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Cabrobó _ Um prefeito perdido e desorientado

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'Ô Zé, ando tão desorientado, já faz tempo. E me escondo, e não procuro ninguém, e fico mastigando minha desorientação." (Caio Fernando Abreu)

Um bom prefeito que se preze, precisa de uma extraordinária equipe de assessores para fazer a diferença nesse mundo de pessoas indiferentes. Pelo que vejo o prefeito da minha linda e eterna Cabrobó não dispõe, pois se tivesse evitaria os diversos MICOS que comete em todas as reuniões em que participa, seja pela vestimenta, pelo comportamento fora do normal e pelos discursos pobres utilizados há 18 meses, pasmem, sem nenhuma mudança.

O prefeito Marcílio Cavalcante (PMDB), o FABRICADO e BIPOLAR, para se ter uma noção, mesmo que não seja oficial, deixa uma "pessoa" colocar em um dos grupos mais famosos da cidade, a seguinte mensagem:

"Bom dia gente é o que dejesa o prefeito Marcílio Cavalcante , o melhor."

"Boa tarde gente é o que deseja o prefeito Marcílio Cavalcante o melhor."

"Boa noite gente é o que dejesa o nosso prefeito Marcílio Cavalcante, o melhor."

Por aí se tira a falta de compromisso desse prefeito. No mínimo deveria chamar esse cidadão e dizer que tem que parar com essas maluquices. O ideal seria ter uma notinha organizada, bonitinha e bem escrita e soltasse em todos os grupos de conversas da cidade. Simples assim. 

A última aparição pública do prefeito que entrará para a história como o PIOR que a cidade já teve desde a sua fundação, pasmem, causou um MICO daqueles na posse do novo padre Alexandre Gonçalves.

O prefeito FABRICADO causa desconforto por onde passa, um político sem expressão, sem visão, sem projetos e sem atitudes, pasmem que até o momento não trouxe se quer uma obra, seja ela municipal, estadual, ou federal que impactasse a cidade.

Voltando a posse do padre, o que esse homem falou de asneiras diante de arcebispos, bispos e padres não está no gibi. 

Vai a dica prefeito, contrate uma assessoria de excelência para escrever e orientar em seus discursos pobres e sem criatividade.       

Saúde _ Benefícios da musculação vão além do corpo definido


Difícil encontrar quem seja fanático por musculação, diferente do que acontece com corrida, natação ou ciclismo, por exemplo. O preconceito contra o treino baseado em repetições com cargas, no entanto, acaba colocando em segundo plano parte dos benefícios que ele oferece – deixar os músculos definidos e tonificados é só começo.”Há aumento de gasto calórico durante o exercício e o ganho de massa magra acelera o metabolismo, fazendo o corpo funcionar de maneira mais eficiente”, afirma a personal trainer Paula Loiola. Ela e outros especialistas mostram por que a musculação precisa entrar já para o seu programa de condicionamento físico.

1.Acelera o metabolismo
Que tal emagrecer mesmo fora da academia? A musculação torna isso possível. De acordo com o fisiologista Raul Santo, da Unifesp, o tecido muscular continua gastando energia mesmo quando estamos parados. O mesmo não acontece com o tecido adiposo. “Praticar musculação aumenta o tamanho dos músculos e diminui e quantidade de gordura do corpo. Isso faz com que o nosso organismo fique mais eficiente já nos primeiros dias de treino”, explica o fisiologista.

2. Deixa o corpo mais jovem
Tanto homens quanto mulheres começam a perder massa muscular mais acentuadamente a partir dos 30 anos de idade. Esse processo pode causar falta de equilíbrio e diminuir a coordenação motora em idosos que não praticam atividades físicas. Para ficar com as funções do corpo intactas e com a aparência mais jovem, fazer aulas de musculação quatro vezes por semana é o suficiente. “Além de barrar o processo de perda muscular, fazer musculação também combate a formação de acúmulo de gordura, processo mais comum depois dos 30 anos de idade e que deixa o corpo com aparência de mais velha”, diz a personal trainer Paula Loiola.

3. Perda de gordura e ganho de músculos
Quem está começando a praticar musculação pode ganhar peso. “Há um aumento na massa muscular antes da perda de gordura, já que esse tipo de exercício aumenta a circulação e a retenção de líquido nos músculos”, diz Paula Loiola. Depois de quatro semanas, já é possível notar a perda de gordura. “Essa troca, além de propiciar a perda de peso e deixar os músculos mais aparentes”, afirma a personal trainer.

4. Protege os ossos
Os músculos servem como um colete para o nosso esqueleto. Quando nossa musculatura está em forma e tonificada, as chances de fratura óssea são menores. Ela também diminui as chances de osteoporose, já que, quando fazemos exercícios intensos, há absorção de cálcio pelos ossos. “Ter músculos mais preparados protege as articulações, evitando torções e lesões causadas por outros exercícios”, afirma o fisiologista Raul Santo.

5. Trabalha grandes grupos musculares
A musculação trabalha de maneira intensa grandes grupos musculares, e não apenas músculos específicos. “Exercícios como o leg press trabalham um grande número de músculos, gastando mais energia e, consequentemente, queimando mais calorias”, explica Paula Loiola.

6. Coração mais forte
Quando os exercícios conseguem trabalhar vários grupos musculares, eles melhoram também o funcionamento do coração, protegendo o organismo de doenças cardiovasculares. “Exercícios intensos controlam a pressão sanguínea, combatem o colesterol, além de deixar o coração mais ativo e saudável”, diz Raul Santo.

7. Aumenta a flexibilidade
Pode parecer estranho, mas os movimentos de contração muscular que acontecem na musculação aumentam a flexibilidade, diz um estudo apresentado no encontro da Associação Americana para a Medicina do Esporte. Pesquisadores compararam os efeitos do alongamento e da musculação na flexibilidade de músculos.

Durante o estudo, 25 pessoas foram divididas em dois grupos: um deles fez musculação durante cinco semanas e o outro, alongamento pelo mesmo período. Outras 12 pessoas foram usadas como grupo controle, permanecendo inativas. Os resultados mostraram que, bem orientada, a musculação aumenta a flexibilidade tanto quanto o alongamento.



ELEIÇÕES 2018 Corrida de presidenciáveis pelos vices vira missão quase tão difícil quanto ganhar a eleição

Geraldo Alckmin durante anúncio de apoio do centrão.
A busca por um(a) candidato(a) a vice-presidente nas eleições brasileiras segue desta maneira: Jair Bolsonaro (PSL) já ouviu três nãos seguidos – o do senador Magno Malta (PR), o do general Augusto Heleno (PRP) e o do general Hamilton Mourão (PRTB) – e está perto de ouvir um quarto, o da professora de direito Janaína Paschoal (PSL). Geraldo Alckmin (PSDB) levou um fora, o do empresário Josué Gomes (PR). Ciro Gomes (PDT) foi sondado, mas caiu em um truque do centrão e, agora, não está entre os mais procurados. Marina Silva (REDE) já falou em oferecer a vaga de vice ao PV. Álvaro Dias (PODE) e outros representantes de partidos pequenos buscam uma solução caseira com a formação de chapas puro-sangue.

Na eleição mais incerta desde 1989, os principais concorrentes ao Planalto se deparam com uma série de dificuldades para encontrar um(a) companheiro(a) de chapa. Para despistar quem os questiona sobre o assunto costumam seguir o mesmo rumo de Alckmin, dizendo que ainda falta muito tempo para essa decisão ser tomada – quando na verdade o prazo para o fim das convenções termina no dia 5 de agosto (daqui a uma semana) e o de inscrição de chapa em 15 de setembro. “Não temos pressa. Ainda temos até o dia 4 para nos decidirmos”, afirmou o tucano nesta quinta-feira, durante o anúncio do apoio do centrão à candidatura dele. Poucas horas depois, Josué Gomes enviou uma carta agradecendo o convite e se recusando a concorrer como vice do tucano.

Algumas das razões dessa indefinição apontadas por analistas políticos ouvidos pelo EL PAÍS: 1) a incerteza do que o PT fará sobre sua candidatura inviabiliza parte das coligações – já que Luiz Inácio Lula da Silva está preso e provavelmente será impedido de concorrer; 2) Bolsonaro, Marina e Ciro, que lideram as pesquisas sem Lula, pouco têm a oferecer para atrair aliados. Não têm tempo de propaganda de rádio e TV, possuem poucos recursos partidários, assim como pequenas bancadas na Câmara dos Deputados ou prefeitos eleitos que poderiam lhes servir de cabos eleitorais; 3) longa distância do topo nas pesquisas eleitorais, casos de Alckmin e Dias; 4) polarização de candidaturas em um país que costumava se deparar com uma antiga queda de braço entre PT e PSDB e; 5) acordos regionais que acabam interferindo no plano federal. De olho nos próprios rincões, caciques regionais agem contra o que poderia ser um consenso partidário.

A Câmara segue o mesmo modelo das legislaturas passadas na CAPITAL do DINHEIRO

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"Não estou nem um pouco afim de colecionar números. Quero qualidade e não quantidade!" (De um assíduo frequentador das enfandonhas sessões sobre o papel dos vereadores).
Nas enfadonhas sessões das terças-feiras, pasmem, a  CASA de LEIS, aprovou 220 indicações, dessas creio que nenhuma chega a mesa do prefeito, e se chega não são atendidas, sempre foi assim e assim será até a vinda do Salvador Jesus Cristo. 

A Câmara segue o mesmo modelo das legislaturas passadas. Cada um dos 15 vereadores cuidando do seu próprio pé de meia.

Raramente um destaque. Coisas pontuais. Na maior parte do tempo todos nivelados por baixo.

Alguns lampejos partem das vereadoras, Joelma Leite e da Eliene Soares e nada mais.
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Cabrobó _ Há menos de 24 horas das eleições a presidência da CASA de LEIS, o rolo compressor da PREFEITOSA entra em ação

A imagem pode conter: 7 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e textoNa foto aparecem os vereadores Romero (a raposa velha), João Pedro (blusa rosa), Nilson (camisa branca), Karla Amando, Lili (camisa branca) e o Duda Caldas (camisa rubro-negra).

"Ninguém é suficientemente competente para governar outra pessoa sem o seu consentimento." (Abraham Lincoln)

Há menos de 24 horas das eleições para a presidência da CASA de LEIS, o rolo compressor da PREFEITOSA, atuou de maneira extraordinária, ops de cargos para acabar com o sonho do presidente Ramsés Sobreira, o Faraó que quer a reeleição, e com isso ficar mais 2 anos de mandatos, totalizando 4 anos. 

Resultado de imagem para vereador ramsesNas rodas de conversas, a vitória do presidente Ramsés, era apontado como certa, porém nos últimos 4 dias, o prefeito FABRICADO e BIPOLAR, entrou em ação com a máquina financeira e administrativa nas mãos onde deu aval ao vereador, Dim Saraiva, para ir a uma rádio local e declarar candidato a presidência da CASA de LEIS. 
A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindoCom a caneta em mãos, trouxe de uma só vez 5 vereadores que estavam firmes e fortes até a vinda de Jesus Cristo, com a candidatura do presidente Ramsés. A prova é tanta que nomeou uma nova secretária para assumir a secretaria de Assistência Social, exonerando a princípio o Paulo Gonçalves, sem esquecer que a secretaria elege qualquer pessoa que queira ser vereador(a) na minha linda e eterna Cabrobó, ops, desde que o secretário esteja a mercê do vereador "DONO" da secretaria, rsrsrsrs.        

Resultado de imagem para vereador ramsesOs capítulos finais da novela, "Quem será o presidente da CASA de LEIS" acabará amanhã, dia 31 onde teremos a votação mais movimentada dos últimos 16 anos, de um lado o prefeito que trouxe para o seu ABRIGO, cinco vereadores que juravam fidelidade ao presidente Ramsés. 

Padre Alexandre é empossado novo Pároco de Cabrobó

A imagem pode conter: 1 pessoa, em péO Padre Alexandre Leô Gonçalves, tomou posse na paróquia de Nossa Senhora da Conceição na minha linda e eterna Cabrobó no estado de Pernambuco, na noite de Sábado dia 28 de julho, ao lado de autoridades eclesiásticas e políticas do município. O padre Alexandre 
A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em péO padre recebeu as boas vindas do casal Seu Gildenor e da sua esposa Dona Gildacir onde foi presenteado com a imagem de Nossa Senhora da Conceição. 
A imagem pode conter: uma ou mais pessoasO Terço Das Mulheres de Cabrobó acolheu com carinho o mais novo pároco, o Padre Alexandre, com as faixas de seja bem vindo. A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas em pé Padre Alexandre veio da Cidade de Araripina-PE, o mesmo veio substituir os padres Rogério e Francisco. Estavam presentes os Bispos Dom Magno (Diocese de Salgueiro) e Dom Marcelo (Diocese de Olinda)
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e multidão A comunidade católica em peso na Igreja Matriz para recepcioná-la o mais novo líder espiritual padre Alexandre na cidade. 
A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em péMaza, a líder do terço das Mulheres era só alegria com o mais novo padre da cidade.

Cabrobó _ Cenas da Cidade

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“Se estivéssemos numa escola, é como se o Brasil tivesse tirado 3,9 em esgotamento sanitário”, diz Sérgio Ayrimoraes, superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA (Agência Nacional de Águas).

Um em cada quatro brasileiros convive com esgoto a céu aberto, diz Agência Nacional da Água ( ANA).

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A Rua 5 do bairro da Temperatura pede socorro a mais de de 10 dias que um esgoto a céu aberto resolveu presentear os moradores com a presença de muitos mosquitos, e com odores a léguas de distância.

A situação na cidade em vários bairros estão insustentáveis a ponto de pedirem uma intervenção militar, rsrsrs.
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Foto _ WhatsApp 

Dica de Leitura

Resultado de imagem para pessoas de resultado, luiz fernando garcia
Embora se esforcem muito, é grande o número de pessoas que não conseguem trabalhar orientadas para resultados, seja como empreendedor ou executivo de uma empresa. Ao não alcançar o que almejam, podem entrar num círculo vicioso: não têm compensação financeira e muitas vezes também não conseguem crescer profissionalmente. Mas, afinal, o que faz uma pessoa prosperar sob condições consideradas adversas por outras? Além da resposta para essa pergunta, neste livro, você encontrará:
  • Quais são os principais erros que podem levá-lo a uma vida sem resultados.
  • Os 7 pontos-chave para se tornar uma pessoa bem-sucedida.
  • O perfil de cada empreendedor e como usar essas características a seu favor.
Junte-se ao autor para desenvolver uma metodologia eficaz mesmo para aqueles que têm dificuldade em alcançar objetivos. Não espere mais para começar a percorrer esse caminho, a trilha que o conduzirá à realização.

Música _ Quando Gira o Mundo, Fábio Júnior

 
Quando gira o mundo
E alguém chega ao fundo
De um ser humano
Há uma estrela solta
Pelo céu da boca
Se alguém diz
Te amo!
E uma esperança
Desce junto com a madrugada (Fragmentos da música Quando Gira o Mundo, Fábio Júnior)

Pelas lentes do fotógrafo Anderson Souza

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Eclipse da lua, Parauapebas, Amazônia, Pará, Brasil. 27 de Julho de 2018.

Reflexão _ Mova-se, Alejandro Bullón

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Assim sobrevirá a tua pobreza, como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem amado. Prov. 6:11
As coisas no mundo da Internet acontecem com uma velocidade extraordinária. Um site como o ‘Google’ que teve início apenas há sete anos, faturou no ano dois mil e cinco, por volta de seis bilhões de dólares. É dinheiro que deixa confuso qualquer mortal.

Num mundo cada vez mais globalizado  é impossível ficar parado. Permanecer na inércia ou mover-se como se ainda estivéssemos vivendo a euforia do descobrimento da roda pode ser fatal.
Como andar de charrete, quando existe o trem bala? Como enviar as mensagens de barco se com o clicar de um botão a notícia pode dar volta ao mundo?
O provérbio de hoje tem como propósito, despertar as pessoas que sob o argumento de estarem “esperando no Senhor” ficam de braços cruzados enquanto a caravana dos vencedores avança.
Pobreza e necessidade não podem nunca ser características do cristão. Humildade e simplicidade sim. Mediocridade e conformismo, jamais. O trabalho é um dom divino, entregue ao ser humano, antes da existência do pecado. A ocupação seria uma bênção. Uma vida de ócio não teria sentido. Depois da entrada do pecado, o trabalho passou a ser um elemento terapêutico. É verdade que o cansaço e a fadiga, fariam que a criatura fugisse naturalmente do esforço, mas o trabalho ainda continuaria sendo o maior instrumento formativo e restaurador.
Não faça do trabalho apenas uma ferramenta para ganhar dinheiro. Faça dele um ato de serviço. O dinheiro não satisfaz. O serviço realiza e a conseqüência é o dinheiro.
A pessoa que se entrega a uma vida de inatividade verá que mais cedo ou mais tarde, a pobreza aparecerá na sua vida como um ladrão, sorrateira, lenta, mas inevitável. Não há como fugir dessa realidade.
Faça deste dia um dia de realizações. O mundo gira e se você não acompanhar o seu movimento, com certeza ficará para trás. Dialogue com Jesus. Coloque os seus planos e projetos nas mãos daquele que não conhece derrota e parta para a luta. Não fique parado, porque se o fizer: “Sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade como um homem armado.”

Gastos com juros consomem 7,24% do PIB

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As empresas brasileiras pagaram R$ 120,8 bilhões em juros em 2017. O gasto caiu 3% em relação ao apurado em 2016, seguindo trajetória de queda iniciada um ano antes. Mas a redução acompa-nha também a diminuição no volume de crédito ofertado para pessoa jurídica, que ficou 4,7% menor no ano passado, passando de R$ 769,5 bilhões, em 2016, para R$ 733,2 bilhões. Desde 2014, o volume contraiu quase 24%.

Os dados são do estudo “Juros e Inadimplência no Brasil 2015–2017”, realizado pela Federação do Comércio de São Paulo (FecomercioSP). Com base em informações disponibilizadas pelo Banco Central, a pesquisa procura quantificar o volume de recursos utilizado para pagamento de juros e a evolução dos níveis de inadimplência dos consumidores e das empresas brasileiras.



As famílias pagaram R$ 354,8 bilhões em juros no ano passado, montante 17,9% superior, em termos reais, ao de 2016 (R$ 301 bilhões) e equivalente a 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB) e 10,8% da renda anual das famílias. O percentual é superior ao de gastos com educação e vestuário.


O volume de operações de crédito para famílias aumentou 2,2%, atingindo R$ 851,5 bilhões e interrompendo dois anos de contração. Somados aos gastos das empresas, a despesa total com juros chegou a R$ 475,6 bilhões no ano passado, alta de 11,8%, o que equivale a 7,24% do PIB.


Apesar do ciclo de reduções da taxa Selic, os juros médios cobrados das pessoas físicas subiram 4,4%, para 67,8%. A taxa média mensal cobrada dos consumidores ficou em 4,41%, percentual quase 50% superior à inflação registrada pelo IPCA em 2017 (2,95%).


“Não tem concorrência de fato entre os bancos, e eles estabelecem o spread bancário, que é a diferença entre os custos de captação para eles e os juros que cobram dos consumidores, de forma muito alta. Eles falam da inadimplência, mas sabemos que a falta de concorrência efetiva permite que eles coloquem os juros nesses patamares”, analisa o supervisor do escritório regional do Dieese em São Paulo, Victor Pagani.
 

Desemprego _ No farol, William pede dinheiro e um emprego: “Você se importa de receber meu currículo?”

Desemprego
O estudante de Direito William Douglad da Silva Alves, 22, passou as últimas três semanas dividindo seu tempo entre a faculdade e os semáforos das rua do Recife, onde pede dinheiro aos motoristas. Desempregado há um ano, ele não consegue mais pagar a mensalidade de 1.095 reais da faculdade desde o fim do ano passado. “Fui fazer a matrícula no início deste ano e já estava devendo mais de 3.000 reais”, conta. Apesar de não estar oficialmente matriculado, ele segue assistindo às aulas, mas não pode fazer as provas do 5º período que está cursando.
Sem nenhuma oferta de emprego depois de procurar a Agência do Trabalho de Pernambuco, órgão estadual que divulga as ofertas e demandas de trabalho, tentou buscar uma alternativa para resolver seu problema. “Vi que estava difícil a coisa na Agência do Trabalho. Aí um dia, de manhã, pensei: o que falta para eu ir para a rua pedir ajuda?”. Sabendo da resposta, encheu uma pasta de currículos e foi para a saída do Shopping Recife, no bairro de Boa Viagem, zona Sul da cidade. Aos motoristas dos carros que paravam, pedia não só dinheiro, mas também um emprego. “Eu pedia qualquer contribuição e aproveitava para perguntar: você se importa de aceitar meu currículo?”. Com o dinheiro que recebia – de 60 a 100 reais por dia -, pagava a alimentação e as novas cópias do currículo.
A situação de William soma-se à de outros 13,7 milhões de brasileiros (13% da força de trabalho) que estão desempregados atualmente. Sob uma lupa, ainda pesam sobre ele dois agravantes. O primeiro, é o fato de ser jovem, camada da sociedade cujo nível de desemprego no primeiro trimestre chegou a 28%. O segundo, é estar em Pernambuco, Estado que encerrou o ano de 2017 com a segunda maior taxa de desemprego do país: 17,6%, ficando atrás somente do Amapá, com 17,7%. Todos os dados foram divulgados pelo IBGE, e são de pleno conhecimento do estudante. “Existem 14 milhões de desempregados no país hoje. Eu sou um deles”, diz.
O estudante conta que muitos de seus amigos estão na mesma situação que ele. “E muitos ainda têm filhos”, diz. “Eu procuro incentivá-los”. Apesar da força e do incentivo, William diz não acreditar que o cenário do país mudará nos próximos meses. E pouco crê que essa mudança virá com um novo presidente. A família, conta, sempre votou em Lula. Neste ano, porém, ele diz que não sabe em quem depositará seu primeiro voto para presidente. “Só sei que em Bolsonaro [candidato do PSL] eu não vou votar, porque não me identifico com a linha dele”, diz. “Talvez eu vote em Marina [Silva, pré-candidata da REDE]. Acho que temos que dar uma oportunidade para ela, assim como demos para Dilma”.

Futuro de desemprego desestrutura juventude

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O número de desempregados entre jovens de 18 a 24 anos chega a 28,1%, de acordo com o IBGE; a informalidade alcança 38%. Somando-se a isso os cortes em programas de acesso ao ensino superior, como o ProUni e o Fies, os jovens têm os seus sonhos de emancipação adiados ou mesmo abortados.

“Um dos esforços é mostrar para o jovem o que é trabalho digno e decente, para que ele possa almejar isso”, afirma o psicólogo Gabriel di Piero, supervisor de área de juventude da Ação Educativa, que promove a Semana de Formação em Direitos Humanos e Educação Popular.

Segundo ele, as políticas públicas para a juventude nos últimos anos têm se concentrado em estratégias que buscam garantir a permanência dos jovens em espaços de ensino, retardando sua entrada no mercado de trabalho para que possam, com melhor formação, não se submeterem a trabalhos precários que proliferam no cenário atual.

Uma alternativa seria fortalecer programas que promovem a organização de empreendimentos autônomos constituídos pelos próprios jovens, como é o caso do Programa de Valorização das Inicia-tivas Culturais (VAI), criado em 2003 pela Prefeitura de São Paulo, e que sofreu também com congelamento de verbas durante a gestão de João Doria Jr., que deixou a Prefeitura para ser o candidato tucano ao governo paulista.

Para a antropóloga Alana Moraes, que pesquisa as novas configurações do trabalho nas ocupações urbanas na periferia de São Paulo, o modelo atual, que desregula as relações de trabalho, aumenta a pressão sobre os jovens porque a eles é atribuída a culpa quando não encontram inserção no mercado.
 

Inger Enkvist: “A nova pedagogia é um erro. Parece que não se vai à escola para estudar”

Inger Enkvist
O silêncio reina na rua de pedras onde mora Inger Enkvist, em Lund, uma das cidades mais antigas da Suécia, com uma das universidades mais importantes deste país nórdico. Ninguém diria que a poucos minutos a pé fica o centro urbano. Esta calma chega ao interior de seu apartamento, uma sobreloja com grandes janelas e um jardim traseiro comunitário. Seu escritório, luminoso e cheio de livros, é um reflexo de sua ideia de como é preciso se entregar a qualquer tarefa intelectual: com ordem, concentração, seguindo regras…, lendo.

Enquanto a maioria dos pedagogos questiona a utilidade de decorar informações na era do Google e prega o fim das carteiras enfileiradas e das disciplinas estanques, com mais liberdade para os alunos, Enkvist (Värmland, Suécia, 1947) defende a necessidade de voltar a uma escola mais tradicional, onde se destaquem a disciplina, o esforço e a autoridade do professor. Seu ponto de vista contraria os postulados dessa nova pedagogia, mas também se distancia daqueles que acreditam que a escola é uma fábrica de alunos em série e que deve centrar seus esforços em competir com outros colégios para subir nos rankings mundiais.

Pergunta. Como recorda sua escola?
“O novo desafio é controlar o acesso ao celular. As escolas fazem bem em proibi-lo e os pais devem vigiar seu uso em casa. Devem saber dizer “não”

Resposta. Era pública e tradicional. Não tenho más recordações. Talvez houvesse algumas aulas chatas, mas às vezes a vida é assim. Os alunos chegavam na hora e não havia conflitos com os professores. A Suécia me deu uma educação gratuita e de qualidade.
P. Os tempos mudaram. Continua valendo a disciplina daquela época?
R. A relação entre pais e filhos se baseia mais do que nunca nas emoções. Temos uma vida mais fácil, e queremos que nossos filhos também a tenham. Mas a escola deve estar consciente de que sua tarefa principal continua sendo formar os jovens intelectualmente. A escola não pode ser uma creche, nem o professor um psicólogo ou um assistente social.
P. Qual deve ser a finalidade do ensino infantil?R. Deve ser muitas coisas, mas sua tarefa principal é dar uma base intelectual. Dar conhecimentos aos jovens, prepará-los para o mercado de trabalho, transmitir-lhes uma cultura e proporcionar-lhes uma ideia da ordem social, porque a escola é a primeira instituição com a qual as crianças se deparam, e é importante que vejam que há algumas regras, que o professor é a autoridade e que é preciso respeitar tanto ele como os colegas.
P. Mas a tecnologia torna mais difícil controlar crianças hiperestimuladas.
R. Sempre houve dificuldades na aprendizagem. Há 50 anos, era o fato de precisar andar uma hora para chegar ao colégio, ou oferecer refeições nutritivas. Hoje se trata da enorme quantidade de estímulos. O novo desafio é controlar o acesso ao celular e ao computador para que se concentrem. As escolas que proíbem o celular fazem bem. Em casa, os pais devem vigiar o tempo de uso da tecnologia. Proibir é muito difícil, porque se criam conflitos, mas um pai moderno deve saber dizer “não”. Deve resistir.
P. Há pedagogos que afirmam que a escola tradicional é chata e educa crianças submissas, e que é preciso aprender a aprender.
R. A escola é um lugar para aprender a pensar sobre a base dos dados. Isso de insistir em aprender a aprender sem falar antes de aprendizagem é uma falsidade, porque não podemos pensar sem pensar em algo. Sem dados não há com o que começar a pensar.
P. A escola não deveria ser um lugar onde se divertir?
“O que os exames do PISA não revelam é se existe uma boa atmosfera na sala de aula, se bons princípios de trabalho são inculcados, se as ciências humanas são bem ensinadas”
R. A satisfação na escola deve estar vinculada ao conteúdo: entrar numa aula e que lhe contem algo que você não sabia. Mas é preciso saber que, para entender algo novo, é necessário fazer um esforço. Além disso, é fundamental que o professor nos ensine a ler e também como nos comportar. É impossível aprender bem sem que haja ordem na sala de aula. Essa é a base principal: comportamento, leitura e avaliação pelo conhecimento.
P. O que opina da tendência de pôr almofadas na sala de aula para que os alunos se deitem?
R. Isso é enganar os jovens. Para aprender a escrever, uma criança precisa sentar-se bem, olhar para frente, ter lápis e papel, concentrar-se… Aprender pode ser um prazer, mas, insisto, exige um esforço e um trabalho. É preciso dizer isso às crianças. Se não, estamos enganando-as. Tocar violino, por exemplo, não é fácil. Exige muita prática. Os estudos do psicólogo sueco Anders Ericsson mostraram que é necessário um esforço prolongado para melhorar em algo. Para ser bom em algo você tem que se dedicar 10.000 horas. E precisa fazê-lo de forma consciente e trabalhar com um professor. Sua pesquisa avaliza a ideia tradicional de uma escola baseada no esforço do aluno, sob a orientação de um professor.
P. Há quem diga que não é preciso decorar porque tudo está no Google.
R. Essa é outra falsidade. O Google é uma ferramenta genial. É de grande ajuda para os adultos, porque sabemos o que procuramos. Mas, para quem não sabe nada, o Google não serve de nada. Há intelectuais que andam por aí dizendo que estudar geografia não foi útil. Acredito que se esqueceram de como e quanto aprenderam na escola. Afirmar essas coisas é uma falta de honradez com os jovens. E menosprezar a importância em si da vida intelectual do aluno.
P. Em que consiste a nova pedagogia que você critica?
R. A nova pedagogia é um pensamento que se vê por toda parte no Ocidente. A Suécia a adotou nos anos sessenta. Consiste, por exemplo, na pouca gradação das notas, por isso muitos pensam que não há razão para estudar muito se isso não for se refletir no histórico escolar. Dá-se muita importância à iniciativa do aluno, trabalha-se em equipe e, ao mesmo tempo em que as provas desaparecem, aparecem os projetos e o uso das novas tecnologias. Em geral, parece que se vai à escola para fazer atividades, não para trabalhar e estudar. Dá-se mais ênfase ao social que ao intelectual. Acho que é um erro. Por um lado, os alunos com mais capacidade não desenvolvem todo o seu potencial e, por outro, os que têm uma menor curiosidade natural por aprender não avançam. Além disso, muitos gostos são adquiridos, como a história, a leitura e a música clássica. No começo podem parecer chatos, mas, se alguém insistir para que tenhamos um primeiro contato, é possível que acabemos gostando. Atualmente, muitos jovens escolhem sem terem conhecido e, claro, escolhem o fácil.
P. A Espanha é um dos países da OCDE que dedica mais horas à lição de casa. Isso tem alguma utilidade?
R. Quando a jornada é muito longa, como na Espanha, não faz sentido. Se um aluno está cansado, a lição de casa não melhora o seu rendimento. É preciso buscar um número ideal de aulas pela manhã, quando a criança está mais acordada, dar-lhe um tempo de descanso e, à tarde, talvez uma tarefa de revisão do que fez durante aquele dia. Um bom exemplo é a Finlândia, onde os alunos entram às oito da manhã e saem às duas da tarde, incluindo o almoço; exceto às quintas-feiras, quando saem às quatro da tarde.
P. Quando criança, você era um grande leitora. Como despertar esse prazer se uma criança não está interessada?
R. Era uma leitora compulsiva. Ninguém teve de insistir para que eu pegasse um livro. Mas há crianças que precisam disso. Talvez no começo seja necessário forçá-las um pouco, encorajá-las para que se tornem leitoras de lazer. Como se faz isso da escola? Comprar bons livros para a biblioteca e recomendar um a cada sexta-feira. Um aluno pode contar o que leu naquela semana. Fazer pequenas competições para ver quem leu mais. Medir como o seu vocabulário aumenta. E explicar que a leitura lhes permitirá, quando adultos, um melhor desenvolvimento. Se os alunos começam a ler, quase todos descobrirão que é um prazer. Mas eles precisam de horas. Calcula-se que na maioria dos países se dedicam 400 horas à aprendizagem da leitura na escola primária. Para ser um bom leitor, são necessárias 4.000 horas. É impossível ter tanto tempo na aula. Eles têm de fazer isso em casa. O que os pais podem e devem fazer é ler com os filhos: apoiar a leitura e servir de modelo.
R. Dizem que o amanhã será dominado pela tecnologia e pelas ciências naturais, e que o que é histórico não é importante. Além disso, as provas do PISA [Programa Internacional de Avaliação de Estudantes], um conjunto de exames organizados pela OCDE para avaliar as competências de alunos de 15 anos em ciências, matemática e leitura] não levam em conta as humanidades porque é difícil comparar esses conhecimentos entre países, então a vontade de competição os leva a dar mais ênfase às matérias que fazem parte do PISA e negligenciar as outras. Tanto a escola quanto a família devem dar mais ênfase às humanidades.
P. A visão do PISA é a de uma escola que deveria funcionar como uma empresa?
R. A OCDE é uma organização econômica e analisa a educação a partir dessa perspectiva. O que o PISA não revela é se existe uma boa atmosfera na sala de aula, se bons princípios de trabalho são inculcados, se as ciências humanas, as ciências sociais, as matérias estéticas como arte e música, que são essenciais, são bem ensinadas. O PISA é uma prova muito específica que analisa algumas coisas. As escolas e os países deveriam defender que eles ofereçam muito mais do que isso.
P. Em seus livros, você aponta a Finlândia como um dos grandes modelos.
R. A educação na Finlândia foi tradicional, embora há dois anos o Governo tenha lançado um programa mais parecido com o da Suécia, porque meu país tem um desempenho escolar inferior, mas tem um comportamento econômico superior e criou empresas de tecnologia como Spotify e Skype. O Governo finlandês parece pensar que com um pouco de desordem suas escolas serão mais criativas. Não acredito nisso.
P. A Finlândia era tradicional? Não há exames no ensino obrigatório nem os havia antes dessa reforma que você menciona.
R. É preciso repensar a fobia aos exames. O exame ajuda a se concentrar em um objetivo. Que em tal dia você tem de saber esses conhecimentos. Um bom professor ensina coisas aos alunos, revisa com eles e faz algumas provas. E constroem outros ensinamentos sobre o que já foi aprendido, então esses conhecimentos voltam a aparecer mais tarde. Não faz um exame sobre algo sem importância. Com a prova final acontece a mesma coisa. É um objetivo claro. Ajuda a ter uma visão global.
P. Na Finlândia não se compara tanto as escolas, o que é comum na Espanha. É assim?
R. Na Finlândia continuam com a tradição de confiar nos professores. Quando existe um controle estatal do desempenho e se fazem comparações entre as escolas, o ambiente se deteriora. Para os professores, gera estresse e rancor em relação a quem te controla.
P. Como deve ser um bom professor?
R. Responsável e bem formado. Deve acreditar no poder do conhecimento. Não se é bom professor apenas pelo que se sabe sobre a matéria, nem só porque sabe conquistar os alunos. É preciso combinar ambos os elementos: atrair os alunos para a matéria para ensiná-la adequadamente. É preciso recrutar professores excelentes em que alunos, pais e autoridades possam confiar. E a menos que haja uma situação grave, devemos deixá-los trabalhar.
P. Como foi sua experiência na sala de aula?
R. O aluno tem de respeitar as instruções do professor, fazer as lições de casa e, por exemplo, não mentir. Antes, mentir era muito grave. Agora parece que não acontece nada. Vi jovens que inventam motivos para justificar por que não fizeram um trabalho, que escrevem de forma pouco legível para gerar dúvidas ou discutem o tempo todo com os professores. Sei o quão desagradável é que um aluno tente mentir para você. Vi isso no ensino médio e na universidade. Quando um professor sente que não é respeitado, que tentam enganá-lo, todas as relações de ensino se rompem.
P. O que fazer com as crianças que incomodam e não deixam os outros trabalharem?
R. Isso é um tabu. É considerado pouco democrático. Diz-se que devemos dar uma oportunidade a todos. Mas o que acontece quando uma criança problemática não deixa os outros trabalharem, quando se fala com ela e com os pais, mas não se corrige? É preciso colocá-lo em um grupo separado para ver se percebe e muda.
P. E as crianças que se esforçam, mas não atingem o nível?
R. Elas podem ter aulas de reforço. E podemos oferecer itinerários diferentes, como no caso de Cingapura.
P. E repetir de ano?
R. Fazer repetir uma criança às vezes serve e às vezes não, porque cada um é diferente. Gosto do sistema de Cingapura, onde o lema é que cada criança pode atingir seu nível ótimo. Existem diferentes maneiras de conseguir isso: uma maneira, digamos, normal e outra, expressa. A segunda inclui mais conteúdos em menos tempo. Há quem diga que é menos democrático, mas creio que, pelo contrário, é mais democrático porque convém à criança, à família e ao Estado. E há menos evasão escolar, um problema muito mais grave.
P. Não está aprendendo também por imitação? Ou seja, os alunos adiantados podem puxar aqueles que ficam para trás?
R. Funciona quando o grupo tem um bom nível e um bom professor. E se aqueles que têm de se integrar são poucos e querem fazê-lo. Se não, o que geralmente acontece é que aqueles que não querem trabalhar arrastam os outros.
P. O bilinguismo que combina inglês e espanhol prolifera nas escolas espanholas. Você matricularia seus filhos em uma dessas escolas?
R. Primeiramente, eu analisaria outras opções. Aprender inglês é bom, mas é preciso perguntar o que deixamos de aprender de outras matérias. Tenho dúvidas. Acredito que se pode aprender bem inglês com algumas horas de aula sem sacrificar outros conhecimentos, como por exemplo, as ciências. Na Suécia, as aulas de inglês só começam aos 9 ou 10 anos.

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