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A organização política da frente evangélica e o moneteísmo das esquerdas

A pobreza cria um ambiente sócio-economico e político, que dá margem ao assistencialismo. Deixando suscetíveis a promessas vagas, mais disposto a trocar seu voto por um benefício material qualquer. A pobreza faz muitos indivíduos acreditarem que a melhoria de sua situação, depende da interferência de alguém de qualidades extra comum. Por isso acaba votando em quem doou uma ambulância para o posto de saúde do bairro, pra quem asfaltou a rua e etc...
Há uma exclusão social e econômica enorme, e grande aglomerado de pessoas marginalizados nas regiões urbanas, que tem atitudes passivas, diante das tecnologias de comunicação de massa. Não é atoa que os principais líderes assistencialistas, tem sobre seu poder o domínio das rádios, das emissoras de TV como instrumento de manipulação midiaticas de massas.
Começa a aparecer no Rio de Janeiro, uma num contexto histórico - estrutural, denominado "Frente Política Evangélica" se observarmos a trajetória do bispo Marcelo Crivella, e montarmos um mapeamento da sua eleição, o estudo irá apontar para a favela e a periferia da cidade, como reduto eleitoral dele. Como explicar uma diferença de 60% dos votos sobre o outro candidato? Não foi mágica! foi estratégia. Uma estratégia que está funcionando e se continuarem, o mesmo irá disputar a presidência em igualdade com qualquer candidato.
Eles estão fazendo o que a esquerda deixou de fazer, que são a assistência aos necessitados, as reuniões nas favelas, reuniões nas periferias e resgatando a confiança dos que vivem a margem da sociedade, criou vários grupos de formações políticas nas periferias, tem as rádios e a televisão como meio de divulgação e articulação. A Frente Evangélica, torna-se , aos poucos um grupo político expressivo, articulado e perigoso, para as esquerdas, elas precisam se recriar, modificar a sua estratégia se quiserem sonhar em governar o país.
Marcelo Crivella, com forte perfil assistencialista, a cada dia ganha espaços, tornando a bancada evangélica mais forte. Não será surpresa se em 2018 tiverem um candidato forte, para a disputa das eleições presidenciais. " A ausência de uma classe social suficientemente forte, politicamente organizada e com visão hegemônica de si, faz com que a organização da Frente Evangélica tenha espaços e culmine numa grande força partidária.
Prof. Francisco serrano

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