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Não estar casado aumenta em 55% o risco de morrer de AVC, segundo o maior estudo feito até hoje

Recém-casados passeiam depois do casamento na Catedral de Lisboa, no dia12 de junho.
Recém-casados passeiam depois do casamento na Catedral de Lisboa, no dia12 de junho. 
O cardiologista Luciano Consuegra lembra de como sua equipe começou a dar-se conta de que as pessoas viúvas morriam antes que as casadas depois de sobreviverem a um infarto do miocárdio. Os médicos passaram a acumular pistas, até ter uma base de dados de 7.400 pacientes internados em dois hospitais de Múrcia. As pessoas viúvas tinham 30% mais possibilidades de morrer de modo prematuro. “Vimos, por exemplo, que as pessoas viúvas levavam 40 minutos mais que as casadas para irem ao hospital depois de detectarem os primeiros sinais de alarme de um infarto, como a dor no peito”, explica.

O trabalho de Consuegra é um dos incluídos na maior revisão sistemática dos efeitos do casamento na saúde. Para uma pessoa, o fato de não estar casada está associado a um risco 55% maior de morrer de AVC e 43% maior de morrer por uma doença das artérias coronárias, como angina de peito ou um infarto agudo de miocárdio, segundo o novo estudo, publicado na revista especializada Heart.

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