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As mulheres, as feministas


Semana passada os jornais de notícias internacionais informaram sobre a guerra na Síria, exclusivamente sobre o ataque final à cidade de Alepo.

Me chocou a informação de que os pais de famílias que não haviam conseguido condições para se retirar da cidade, estavam pedindo aos líderes espirituais autorização para matarem suas filhas para que estas não fossem estupradas pelo estado islâmico, por soldados do governo Sírio, Russos ou Iranianos; tal situação me deixou combatido, perplexo em assumir a condição crítica à que chegou a humanidade; tanto quanto chocado fiquei ao perceber que no meu país, Brasil, nenhum movimento foi feito, não vi nenhuma representante feminista fazer algum movimento de levante da opinião pública, não houve um debate que envolvesse a comunidade em defesa de tantas mulheres mortas em tal desígnio. 


Depois da Síria, nada será anormal, porque na Síria todos os limites da tolerância foram ultrapassados e a barbárie se tornou comum.
Somente me restou chorar.


Areias, ex-diretor do Detran

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