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Parabéns para Sotreq pela 3ª caminhada da saúde

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A empresa Sotreq está de parabéns por realizar a 3ª caminhada da saúde com os seus funcionários, amigos e simpatizantes.

A programação do evento foi bastante recheada com café da manhã, aferição de pressão e glicose, apresentação de grupo de Capoeira e treino funcional.

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Reflexão _ Provação pelas tribulações, Ariel Sousa

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A vida é uma viagem de barco por um oceano em que, mesmo que o capitão consiga conduzir com segurança a nau e sua tripulação por muito tempo, haverá momentos, horas, dias, meses ou anos, em que chegará a tormenta que irá tira-los da rota e fazê-los ficarem perdidos e sentirem-se desesperados, enlouquecidos, impotentes, sozinhos, doentes e famintos.

Nessa hora o mais importante de tudo é cuidar do essencial  das vidas das pessoas, de não deixar que o barco afunde, nem se perder o rumo, e que ninguém se atire aos tubarões por desespero.

Porquê não há bem que sempre dure e nem ha mal que nao se acabe e a tormenta passará um dia ... E o barco irá ser novamente colocado em seu curso e a viagem irá prosseguir até o seu destino final.

Isso é assim para todos desde o início dos tempos e continuará a sê-lo.

A Praça Mahatma Gandhi faz parte da história da CAPITAL do DINHEIRO (Parauapebas), Creusa Vicente

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Hoje, relendo uma mensagem de minha filha encontrei esta frase... "Momentos ficam gravados na memória e a memória não se mede pelo tempo, mas sim pelo que vale".

Lendo isto resolvi contar historia. Muitos anos atrás, um grande número de pessoas de varias partes do Brasil começaram a construir uma cidade. Com garra, entusiasmo, espírito de pioneirismo, sonharam, planejaram, construíram... escola, hospital, igreja, ponte. Faltava algo... uma Praça, a Praça da Igreja, tinha até um coreto onde a única Banda Municipal tocava algumas marchas bem antigas. 

Voces não sabem ou podem não lembrar que foi planejada pra ter flores, mas na cidade não tinha flores, foram compradas mudas em Goiânia e não chegaram a tempo para plantar .

No dia da inauguração desta Praça, pra surpresa de todos, haviam plantado mudas de abacaxi.
Ah beleza crua e pura, era de emocionar porque valia o esforço de criar o primeiro espaço de convívio social, onde as famílias se dirigiam nos domingos à noite para confraternizarem. 

Tinha uma fonte, uma arena, um fotógrafo com um cavalinho que servia de cenário pra milhares de fotos de vcs dos seus filhos dos meus filhos e netos. Encontos desencontros... muitos casamentos.
Todos escrevemos estas paginas da história e guardamos na nossa memória. O nome da Cidade vocês já sabem e da praça é Mahatma Gandhi, a primeira.

Isto é história.


A imagem pode conter: 2 pessoas, incluindo Creusa Vicente, pessoas sorrindo, pessoas sentadas e óculos de solCreusa Vicente, ex-vereadora no período de 2005 a 2008


Saúde _ Não quer ter uma saúde frágil? Então diminua o tempo que passa na cadeira

Fazer 2,5 horas de exercício aeróbico moderado por semana protege sua saúde
Fazer 2,5 horas de exercício aeróbico moderado por semana protege sua saúde.

Se você é do tipo que sempre se senta quando vê um banco livre no ônibus ou um sofá, é melhor repensar seus hábitos. De acordo com um novo estudo, publicado pela Universidade de Queensland, na Austrália, permanecer muito tempo na na cadeira torna a saúde das mulheres mais frágil e diminui os anos de vida.

A boa notícia é que, de acordo com os cientistas, as participantes da pesquisa que diminuíram seu tempo sentado em aproximadamente duas horas por dia reduziram o risco de vulnerabilidade.

No trabalho científico, os pesquisadores analisaram o comportamento sedentário de 5462 mulheres idosas, durante 12 anos. A equipe dividiu o tempo sentado em três categorias: baixo (3,5 horas por dia), médio (5,5 horas por dia) e alto (10 horas por dia).

Estudos anteriores já mostraram que, embora as mulheres vivam mais do que os homens, elas estão em um risco comparativamente maior de fragilidade. E a pesquisa australiana também confirmou isso. No geral, as mulheres que tinham alto nível de sedentarismo --cerca de 10 horas por dia - corriam mais risco de se tornarem frágeis.

"Fragilidade significa que você tem menos reservas para se recuperar de doenças ou ferimentos. Também está ligada ao aumento do risco de hospitalização, quedas, mudança para instalações de cuidados residenciais e mortalidade prematura", diz Paul Gardiner, um dos autores do estudo.

Para uma saúde ideal, a equipe de cientistas recomenda que adultos com 65 anos ou mais se envolvam semanalmente em pelo menos 2,5 horas de atividade aeróbica (corrida, caminhada, natação) de intensidade moderada, bem como realizem exercícios de fortalecimento muscular duas vezes por semana.

Sem candidato, 41% mantêm a sucessão aberta.


O Ibope informa que a taxa de eleitores sem candidato ao Planalto é notável: 41%. Esse bloco divide-se entre os 33% que planejam desperdiçar o voto (brancos ou nulos) e os 8% que não têm ideia do que fazer com ele (não sabem ou não responderam). Os dados revelam que, a apenas quatro meses da eleição, a disputa pela poltrona de presidente da República está aberta.

Uma disputa em que mais de 40% do eleitorado não consegue enxergar uma porta de saída na antessala da eleição. Lula está empatado com os 33% de brancos e nulos. Sem ele, os candidatos que sobram estão abaixo desse patamar.

Aqui no Pará, um candidato a governador que tiver 1,8 milhões de votos estará praticamente. A conta bate se não for levado em consideração o número de votos brancos, nulos e a abstenção. Ou seja, apenas o número de votos válidos.

Para as duas vagas de senador, o cálculo é o mesmo. Quem tiver em média 1,5 milhões de votos estará com a faixa no peito.

Em se tratando de deputado federal, quem tiver entre 90 e 100 mil votos voltará em 2019 ao Congresso Nacional. 

Para deputado estadual, com 40 mil votos, seja de qual partido for, o candidato estará eleito.



Fontes _ Blog do Jozias e Carlos Mendes 

Cai o número de jovens interessados em fazer carteira de motorista

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As prioridades dos jovens mudaram desde 2015. É o que revela a reportagem da Folha de S. Paulo sobre o interesse dos jovens em fazer a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O volume total de emissões passava dos 3 milhões em 2014 e recuou para 2,1 milhões no ano passado. O levantamento foi realizado pela empresa de pesquisa Ipsos a partir de dados fornecidos pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).
De acordo com o diretor de pesquisa automotiva da Ipsos, Fernando Deotti, “muita gente pensa no custo-benefício de ter um carro e, por tabela, de tirar a carteira de motorista”.
A pesquisa aponta que houve queda de 20,6% na quantidade anual de carteiras emitidas de 2014 para 2017 para jovens entre 18 e 21 anos. Nordeste e Sudeste foram as regiões em que o declínio se mostrou mais contundente.
A Junior Mackenzie Consultoria também fez uma pesquisa que indica que 55,4% dos jovens brasileiros entre 18 e 22 anos não tiraram a CNH. O estudo foi realizado em novembro e dezembro de 2017 com 1.537 estudantes, em nove regiões metropolitanas do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Goiânia e Brasília.
O custo é a principal justificativa para os que não tiraram a CHN, com 58%.
Além disso, cerca de 9% dos entrevistados no estudo das capitais assumiram a falta de interesse em dirigir.
Aqui na CAPITAL do DINHEIRO (Parauapebas), a carteira de motorista varia de 2.500 a 2.800 reais, fora o SIMULADOR que custa em torno de 400 reais, totalizando 2.900 a 3.200 reais, muito caro, pasmem, com esse valor afasta qualquer pessoa.   

Minuto Finanças _ Maioria dos casais não dá acesso a detalhes financeiros um do outro


Nada demonstra melhor a frase “o que é meu é seu” em um casamento do que abrir uma conta conjunta no banco, especialmente se um dos cônjuges recebe muito mais do que o outro. No entanto, de acordo com pesquisa realizada na Inglaterra com mil pessoas comissionadas pela empresa Prudential, grande parte dos casais atualmente guardam segredos um do outro quando o assunto é finanças.
Segundo o estudo, mais de 50% dos entrevistados disseram não saber o salário do cônjuge e um número similar afirma esconder a existência de cartões de créditos e empréstimos pessoais. O estudo revela uma mudança no comportamento entre casais.
Nos anos 1970 e 1980, contas conjuntas passaram a ser cada vez mais comuns com a entrada das mulheres no mercado de trabalho. Agora, é possível que os casais, apesar de dividirem vários aspectos de suas vidas, prefiram manter certa independência quando o assunto é dinheiro.
“As mulheres do século XX conquistaram suas autonomias, investiram em suas formações acadêmicas e, assim, alcançaram sua independência. Elas exercem profissões que eram de exclusividade dos homens, como nas áreas da Informática e das Engenharias. Para muitas delas a própria maternidade foi protelada para após as realizações profissionais”, explica o psicólogo do Centro Universitário Internacional Uninter, Ivo Carraro.
O estudo mostra que os homens que revelaram esconder dinheiro tinham mais propensão de fazê-lo para realizar gastos pessoais com entretenimento e saídas sem a parceira, enquanto mulheres alegaram que faziam reservas, em sua maioria, para casos de haver um rompimento no relacionamento, como um fundo de reserva.
Outra explicação do especialista é que o conceito de amor também mudou. “No século XXI, as pessoas pensam que já são completas por si sós. As disfunções conjugais ocorrem com mais frequência, daí a individualidade financeira apontada nos estudos dos casais”.
Uma nova pesquisa realizada pela empresa britânica de seguros de vida, Direct Line Life Insurance, mostra que um a cada cinco britânicos, tem um parceiro que não sabe detalhes financeiros sobre valores de pensão relacionados à aposentadoria. Ainda, quase uma pessoa casada em cada cinco nega ao parceiro acesso a poupanças, aumentando para 28% quando considerado pessoas em uniões estáveis como um todo. O estudo mostra que 16% das pessoas casadas não dão acesso a detalhes de cartão de crédito os seus companheiros, número que sobe a 27% quando considerado casais em uniões estáveis.

As rapidinhas da minha linda e eterna Cabrobó

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Nenhum texto alternativo automático disponível. Alô presidente cadê as fotos das legislaturas


Acima, as paredes onde foi inaugurada a galeria dos vereadores e os anos correspondente as suas legislaturas.

Segundo informação, foi desativado desde o ano passado na gestão do presidente Ramsés, jogando a história na lata de lixo.

Nenhum texto alternativo automático disponível.Alô presidente cadê as fotos das legislaturas passadas II
Alô vereadores da CASA de LEIS, seria bom junto com o presidente Ramsés, o FARAÓ, reativarem a galeria vereadora Marlene Torres com as fotos das legislaturas passadas.


Resultado de imagem para ultrasonografiaAs ultrasonografias são canceladas devido o jogo do Brasil

Uma paciente grávida de 8 meses com uma ultrasonografia marcada desde o dia 15 de Maio para o dia 27 de junho teve sua consulta cancelada devido o jogo do Brasil, você acredita?

Lembrando que o Hospital só realiza ultrasonografia somente as quartas-feiras. Isso é um absurdo.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas em péA sessão mais rápida dos últimos 14 anos
A sessão mais rápida dos últimos 14 anos aconteceu na terça-feira 26, pasmem, foram 5 minutos cravados.

Estranho dois vereadores, com blusas que não combinam para uma sessão, e com certeza com o Regimento da Casa de Leis.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas em péA sessão mais rápida dos últimos 14 anos
A cidade com tantos problemas como, a falta de emprego, saúde precária, salários dos funcionários atrasados há dois meses, lentidão em colocar as lâmpadas LEDs nos postes, e mesmo assim, a CASA de LEIS, como num passe de mágica, fez vista grossa para esses problemas e mesmo assim acelerou o término da sessão.

Na sessão relâmpago, foi lido apenas um requerimento, e depois o vereador Duda Caldas (foto), usou a tribuna, após seu discurso, o presidente encerrou mais uma sessão.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e multidãoUm dos piores São João dos últimos anos
Conversando com vários amigos da década de 80, fiz a seguinte pergunta: Na sua avaliação como o foi o São João desse ano?
Muito ruim, as atrações muito fraca, prefeito fraco e sem noção.

Esse São João entrou para história como o pior, e o maior culpado foi o prefeito FABRICADO que não quis investir num evento que rende dividendos.

A imagem pode conter: 2 pessoas, multidãoUm dos piores São João dos últimos anos II
O São João desse ano, reflete a real situação em que se encontra o prefeito FABRICADO.

Quando um prefeito está mal das pernas, tudo dar errado no que faz. Esse mês de junho entrará para a história das festividades juninas como a pior.

As pessoas que adoram, curtir um verdadeiro São João, tiveram que se mandar para Petrolina, pois as atrações de lá eram bem mais atraentes.

Resultado de imagem para edgar caldasAniversário do ex-prefeito Edgar Caldas foi comemorado em grande estilo
Um dos políticos mais velhos em atividade, o ex-prefeito por diversas vezes, Edgar Caldas, atualmente secretário de Infraestrutura, e que está afastado por motivos de saúde, completou 75 anos de vida.

No seu niver, foram convidados amigos e simpatizantes para cantar os parabéns para o velho Edgar Caldas.

Ameaça de alta abstenção muda estratégias de marqueteiros políticos

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O alto número de abstenções nas eleições de segundo turno para eleger o novo governador do Tocantins, no último fim de semana, confirmou aquilo que já se sabia: o desencanto do eleitor brasileiro. O desafio, a partir de agora, para políticos pré-candidatos às eleições de 2018 é criar estratégias específicas para esse público. Em alguns casos, a depender do candidato, o número de desistências pode ser positivo. Em outros grupos, a população não sair se casa, pode ter um efeito devastador.

As pesquisas recentes indicam que o número de abstenções deve crescer ainda mais este ano, em relação às últimas eleições gerais, em 2014. O último Datafolha indica que um em cada quatro brasileiros já admite que votará nulo ou em branco (23%). Em janeiro, o índice era de apenas 8%. Outra pesquisa que também indicou um resultado parecido foi a feita pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), em maio deste ano, que indicava 20,4% de eleitores que admitiam votar nulo ou em branco. Nessa pesquisa, esse era o segundo índice mais alto, perdendo apenas para os indecisos, com 39,7%. Nos cenários simulados, que estimulam o voto, os nulos e abstenções chegam a 30,5% no primeiro turno. Questionados sobre um possível segundo turno, há casos em que esse número pode chegar a mais da metade dos eleitores, com 52,8%.

STF manda soltar José Dirceu

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Por 3 votos a 1, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta terça-feira, suspender a execução da condenação do ex-ministro José Dirceu a trinta anos de prisão na Operação Lava Jato. Com a decisão, Dirceu deverá ser solto. Ele cumpre a pena na Penitenciária da Papuda, em Brasília. A decisão foi tomada a partir do habeas corpus protocolado pela defesa de Dirceu. Votaram pela soltura o relator, Dias Toffoli, e os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato no STF, votou contra a concessão da liberdade. A maioria entendeu que o cálculo da pena pode ser revisto e Dirceu pode aguardar em liberdade o julgamento do recurso contra a condenação. 


José Dirceu foi preso no mês passado após ter a condenação confirmada pela segunda instância da Justiça Federal, com base no entendimento do STF que autorizou a execução provisória da pena.

Enquanto isso, várias pessoas estão presas por coisas tão simples, como roubar um kilo de arroz para alimentar os filhos que passam fome.

Enquanto isso fulano X, foi preso por estar curtindo com a namorada dentro do carro.

Enquanto isso fulano Y, está preso porque estava fumando um baseado sozinho no cantinho (não estou dizendo que aprovo essa prática).

Como disseram décadas atrás, o Brasil não é um país sério.  

Sucessor do sobrevivente político Michel Temer governará no vermelho

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Mesmo com a manutenção do teto dos gastos públicos, criticado por parte dos pré-candidatos à sucessão presidencial, e “algumas reformas estruturantes”, o governo prevê contas públicas no ver-melho até o final do mandato do novo presidente da República, em 2022. O cenário faz parte do esboço da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, lançado à consulta pública pelo Ministério do Planejamento. O documento é uma tentativa de estabelecer um planejamento de longo prazo no país, até 2031.
O capítulo intitulado “riscos e medidas mitigadoras” indica como principal ameaça ao planejamento de longo prazo uma “fragmentação política” que impeça o futuro governo de levar adiante “me-didas fiscais necessárias à consolidação de um equilíbrio fiscal”. O documento defende as reformas tributária e da Previdência, além da revisão de políticas públicas, dos gastos tributários e subsídios concedidos. Só em incentivos fiscais, a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2019 prevê que o governo abrirá mão de arrecadar R$ 303 bilhões, mais do que a soma dos orçamentos dos ministérios da Saúde e da Educação.
Outros riscos apontados na “Estratégia” são a possibilidade de baixa atração de investimentos privados, uma defasagem na incorporação de avanços tecnológicos, a reestruturação do crime organi-zado, a ampliações hídricas, decorrentes de uma maior degradação ambiental e das mudanças climáticas.
As contas no vermelho previstas para o período de mandato do novo presidente da República são resultado, principalmente, da pressão de gastos obrigatórios, a começar pelo pagamento de benefí-cios previdenciários e assistenciais. Essas despesas obrigatórias alcançarão 93%, 95% e 98% do total das despesas, respectivamente, em 2019, 2020 e 2021. Isso não apenas comprimirá a margem de investimentos públicos, como fará com que o governo produza déficits para manter a máquina funcionando.
A atual série de déficits do governo central, iniciada em 2014, chegou ao pior momento em 2015 e acompanhará o mandato do novo presidente da República. “Dessa forma, o resultado primário do setor público não financeiro permanece negativo até, pelo menos, 2021, completando oito anos de déficit primário”, diz nota do ministério.
 

Entrevista _ O cientista político, Alberto Almeida fala sobre as eleições 2018

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O cientista político Alberto Carlos Almeida fala sobre as eleições 2018.

BBC News Brasil - No seu livro recém-lançado, você analisa indicadores eleitorais e sociais para afirmar que as eleições presidenciais no Brasil são previsíveis e reforçam o monopólio de PT e PSDB. O senhor acredita que este podeque este pode ser o caso do pleito deste ano, mesmo com Lula preso e o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, tão em baixa?
Almeida - Um forte indicador são as pesquisas já foram divulgadas e mostram o Lula liderando a corrida presidencial, mesmo preso. As pessoas podem até falar "ah, mas ele não vai ser candidato" - pode ser, mas isso é um sinal da força do PT. E essa liderança se dá graças ao Nordeste do país, o que reforça o padrão que eu demonstro no livro com base nas eleições de 2010 e 2014. O que falta é o PT ter um candidato para o lugar do Lula, e nessa hora o Nordeste vai olhar com todo carinho, pensar em programas como o Bolsa Família, como a vida deles melhorou nos anos do PT, etc.

O fato de as pesquisas mostrarem uma certa dificuldade do PSDB neste ano, não quer dizer que ela vá permanecer. A gente não pode esquecer que na eleição passada, o então candidato Aécio Neves passou a Marina Silva somente na quinta-feira antes da votação que ocorreu no domingo. O mesmo pode vir a acontecer com o Geraldo Alckmin, já que o PSDB tem uma máquina muito forte em São Paulo.


BBC News Brasil - Quer dizer que, depois de todos os escândalos de corrupção e da Lava Jato, nada mudou na cabeça do eleitor brasileiro?
Almeida - Não é que nada tenha mudado. Quando se fala do eleitor você está falando da procura, da demanda - o eleitor demanda mudança, e isso não é de hoje. Mas quando falamos de partido, falamos da oferta, e essa oferta no Brasil é "oligopolizada". Os recursos de campanha, recursos financeiros, tempo de televisão - tudo está muito concentrado no PT e PSDB, eles são muito fortes. A diferença entre eles e os competidores deles é muito grande.



BBC News Brasil - Com a recessão e os cortes de gastos públicos, muitas pessoas que haviam ascendido experimentaram retrocesso social. Como essa experiência se refletirá no voto?
Almeida - Eu tenho visto isso de forma muito direta. Há um apoio muito forte ao voto de oposição - e a oposição sendo o PT. Ou seja, na cabeça do eleitor funciona mais ou menos assim: "tiraram o PT e colocaram um governo que não está funcionando, então põe o PT de volta".

Essa intenção de voto no Lula mostra um pouco isso, e nas pesquisas você observa que há um favoritismo para o PT. Então, embora a crise tenha afetado figuras do partido, o saldo favorece a sigla nas eleições desse ano, as pesquisas mostram isso inclusive para o segundo turno. Aí, mesmo que você não tenha o Lula, que seja outro candidato, o partido tem uma máquina muito forte, por exemplo: o governo da Bahia, de Minas Gerais, que é o maior colégio eleitoral do país. Se somar Minas, Bahia, Maranhão, Piauí, dá um quarto do eleitorado brasileiro, sem contar todos os Estados do Nordeste.



BBC News Brasil - Com Lula preso, muitos de seus eleitores continuam sem candidato. Quem tende a "herdar" esses eleitores? Por quê?
Almeida - Na minha avaliação, esses eleitores devem ficar com PT porque o partido tem uma máquina muito forte. A gente pode até imaginar como vai ser essa dinâmica de lançamento de um candidato: eles vão anunciar quem vai ser, o ex-presidente deve enviar uma carta, que será lida, esse nome vai ser entrevistado e ter mídia forte durante algum tempo, a exposição midiática vai ser muito grande - e esse candidato pode crescer.


BBC News Brasil -Os grandes escândalos não arranharam a imagem de PT? E agora do PSDB? O eleitor não está ligando pra isso? Por quê?
 Almeida - Arranharam sim, se não tivessem arranhado, a eleição estaria ganha no primeiro turno. Ainda que se suponha um equilíbrio porque a imagem do PT está arranhada, a ascensão do Bolsonaro também por causa dessa imagem mais prejudicada - não fosse isso, o PT ganharia no primeiro no turno e o PSDB estaria mais à frente nas pesquisas, com muito mais solidez. Então os escândalos de corrupção estão sendo sentidos sim, e eles é que são responsáveis pelo cenário que estamos vendo antes das eleições e da campanha em si.

BBC News Brasil - No livro o senhor analisa indicadores para afirmar que um segundo turno sem PT e PSDB neste ano é possível, mas não provável. Por quê?
Almeida - Por causa das máquinas. Hoje a dificuldade maior é dizer se o PSDB vai. Mas eles têm uma máquina muito forte, um domínio político em cada Estado - agências de publicidade, diretores de entidades estatais, de hospitais - essa máquina fica ali esperando a eleição, e será ativada na campanha. O PSDB tem essa máquina muito forte principalmente em São Paulo. E o PT continua tendo uma máquina forte, como eu disse anteriormente. Nesse aspecto, podemos não ter nenhum novidade. A oferta é rígida, e limitada. E faz parte de uma construção, que leva tempo. PT e PSDB são grandes jogadores.

Cabrobó _ Cenas da Cidade


Fios de poste solto põem pedestres em risco na calçada da Avenida Conrado Ferraz.

Alô prefeito, vice-prefeito, secretários municipais e vereadores seria bom vossas excelências resolverem essa situação antes que ocorra um caso mais sério.    

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Carlesse é eleito para "mandato-tampão" no Tocantins; abstenção atinge 35%

Mauro Carlesse vota no Centro Universitário de Gurupi (Unirg), no sul do Tocantins
 Mauro Carlesse vota no Centro Universitário de Gurupi (Unirg), no sul do Tocantins.

Com 75,14% dos votos válidos, o governador interino do Tocantins, Mauro Carlesse (PHS), foi eleito em segundo turno como novo governador do Tocantins, em eleições suplementares realizadas neste domingo (24) no estado. O senador Vicentinho Alves (PR) ficou em segundo lugar, com 24,86% dos votos válidos.

Carlesse, que era o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, ocupava interinamente o cargo desde abril, depois de o governador eleito em 2014, Marcelo Miranda (MDB), e sua vice, Cláudia Lélis (PV), terem seus mandatos cassados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por acusação de arrecadação ilícita de recursos para a campanha.

Depois de abstenções recordes no primeiro turno, em 3 de junho (43,5% do eleitorado anulou, votou em branco ou não compareceu), o esvaziamento das urnas voltou a se repetir neste domingo no estado: as abstenções somaram 34,86% do eleitorado. Os votos brancos representaram 2,59% dos votos válidos e, os nulos, 23,46%.

O governador TAMPÃO, Mauro Calesse, vem sendo investigado pela Polícia Federal e pelo Tribunal Regional Eleitoral pela suspeita de que teria liberado emendas parlamentares poucos dias antes do primeiro turno das eleições suplementares em benefício próprio. Além dissoentregou à ex-mulher, em processo de divórcio, propriedades que não foram declaradas à Justiça eleitoral. 

O cantor Zé Geraldo encerra com chave de ouro a 23ª semana do Meio Ambiente na CAPITAL do DINHEIRO


"Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar". (Fragmentos da música Cidadão de Zé Geraldo)

O cantor e compositor, Zé Geraldo, alegrou os seus fãs de carteirinha no encerramento da 23ª semana do Meio Ambiente no estacionamento do Partage Shopping.

Com as lindas canções, Senhorita, Cidadão, Milho aos Pombos, entre outras, o cantor Zé Geraldo, levou seus fãs a loucura, e interagiu de uma maneira maravilhosa que após o show, os seus fãs pediram bis, onde prontamente o cantor atendeu.

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Após o show, os seus fãs fizeram filas para tirar uma foto, e receber um autógrafo, como os pedagogos Raimundo Moura e a sua esposa Geneusi. 

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Parabéns ao secretário de Meio Ambiente, Dion Lenon, meu querido ex-aluno, e a sua equipe pela organização do evento, mas na próxima, rsrsrs, traga o grande cantor e compositor, Guilherme Arantes, com suas músicas voltadas para a natureza. 

Reflexão _ As regras da Vida, Alejandro Bullón

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Alegrem-se e exultem as gentes, pois julgas os povos com equidade e guias na terra as nações.  Sal. 67:4

Prosperidade, quem não a quer?As pessoas fazem de tudo para encontrá-la. O ser humano percorre todos os caminhos para achá-la. No salmo de hoje nos deparamos com um povo próspero e feliz que se alegra e exulta o nome de Deus pelas bênçãos recebidas.

Por que o Senhor concedeu àquele povo o que todos procuram e não acham? A resposta é: Aquele povo aceitou a Deus como juiz e como o guia.  
Imagine o futebol sem regras e sem juiz. As pessoas entram no campo para disputar uma bola. Não há regras, trave, tempo, posição adiantada, falta, nem tiro livre. O jogo começaria mas nunca acabaria. À medida que o tempo passa-se  os jogadores ficariam cansados, iriam saindo um a um, mas quem ganharia o jogo? Aonde chegaríamos? Que sentido teria tudo aquilo?
A vida é mais séria do que um jogo, no entanto tem gente querendo entrar nela sem regras e sem juiz. Corre de um lado para outro, trabalha, luta se esforça acorda de manhã, dorme a noite, e a medida que o tempo passa, um a um vai saindo do cenário. Podem até ter feito uma “jogada extraordinária”, mas que sentido teve tudo aquilo?
O salmo de hoje apresenta um povo feliz porque aceitou as regras da vida e aceitou também o juiz. Não existe outro modo ser feliz.
Não é fácil ser guiado. O ser humano natural quer encontrar “seu próprio” caminho,  viver do jeito que ele acha sem dar satisfação a ninguém. Confunde as coisas, chama a isso de liberdade, fere-se, frustra-se e quando percebe que tomou o caminho errado, já é tarde. A palavra de Deus contém as regras da vida. Ignorá-las é insensatez. Negá-las é loucura.
Medite hoje nas suas atitudes com relação a Jesus. Faça dEle o centro de sua experiência e com Jesus no seu coração não tema as circunstâncias adversas que a vida pode trazer. “Alegrem-se e exultem as gentes, pois julgar os povos com equidade e guias na terra as nações.”

Pelas lentes do fotógrafo Anderson Souza

 
Gavião de Rabo Branco - Parque Nacional Campos dos Ferruginosos, Canaã dos Carajás, Amazônia, Pará, Brasil.

Bancos aumentam lucros e demitem mais

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Setor eliminou 2.675 postos de trabalho em apenas cinco meses este ano
Os bancos fecharam 2.675 postos de trabalho no Brasil, nos cinco primeiros meses deste ano, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Desde janeiro de 2016, em apenas quatro meses os saldos foram positivos (janeiro de 2016, julho e novembro de 2017 e janeiro de 2018).

São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná foram os estados com maiores saldos negativos. Foram, ao todo, 11.283 admissões e 13.958 desligamentos no período. Somente em maio, os bancos fecharam 328 postos de trabalho pelo país “Mesmo com os lucros exorbitantes, os bancos continuam demitindo. Isso é um absurdo. 
É uma falta de compromisso com o Brasil, no momento em que o país tem um nível de desemprego de quase 29 milhões de pessoas, somando desempregados e trabalhadores com empregos precários. Os bancos deveriam contratar, pelo lucro que tem”, declarou Juvandia Moreira, presidente da Contraf-CUT.

Os reflexos da reforma trabalhista já ficaram claros. As demissões sem justa causa representaram 53,4% do total de desligamentos no setor bancário entre janeiro e maio de 2018. As saídas a pedido do trabalhador representaram 38,8% dos tipos de desligamento. Nesse período foram registrados, ainda, 24 casos de demissão por acordo entre empregado e empregador. Essa modalidade de demissão foi criada com a aprovação da Lei 13.467/2017, em vigência desde novembro de 2017. Os empregados que saíram do emprego nessa modalidade apresentaram remuneração média de R$ 8.898,58.

São Paulo registrou 57,9% das admissões e 52,6% do total de desligamentos, apresentando o maior saldo negativo no emprego bancário no período analisado, com 814 postos fechados no ano. Rio de Janeiro e Paraná foram os estados que mais fecharam postos, depois de São Paulo. Foram fechados, respectivamente, 605 e 366 postos. O Pará apresentou o maior saldo positivo (107 postos).
 

Eleições 2018 _ Mulheres de menor renda podem definir eleição presidencial

No Nordeste, mais de metade das eleitoras ainda não têm candidato nos cenários mais prováveis - aqueles sem Lula como o candidato do PT
No Nordeste, mais de metade das eleitoras ainda não têm candidato nos cenários mais prováveis - aqueles sem Lula como o candidato do PT.

A menos de quatro meses da disputa presidencial, um terço do eleitorado brasileiro não tem candidato. A atual rejeição aos nomes que tentam consolidar sua candidatura, porém, não é uniforme: a indefinição do voto feminino hoje é muito superior a do masculino, indicando que a escolha delas terá um peso importante para definir o quadro eleitoral daqui para frente.

A incerteza se intensifica ainda mais com a saída do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) da disputa, cenário hoje mais provável devido à sua condenação em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Segundo a última pesquisa do Instituto Datafolha, se a eleição presidencial tivesse ocorrido no início de junho com outro petista na disputa (Fernando Haddad ou Jaques Wagner), 41% das eleitoras brasileiras não teriam escolhido qualquer candidato. Essa é a soma das que responderam que não sabiam ainda em quem votar ou que votariam em branco ou nulo. Já no caso dos homens, esse percentual cai para 25%.

Não estar casado aumenta em 55% o risco de morrer de AVC, segundo o maior estudo feito até hoje

Recém-casados passeiam depois do casamento na Catedral de Lisboa, no dia12 de junho.
Recém-casados passeiam depois do casamento na Catedral de Lisboa, no dia12 de junho. 
O cardiologista Luciano Consuegra lembra de como sua equipe começou a dar-se conta de que as pessoas viúvas morriam antes que as casadas depois de sobreviverem a um infarto do miocárdio. Os médicos passaram a acumular pistas, até ter uma base de dados de 7.400 pacientes internados em dois hospitais de Múrcia. As pessoas viúvas tinham 30% mais possibilidades de morrer de modo prematuro. “Vimos, por exemplo, que as pessoas viúvas levavam 40 minutos mais que as casadas para irem ao hospital depois de detectarem os primeiros sinais de alarme de um infarto, como a dor no peito”, explica.

O trabalho de Consuegra é um dos incluídos na maior revisão sistemática dos efeitos do casamento na saúde. Para uma pessoa, o fato de não estar casada está associado a um risco 55% maior de morrer de AVC e 43% maior de morrer por uma doença das artérias coronárias, como angina de peito ou um infarto agudo de miocárdio, segundo o novo estudo, publicado na revista especializada Heart.

O presidente do PACOTE de Maldades Temer gera menos emprego que Dilma, mas produz mais 7 mil ricaços

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Em maio só 33.659 novas vagas formais e com salários menores. Mais ricos já detém dobro do PIB
Apesar da propaganda oficial, o mercado formal abriu somente 33.659 vagas em maio, o que significa uma quase estabilidade no estoque, com variação de 0,09%, conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados no final da tarde de quarta-feira 20 de junho pelo Ministério do Trabalho.
O resultado, que é inferior ao de maio do ano passado e também abaixo do esperado por analistas de mercado, se concentrou na agricultura e nos serviços, já que indústria e comércio fecharam vagas. O estoque de empregos é de 38,249 milhões, menos do que em maio de 2016, quando a então presidente, Dilma Rousseff, foi afastada (38,786 milhões).
Ainda assim, e ignorando o fato de que o total de desempregados no país supera os 13 milhões de pessoas, Temer fez festa, antecipando o resultado do Caged por meio de sua conta pessoal no Twi-tter.
Mas comemorar o quê? Do saldo de quase 34 mil postos de trabalho com carteira assinada, aproximadamente 10% (3.220) são da modalidade intermitente, com menor proteção, criada com a refor-ma da legislação trabalhista (Lei 13.467). Foram 4.385 contratações e 1.165 demissões em 1.261 estabelecimentos. Segundo o ministério, 25 empregados celebraram mais de um contrato. Dos 3.220 contratos intermitentes, mais da metade (1.388) foi no setor de serviços. 
Outro dado do Caged revela que, mais uma vez, o mercado “troca” trabalhadores pagando menos. O salário médio de admissão no mês passado foi de R$ 1.527,11, enquanto os demitidos recebiam R$ 1.684,34.
Já no vértice da pirâmide, a situação é inversa. De acordo com o relatório global de 2018 publicado pela consultoria Capgemini, o Brasil ganhou 7 mil milionários em 2017, quando registrou 171.480 ricaços.
A Capgemini listou as pessoas com patrimônio superior a US$ 1 milhão, excluídos a residência oficial, obras de arte e coleções de bens monetizáveis. O patrimônio desse grupo de brasileiros soma-va US$ 4,5 trilhões no ano passado.
Para mostrar o grau de concentração de renda no país, o PIB brasileiro, o total de bens, serviços e renda produzidos a cada ano, foi de US$ 2,05 trilhões em 2017. Os mais ricos representam 0,8% da população (209 milhões). Mas têm renda e patrimônio superior a mais de 60% dos brasileiros.
 

Você Sabia?

Projeto prevê menor formação para professores da educação básica
2.192.224 é o número de professores no Brasil em 2017

Minuto Finanças _ Apenas 16% dos brasileiros pouparam dinheiro em abril


60% dos poupadores ainda recorrem à velha caderneta de poupança e somente 7% aplicam em previdência privada. Imprevistos e necessidade de complementar renda são principais motivos para os 40% que tiveram de sacar recursos em abril
Os indicadores econômicos mostram que a recessão ficou para trás, mas os consumidores ainda sentem dificuldades financeiras no dia a dia. Exemplo disso, é que muitos não estão conseguindo chegar ao fim do mês com sobras de recursos. Dados apurados pelo Indicador de Reserva Financeira do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que no último mês de abril, apenas 16% dos brasileiros conseguiram poupar parte da renda, incluindo salários, pensões, entre outros rendimentos. O dado é numericamente inferior ao observado em março, que estava em 20%. No geral, 72% dos consumidores brasileiros não foram capazes de guardar alguma quantia em abril.
Para os consumidores que não guardaram recursos no período analisado, a principal justificativa é a baixa renda, razão dada por pouco mais de um terço (36%) dos entrevistados. Em seguida, aparecem os imprevistos, lembrados por 20%. A falta de disciplina (17%) e a falta de renda no momento (16%) completam a lista dos principais empecilhos. Quando a análise se restringe às classes sociais, as diferenças são elevadas: entre as classes A e B, o percentual de poupadores chega a 33%, ao passo que cai para apenas 11%, quando considerados os brasileiros das classes C, D e E.
Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os efeitos da crise impõem restrições a vida financeira do brasileiro, mas isso não explica tudo. “Quem tem mais baixa renda, tem também uma margem menor para manobrar seus recursos, mas a formação de reserva não requer, necessariamente, valores altos. O que faz diferença no fim do mês é frequência e a disciplina em guardar recursos”, analisa a economista.


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