Guimaraes - 33111 - Candidato a VereadorAntonio Guimarães, 39 anos, mora em Xinguara é jornalista e pedagogo

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