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O ensino noturno agoniza na CAPITAL do DINHEIRO

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"A escola é a segunda casa da gente
Aqui brinco e aprendo, ficando cada vez mais inteligente. Como um passo de mágica me transformo a cada ano que passa." (Fragmentos da música Educação do futuro de Sérgio Brown)



Segundo dados do Censo Escolar de 2013, o Brasil contabiliza hoje
8,3 milhões de matrículas no Ensino Médio. Desses, cerca de
2,3 milhões de alunos cursam o ensino noturno na rede pública. Embora venha caindo ano após ano, o percentual de matrículas dessa
etapa no período noturno ainda é significativo e representa um terço
do total (33%). De 2007 a 2014 houve uma queda na matricula de 1 milhão de alunos. 
Analisando o ensino médio no estado do pará nos últimos 2 anos com seus resultados pífios, tornando a mesma numa das piores educação do país, perdendo para estados insignificantes em relação ao nosso estado que possui um dos maiores PIB do país.
Esses dois últimos anos as escolas estaduais vem sofrendo com a presença de poucos alunos, em especial no ensino noturno que clama por socorro e esse socorro não chega, aliás parece que vem a passos de tartaruga. Em todas as escolas estaduais da CAPITAL do DINHEIRO as salas do turno da noite não preenchem as vagas, para se ter noção uma conceituada escola até semana passada apenas 80 alunos tinha procurado a escola para se matricular, um absurda em relação a cerca de 5 anos atrás onde a disputa era enorme por vagas.

A 4ª URE nunca antes visto noticia nas redes sociais  que terão vagas para todos é só procurar os gestores que prontamente fará a matricula. Uma coisa é certa o número de alunos para estudar o ensino médio noturno na CAPITAL do DINHEIRO vem caindo assustadoramente comprometendo a carga horária de muitos professore.

Pelos dados pesquisados pelo blogger praticamente todas as escolas estaduais da CAPITAL do DINHEIRO em especial o ensino noturno diminuíram turmas, outras nem ousaram a abrir turmas, deixando as mesmas do ano de 2016.

Em 2013 quase 30% dos estudantes do Ensino Médio no Brasil estavam matriculados no período noturno em 2013, segundo o Censo Escolar do MEC. Existe uma leve tendência de queda nesse número – em 2010, o período noturno tinha 34,7% das matrículas; em 2014, eram 28,8% – mas ainda é uma porcentagem bastante significativa e problemática, de acordo com especialistas em políticas públicas para a educação.

Conversando com alguns alunos do ensino médio da CAPITAL do DINHEIRO sobre a educação do estado, eles foram bem práticos no que querem da vida. Veja o relato deles: 

“Comecei fazendo um estágio no setor financeiro, mas a empresa quis me contratar e pedi transferência para o noturno. Acabei mudando de escola e os professores agora me pareceram até melhores. Acho que o aprendizado depende do empenho do aluno, não importa se de manhã ou de noite” – David de Castro, 18 anos, 3º ano

“Minha mãe ficou preocupada por eu ter sido transferida para a noite, mas não tem jeito. À noite você se envolve menos com a escola. Vem para as aulas mesmo e pronto. Para mim parece melhor. Não preciso ter aulas de Educação Física

“Fui matriculado no noturno porque repeti de ano. Meu pai ficou preocupado, acha perigoso, porque moro longe e vou chegar em casa muito tarde. Mas vai ser até melhor assim: vou aproveitar para procurar emprego” – Paulo Vinicius Xavier, 15 anos, 1º ano 


De uma coisa temos certeza, a cada ano que passa o ensino noturno vem agonizando e nada é feito para melhorar. Os professores perdendo caras horárias, alunos aprendendo menos e a educação paraense na UTI. Cabe a todos nós educadores, criarmos algo para mudar essa realidade que assola a educação do ensino médio na CAPITAL do DINHEIRO.

Do jeito que está não dá mas as autoridades estão vendo o tempo passar e nada fazem, está na hora de todos abraçarem essa causa, caso contrário todos sairão perdendo.  

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