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O que a população da CAPITAL do DINHEIRO precisa é de um bom político que tenha ética e honra

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Um político sério não compra os votos dos eleitores com carradas de areias, barros, cestas básicas, dentaduras e outras coisitas mais.

Um político sério não sai distribuindo outdoor pelos 4 cantos da cidade,pois ele tem consciência do dano ambiental que essas propagandas podem causar.

Um político sério propõe debates, conversa com o povo, busca os problemas, propõe soluções, deixa claro suas ideias e intenções.

Um político sério joga o jogo politico com o intuito de melhorar sua comunidade e não apenas para mamar nas enormes tetas do governo.


Como disse o Mário Covas "A verdade será sempre minha arma política." 

Sintepp declara estado de greve na CAPITAL do DINHEIRO

Imagens do Sintepp
Em assembleia realizada na noite de ontem 30 no Plenarinho da Câmara Municipal de Vereadores, o Sindicato de professores rejeitou a proposta oferecida pelo governo municipal de 7% e o auxilio alimentação de R$ 480,00.

A categoria acordou que só reiniciara o diálogo com o governo após o mesmo fazer uma proposta de 11,36% e o auxilio alimentação de R$ 550,00

O sindicato junto com a categoria deliberou estado de greve, com um ato que será realizado hoje a partir das 15h em frente a Prefeitura.


Governo Dilma é desaprovado por 69% e aprovado por 10%, diz Ibope Comente

 
Pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria e divulgada nesta quarta-feira (30) aponta que 69% dos brasileiros avaliam o governo da presidente Dilma Rousseff como ruim ou péssimo.

A pesquisa apontou que apenas 10% avaliam o governo como ótimo ou bom e 19% acham que ele é regular. Entre os ouvidos, 1% não soube responder.

O levantamento foi realizado entre 17 e 20 de março, com 2.002 pessoas em 143 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Governo Dilma vira Disneylandia de fisiológicos



  
Acossada pelo risco de impeachment e abandonada pelo PMDB, Dilma Rousseff vive um desses momentos em que a vida exige de um governante a tomada decisões definitivas. São escolhas irreversíveis, que definem o que o resto do governo dela será, dure o quanto durar.

Aconselhada por Lula, Dilma examinou as alternativas. E decidiu: eu quero que o meu governo seja mais PP e mais PR. Mandou às favas o fato de o PP ser o partido mais enrolado no petrolão. Deu de ombros para a evidência de que o PR é um cartório a serviço do mensaleiro Valdemar Costa Neto.

Se isso não for suficiente para deter o impeachment, Dilma deseja passar à história como a presidente que rateou cargos e vendeu a alma para partidecos como Pros, PHS, PEN, PTdoB e PTN, transformando sua gestão numa espécie de Disneylandia do fisiologismo.

Dilma ainda dispõe da alternativa de desafiar Lula e dar um novo rumo à sua biografia. Isso poderia representar um suicídio político, apressando o impeachment. Mas uma morte com glória também pode ser o começo de uma redenção.

Por mal dos pecados, Dilma prefere ser Dilma. Já havia terceirizado a presidência a Lula. Agora, deixa de ter aliados. Eles é que a possuem. Não é certo que consiga barrar o impeachment. Mas ninguém mais tem dúvidas sobre quem Dilma decidiu ser.

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Três ministros do PMDB relutam em se demitir



Dos sete ministros que representam o PMDB no governo Dilma Rousseff, três resistem à ideia de se exonerar dos respectivos cargos: Marcelo Castro (Saúde), Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) e Kátia Abreu (Agricultura). Arriscam-se a enfrentar processos de expulsão. Alçada à Esplanada por escolha pessoal de Dilma, a senadora licenciada Kátia (TO) cogita deixar o PMDB.

A situação de Castro (PI) e Pansera (RJ) é mais inusitada. Ambos são deputados federais. Viraram ministros numa articulação concebida para fazer do neogovernista Leonardo Picciani (RJ) líder do PMDB na Câmara. O problema é que o apoio de Picciani ao governo evaporou na semana passada, quando o diretório do PMDB do Rio, comandado por Jorge Picciani, pai do deputado, enrolou-se na bandeira do rompimento.

Quer dizer: a eventual permanência de Castro e Pansera no governo pode ser mais constrangedora para a própria Dilma do que para o PMDB. Assim como há em várias cidades uma rua Voluntários da Pátria, a presidente da República atravessaria em sua administração uma metafória avenida chamada Traidores da Pátria.

Um dos ministros recalcitrantes, Celso Pansera, esteve nesta segunda-feira no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente. Comunicou a Michel Temer sua pretensão de permanecer ao lado de Dilma. Com a suavidade vocal que o caracteriza, Temer informou a Pansera que, mantida a decisão, não terá como impedir a legenda de abrir um processo de expulsão contra ele.

Entre os outros quatro ministros filiados ao PMDB, um já entregou sua carta de demissão para Dilma: Henrique Eduardo Alves (Turismo). Saiu na véspera da aprovação do rompimento, que ocorrerá em reunião marcada para esta terça-feira. Outros três sinalizaram a intenção de pedir exoneração: Eduardo Braga (Minas e Energia), Helder Barbalho (Portos) e Mauro Lopes (Aviação Civil) —este último foi empossado há escassos 12 dias.

A Rainha decoratriva presidente Dilma na luta contra o impeachment



O governo precisa de 171 votos contrários na Câmara dos Deputados para barrar o impeachment. Para que o processo avance, são necessários no mínimo 320 votos favoráveis, o que representa dois terços da Câmara. No Senado, também é preciso dois terços de votos favoráveis para que o processo continue --ou seja, 54 senadores devem apoiar o impeachment.

É preciso lembrar que, apesar de um partido fazer parte da base aliada, não há garantia de fidelidade por parte dos seus membros na hora de uma votação. Ou seja, os 216 deputados que compõem hoje a base do governo na Câmara não significam o mesmo número de votos contrários ao impeachment. É o caso do PSD, que já liberou a bancada para votar como quiser na questão do impeachment.

Por outro lado, os representantes do PCdoB e PDT, principais aliados do PT, devem votar em peso contra o impeachment.

Com a saída do PMDB, como fica a base aliada do governo?


Com a confirmação da saída do PMDB do governo nesta terça-feira (29), a base aliada da presidente Dilma Rousseff ficará mais enxuta: sem contar o PT, restarão ainda seis partidos apoiando o governo. O PRB já deixou a base governista.

A menor quantidade de legendas coligadas ao governo se traduz na redução da representatividade dos membros. 

Depois do PT, que conta com 58 deputados e 12 senadores, a legenda com o maior número de deputados é o Partido Progressista, com 49 membros na Câmara e senadores, mas que ameaça deixar a base aliada em uma assembleia marcada para quarta-feira (30), seguindo o rastro do PMDB.

Sem o PMDB, a base aliada do governo conta com:
  • 216 dos 513 membros da Câmara dos Deputados (42%)
  • 26 dos 81 membros do Senado (32%)
  • 26 dos 65 deputados que compõem a comissão do impeachment (40%).
Para efeitos de comparação, em 1º de janeiro de 2014, a base aliada do governo compunha a maioria da Câmara e do Senado, com 304 deputados e 47 senadores.

Marina Silva diz que Temer na Presidência provocaria "bololô"

Jô Soares tratou Marina como candidata e perguntou se ela já teria escolhido nomes para o Ministério

A ex-ministra Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, disse na madrugada desta terça-feira (29), durante entrevista ao apresentador Jô Soares, no "Programa do Jô", da TV Globo, que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, se aprovado, cumpriria uma "formalidade", mas não sua "finalidade".

Se o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumisse, segundo ela, ocorreria um "bololô". A expressão foi usada antes pelo apresentador, para se referir à possibilidade de afastamento da presidente e do vice, que provocaria, segundo ele, uma confusão ainda maior que o impeachment. Para Marina, no entanto, Dilma e Temer têm responsabilidades equivalentes pela atual crise. "Os dois partidos (PT e PMDB) estão implicados igualmente", afirmou Marina.

A ex-ministra voltou a defender que a melhor saída para a crise seria a impugnação da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que provocaria novas eleições se ocorresse ainda em 2016.

Jô tratou a entrevistada como candidata e perguntou se ela já teria escolhido nomes para o Ministério.
Marina negou que já tenha tomado qualquer decisão. "Não é uma mentira branca nem mentira negra ou preta", disse a ex-ministra, rejeitando a insinuação de que ela estaria escondendo suas pretensões. "É a mais profunda verdade e pago um preço muito alto quando digo que não sei se serei candidata. Meu objetivo de vida não é ser presidente, é ver o Brasil melhor", afirmou.

A líder da Rede Sustentabilidade afirmou que pensa na possibilidade de concorrer ao Planalto, mas que não quer "instrumentalizar" a crise. "O mais importante é dar contribuição genuína. (...) Não fico ligada em pesquisa de opinião. É um registro de um momento. E é um momento muito delicado da vida do nosso país, com inflação, desemprego, juros altos e descrença nas lideranças políticas", afirmou a ex-ministra.

Marina foi candidata a presidente em 2010, pelo PV, e em 2014, pelo PSB - na vaga herdada de Eduardo Campos, morto em desastre aéreo durante a campanha.

“Dentro de 90 dias talvez eu não esteja mais aqui”, diz Dilma


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Em meio à crise política e econômica que o país enfrenta, são muitas as especulações sobre o futuro incerto do governo.

O colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, divulgou neste domingo (27) que a presidente Dilma Rousseff fez uma declaração bastante surpresa em conversa recente com um presidente de partido da base.

Segundo o interlocutor, Dilma declarou: “dentro de 90 dias talvez eu não esteja mais aqui”.

As próximas semanas devem ser decivisas para a política brasileira, em jogo está o desembarque do PMDB do governo, o processo de impeachment da presidente Dilma, a investigação e o impasse sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as investigações sobre o presidente da Câmara Eduardo Cunha, entre outros temas.


Noticias ao Minuto

Batalha do impeachment: Plano para salvar Dilma ultrapassa R$ 50 bilhões



Planalto quer aprovar contas de Dilma para 'robustecer' defesa contra impeachment 

O governo quer esquecer o ajuste fiscal e liberar investimentos, emendas e acelerar a nomeação de cargos para tentar fidelizar a base de apoio na Câmara e impedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff. PSD, PTB, PR, PDT e PP, legendas rebeldes, comandam, juntas, um orçamento de R$ 49,4 bilhões em seus ministérios. Somadas, as respectivas bancadas totalizam 160 deputados.

A conta é fria: o apoio de cada deputado destes partidos significa um desembolso de R$ 308,7 milhões por parlamentar. Essa conta não inclui, obviamente, o PMDB e seus sete ministérios, pois a legenda vive a expectativa de poder com Michel Temer. Nem tampouco PT e PCdoB, legendas fechadas contra o afastamento da presidente.

O governo precisa, de fato, abrir o cofre. Para onde o Planalto se vira, há problemas. Na comissão do impeachment, que analisa neste momento o processo de afastamento da presidente, o governo tem, garantido, 32 dos 65 votos, uma conta na risca, já que o presidente do colegiado, Rogério Rosso (PSD-DF) só vota se houver empate.

No plenário da Câmara, para barrar o processo de impeachment, o Planalto e seus articuladores calculam contar com 150 votos cristalizados. São necessários, ao menos, 171, para impedir o afastamento precoce de Dilma. A matemática tem sido cruel para os governistas. A estimativa é de que haja uma margem de 50 a 60 deputados ainda indecisos, maleáveis a possíveis argumentos. Na prática, isso significa que 90% dos 513 deputados já se decidiram pela permanência ou afastamento da presidente.

“Para respirar aliviada, Dilma teria de ter uma margem de 200 a 220 votos cristalizados, para evitar os riscos de uma votação aberta. Essa é a base aliada que persegue desde que foi reeleita em 2014 e que jamais conseguiu”, admitiu, desolado, um petista bom de conta. “Se formos para o plenário com 150 apoios, esse número despenca para 100. Mas se chegarmos com 200, podemos crescer para os 220. É o efeito manada”, disse o mesmo estrategista.

Se for derrotada na Câmara, Dilma ainda tenta contar com os senadores para preservar o mandato. Se o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL) aceitar a abertura do processo encaminhada pelos deputados, automaticamente Dilma é afastada do cargo por até 180 dias. Renan já avisou que, ao contrário do que prometia em dezembro, não decidirá essa questão monocraticamente. Passará para o plenário da Casa. A oposição precisa de 54 votos para cassar a petista. Hoje, pelos cálculos dos próprios governistas, os adversários do Planalto já têm 41.

O cálculo de um defensor do impeachment é cruel para o Planalto. “Se eu disser que defendo a Dilma, hoje, nas ruas, eu apanho”, admitiu ele, não se sabe se utilizando linguagem figurada ou concreta. Mesmo que ele compre a briga, a batalha não renderá dividendos políticos. “Quem hoje defende a Dilma vota no PT, no PCdoB ou está nos movimentos sociais. Não é meu eleitorado. Ou seja, ser contra o impeachment não me dá um voto a mais e ainda afasta aqueles que me elegeram em 2014”, disse um parlamentar, pedindo anonimato.

A conta prática, em ano de eleições municipais, é cristalina. O PSD de Rogério Rosso (DF), presidente da Comissão do Impeachment, liberou a bancada para votar como bem entender. O ministro das Cidades, Gilberto Kassab, não pretende abandonar o cargo, mas tem pouca ascendência na bancada. “Hoje o cálculo é de 55% deputados fieis ao governo e 45% defensores do impeachment”, disse um dirigente pessedista. “Antes dos grampos envolvendo com as conversas de Dilma com o ex-presidente Lula, essa margem pró-planalto era muito maior”, admitiu o cacique do PSD.
O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (RS), que teve de intervir na eleição de líder da bancada na Câmara para evitar que o partido derrapasse para a oposição, aposta ainda que a maior parte da legenda mantenha-se alinhada ao Planalto após ter mantido — com um técnico, não um político — o comando do Ministério da Integração Nacional. A aposta pode ser arriscada.

Vinte e dois deputados e quatro senadores aprovaram uma resolução exigindo que Ciro marque uma reunião do comando do partido no próximo dia 30 para definir se o PP é base ou oposição. “É quase a metade dos deputados e 2/3 dos senadores. Queremos uma definição em convenção de emergência da legenda antes da votação do impeachment na Câmara, prevista para a segunda quinzena de abril”, disse o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS).

O PR também está dividido. Um integrante do comando partidário faz e refaz as contas e não sabe se a titularidade no Ministério dos Transportes será suficiente para manter a bancada coesa em torno do Planalto. “Tivemos manifestações de rua marcadas e espontâneas pelo impeachment, grampos de Dilma e Lula, do ministro da Educação, Aloizio Mercadante e as delações do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS). É muita notícia ruim para um governo só”, reconheceu um deputado do PR.

Saúde - A saúde em primeiro lugar


O nosso corpo, para ter plena saúde, depende de fatores genéticos. Mas não podemos esquecer, além disso, que o organismo é aquilo que comemos e bebemos: gordos, magros, doentios, saudáveis, infestados de parasitas...

Entre o que ingerimos está decididamente o ar que inalamos. Os pulmões precisam trabalhar com oxigênio, em condições puras, e não misturado com gazes venenosos. Sua resistência a misturas deletérias,é relativa. 

“Eu te propus a vida ou a morte. Escolhe, pois, a vida”  (Dt 30, 19). 


Então vamos escolher cuidar melhor da nossa saúde, isso faz toda a diferença.

Música - Acalma meu coração, Anderson Freire


Um olhar sobre as famosas obras de artes


Os retirante de Cândido Portinari

Pelas lentes do fotógrafo Anderson Souza


Rio Parauapebas - Parauapebas / Pará - Brasil

Reflexão - Reflexão e Gratidão

Desde a saída vitoriosa dos hebreus do Egito (após 430 anos de escravidão) até os dias de Jesus a Páscoa foi celebrada basicamente com um sentido reflexivo e gratulatório. Neste período do ano os hebreus alimentavam-se de pão sem fermento para recordarem o sofrimento que enfrentaram no Egito. Os judeus, sucessores históricos dos hebreus, cumpriam anualmente este mesmo ritual refletindo sobre tal fato e abstendo-se de comer pão fermentado como gesto de solidariedade moral com seus antepassados.  

O segundo sentido da Páscoa, gratidão, motivava hebreus/judeus a oferecer culto a Deus, por meio de sacrifícios de animais, agradecendo-o por sua ação de poder em favor de seu povo, ao libertá-lo da escravidão egípcia.  Estas celebrações tinham forte conteúdo pedagógico, como a conscientização das novas gerações do sofrimento de seus irmãos no Egito e da ação poderosa de Deus em seu favor, libertando-os de tão grande opressão.  

O que a Páscoa significa hoje 

Jesus deu novo sentido à Páscoa. Para judeus ela significava libertação do jugo egípcio, para nós, é salvação do pecado pelo sacrifício de Cristo. Hoje a celebramos como um momento também de reflexão e de gratidão, embora com motivações diferentes.

A reflexão é feita sobre o sofrimento de Jesus que enfrentou ofensas, agressões, desprezo, torturas e até a morte. Ele entregou sua vida, sofrendo todo tipo de desumanidade, para morrer em nosso lugar. A gratidão a Deus é devido ao seu incomparável e singular presente que é Jesus. Ele veio bondosamente ao nosso encontro e oferece-nos salvação, alegria, libertação, dignidade e paz. 

Esta celebração atual tem, também, forte conteúdo pedagógico ao revelar o amor redentivo de Deus por nós, ao demonstrar sua graça maravilhosa em nos acolher – apesar de nossas falhas –, ao nos conceder libertação e paz verdadeiras.  A celebração cristã da Páscoa não termina na Sexta-feira com o Cristo crucificado, nem no Sábado com o corpo de Jesus na sepultura, mas no Domingo, com sua ressurreição gloriosa, o dia da alegria, da vitória e, sobretudo, da paz.  

Esta é a nossa páscoa: reflexão e gratidão, pois Deus nos oferece Cristo que é a alegria verdadeira, a vitória plena e a paz perfeita. Boa celebração da Páscoa, para você e sua família! 

Pr. Clemir Fernandes

Dica de Leitura


Em "Ovo da Esperança - O Sentido da Festa da Páscoa", Leonardo Boff fala sobre a Páscoa, abordando temas como a Pessach, a Páscoa cristã, os símbolos principais da Páscoa cristã e o que significa a Páscoa para nós hoje.

Poesia - Feliz Páscoa, Padre Fábio de Melo

Ainda hoje somos homens e mulheres de passagens; somos filhos da Páscoa.

Os mares existem; os cativeiros também. As ameaças são inúmeras. Mas haverá sempre uma esperança a nos dominar; um sentido oculto que não nos deixa parar; uma terra prometida que nos motiva dizer: Eu não vou desistir!
E assim seguimos. Juntos. Mesmo que não estejamos na mira dos olhos. 
O importante é saber, que em algum lugar deste grande mar de ameaças, de alguma forma estamos em travessia...
Padre Fábio de Melo

Minuto Finanças - A população da CAPITAL do DINHEIRO desanimada com os valores dos ovos da páscoa faz vendas despencarem

Supermercados registram queda de até 30% em vendas de ovos de páscoa (Foto: Quésia Melo/G1)
Os supermercados, mercados, vendedores autônomos e a poderosa Cacau Show pelo que pude observar não venderam esses ovos da páscoa como imaginaram vender.

Andando nos supermercados, mercados e conversando com vendedores autônomos, eles me disseram que a procura até essa manhã de domingo 27 não tiveram essas procura toda não.

Os brasileiros com essa crise que assola o país e a CAPITAL do DINHEIRO ficaram meio receosos e não foram as compras como outrora, perceberam que podem sobreviver sem o tão sonhado ovinho ops ovo da páscoa.

Agora é só esperar as promoções que com certeza virão e comprar os deliciosos ovos da páscoa.    

Planalto teme que rompimento do PMDB provoque uma onda de novas deserções







No instante em que mais precisa de apoio congressual, Dilma Rousseff descobre que mesmo os aliados que julgava leais estão presos ao seu governo por grilhões de barbante. O Planalto farejou um problema adicional além da perspectiva de desembarque do PMDB. Deputados de legendas de porte médio como PP, PR e PSD também pressionam as cúpulas partidárias para romper com o governo do PT.
No início do seu primeiro mandato, quando ainda fazia pose de faxineira ética e era uma governante popular, Dilma tratava os aliados a pontapés. Hoje, ao perceber que a presidente se esforça para acomodar o investigado Lula em sua equipe e amarga uma taxa de reprovação de 69%, os aliados é que cutucam Dilma com os pés para ver se ela ainda morde.
O risco de debandada em série empurra o governo para uma estratégia que pode ser definida como fisiologismo de guerrilha. Em vez de negociar com os dirigentes, o governo oferecerá cargos a grupos partidários. Com isso, imagina que conseguirá manter do seu lado pedaços dos partidos que eventualmente optarem pela deserção.
Essa tática já é empregada no PMDB. Dilma cogita manter os sete ministros da legenda mesmo que o rompimento ocorra na próxima terça-feira (29), como prometido. Exige, porém, que eles obtenham apoios para adicionar ao cesto de 172 votos necessários para enterrar o pedido de impeachment no plenário da Câmara.
Dilma luta para salvar o mandato e a biografia, ao mesmo tempo que tenta enxergar o que restou de bom na sua coligação, ainda que seja preciso procurar um pouco.
Deve doer em Dilma a ideia de que faz o papel de uma rainha inepta numa peça confusa em que o vilão é o Eduardo Cunha e o herói da resistência é o Renan Calheiros, e cujo epílogo é o Michel Temer.

A rainha decorativa chamada de presidenta Dilma ri para não chorar

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Os políticos tem um mal que os acompanham desde o descobrimento do Brasil, mas precisamente com a chegada da família real que é falar demais e serem corruptos demais, caro que tem raras exceções.

A presidente Dilma a RAINHA DECORATIVA BRASILEIRA vem batendo recordes no seu governo de com 9,5 milhões de desempregados e demissões a todo vapor, inflação altíssima, descredito com os credores internacionais e por último num lance de falta de sabedoria quis emplacar o enrolado e mentiroso ex-presidente Lula como ministro chefe da Casa Civil que ainda bem não assumirá e agora o impeachment batendo a sua porta.

Muitos erros a RAINHA DECORATIVA BRASILEIRA vem cometendo nesses quase 6 anos a frente do governo, por último os débitos do governo chegará a R$ 100 bilhões.

Esse sorriso da RAINHA DECORATIVA BRASILEIRA é um sorriso falso, um sorriso de um alguém que sabe que seu governo acabou, um sorriso de um alguém que quebrou o país e o povo, esse sorriso nada mais é do que o sorriso da derrota.

A RAINHA DECORATIVA BRASILEIRA chamada de presidenta Dilma ri para não chorar, triste realidade de uma presidenta que diariamente vem assinando seu atestado de incompetência.      

Liquidação de cadeiras é sintoma de desespero

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Para tentar seduzir os aliados que flertam com o impeachment, Dilma encostou a barriga no balcão. Promove uma liquidação de poltronas de primeiro escalão e de cadeiras de escalões inferiores. Tudo isso 48 horas depois de a força-tarefa da Lava Jato ter levado às ruas a Operação Xepa (pode me chamar de fim de feira), que leva a cúpula da Odebrecht e a primeira-dama do marketing Mônica Moura a buscar o alistamento na infantaria dos delatores.
Todo mundo sabe que, no Brasil, as relações do Executivo com o Legislativo baseiam-se na chantagem. A diferença é que agora, em desespero, Dilma transforma a desfaçatez em trincheira contra o impedimento. Para evitar o que chama de “golpe”, madame golpeia o interesse público. Seus movimentos são um sintoma do desespero que toma de assalto (ops!) o Palácio do Planalto.
Um auxiliar da presidente atribui o saldão de cargos ao desejo de Dilma de atrair para o governo os aliados que ainda se dispõem a servir ao país. Esse tipo de patriotismo é ruinoso e inútil. É ruinoso porque conduz a escândalos como o petrolão. É inútil porque, a essa altura, o balcão inaugurado no gabinete do vice-presidente Michel Temer parece mais atraente às moscas do fisiologismo. A lógica da política é implacável. A expectativa de poder vale mais do que a presunção de poder.

Fortune aponta Moro como 13º mais influente para transformar o mundo

A revista “Fortune”, uma das prestigiadas dos EUA, apontou o juiz Sergio Moro, responsável pelas ações penais da Lava Jato na primeira instância, como o 13º líder mais influente para transformar o mundo.

 
Segundo a edição online desta quinta (24), existem 50 homens e mulheres que “estão  inspirando outros a fazer o mesmo”, seja nos negócios, no governo, na filantropia ou na arte. 
 
No perfil de Moro, a revista diz que o magistrado é o principal protagonista de uma imitação em vida real brasileira de “Os Intocáveis”, ao acusar um esquema de corrupção que desviou bilhões da Petrobras para os bolsos de políticos e funcionários. 
 
Na visão da “Fortune”, a presidente Dilma Rousseff corre o risco de sofrer o impeachment e a reputação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em farrapos. 
 
Segundo a revista, a coexistência com a corrupção -- endêmica na América Latina -- pode se tornar um hábito do passado. A lista contém lideranças mundiais como a chanceler alemã Angela Merkel, o papa Francisco e o cantor Bono Vox.

A maioria da população da CAPITAL do DINHEIRO não entende o papel do vereador e grande parte dos legisladores confundem suas funções com as do Executivo


Durante esses 28 anos de emancipação da CAPITAL do DINHEIRO muitos dos vereadores até hoje confundem as funções do Poder Legislativo com as do Executivo.

A maioria da população não compreende a importância da Câmara e até a confunde com uma associação de moradores. O vereador é um representante dos cidadãos para discutir todos os assuntos complexos, com um macroentendimento da cidade. Na cabeça das pessoas, a única coisa que os vereadores fazem é tomar conta dos problemas das ruas.

Nesses 28 anos a Câmara virou uma secretaria legislativa a serviço do Executivo, com vereadores querendo ser secretários do prefeito. A maioria não sabe a sua função de fiscalizador e legislador. Daí, o desprestígio dos parlamentares. Cerca de 90% das coisas que o prefeito faz dependem da autorização da Câmara, como aprovação do Orçamento e mudanças de legislação urbana. Essa é a segunda grande função, mas nada disso é discutido.

Eu, acredito numa Parauapebas melhor.

Partidos preparam proposta de referendo para decidir futuro de Dilma e Temer

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Parlamentares no Senado e na Câmara dos Deputados querem levar a plenário propostas de referendo para que a população decida sobre o afastamento ou não da presidente Dilma Rousseff e de seu vice, Michel Temer.
O modelo defendido em Brasília é o de referendo revogatório (também conhecido como “recall”), adotado em países como Alemanha, Estados Unidos (em determinados Estados), Suíça e Venezuela.
Diferente do impeachment, que exige a comprovação de crimes políticos, o “recall” prevê que presidentes e parlamentares possam ser afastados em caso de ineficiência ou desaprovação popular, se a maioria da população assim decidir.
Na última sexta-feira, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) defendendo a pauta. Segundo o senador, o pedido deve ser protocolado “até quinta-feira”, para em seguida entrar em discussão na Casa.
“A melhor alternativa para esta crise é levar para a soberania popular resolvê-la”, disse Randolfe à BBC Brasil. “O governo padece de uma crise de legitimidade. O impeachment não resolve o problema, porque (Michel) Temer já foi citado algumas vezes na Lava Jato (na delação do senador Delcídio do Amaral).”
Outras duas PECs defendendo o recall, segundo a BBC Brasil apurou, tramitam no Senado. Já na Câmara dos Deputados, a proposta é articulada pelo deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).

O Sindicato dos professores convoca categoria


A Coordenação Geral do SINTEPP convida todos os professores da rede Municipal para uma reunião que acontecerá no dia de 30 de março no Plenarinho da Câmara Municipal de Parauapebas onde serão tratados os seguintes temas:

Informes gerais
Mesa de negociações,
Calendário de atividades


Eleições - Que os candidatos a prefeito da CAPITAL do DINHEIRO pensem numa cidade gostosa de se viver




O ex-prefeito Darci Lermen (PMDB), Marcelo Catalão (DEM) e o atual prefeito Valmir Mariano (PSD) que estão mais em evidências diante dos olhares da população terão uma missão quase "IMPOSSÍVEL" de adentrar as classes mais intelectuais com propostas sérias e convincentes.

Nas entrevistas que acompanhei em algumas emissoras e televisão alguns candidatos parece que vieram com as propostas prontinhas e um pouco distante da realidade da CAPITAL do DINHEIRO.

Eles falavam de uma propostas que não farão, propostas para enganar os menos inteligentes, venderam uma imagem que não são deles, isso faz com eles pensem que todo mundo vive no planeta MARTE, distante de tudo e todos.

Que esses candidatos falem com propriedade e que vendam uma proposta possível de se realizar e que com isso a população da CAPITAL do DINHEIRO sai ganhando.

Tiveram projetos mirabolantes em campanhas passadas que nunca saíram do papel, e nunca sairá,  devido ser projetos inviáveis e que em nada acrescentará na vida da população.

Os candidatos a PREFEITura tem que mostrar propostas factíveis como um CAMPUS UNIVERSITÁRIO e investir maciçamente na Agricultura, pois éramos o maior produtor de abacaxi na década de 90, investir no Ecoturismo que trará dividendos para nosso rico, ops milionário município, pois estamos no meio, ops no inicio da Floresta Amazônico.

      

O ex-prefeito Darci Lermen agora é do PMDB


 
















Agora é oficial o ex-prefeito Darci Lermen é do PMDB do senador Jader Barbalho e do seu filho o ministro dos Portos Helder Barbalho.

O evento de filiação foi realizado com diversas autoridades e caciques do PMDB do estado do Pará como os deputados Priante (Federal), Chamon (estadual) e o prefeito Jeová Andrade (Canãa), entre outros no grande evento de filiação do Encantador de Serpente, Darci Lermen.  

Nas brigas políticas o único perdedor é o povo da CAPITAL do DINHEIRO.




Independente de partidos, lados e preferência política. Não brigue por políticos, eles não brigam por você! 

Hoje melhores amigos, mas amanha odeiam-se! Nas brigas políticas o único perdedor é o POVO.


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