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Minha linda e eterna Cabrobó parou no tempo

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A pequena cidade de Cabrobó, cravada no sertão de Pernambuco tem como seu carro chefe a PREFEITURA que ainda é a provedora de empregos para a população, infelizmente é a pura realidade, com uma crise dessa que estamos passando desde 2015 o comércio da minha linda e eterna Cabrobó não suporta e com isso a geração de empregos não vem, com isso aumenta o índice de desemprego causando roubos, miséria, etc. 

Há 22 anos que a minha linda e eterna Cabrobó parou no tempo por falta de políticas voltadas para o crescimento econômico, social e cultural deixando as gerações atuais e as futuras sem perspectivas na vida, triste realidade.  

Venho acompanhando desde 1995 ano que saí da minha linda e eterna Cabrobó em busca de dias melhores na CAPITAL do DINHEIRO (Parauapebas-PA), os prefeitos Edgar Caldas, na década de 90 era o grande líder político, depois veio João de né Grande, assumiu em 2000 e faleceu em 2001, assumindo o seu vice Zé Dilson de 2001 a 2004, depois veio a era Eudes Caldas de 2004 a 2012, depois o líder político elegeu o prefeito Auricélio Torres que governou de 2013 a 2016, nesse período os ficaram rompidos. Na eleição de 2016 o líder político Eudes Caldas apoiou a chapa vitoriosas com o prefeito Marcílio Cavalcante e o seu filho o vice-prefeito Pedro Augusto.     

Desses prefeitos citados acima, exceto o prefeito Marcílio Cavalcante que começou agora a sua gestão, vou falar sobre os prefeitáveis da minha linda e eterna Cabrobó. 

1º Edgar Caldas Prefeito/vereador - Desde o prefeito Edgar Caldas que nada fez, não deixou nada de legado para as gerações futuras, vindo depois a assumir uma vaga na CASA de LEIS, onde o seu grande projeto, pasmem, rsrsrsrs, colocou semáforos numa cidade de poucos carros.

2º João de Né Grande - Esse um analfabeto de pai e mãe foi colocado como isca pelos poderosos da época, pois o mesmo não sabia ler, nem escrever e sem escolaridade, porém tinha uma vantagem era muito popular, mas só de popularidade não sobrevive um prefeito. Esse coitado, nada fez, não deixou nem um legado para as gerações futuras, seu mandato durou muito pouco, pois veio logo a falecer num misterioso acidente na curva da mãe rosa.

3º Eudes Caldas, o líder político - Teve tudo para fazer um mandato porreta como diz lá na minha linda e eterna Cabrobó, ao seu dispor teve os royalties da transposição do Rio São Francisco mas não pediu nada em troca para o desenvolvimento econômico, social e cultural da cidade. 

4º Auricélio Torres - Um prefeito colocado pelas mãos do então líder político da cidade o ex-prefeito Eudes Caldas, o Auricélio foi sempre um eterno vice-prefeito durante três mandatos em décadas diferentes. O prefeito Auricélio não deixou nenhum legado, nada fez, ou, pouco fez, foram quatro anos de atraso em todas áreas da política cabroboense. A decepção foi tanta que nem quis a reeleição com a máquina nas mãos e, pasmem, não conseguiu eleger o seu candidato, pense num homem fraco politicamente.

Por último, o atual prefeito Marcílio Cavalcante que assumiu recentemente e não temos como fazer uma avaliação profunda, porém nesses três meses vem fazendo o básico do básico, em outras palavras está fazendo o que é a sua obrigação. 

Lembrando que a cidade parou no tempo devido a má gestão dos políticos que nada fizeram para mudar essa realidade. 

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