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Sobrevivente, Renan tenta voltar à presidência do Senado nesta sexta

Renan Calheiros em pronunciamento em dezembro passado,
O fator Renan Calheiros transformou a eleição no Senado, que acontece nesta sexta-feira, na mais imprevisível dos últimos anos. Pela primeira vez desde a redemocratização, não há certeza na véspera da escolha, sobre quem deve ser o novo presidente do Legislativo, que se depara com sete ou oito pretensos concorrentes — de 1985 para cá, apenas em 2001 mais de dois senadores disputaram o cargo. O cacique do MDB, reeleito para o seu quarto mandato consecutivo, conseguiu, nesta quinta-feira, obter apoio de seu partido para chegar à presidência do Congresso Nacional pela quinta vez. Mas seu caminho segue tortuoso.

Réu em ao menos dois processos e investigado em outros onze — dois dele da Lava Jato —, o senador por Alagoas parece ter convencido seus pares de que a independência do Senado passa por ele. Mas Renan é visto como o defensor da velha política em um momento em que a Casa passou por uma de suas maiores renovações. Dos 54 parlamentares que tentaram se reeleger em outubro passado, apenas oito obtiveram êxito, outros 46 foram derrotados.

A primeira batalha de Renan para se firmar como candidato do MDB ocorreu na tarde desta quinta-feira, quando os 13 senadores da bancada debateram quem seria o nome da legenda, se ele ou se a senadora de primeiro mandato Simone Tebet (MS). Venceu Renan, por sete votos a cinco. A disputa prometia mesmo ser apertada. A expectativa era de que o vencedor da disputa interna tivesse um ou dois votos a mais que o concorrente. Ambos estimavam ter pelo menos sete apoios. Se tivesse perdido, Renan havia sinalizado que não disputaria o cargo e se contentaria em presidir a Comissão de Constituição de Justiça, o que não é pouco dentro do Senado.
Renan é um camaleão político. Já foi aliado de todos os presidentes brasileiros desde 1989, independentemente de ideologia ou coloração partidária. 

A tensa contagem regressiva das cidades à espera da lama da Vale

Foto de satélite do rio Paraopeba na região de Brumadinho.   
Quando a barragem da mineradora Vale estourou na sexta-feira, a cidade de Juatuba, às margens do rio Paraopeba, entrou em estado de alerta. Localizada a apenas 36 km de Brumadinho, o município fez o melhor que pode para se preparar para a chegada da pluma, a forma palatável com que algumas autoridades e técnicos chamam a lama de rejeitos e água que avança sobre o rio. “Orientamos as pessoas para retirarem barcos da água e destinamos uma escola para receber ribeirinhos, caso tivéssemos elevação do rio”, afirmou Wagner Majesty, secretário de Governo e do Meio Ambiente da cidade. 
A concessionária Águas de Pará de Minas divulgou que já no domingo, 27, foram identificadas alterações nos padrões de qualidade da água bruta do Paraopeba em Juatuba. A lama chegou mudando a turbidez da água, mas os peixes, por enquanto, continuam por lá. “Não vimos em nossa região mortandade de peixes, os que encontramos mortos vieram de Brumadinho”, afirma um tanto aliviado o secretário. Majesty afirma que as primeiras análises feitas mostram que imediatamente após a passagem da lama o nível de turbidez da água subiu de uma média de 80 e 90 NTU (unidade nefelométrica de turbidez, quanto maior, maior turbidez) para 130 NTU. “Após o desastre em Mariana, por exemplo, a turbidez do rio Doce chegou a 5.000 NTU, o que mostra que nossa situação não é alarmante”, explica.
De acordo com o Serviço Geológico do Brasil, a turbidez acima de 2.500 NTU dificulta o tratamento em estações de tratamento de água convencionais. “Estamos monitorando. Sabemos que diminuiu o nível de oxigênio da água caiu, mas ainda não sabemos o nível de metais pesados”, afirma. Apesar de Juatuba não depender do Paraopeba para o abastecimento de água potável, outras atividades estão sendo sendo comprometidas. A cidade orientou que a água do rio não seja utilizada para consumo nem irrigação. “É um efeito cascata. O problema da irrigação afeta principalmente a agricultura familiar, que são os principais fornecedores de alimento para a merenda escolar”, diz.
Com 22 mil habitantes, Juatuba está fazendo um cadastro dos pescadores que vivem do rio Paraopeba para poder calcular o impacto ambiental e econômico e cobrar da Vale. A mineradora informou que está instalando membranas e cortinas de contenção de rejeitos próximo à cidade de Pará de Minas, que fica à frente de Juatuba no curso do rio. “A lama está avançando muito lentamente dentro da calha do rio. Ela está a cerca de 40 km de Pará de Minas. Existe a expectativa de que em 48 horas a lama chegue à cidade, mas essas cortinas são de instalação muito rápida e nossa expectativa é que elas serão suficientes para conter esse rejeito e assim não permitir nenhum problema para a captação de água do rio”, afirmou Luciano Siani Pires, diretor executivo de finanças e relações com investidores, em uma coletiva de imprensa.
Majesty garante que os municípios entendem que a Vale deve priorizar o resgate das vítimas. Mas a lentidão da companhia em compartilhar seu plano de contingência para desastres ambientais preocupa. “A Vale se comprometeu, tardiamente, em colocar as cortinas de contenção em Pará de Minas, por que não fez isso antes, logo na saída de Brumadinho, se é uma ação rápida, como eles mesmo disseram?”. Nesta quarta-feira, a companhia apresentou ao Ministério Público e aos órgãos ambientais seu plano para conter os rejeitos no Rio Paraopeba, que contempla um trecho total de 210 quilômetros. Barreiras de retenção serão instaladas ao longo de um trecho de 170 quilômetros do rio.

Minuto Finanças _ Preço da passagem vai custar por ano 4.114,40 reais aos trabalhadores da CAPITAL do DINHEIRO

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A partir do dia 1º de fevereiro o preço da passagem do transporte público na CAPITAL do DINHEIRO, custará R$ 3,30 reais, um aumento de 10% o que equivale a R$ 0,30 em relação a esse mês de janeiro que custou R$ 3,00.

Lembrando que esse aumento foi inoportuno diante de tudo o que vem ocorrendo no país, onde existem 12 milhões de desempregados, estima-se que 60 mil desses, estão na CAPITAL do DINHEIRO. 

Outra, o preço da gasolina vem em queda em todo o país, na CAPITAL do DINHEIRO que os preços vem caindo a passos de tartarugas, pois os donos dos postos de gasolina não querem diminuir ao patamar de R$ 4,50.

A partir do dia 1º de fevereiro o usuário que trabalha numa determinada loja, fará 4 viagens entre sua casa e o local de trabalho, gastando por dia R$ 13,20 ante R$ 12,00 até o dia 31 de janeiro.

O trabalhador de uma determinada loja gastará entre idas e vindas com o transporte coletivo R$ 13,20 por dia, R$ 343,20 por mês, e, pasmem, R$ 4.114,40 no dia 1º de fevereiro de 2020, um absurdo para os padrões de milhares de famílias parauapebenses.

Até o dia 31 de janeiro de 2019, pasmem, o trabalhador da CAPITAL do DINHEIRO teria gasto com o transporte coletivo a bagatela de R$ 3.744,00. 

O deputado estadual Gesmar Rosa se despede da ALEPA

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"Combati o bom combate." Tiago 4:7

Olá, amigos e amigas.

Novo ano, novos desafios. Deixo meu trabalho no parlamento estadual com o sentimento de dever cumprido. Busquei sempre dar o melhor de mim em prol do sofrido povo paraense, em especial, das regiões sul e sudeste do Estado.

O momento agora é de reflexão, mas nunca de encolhimento. Estou onde sempre estive; em Parauapebas, na minha terra querida, pois como todos sabem, sou um pequeno produtor, assentado pelo INCRA já há mais de 30 anos.

Venho aqui falar aos amigos que me acompanham nessa caminhada que não me furtarei a ajudar quando for preciso e criticar quando for necessário, pois a batalha continua, só mudou de lugar. A batalha pela melhoria de condições dignas, pelo desenvolvimento e integração regionais e reconhecimento da nossa região como o maior polo de desenvolvimento econômico deste Estado.


O sonho municipalista está mais vivo do que nunca, bem como o do nosso querido Estado de Carajás.

Depois do desastre de Brumadinho a Vale anuncia o descomissionamento de todas as suas barragens a montante

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A Vale S.A. (Vale) informa que apresentou a autoridades brasileiras seu plano para descomissionar todas as suas barragens construídas pelo método de alteamento a montante.
O plano apresentado às autoridades brasileiras visa descaracterizar as estruturas como barragens de rejeitos para reintegrá-las ao meio ambiente. Atualmente a Vale possui 10 barragens construídas pelo método de alteamento a montante, as quais todas se encontram inativas. Todas as barragens da Vale apresentam laudos de estabilidade emitidos por empresas externas, independentes e conceituadas internacionalmente.
A Vale estima que serão necessários investimentos em torno de R$ 5 bilhões para o descomissionamento das barragens a montante e estima que o processo de descomissionamento ocorrerá ao longo dos próximos 3 anos.
Para a realização das obras de descomissionamento das barragens a montante com segurança e agilidade, a Vale paralisará temporariamente a produção das unidades onde as estruturas estão localizadas, a saber: as operações de Abóboras, Vargem Grande, Capitão do Mato e Tamanduá, no complexo Vargem Grande, e as operações de Jangada, Fábrica, Segredo, João Pereira e Alto Bandeira, no complexo Paraopeba, incluindo também a paralisação das plantas de pelotização de Fábrica e Vargem Grande. As operações nas unidades paralisadas serão retomadas à medida que forem concluídos os descomissionamentos.
O impacto estimado das paralisações sobre a produção é da ordem de 40 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano, incluindo neste número o pellet feed necessário para a produção de 11 milhões de toneladas de pelotas, impacto este que será compensado através do aumento de produção em outros sistemas produtivos da companhia.
A expectativa da Vale é de reaproveitar todos seus colaboradores atualmente lotados nas operações que serão paralisadas.


Cabrobó _ As rapidinhas

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Resultado de imagem para 2 anosAs rapidinhas de hoje, falará sobre os dois anos da administração do prefeito Marcílio Cavalcanti. Nesses dois anos, o prefeito Marcílio Cavalcanti obteve muitas perdas como o rompimento com várias lideranças políticas da cidade. Na área econômica, o nobre prefeito não teve muitos avanços, deixando muito a desejar.
Resultado de imagem para marcilio e eudesAdeus criador
"Os políticos não conhecem nem o ódio, nem o amor. São conduzidos pelo interesse e não pelo sentimento." Philip Chesterfield.
O ex-prefeito Eudes Caldas, o grande líder político da cidade na época, indicou para a população, o nome do Marcílio Cavalcanti, para disputar a prefeitura onde se saiu como o grande vencedor.

O criador e a criatura, por motivos políticos, romperam no ano de 2017 sendo a primeira baixa no governo. 
Resultado de imagem para marcilio e pedro caldas Separação sem traumas 
Um político divide os seres humanos em duas classes: instrumentos e inimigos. (Friedrich Nietzsche)
O prefeito Marcílio Cavalcanti não teve o vice-prefeito dos seus sonhos, pois com os acordos políticos teve que aceitar a indicação do Pedro Caldas. 

Pouco tempo, após o casamento entre o prefeito e o vice veio a separação política, dando assim o fim do rompimento político com o inimigo(Eudes), e com o instrumento(Pedro Caldas). 

Com o rompimento, o prefeito Marcílio, deixou o seu vice-prefeito de mãos abonando. 
Resultado de imagem para marcilio e marcos de nuema Guerra infinita
A política é uma guerra sem derramamento de sangue, e a guerra uma política com derramamento de sangue. (Mao Tse-Tung)
O prefeito Marcílio Cavalcanti, seguindo a risca da democracia política, após desentendimentos com o vereador/secretário Marcos de Neuma, foi decretado a separação entre ambos.

Com essa separação política, o nobre prefeito arrumou um inimigo político de primeira grandeza, pois o mesmo tornou-se o maior inimigo da política do prefeito Marcílio Cavalcanti.
Resultado de imagem para marcilio e o presidente ramsesGuerra entre os poderes  
Nada é tão admirável em política quanto uma memória curta. (John Galbraith)
O prefeito Marcílio Cavalcanti e o presidente Ramsés, no inicio do mandato eram uns eternos apaixonados. 

Com o passar do tempo, o amor entre os dois chefes dos poderes, esfriou causando uma separação dolorosa que saiu caro para ambos, porém o que mais sofreu com a separação foi o presidente Ramsés que sofreu uma acochante derrota na Casa de Leis na eleição para a presidência. 

O problema que o presidente queria criar perpetuar no poder da Casa de Leis.
Resultado de imagem para prefeito marcilio e vereador dudaMexeu com meu pai, mexeu comigo
O meu carinho ao melhor pai do mundo que prega que além de educar bem, é ser exemplo de um bom filho. (Leonor)
O prefeito Marcílio Cavalcanti por exonerar o secretário de Infra-estrutura, o ex-prefeito e ex-vereador Edgar Caldas, comprou uma briga com o vereador Duda Caldas, filho de Edgar Caldas.

Ao longo desses dois anos de mandato, o prefeito Marcílio Cavalcanti criou uma legião de inimigos políticos.

Essa legião de inimigos políticos, creditaram votos e apoios para a sua campanha vitoriosa nas eleições de 2016 rumo a Prefeitura Municipal.      
Resultado de imagem para prefeito marcilio e vereador dudaCâmara aprova abertura de Processo para investigar o Prefeito
Com uma Casa de Leis, igual a roda gigante, uma ora fazem juras de amor, uma outra ora declara guerra, pasmem, os vereadores de oposição junto com uns vereadores desencantados com o prefeito, aprovaram com 8 votos, a abertura de Processo para investigar o prefeito Marcílio Cavalcanti.

O prefeito Marcílio Cavalcanti ao longo desses dois anos conseguiu romper politicamente com todos aqueles que o apoiaram. A sorte do prefeito é que tem uma base de apoio mesmo que transloucada estão com ele para o que der e vier. 
Resultado de imagem para pague meu salario 
Atraso em salários a servidores contratados, comissionados, fornecedores, aposentados e pensionistas, criando um caos financeiro na cidade.
Resultado de imagem para estradas rurais abandonadas em cabrobo Estradas rurais abandonadas e alunos também  
As estradas rurais estão abandonadas, e sem previsão dos serviços de recuperação das mesmas. Além do imenso desconforto e prejuízo para os que vivem no campo, tem comprometido o sonho de muitas crianças e jovens, que passaram a perder aulas, em virtude de problemas recorrentes com os transportes escolares, que quebram por conta do péssimo estado das estradas vicinais.

Destaco também a falta de manutenção dos referidos transportes, pasmem, muitos estão em estado de sucata.
Resultado de imagem para saude precaria Hospitais e postos sem médicos e medicamentos
A saúde está jogada ao léu, com a falta de médicos e medicamentos no hospital e nos postos de saúde. 

A saúde nesses dois anos de administração não está sendo o carro forte da gestão Marcílio Cavalcanti.

Um prefeito que se preze tem que valorizar a saúde e cuidar da saúde da população.
Resultado de imagem para ruas esburacadas em cabrobo Ruas e avenidas abandonadas
As ruas e avenidas esburacadas e o eterno problema do canal das muriçocas, mostram o descaso do prefeito nesses dois anos de administração.

As ruas e avenidas esburacadas dão sinal de abandono e descaso, fora os matos que estão dando o tom do descaso geral do prefeito Marcílio Cavalcanti. 
Resultado de imagem para estudantes de cabrobó criticam prefeito por falta de pagamento dos onibus Estudantes universitários à mercê da prefeitura 
Os estudantes de graduação que estudam em Belém do São Francisco passaram o ano tendo dores de cabeça com o prefeito Marcílio Cavalcanti que tem fama na cidade de mal pagador.

O prefeito não quer assumir o pagamento do ônibus, causando transtornos com o dono do ônibus e com os estudantes também. Ele em algumas rodas de conversas não quer aceitar que a prefeitura é obrigada a ajudar os estudantes.
Resultado de imagem para onibus escolares sucateados em cabrobo Prédios e Ônibus escolares pedem socorro 
Prédios públicos e ônibus escolares estão totalmente destruídos, grande parte dos transportes escolares estão com os pneus carecas, podendo causar perigo a vida dos alunos.

Quanto abandono por parte de um prefeito que prometeu em campanha que tornaria Cabrobó uma cidade maravilhosa. 
Resultado de imagem para saude sucateada A saúde abandonada 
Falta de equipamentos básicos para diagnóstico, como ultrassonografia para casos de urgências e emergências.

O abandono a saúde, são demostração do descaso do prefeito com a população cabroboense.

Não é a toa que os moradores vão para Salgueiro e Petrolina em busca de saúde.
   


Um vice-presidente sem papas na língua, incomoda o núcleo duro do presidente Bolsonaro

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O general Hamilton Mourão, após deixar a ativa, em fevereiro de 2018, filiou-se ao PRTB, iniciando assim sua carreira política, e foi logo vencendo as eleições, como vice-presidente da República na chapa com o presidente Jair Bolsonaro. 

O vice-presidente Mourão é daqueles que não tem papa não língua, fala o que as pessoas gostam de ouvir de um alguém que está no poder, entre elas, a mídia que colocou o vice-presidente em evidência nesses dias 4 dias em que esteve como presidente interino.

Nesses 4 dias a frente da presidência, o general Mourão falou em uma entrevista a rádio Gaúcha que a flexibilização do porte de armas não tem efeito contra a violência. No gabinete presidencial recebeu o embaixador alemão no Brasil que representava a União Europeia e deu uma inusual entrevista dizendo que o encontro visava corrigir "uma reputação meio errada.

O vice-presidente também demostrou que é contra a mudança da embaixada brasileira de Israel para Tel AViv para Jerusalém. E por último o vice-presidente falou que o caso do filho do presidente pode vir causar sérios problemas.

O vice-presidente Mourão a princípio com as suas atitudes vem lembrando muito o ex-vice-presidente, José Alencar.   

Uma singela homenagem a todos os professores do CEPEJA

A imagem pode conter: 10 pessoas, incluindo Alderi Gonçalves e Cleidi Paz Leal Leal, pessoas sorrindo, pessoas sentadas e pessoas em pé
Exercer a arte de ensinar é um ofício nobre, provavelmente o mais nobre de todos! Professores são parte fundamental de nossa história, crescimento, amadurecimento e formação de caráter, por isso merecem todas as homenagens possíveis.

Trabalho há mais 13 anos, no Centro de Ensino Personalizado do 6º ao 9º ano, pasmem, nunca vi uma aluna demonstrar sua gratidão com um delicioso Coffee black aos mestres que passaram recentemente pela sua vida, assim fez a aluna Cleidiane Leal que estudou no CEPEJA em 2018.
A imagem pode conter: Cleidi Paz Leal Leal, sorrindo, em pé e área internaEm sua rede social, ela relatou: 
hoje me despedi com carinho dos meus professores e toda equipe #cepejaparauapebas que com muita dedicação me instruíram por anos, rsrs, essa equipe é guerreira fazendo um trabalho lindo com jovens e adultos que não puderam concluir os estudos, fiz um lanchinho como gratidão a vocês professores guerreiros desse Brasil, todos ficaram felizes por saber que já estou na faculdade, pois conhecem minha história.
A imagem pode conter: 1 pessoaProfessor Clóvis fez uma oração sobre minha vida obrigada! aos meus mestres Alderi Gonçalves, Zenaide, Eva, João e Clóvis, a diretora Elisângela, a irmã da copa, ao irmão da portaria, a toda secretaria, a banca de provas, vocês ensinaram sobre a vida, serei eternamente grata! estão todos convidados a minha formatura rsrs.
A imagem pode conter: 6 pessoas, pessoas sorrindoCleidiane foi uma das melhores alunas que tive no CEPEJA, ela é uma aluna diferenciada, com um grau de aprendizagem acima da média.


A tragédia em Brumadinho é resultado, em primeiro lugar, da impunidade do desastre de Mariana

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A tragédia em Brumadinho é resultado, em primeiro lugar, da impunidade do desastre de Mariana. E também de anos de um Estado ausente, incompetente e corrupto. A começar pelo Governo Federal, dominado pela corrupção sistêmica nos últimos anos do PT e MDB. Há de se ressaltar que o defeito da Vale começou lá atrás na privatização malfeita durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, entregue praticamente de graça à iniciativa privada, mas ainda com grande participação do Estado, que não assume as suas responsabilidades perante os desastres.
Ainda é resultado da falência de Minas Gerais pelos governos do PSDB (Aécio Neves e Antônio Anastasia) e do PT (Fernando Pimentel).Tanto que um empresário desconhecido acabou se elegendo governador, Romeu Zema. No primeiro momento, pelo menos Zema e Jair Bolsonaro agiram rápido na tragédia em Brumadinho, 25 de janeiro de 2019. O presidente fez uma declaração pública na TV, criou um gabinete de crise, e visitou de helicóptero a região no dia seguinte ao acidente. Ao contrário de Dilma Rousseff que apenas se pronunciou pelo Twitter e, após críticas, somente uma semana depois fez um sobrevoo na região.
Sob o governo de Michel Temer, que tinha como ministro do Meio Ambiente Sarney Filho, a Vale continuou protegida, apesar do primoroso relatório do Comitê Interfederativo, criado para tratar da reparação da tragédia, que estipulava severas punições e ações eficazes, mas que não foram executadas. Esta será a primeira oportunidade de Bolsonaro e Zema provarem que são diferentes dos governos anteriores, que falharam vergonhosamente. Está no alcance deles providências como acionar as instituições de todos os poderes para obrigar a Vale e os responsáveis a responderem pelo crime, pagar o que devem e restaurarem o meio ambiente. O governo federal pode também intervir na empresa porque possui ações com poder de decisão.
Está claro que não foi promovida manutenção adequada pela Vale nas barragens rompidas. Aliás, o tipo de barragem escolhida pela empresa é a mais barata e perigosa, porque é apenas um aterro de terra que cede com o tempo. É assustador lembrar que só em Minas existem mais de 500 barragens. Segundo o engenheiro ambiental ouvido por este colunista, há soluções seguras e que não armazenam a lama tóxica, a água é tratada antes de voltar ao meio ambiente. É possível a exploração do minério com baixo impacto ambiental, mas isso requer tecnologia e custos.
Para limpar e manter todo o Rio Doce limpo, com água potável e a volta dos peixes, o presidente da Vale tem na mesa o orçamento de um projeto de 3 bilhões de reais, com respaldo técnico do CIF, mas que a empresa não quer assumir. Não só o Executivo, mas o legislativo e a Justiça também são cúmplices. Não se viu um parlamentar, da esquerda à direita, fazer um discurso mais duro e tomar uma medida eficaz contra a Vale.Todas as iniciativas para aprovar leis que impõem obrigações, melhoram a segurança e aumentam a punição não avançaram.Talvez porque muitos políticos recebam fortunas das mineradoras para suas campanhas eleitorais.
Agora é a oportunidade para os novos parlamentares mostrarem serviço e fazerem alguma coisa.O Estado do Espírito Santo, onde está a sede da Samarco, também lavou as mãos. O Secretário de Meio Ambiente disse que é um problema de Minas Gerais, apesar do Rio Doce atravessar o Estado.Parte da imprensa, principalmente a de Minas, também tem a sua parcela de culpa, ao se curvar às verbas publicitárias da Vale, e não revelar a verdade nua e crua. Em Minas os principais órgãos de comunicação de Belo Horizonte são de propriedade de políticos e empresários que atuam no setor. Diante dessa cumplicidade toda, o Rio Doce permanece contaminado, as vítimas continuam reclamando nos tribunais seus direitos, e a flora e fauna seguem agonizando.
De que adianta o Brasil ter assinado o Acordo de Paris, ter uma das melhores leis ambientais do mundo, se na prática não funciona a contento? A água doce é considerada o petróleo do Século XXI porque é essencial à vida e está desaparecendo do Planeta. Apenas 2,5%das águas da Terra são potáveis, e a maior quantidade (12%) está no Brasil, onde os rios estão secando em sequência. As maiores ameaças são as mineradoras, assassinas de rios e vidas. Algo precisa ser feito urgentemente antes que seja tarde. Bem que o grande poeta Carlos Drummond de Andrade, que nasceu em Itabira, Minas Gerais, (onde começou a Vale do Rio Doce, que ironicamente antes de matar o rio tirou o “Rio Doce” do nome) nos avisou décadas atrás: O Rio? É Doce; A Vale? Amarga.
Francisco Câmpera, jornalista nascido em Minas Gerais, comentarista nas Rádios Tupi Rio e Super Rádio em São Paulo.

Vale, exemplo mundial de incompetência e descaso

Tragedia Brumadinho Bombeiros procuram vítimas da tragédia em Brumadinho.  AFP

Todas as barragens da Vale estão em risco e podem se romper a qualquer momento. A empresa não quer gastar o dinheiro necessário para recuperar o meio ambiente”. A afirmação é de um dos mais solicitados engenheiros ambientais do Brasil e que já prestou, por um longo período, consultoria à Vale. Por questões óbvias, ele não quer se identificar. Não é preciso, porém, ser perito para acreditar na veracidade desse testemunho. A repetição da tragédia demonstra que a empresa é, no mínimo, negligente.


O maior desastre ambiental na área de mineração do mundo aconteceu no município de Mariana, Minas Gerais, em 5 de novembro de 2015. Os responsáveis foram a empresa Samarco,controlada pela Vale, em sociedade com a anglo-australiana BHP Billiton. A barragem que se rompeu provocou uma enxurrada de lama tóxica, que dizimou o distrito de Bento Rodrigues e deixou19 mortos, além de devastar a bacia hidrográfica do Rio Doce, matar a vida aquática e acabar com o turismo e subsistência de milhares de pessoas. 
A Vale conseguiu a façanha de destruir um rio, que nem a mineração na região, onde está localizada Ouro Preto, foi capaz ao longo de 300 anos de exploração do ouro. Pouco mais de três anos após o incidente, a Vale volta a matar. Repetiu o mesmo erro em outra barragem, em Brumadinho, Minas Gerais. Desta vez, porém, o número de vidas sacrificadas foi muito maior. Nas primeiras 24 horas foram confirmadas 34 mortes e centenas de pessoas desaparecidas.
Após a tragédia de Mariana, a Vale apoiou a criação da Fundação Renova, que se demonstrou pouco eficaz. As vítimas, que perderam suas moradias e familiares dos mortos, não foram totalmente indenizadas. A lama tóxica(embora a empresa negue) continua no mesmo lugar e o Rio Doce continua praticamente morto. Uma das líderes das comunidades ribeirinhas, Maria Auxiliadora de Fátima, diz que foi preciso lutar muito para conseguir alguma reparação. “Se não tivéssemos batalhado, não receberíamos nada”. Ninguém foi preso e punido como deveria.
Em qualquer país sério agentes públicos responsáveis e os executivos da empresa estariam presos. No mínimo a companhia já deveria ter pago multas bilionárias, o que não ocorreu. Aqui os envolvidos posam como se uma tragédia anterior não tivesse ocorrido. Dão entrevistas como se eles fossem também as vítimas do acidente. Ao invés de buscar soluções reais, a Vale aproveitou da tragédia para lucrar. Usou a Renova para ganhar tempo com as autoridades, recusando-se a cumprir o acordo fechado com o Ministério Público Estadual e levando a disputa para o lento caminho judicial.
O objetivo era deixar as ações da Samarco despencarem de valor para comprar a parte da sócia. Ironicamente, apesar do desastre ter acontecido aqui no Brasil, a BHP Billiton está sofrendo consequências da duras leis ambientais em seus países de origem, Reino Unido e Austrália. Com a Vale, porém, não foi o que aconteceu. Em matéria assinada por José Casado, veiculada em O Globo, o jornalista informa que a Vale concluiu a compra da parte da sócia estrangeira, mas as empresas não confirmaram o negócio. A Samarco continua fechada, o que facilita para a Vale não pagar indenizações e valorizar sua produção em Carajás.


Francisco Câmpera, jornalista nascido em Minas Gerais, comentarista nas Rádios Tupi Rio e Super Rádio em São Paulo.


ERRATA

Inicialmente este texto dizia que a Fundação Renova foi criada pela Vale. Na verdade, ela apoiou a criação, junto com a BHP Billiton e Samarco, além do Governo de MG e Espírito Santo,Governo Federal, e outros órgãos.

A Justiça é lenta, mas o mercado é rápido contra a Vale

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O rompimento da barragem em Brumadinho tem consequências humanas e sócio-ambientais  devastadoras, que vão muito além de seus efeitos econômicos. Estes, por sua vez, são gigantescos. 

Como a Vale é uma companhia de capital aberto negociada no Brasil e no exterior, o impacto é imediato no mercado de capitais. A Justiça é lenta, mas o mercado é rápido. Minutos após a divulgação do rompimento da barragem em Brumadinho na última sexta-feira, as ADRs (recibos de ações) da empresa negociadas em Nova York, que estavam subindo, começaram a cair e fecharam com queda de 8%. 

Conforme esperado, a ação caiu fortemente na abertura do pregão de hoje da B3, em São Paulo, com uma perda de valor da companhia até este momento de R$ 60 bilhões. Isso não surpreende diante dos prejuízos materiais e intangíveis de uma tragédia de tal gravidade, após uma outra da mesma natureza ocorrida há apenas três anos.

 Até agora, a Vale teve cerca R$ 11 bilhões bloqueados pela Justiça, uma multa do Ibama de R$ 250 milhões e estará sujeita a toda sorte de ações nas esferas administrativa, civil e penal, incluindo ações civis públicas.

Tais prejuízos são levados em conta pelos investidores e agências de classificação de risco. A agência Standard&Poor's, por exemplo, anunciou que poderá rebaixar a nota de classificação de risco da empresa.

Em se tratando de uma das maiores empresas brasileiras, não é algo positivo para o país, especialmente em um momento que se quer virar o jogo e mudar a imagem no exterior para atrair mais investimentos.

Os dois desastres ocorridos levam a uma conclusão óbvia, manifestada, entre outro, pelo presidente Bolsonaro: há algo muito errado com a gestão de risco, tanto privada, quanto pública.

Do ponto de vista privado, nenhum sistema de gestão de risco é infalível. Mas não se espera que falhe por duas vezes, com impactos tão elevados, em tão pouco tempo. Pode haver erros no cálculo do risco, no seu gerenciamento ou na disposição da companhia em aceitar uma exposição que não é aceitável;  nem pelo acionista, nem pela sociedade.

Do ponto de vista da política pública, é evidente que há um enorme passivo ambiental da atividade mineradora que tem de ser superado mediante pelo menos três linhas de ação.

Segundo, com maior celeridade para garantir tempo econômico nas decisões da Justiça, pois de nada adianta pedir uma legislação mais rigorosa, se nem a existente for implementada com um mínimo de eficácia e agilidade. 

Terceiro, com padrões de segurança mais rigorosos para as barragens e, mais importante, estímulo à reutilização dos resíduos e rejeitos de minério. Novas tecnologias vêm sendo desenvolvidas, no próprio estado de Minas Gerais, e não têm recebido a devida atenção..

Está na hora de demonstrar na prática o que foi dito em Davos no discurso de Bolsonaro: a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento precisam ser interdependentes e indissociáveis.

Blog do Gesner OliveiraGesner Oliveira, colunista da Uol

Saúde _ Exercício pode proteger de depressão, aponta pesquisa

Getty Images
Desordem que atinge cerca de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo, a depressão não é de hoje alvo de pesquisas que buscam possíveis formas de preveni-la. E uma das linhas de investigação é o impacto que podem ter as atividades físicas. Um novo trabalho publicado nesta quarta-feira (23), reforça a estratégia. A pesquisa teve como premissa uma abordagem genética para avaliar o potencial de proteção que fazer algum tipo de exercício pode ter contra o risco de desenvolver depressão.

Para fazer a análise, os pesquisadores, liderados por Karmel Choi, da Unidade de Psiquiatria e Genética do Neurodesenvolvimento do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos, identificaram e cruzaram variantes genéticas de resultados de estudos de larga escala feitos para atividade física no Reino Unido e para depressão em um consórcio global. No caso dos exercícios, foram considerados dois levantamentos: um com 377 mil pessoas, que preencheram relatórios sobre seu nível de atividade; e um outro com 91 mil pessoas que usaram sensores de movimento no pulso, conhecidos como acelerômetros. O banco de dados de depressão incluía informações de 143 mil pessoas com e sem a doenças.

Os resultados do trabalho, publicado na revista Jama Psychiatry, indicaram que a atividade física registrada no acelerômetro --mas não a atividade autorreferida-- parece exercer uma potencial proteção contra o risco de desenvolver depressão. Para os autores, as diferenças nos efeitos entre os dois métodos de mensuração da atividade física podem ser resultado não apenas de imprecisões nas memórias dos participantes - ou do desejo de se apresentarem de forma positiva. Mas também do fato de que leituras objetivas captam outros aspectos além do exercício planejado - como caminhar até o trabalho, subir escadas, cortar grama, por exemplo - que os participantes podem não reconhecer como atividade física.

Proteção 

"Em média fazer mais atividade física parece proteger contra o desenvolvimento da depressão", comentou Choi em comunicado à imprensa. E qualquer atividade física, explica o pesquisador, parece ser melhor que nenhuma. "Nossos cálculos aproximados sugerem que substituir um tempo sentado por 15 minutos de uma atividade de bombear o coração, como correr, por exemplo, ou fazer uma hora de atividade moderadamente vigorosa, é suficiente para produzir um aumento médio nos dados do acelerômetro que estava ligado a um menor risco de depressão", complementou. Ele explica, porém, que uma coisa é saber que a atividade físicas poderia ser benéfica para prevenir a depressão, outra é realmente fazer com que as pessoas se tornem mais ativas. O autor diz que mais estudos precisam ser feitos para descobrir quais são as melhores recomendações para os diferentes tipos de pessoas com diferentes perfis de risco à doença.

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