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“Nunca me deixou faltar um lápis”- jovem conclui faculdade e dedica conquista à mãe, que é gari


É sempre emocionante quando, diante de importantes feitos, alguém, para além dos próprios méritos e do próprio esforço, reconhece os méritos e os esforços daqueles que o rodeiam e que criaram as condições para que aquelas vitórias se viabilizassem. Não raro nos deparamos com indivíduos mesquinhos que, tendo ascendido socialmente, passam a se envergonhar dos próprios pais, muitas vezes de origem humilde e que por eles tanto fizeram: esse com certeza não é o caso de Lorenzo.

Lorenzo Menezes concluiu o ensino superior no último dia 1º de novembro, em Administração, pela Faculdade Anísio Teixeira. O jovem passou por dificuldades no percurso que levou até o diploma, mas contou com o apoio e com a força de sua mãe, auxiliar de limpeza em Feira de Santana, na Bahia. Após a formatura, em publicação no Instagram, Lorenzo descreveu o caminho percorrido, agradeceu a persistência de sua mãe e ofereceu, como homenagem, o canudo à dona Edivan.
“Esta ao meu lado na foto é a minha mãe. Sim, é a mesma pessoa na foto. Minha mãe é auxiliar de limpeza, profissão mais conhecida como “gari”. Quando eu era pequeno, esta mulher nunca me deixou faltar um lápis, nem uma borracha, nem um caderno para eu estudar. Todos os anos, lembro como era a correria da minha mãe para não perder a data de matricular a gente, de comprar os materiais escolares, o uniforme e nos guiar sempre para o melhor caminho”, descreveu Lorenzo em seu post na rede social.
Estudante da rede pública do maternal ao ensino médio, Lorenzo sonhavam em ingressar no ensino superior. Ele reconheceu que a concorrência nas universidades públicas era grande e qualificada e optou por fazer um pré-vestibular para aumentar suas chances de conseguir uma vaga. Entretanto, a condição financeira foi entrave.
“Foi aí que surgiu a ideia de vender trufa para pagar a mensalidade! Conversei com minha mãe, tive todo apoio do mundo e corri atrás! Lá estava eu, terminando o último ano do ensino médio, indo para o cursinho de tarde e à noite, me esforçando para valorizar todo esforço que esta mulher fez por mim”, afirmou. Os esforços deram resultados e Lorenzo conquistou uma bolsa integral na faculdade.
Em outra postagem, na qual ele está usando uma beca, Lorenzo descreveu o sentimento após se tornar bacharel em administração. “É inexplicável a emoção que sentimos quando um objetivo é alcançado. Só tenho a agradecer e bradar júbilos de glória por esta Vitória! É emocionante gritar: Eu consegui! Não desistam dos seus sonhos, todos nós somos capazes de realizá-lo”, comemorou.

Corrupção está enraizada no Brasil desde o período colonial, revela historiadora

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“Dizia-se que era preferível ser roubado por um pirata em alto-mar do que aportar no Brasil. A elite colonial é a mesma que está hoje no poder, com a mesma mentalidade, de estar numa terra em que pode enriquecer sem qualquer escrúpulo”, afirma a historiadora, que concedeu entrevista exclusiva ao Estado de Minas. Adriana Romeiro é doutora em história pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Numa pesquisa minuciosa iniciada em 2013, quando se dedicava a um pós-doutorado na Espanha, a autora levantou toda a documentação datada entre os séculos 16 e 18 em que os governadores no Brasil são acusados de alguma prática ilícita. São textos que vão desde sátiras, sermões, poemas e ofícios com acusações aos governantes da época. “Descobri coisas assustadoras, desde o envolvimento dos governadores em escândalos sexuais até casos mais escabrosos de enriquecimento ilícito”, conta. 
De que forma a corrupção se manifestava no Brasil colonial?

O conceito de corrupção era muito mais abrangente e também incluía questões morais e religiosas. Mas, ao levantar toda a documentação em que os governadores são acusados de alguma prática ilícita, entre os séculos 16 e 18, descobri que não só já havia o conceito de corrupção como também englobava práticas que hoje associamos a isso, como tráfico de influência, nepotismo, favorecimento e abuso de autoridade. As práticas que vemos hoje na política brasileira já remontam ao século 16.

E o que essa documentação aponta?

Descobri o enriquecimento ilícito de governadores, autoridades e políticos. Mem de Sá (governador-geral do Brasil entre 1558 e 1572), por exemplo, já era acusado de enriquecimento ilícito. No Rio de Janeiro, dizia-se que os mercadores de escravos que saíam da África e seguiam para o Rio da Prata e tinham que parar no Rio para abastecer já sabiam que tinham que pagar propina ao governador da capitania. Para que essas embarcações parassem na costa era exigido algum tipo de contribuição ilícita, como o direito de subir a bordo e escolher os melhores escravos.

Há outros corruptos que chamam a atenção?

Dedico uma parte do livro a dom Lourenço de Almeida, que governou Minas entre 1720 e 1732. Ele era acusado de ter constituído fortuna a partir do ouro e diamantes por meio de práticas ilícitas. Em pouco tempo estava riquíssimo, com mais de 100 contos de réis, que era um valor considerável para a época. Encontrei o testamento dele em Portugal e o inventário. Com base na reconstituição do patrimônio, consegui identificar o enriquecimento ilícito, dando razão às sátiras que já denunciavam isso. Havia dois tipos de requisitos para que a pessoa pudesse roubar sem ser importunada no Brasil colônia. Ela deveria agir com discrição e respeitar determinados limites. Dom Lourenço transgrediu tudo isso e chegou a extrair diamantes sem notificar a Coroa.

O que vemos hoje é a multiplicação de políticos como dom Lourenço?

Nem dom Lourenço chegaria a tanto como chegaram Sérgio Cabral Filho, Eduardo Cunha, numa indiferença própria da nossa classe política desde o século 16.

É possível identificar um ambiente que favoreça a corrupção?

A corrupção sempre esteve presente na história do Brasil. Uma das razões é a distância de Portugal. Por estar longe do centro político, a vigilância era muito frágil e precária. É preciso lembrar que o Brasil sempre foi a terra de oportunidades. No início do século 17, em Minas, tem a chegada de milhares de camponeses analfabetos, que, em 10 anos, ficam muito ricos. São eles que integram a elite local e mandam na política e na economia. Eles viam o Brasil como uma terra a ser explorada, roubada e espoliada. O Brasil também foi até recentemente um país escravocrata. Para manter uma instituição como a escravidão por tanto tempo, é preciso que você não tenha o menor escrúpulo moral em relação ao outro.

Quais eram os mecanismos para coibir e punir essas práticas no período colonial?

Cada vez que o governador terminava o seu mandato de três anos, ele tinha que ser auditado, investigado pelo ouvidor local. Esse mecanismo chamava juízo de residência e devassava os procedimentos dos governantes e detentores de cargos administrativos. Só que a gente sabe que, na prática, isso não funcionava. O governador investigado acabava subornando a autoridade responsável pela devassa.

Esses crimes se mantinham impunes?

A impunidade estava prevista na lei. Casos em que investigar e punir alguém pudesse ser algo tão catastrófico, que poderia prejudicar o bem comum, era preferível fazer vistas grossas. No Brasil, a impunidade era também um privilégio que o rei concedia às elites locais. As elites locais prestavam serviços aos reis, participavam da obra de colonização, abriam estradas, faziam o comércio funcionar. Em troca desse serviço, ganharam o direito da impunidade. O contrabando foi, de longe, a prática ilícita mais comum no Brasil. O rei sabia, as autoridades envolvidas na repressão ao contrabando praticavam contrabando, as elites lucravam muito e o rei fazia vistas grossas. Havia um abismo entre a norma e a prática.

Havia, então, um interesse da Coroa portuguesa em manter a corrupção no Brasil?

Pela corrupção, nossas elites puderam de alguma forma garantir os interesses econômicos e políticos e participar do jogo político e do processo de colonização. Através de tretas e manhas, homens comuns ascenderam socialmente e adentraram as elites. Foi isso que deu flexibilidade ao império português, fazendo com que ele durasse tantos anos. Se a política da Coroa fosse implantada de forma inflexível, muito rígida, o Império não teria resistido. A corrupção teve efeito benéfico e positivo para Portugal e, por isso, essa tolerância da Coroa em relação às práticas ilícitas das nossas elites.

Mas não se trata de um fenômeno exclusivo do Brasil...

A corrupção é um problema do mundo todo, mas, no Brasil, em razão do nosso passado colonial, isso é mais forte. O contexto colonial exigiu que os brasileiros de modo geral soubessem desenvolver estratégias e artifícios para burlar o pacto colonial. As nossas elites passaram a perna nos portugueses. Havia esse divórcio entre a sociedade e o Estado, que só aparecia para cobrar impostos e barrar toda a iniciativa privada. A classe política reflete a mentalidade que está aí desde o século 16. Da mesma forma, no passado, a corrupção só pôde existir porque estava disseminada na sociedade. Acredito que 
as pessoas hoje estão muito mais exigentes e vão desenvolver uma intolerância às práticas corruptas.

Homens são mais fofoqueiros que mulheres, aponta pesquisa


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De acordo com uma nova pesquisa realizada pela empresa Kaspersky Lab, os homens são mais propensos a dar detalhes da vida alheia e se importam mais com a quantidade de likes que ganha nas redes, comparado as mulheres.


Os pesquisadores examinaram o uso das redes sociais com base em informações dadas pelos usuários. A análise mostrou que a maioria das pessoas usam as redes para se sentir melhor e alcançar aprovação social. Aproximadamente 24% homens se dizem preocupados com a popularidade se recebem poucos likes, contra 17% mulheres.
Em busca por curtidas, os homens se dispõe a contar mais coisas privadas do que as mulheres. O resultado mostrou que se tiverem certeza que postar alguma coisa embaraçosa sobre um colega de trabalho renderia muitos cliques, 14% deles o fariam, comparado com 8% delas. Se a informação for sobre o chefe, o placar é de 13% contra 8%. Agora se a notícia for sobre um amigo, 12% deles contariam, contra 6% das mulheres.
Além disso, os números são maiores para os homens em relação à disposição de postar fotos de amigos e de si mesmo bêbados e contar mentiras. Os autores da pesquisa exibem o poder das redes sociais nas relações da vida real. A pesquisa ouviu 16.750 usuários com 16 anos ou mais em 18 países, incluindo o Brasil. A amostragem de homens e mulheres que responderam foi similar.

Deputado eleito Luis Miranda abre seleção pública para formar equipe

Ricardo Botelho/Especial para o Metrópoles
Para compor a equipe de assessoria na Câmara dos Deputados, o federal eleito Luis Miranda (DEM-DF) fará processo seletivo, assim como o futuro colega de parlamento Felipe Rigoni (PSB-ES), o distrital eleito Leandro Grass e o Partido Novo. A seleção foi divulgada no domingo (23/12), por meio da página do Facebook do democrata. As inscrições estão abertas até 15 de janeiro.

O menor salário é de R$ 4 mil, mais benefícios. As vagas são para secretária, advogado, ouvidor, assessor de comunicação, relações institucionais e área administrativa.
Para participar do processo seletivo, os interessados devem enviar o currículo para o e-mail: deputadoluismiranda@gmail.com. O candidato deve informar, no assunto, o cargo desejado. As entrevistas ocorrerão na segunda quinzena do próximo mês.
De acordo com o futuro deputado, “não dá para encher o gabinete de amigos”. “Minha equipe será formada por pessoas técnicas, que possam desenvolver projetos que ajudem a mudar a história do Brasil, profissionais comprometidos com o futuro, prontos para lutar contra a corrupção e capazes de fiscalizar o Executivo”, comentou.

Pelas lentes do fotógrafo Anderson Souza

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Boana multifasciata (Günther, 1859), Floresta Nacional de Carajás; Parauapebas, Amazônia, Pará, Brasil.







A imagem pode conter: 1 pessoa, óculos de solAnderson Souza

A Depressão É Um “Câncer Na Alma”, Mas Ninguém Se Compadece


Se eu disser que fui diagnosticada com câncer no fígado, por exemplo, todos se compadecerão de mim. Muitos se colocarão à minha disposição para fazerem algo por mim para que eu me sinta melhor. Mas se eu disser que fui diagnosticada com Depressão Recorrente Grave, a maioria dirá que é frescura, falta de Deus, falta de ocupação, que é fraqueza de espírito… que preciso sair dessa e enfrentar a vida com coragem.
O que as pessoas ignoram, é que a saúde mental é tão carente de cuidados quanto é a saúde do corpo. Nosso cérebro, nossa mente e nossas emoções adoecem sim, e uma vez diagnosticado um transtorno mental é preciso urgentemente da ajuda de um profissional na busca da cura, pois a depressão grave é um risco iminente de suicídio.

Com 11 milhões de brasileiros(6% da população) com depressão, suicídio já é considerado uma epidemia

No Brasil, cerca de 11 milhões de pessoas foram diagnósticas com depressão, quase 6% da população. É o número 1 com maior prevalência da doença na América Latina, o 2 nas Américas, ficando atrás apenas dos estados unidos. Além da dor psíquica debilitante causada pela depressão, a doença ainda aumenta o risco de desenvolver vícios, comportamentos suicidas, diabetes e doenças cardíacas. A saúde mental precisa urgentemente ser reconhecida como umas das prioridades nas políticas públicas. Em muitos países, programas de prevenção do suicídio passaram a fazer parte das políticas de saúde pública. Na Inglaterra, o número de mortes por suicídio está caindo em consequência um amplo programa de tratamento de depressão. Reduzir o suicídio é um desafio coletivo que precisa ser colocado em debate. A indiferença, a omissão, o silêncio, não podem ser nossas respostas. Fazer nada é a pior decisão que podemos tomar sobre qualquer assunto.
A depressão é na realidade uma ampla família de doenças, por isso denominada Síndrome. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores. Sendo assim, depressão é a Sindrome Amotivacional: uma falta de sentido para tudo. Mas é preciso diferenciar tristeza passageira de depressão. É muito comum dizer que alguém está meio “deprê” e por isso não quer sair de casa: fulano anda depressivo depois que terminou o namoro…
Entretanto, a depressão é um transtorno mental grave com risco iminente de suicídio, e precisa ser visto como um problema de saúde pública.

Barbas possuem micróbios encontrados em fezes humanas, alerta estudo


Um estudo surpreendente demonstrou que as barbas têm mais sujidade do que um vaso sanitário. Por esta você não esperava, mas a verdade é que a empresa norte-americana Quest Diagnostics, situada no estado do Novo México, Estados Unidos, realizou um estudo sobre as barbas dos Humanos e concluiu que estas possuem inúmeras bactérias.
O investigador John GOLOBIČ examinou barbas de diferentes tamanhos e feitios. Para sua surpresa, muitas delas tinham bactérias existentes nas fezes.
hipster-1032629_960_720O investigador da Quest Diagnostics, John GOLOBIČ, afirmou que, quando realizou o estudo no Novo México, a barbas de diversas pessoas, encontrou bactérias iguais às que existem nas fezes. GOLOBIČ refere ainda que, se fossem encontradas estas bactérias em água, esta teria que passar por um processo de desinfeção.
Mas a boa notícia é que, apesar da sujeira que existe na barba humana, os níveis de bactérias não são prejudiciais à saúde.
Quer manter as bactérias longe de sua barba? Então lave as mãos e o rosto frequentemente.

Servidores da Prefeitura de Cabrobó estão sem receber salário há dois meses

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo Marx afirmou que “o trabalhador tem mais necessidade de respeito que pão”.


Na minha linda e eterna Cabrobó, localizada no Sertão do São Francisco, Pernambuco, servidores contratados da prefeitura estão sem receber salário há cerca de dois meses. O atraso também gera prejuízos aos comerciantes da cidade.

Resultado de imagem para cabroboA cidade tem cerca de 35 mil habitantes e a economia gira em torno do funcionalismo público. Uma merendeira que não quis se identificar está desde o mês de novembro sem receber. "O último pagamento que eu recebi foi no mês de outubro, inclusive estamos sem receber dezembro e o 13º salário".


Outra servidora, que prefere não se identificar, também está há dois meses sem o pagamento. "Cidade pequena é difícil arrumar um emprego. Quando a gente arruma, se a gente vai perguntar alguma coisa, eles acham que a gente está levando para o mau lado e faz demitir a gente". 

Resultado de imagem para salarios atrasadosÉ brincadeira o que o prefeito Marcílio Cavalcanti está fazendo com a classe dos professores, zeladores e merendeiras contratadas. O excelentíssimo prefeito está devendo os meses de novembro e dezembro, pasmem, comenta-se pelos quatro cantos da cidade que só pagará em janeiro de 2019, o prefeito precisa compreender que, na maioria das vezes, os professores não dispõe de outra fonte de renda a não ser a angariada com a sua força de trabalho, prestando serviços por conta alheia. 

O professor Necessita do salário para atendimento de suas necessidades básicas, como alimentação, moradia, vestuário, assistência médica, etc.com isso deixará os nobres professores sem dinheiro para as festividades de final de ano.

A imagem pode conter: 5 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e sapatosIsso é uma injustiça o que esse prefeito está fazendo com os mestres da minha linda e eterna Cabrobó. Só para relembrar que o prefeito quis enganar os professores aposentados sem querer pagar os seus salários, sabe o que os professores fizeram: 
Acamparam na porta do gabinete do prefeito e, só saiu de lá com o dinheiro na conta.

Certa vez já escrevi que “o atraso no recebimento dos haveres do trabalhador pode lhe acarretar sérios prejuízos, quando não, a própria morte por falta de alimentos e medicamentos necessários à sua subsistência” e também que “o atraso de salários implica em intenso sofrimento psíquico ao trabalhador que só dispõe dessa fonte de renda para prover o sustento próprio e de sua família. 

Resultado de imagem para desesperadosInegavelmente, o atraso de salário gera constrangimentos de toda a ordem, podendo causar situações vexatórias ao trabalhador que passa a se ver desprovido de sua renda, podendo levá-lo ao desespero por não dispor de meios de sustentar a sua família.”  


Pessoas que bebem café sem açúcar têm mais probabilidade de serem psicopatas!


Está provado cientificamente que as pessoas que gostam e preferem os sabores amargos têm tendência para ser psicopatas.

Na Universidade de Innsbruck foi realizado um estudo que concluiu que se alguém prefere coisas amargas são mais maléficas.

Os dois investigadores austríacos analisaram os hábitos alimentares de cerca de 1000 pessoas:
compararam o quanto cada um gostava de cada iguaria e realizaram testes psicológicos e perguntas para perceber a personalidade dos participantes.

Foram colocados diversos alimentos para os participantes provarem, doces como chocolate e amargos como café sem açúcar e os investigadores descobriram que os que gostavam de sabores amargos têm uma personalidade mais maléfica, com tendências sádicas. Eles gostam de sabores amargos porque se sentem como que numa “montanha russa”, diz um dos investigadores.

Ao contrário de quem gosta de sabores amargos, quem gosta de sabores doces, tem uma personalidade simpática e caridosa.

Mulher que fez história, tia Maria de Duda


Em 12 de maio de 1940, nascia na cidade de Terra Nova-PE Maria de Souza Neves (Maria de Duda), filha de Raimunda Maria da Conceição e Manoel Liberto de Souza, com 7 anos de idade, veio morar na cidade de Cabrobó-PE.

Aos 18 anos, casou-se com o saudoso Domingos Freire dos Santos (Dudinha in memória), dessa união nasceram 5 filhos, sendo eles Carlinhos e Ubirajara (In memória), Kátia, Ninha e Celinha, sendo 6 netos e 4 bisnetos.

Na década de 60 integrou-se no hospital municipal como auxiliar geral, já na década de 80, trabalhou como auxiliar de enfermagem, prestando serviços a população do município por 35 anos.

No dia 24 de janeiro de 2018, aos 77 anos veio a falecer na cidade de Petrolina-PE, antes de falecer sempre pedia que quando morresse queria ser enterrada na sua querida Cabrobó, partiu deixando saudades a familiares e amigos.


Nota - Tia Maria era casada, com o meu tio Duda, irmão de papai, professor Batista. Quando mamãe me teve, ficou doente e, a tia Maria, cuidou de mim, por 8 dias.

Nota - Em dezembro de 2017 levei pessoalmente um presente de gratidão e conversei por quase uma hora com a minha tia Maria.

A CAPITAL do DINHEIRO mantém preço de gasolina nas alturas

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Os proprietários dos postos de combustíveis na CAPITAL do DINHEIRO, pasmem, insistem em não baixar o valor da gasolina para R$ 4,60, ou R$ 4,30.

Os proprietários dos postos de combustíveis são sabedores que não estão vendendo mais a quantidade de gasolina como antes, eles sabem que as vendas estão escassas, mas insistem em manter os estratosféricos valores de R$ 4,82 a R$ 4,86.  

A imagem pode conter: atividades ao ar livre e texto
Um outro grupo de proprietários que utilizam a marca Ipiranga, através do aplicativo Abastece Aí (é a nova forma de abastecer seu carro nos Postos Ipiranga, você pode abastecer com desconto ou ter um acúmulo diferenciado no programa Km de Vantagens.), estão mostrando claramente qual seria o verdadeiro preço da gasolina na CAPITAL do DINHEIRO.

Os postos mostrando claramente que a gasolina custa R$ 4,82 e com o aplicativo cai para R$ 4,33, deixando a população revoltada com os preços praticados na CAPITAL do DINHEIRO. 

As cidades paraenses que formam o quarteto com os valores mais caros da gasolina são:
Abaetetuba (R$4,95), 
Xinguara (R$4,91),
e Conceição do Araguaia (R$4,89)

Cenas da CAPITAL do DINHEIRO

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Na avenida Faruk Salmen, em pleno horário de pico, os animais estão fazendo a festa podendo representar diversos riscos, como o de acidentes fatais. 

O blogger vem denunciando essa prática dos animais soltos há um determinado tempo e, nada dos órgãos competentes tomarem providências.

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Mulheres, estudem! É libertador não depender de um homem

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Eu trabalhava no serviço público de saúde. Ela tinha 18 anos e veio à consulta endocrinológica porque não conseguia engravidar. Não foi preciso muita anamnese para descobrir a causa da sua infertilidade, pois facilmente fiz o diagnóstico. Entretanto, o que deveria ser uma consulta rotineira pareceu-me um enorme desafio: eu precisava entender por que aquela menina já queira ter um filho.
Ela me contou a sua (triste) história — coloquei o adjetivo entre parênteses porque, conforme ela foi me contando aquilo como se fosse a coisa mais normal do mundo, fui sendo espancada por vários socos no estômago.
“Doutora, saí de casa com 13 anos. Fugi. Meu padrasto abusava de mim e da minha irmã mais nova. Minha mãe sabia. Então fui morar com uma tia. Mas minha tia brigava demais comigo. Com 15 anos, conheci meu namorado e ele me chamou para morar com ele. Faz 3 anos que estamos juntos e ele quer ter um filho.”
Eu não tinha nada a ver com isso. Podia interromper a consulta após solicitar os exames e passar-lhe as orientações médicas. Mas não consegui, a lembrança do meu avô me falando “estude para saber” era uma campainha na minha cabeça: mostre a ela que outra vida pode acontecer antes da maternidade!
De um jeito sereno e tentando lhe mostrar uma outra realidade, sugeri que esperasse um pouco para engravidar. Disse-lhe que poderia fazer um curso técnico ou até uma faculdade. Dei exemplos que conhecia: jovens que trabalhavam de dia para pagar os estudos à noite. Falei que é bom para a mulher quando ela é independente e ganha o seu próprio dinheiro. Para dar mais um empurrãozinho, comentei que o namorado poderia acompanhar-lhe nos estudos. Juntos, poderiam ter um futuro melhor e mais estável para, depois, constituírem família.
“Ah, doutora, ele não quer que eu trabalhe. Ele cuida de mim. Meu sonho é realizar o sonho dele que é ser pai.”
Desisti. Como eu poderia aconselhar alguém que vive em uma realidade tão diferente da minha? Fui criada para ser independente e para cuidar do meu próprio nariz, mas nunca me faltou apoio emocional e financeiro. Nunca passei fome e nem precisei trabalhar para pagar meus estudos. Conversar com aquela menina me desanimou. Depois que ela foi embora, me lembrei de tantas outras mulheres que me contaram sobre seus relacionamentos infelizes, alguns até abusivos, mas que não saiam deles porque dependiam financeiramente dos parceiros.
Por outro lado, a independência de uma mulher nem sempre é questão de dinheiro. Para muitas, o que as prendem é a dependência emocional: o medo de ficar sozinha outra vez; o receio de ser divorciada; os filhos; a vergonha de encarar um casamento fracassado.
Tenho uma amiga que foi casada com um homem que regulava até as roupas e os sapatos que ela usava: era uma mulher apagada em tons de bege. Nunca me esqueci o que ela me disse, sorrindo de felicidade, depois que eles se divorciaram: “comprei um scarpin alaranjado!”.
Dia desses, entrei em uma loja de roupas. Enquanto escolhia um vestido, reparei no que disse a moça que saía do provador: “amor, gostei muito dessa blusa!”. Ela se dirigia ao marido, que estava sentado numa poltrona. Mas ele não tinha gostado, e a mulher ficou parecendo uma criança que pedira doce à mãe e ouvira não como resposta.
Saí da loja aliviada, com o vestido que escolhi na sacola. Pensei no meu namorado, um homem maravilhoso que escolhi como companheiro. Concluí que é bom demais amar alguém que respeita minhas escolhas, e o admirei ainda mais por isso. Afinal, eu só conseguiria ter ao meu lado um homem que não tem medo da minha independência.

Como enfrentar a difícil tarefa de sermos pais dos nossos pais


“Estamos preparados para administrar a educação de nossos filhos. Mas é difícil para nós acompanhar a velhice e a deterioração daqueles que nos deram a vida: razões, testemunhos e conselhos.”
“Meu pai tem 92 anos. Todas as semanas espera o domingo ao meio-dia, dia da família se reunir. Espera ansioso pelo “dia da história”. Nós dois amamos o mundo da fantasia, do cinema e dos livros. Ele me ensinou a navegar no universo de princesas, piratas, dragões. Porém meu herói mais fantástico foi sempre ele. Hoje já não caminha, mas de sua cadeira espera como uma criança que alguma história o surpreenda. Cinquenta anos depois, quem inventa as histórias sou eu. No começo, eu ficava triste por isso. Mas agora eu desfruto desses momentos e devolvo para ele algo que me disse desde pequena. Uma história é fechada, bonita e triste ao mesmo tempo. Como a vida, não é?”
Essas são história que ouvi e me atingiram muito, também me comoveram e me fizeram questionar.
Os braços fortes que nos embalavam, agora tremem. Os olhares que nos protegeram agora se transformam em bolas confusas e medrosas. A segurança que veio desses lábios transforma-se em impotência. Quem inventava maneiras de comermos bem, passa a necessitar que cortemos a comida em pequenos pedaços. Quem contava “um, dois, três” para nos lançar para o céu, hoje não pode subir a escada sem precisar do nosso apoio.
Da antiga pressa para chegar logo ao destino, passam a perguntar “Que dia é hoje, filho?” O tempo passa e nossos pais também crescem, isso é difícil.
Ser pai é conter, apoiar, acompanhar o crescimento, ser fiador dos nossos filhos. Somos crianças quando nascemos e voltamos a ser quando envelhecemos. Nesta curva, nós filhos deixamos de sermos cuidados e passamos a ser cuidadores. A equação de proteção é invertida, aqueles que antes nos vigiavam passam a precisar da nossa proteção. E homens e mulheres estão preparados – embora muitas vezes não saibamos como – administrar a educação de nossos filhos. Mas não estamos em condições de fazer isso com nossos pais. Podemos nos questionar e perguntar por que isso nos custa tanto.
Criar nossos filhos é acompanhar com alegria, medo, sucessos e erros o começo da vida. E pensar no declínio e na morte de nossos próprios pais nos deixa tristes, irritados e confusos. Isso nos angustia, nos irrita e nos confronta com o filme de nossa própria finitude. Ver nossos idosos envelhecendo é testemunhar um lento declínio dos guerreiros.
“Parte meu coração vê-la tão frágil, indefesa e desamparada. Eu não consigo me acostumar a vê-la assim.”
A expectativa de vida é muito maior hoje do que há décadas, devido aos avanços da medicina, às políticas de vida mais saudáveis ​​e à evolução das espécies. Isso é fantástico, mas tudo tem prós e contras. Nossos pais terão mais chances de chegarem a ser idosos, mas… Cuidar deles é também dizer adeus. É relembrar a nossa relação, os desafios, os carinhos, as tristezas e alegrias. A morte existe e entristece, e se é de nossos pais mais ainda.

Mas, como Victor Frankl disse no horror de um campo de extermínio do genocídio nazista, “a última coisa que podem nos tirar é nossa liberdade”. E mesmo nessa situação de dor, temos opções.
Há tantas combinações possíveis quanto histórias de pais e filhos, mas basicamente há três maneiras de lidar com essa situação. 1.Podemos ser filhos super-protetores e hipotecar nossas vidas, mas claramente não recomendo isto. 2. Podemos negar que estamos nos distanciando emocionalmente.
E a 3. Ou podemos tentar, o mais difícil, isto é: um equilíbrio saudável e amorosamente acompanhar esta fase de suas vidas. O equilíbrio é sempre a melhor maneira de evitar a superlotação de consultórios psicológicos. Diversas consultas em meu consultório estão relacionadas à gestão de pacientes adultos no relacionamento com seus pais, como cuidar deles sem invadir espaços, como acompanhar sem exageros, de um lado ou de outro.
Naturalmente, ter dinheiro será um aliado quando se trata de construir dispositivos de assistência e suporte. Mas além disso, o que eu quero apontar é a maneira como você se sente, pensa e se comporta diante dessa realidade inevitavelmente dolorosa.

As rapidinhas da minha linda e eterna Cabrobó

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A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e atividades ao ar livre Um Natal sem brilho 
Quem visitou a minha linda e eterna Cabrobó, neste Natal ficou decepcionado com o que se viu pelas praças, avenidas e na própria prefeitura. 

Pelas ruas, muita gente reclamou da falta do clima natalino. A cidade que tem forte tradição cristã parecia órfã, simplesmente, não havia clima de natal pelas ruas. O resultado foi devastador e visível nas avenidas e praças publicas da cidade, nenhuma decoração para alegrar o povo trabalhador da minha linda e eterna Cabrobó.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e noite Um Natal sem brilho II
O natal e o ano novo são épocas de renovar a esperança. E a iluminação e decoração são partes fundamentais para criar esse clima natalino e ajuda a animar a população. Mas sinceramente, esse ano na minha linda e eterna Cabrobó está apagado, sem vida, sem magia e sem esperança em um ano melhor pela frente.

A magia do natal sempre foi muito boa para o comércio. O clima criado pelos enfeites e iluminação acaba contagiando as pessoas com a data, que saiam de casa pra ver decoração e compravam mais presentes. Mas esse ano, considerado um dos piores natal dos últimos anos da minha linda e eterna Cabrobó. Segundo alguns lojistas, há muitos anos não se via um movimento tão fraco no comércio da minha linda e eterna Cabrobó. Esse dado pode ser comprovado inclusive pelo fluxo da população principalmente nas ruas do centro da cidade. Lojas e outros estabelecimentos vazios, sem clima natalino na cidade me fez lembrar uma canção do saudoso Raul Seixas, “O dia que a Terra Parou”.

A Casa de Leis sem brilho 
Sem decoração natalina, deixando a Casa de Leis, sem brilho, sem alegria, pasmem, reflete como anda o fim da gestão do presidente Ramsés.

Os visitantes que vieram visitar os parentes e amigos, estão decepcionados com o Executivo, Marcílio Cavalcanti e o Legislativo, Ramsés. 

Os dois medalhões desgastados perante a opinião pública demostraram nesse ano de 2018 que estão sem brilhos, sem criatividades, sem esperanças e desmotivados com a péssima gestão de ambos. 

Resultado de imagem para muriçocasO Natal das muriçocas
E a muriçoca çoca çoca çoca çoca çoca
E a muriçoca pica pica pica pica pica
Oi, a muriçoca çoca çoca çoca çoca çoca
E a muriçoca pica pica pica pica pica (Fragmentos da música Muriçoca, Rei Cacimbinha).


Ninguém merece passar o Natal com a rebeldia das muriçocas. Antes elas atacavam a noite, mas de uma hora para outra, pasmem, começou a sua rebeldia a partir das 15h, deixando a população revoltada com a situação.

Uma participante de um famoso grupo de conversas, denominado TRIBUNA de Cabrobó, clamou para que os vereadores que participam do grupo entrassem em contato com o secretário de Infra-estrutura, Ubiraci. 


A vereadora, Suzana Freire, disse no grupo de conversas que entrou em contato com o secretário onde o mesmo garantiu que mandará as máquinas para limpar o canal das muriçocas. 

Resultado de imagem para muriçocas A rebeldia das muriçocas
Tu quer dormir de noite, não consegui dormir
Um zunido nos ouvido a muriçoca vem aí
Tu quer dormir de noite, não consegui dormir
Olha o zunido
E a muriçoca çoca çoca çoca çoca çoca
E a muriçoca pica pica pica pica pica 
(Fragmentos da música Muriçoca, Rei Cacimbinha).
Logo quando cai a tarde, as janelas das casas que margeiam o canal das muriçocas, são fechadas. O mau cheiro nem é tão presente, mas, em compensação, as muriçocas tomam conta das residências próximas. O problema ganha proporção devido a um amontoado de mato crescido e lixo que tomam o curso do canal. 
E a limpeza, relatam os moradores, ocorre pouquíssimas vezes ao ano. No resto dos meses, a infestação de insetos volta a crescer - uma "dor de cabeça" que se arrasta por décadas.
Resultado de imagem para vereador Avanildo de cabrobóEmendas parlamentares contra as muriçocas foram designadas
Algum vereador já tomou providências pra mandar limpar o canal? Ou vamos ter que esperar até 2020? Uma participante do grupo de conversas Tribuna de Cabrobó fez as perguntas  acima. 
O vereador Avanildo Barros, respondendo aos questionamentos da participante do grupo e, relatou que em 2017, através de uma das suas emendas disponibilizou para que o prefeito pudesse limpar o canal 4 vezes ao ano. "Fiz o meu dever de vereador, o resto só depende do prefeito. Disse Avanildo.

Opinião 
Parabéns ao vereador, Avanildo Barros, pela emenda apresentada em 2017, mas ao meu ver teria que está dando pressão no prefeito Marcílio Cavalcante e no secretário de Infra-estrutura para resolver o problema que há décadas assola os moradores dos diversos bairros que margeiam o canal das muriçocas.

Resultado de imagem para LOAA Lei orçamentária e as emendas 


Todos os anos, o prefeito municipal precisa elaborar um projeto de lei orçamentária, que determinará os gastos municipais no ano seguinte. Para que o processo seja mais transparente, o orçamento precisa ser apresentado a Casa de Leis. Este, por sua vez, analisa o projeto e define se aprova ou não a proposta do governo.
É nesse momento que podem ser apresentadas as emendas parlamentares, ou seja, alterações no orçamento anual feitas diretamente pelos vereadores. Elas podem ser de três tipos:
  • apropriação: acrescentam despesas para o projeto;
  • remanejamento: proposição de novos projetos, com uso de recursos já previstos no projeto original;
  • cancelamento: suprime alguma despesa prevista.
Resultado de imagem para prefeito marcilio e presidente ramsesAs barganhas entre o Executivo e o Legislativo 
Até 2015, as emendas parlamentares eram executadas livremente pelo governo federal. Ou seja, os parlamentares as propunham, mas o governo definia se os recursos para as emendas seriam liberados e quando. Por isso, esse instrumento tornou-se uma forma de barganha entre Executivo e Legislativo(semelhante às indicações de secretários): os recursos das emendas eram liberados pelo prefeito em momentos estratégicos, quando precisava de grande apoio do Legislativo para aprovação de projetos.
Opinião
Muitos vereadores ditos da base de apoio ao prefeito Marcílio Cavalcanti em vários projetos votaram com o prefeito em troca de moedas.
Em muitos caso, pasmem, o prefeito não cumpriu com a palavra deixando alguns vereadores com raiva. 
Resultado de imagem para prefeito marcilio e presidente ramsesAs barganhas entre o Executivo e o Legislativo II
Foi então que surgiu a Emenda Constitucional 86, aprovada em março de 2015, conhecida como PEC do orçamento impositivo, que estabeleceu um valor mínimo vindo de emendas parlamentares que devem, obrigatoriamente, ser executadas no ano seguinte. 
Isso significa que hoje, para cada parlamentar cabroboense (temos 12 vereadores), é garantida uma cota individual de pouco mais de R$ 91 mi reais, que podem ser destinados a um máximo de emendas diferentes. Mas existe uma ressalva importante: metade do valor das emendas precisa ir para a saúde.
Opinião 
Os 12 vereadores em 2017, colocaram nas suas emendas um valor para comprar uma UTI móvel, pasmem, o prefeito não realizou o sonho dos 12 vereadores e, comprou uma ambulância com ar condicionado.
Não cumpriu com as emendas. 
Resultado de imagem para presidente ramses em cabrobóUm presidente raivoso em fim de mandato
O presidente Ramsés, não teve um ano espetacular à frente do Legislativo onde não conseguiu colocar seus planos na ordem do dia (jargão utilizado pelos presidentes).

Com a derrota humilhante para continuar a hierarquia na Casa de Leis, por mais 2 anos, totalizando 4 anos, sofreu uma derrota nunca visto antes na "Terra da cebola".

Desde a derrota, o presidente Faraó, vem utilizando o poder que o outorga e, vem dificultando a vida do fragilizado e sem brilho, prefeito Marcílio Cavalcante.

A LOA, até o presente momento não foi aprovada, deixando pelo jeito a sua aprovação para os 45 minutos finais.

Caso não seja aprovada a LOA, a nova mesa diretora terá que trabalhar com um orçamento velho, ou seja, perdendo receita.

A cidade também sairá perdendo sem a aprovação da LOA, sem esquecer que o nobre presidente sabe disso melhor do que ninguém,

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