País tem 10 milhões de idosos a mais que crianças, mas 12 de outubro bate recorde de gasto
Por que ficamos 'mais feios' na câmera frontal? Fotógrafa explica
a profissional explica que uma selfie não deve ser interpretada como uma representação definitiva da aparência de alguém. O registro depende das condições em que foi feito, e pequenos ajustes podem mudar bastante o resultado.
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“Não subestimem o gordinho”
Da mesma forma que o grupo de Alcolumbre começou a se mexer no sentido de permanecer mais dois anos no comando do Senado, crescem as conversas para, conforme revelado em primeira mão por esta coluna, tentar aprovar ainda este ano o fim da reeleição para presidente da República. Como Flávio defende essa proposta, o jogo do Centrão é no sentido de tentar deixar isso aprovado até dezembro. O fato de o senador do PL dizer que caberá ao Congresso definir se o mandato será de quatro anos ou de cinco, fez crescer o receio de que possa querer ampliar o próprio mandato. Porém, entre os aliados de Flávio, a avaliação é de que qualquer mudança do tamanho do mandato valeria para apenas o eleito em 2030. Os partidos de centro sabem que, a partir de 2027, o PL tentará dominar o jogo, uma vez que dominará o Planalto. Por isso, o que der para deixar fechado em 2026 é melhor.
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Flávio diz que Jair Bolsonaro colocará a faixa presidencial nele no dia da posse e promete reduzir maioridade penal
Vocês verão, no dia 6 de janeiro de 2027, na data da posse, Flavio Nantes Bolsonaro fazendo uma oração e entregando o Brasil nas mãos de Deus, e vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidência em mim", disse Flavio Bolsonaro, em cima de um trio elétrico durante uma carreata em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.
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Xandão é inegociável
Lula ganha fôlego com vídeos de selfie na campanha do 2º turno
Você Sabia?
Kátia Abreu volta a cutucar Janja: 'Quer aparecer ou eleger o marido?
Aliados de Flávio Bolsonaro alertam para risco de discurso sobre mudança na Constituição e clima de 'já ganhou'
Na avaliação desses interlocutores, o momento é favorável a Flávio Bolsonaro, que chegou ao segundo turno à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas a diferença entre os dois candidatos ainda pode ser revertida.
Segundo aliados do senador, Flávio Bolsonaro adotou nesta terça-feira (6), em Goiânia, um tom de quem já se considerava eleito e começava a planejar as primeiras medidas de um eventual governo, entre elas mudanças na Constituição.
Desde a redemocratização, os candidatos que terminaram o primeiro turno à frente também venceram o segundo turno das eleições presidenciais.
Interlocutores de Flávio, no entanto, avaliam que esse histórico não é garantia de vitória e consideram perigoso entrar na etapa final da disputa de “salto alto”.
Ao receber o apoio do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, Flávio Bolsonaro afirmou que um Congresso com maioria de direita permitiria fazer mudanças na Constituição para “redemocratizar o país”.
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PL e PSOL elegem os cinco deputados federais mais votados
Nikolas Ferreira recebeu 3.119.318 votos, ou seja 24,7% do total de eleitores que foram às urnas de Minas Gerais neste domingo.
Natural de Belo Horizonte, o parlamentar mineiro de 30 anos de idade começou sua carreira na política eleitoral em 2020, quando foi eleito vereador de Belo Horizonte, pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB). Em 2022, foi eleito deputado federal pela primeira vez, já pelo PL, conquistando 1.492.047 dos votos.
Companheiro de partido de Nikolas, o vereador Lucas Pavanato também superou os 3 milhões de votos, com 3.038.438, ou seja, 11,5% do total de eleitores paulistas que foram às urnas na eleição deste ano.
Já Erika Hilton conquistou 1.596.472 votos, ou 5,9% das pessoas que votaram no estado de São Paulo no domingo. A deputada de 33 anos conquistou seu primeiro mandato na Câmara Federal em 2022, pelo PSOL, com 256 mil votos.
Os outros candidatos a deputado federal com mais votos nesta eleição foram André Fernandes (PL-CE), com 684.732 votos; Sâmia Bomfim (PSOL-SP), com 583.107 votos; Julia Zanatta (PL-SC), com 560.223 votos; Ana Elisa (PT-MG), com 524.129 votos; Kim Kataguiri (Missão-SP), com 520.071 votos; Tabata Amaral (PSB-SP), com 476.383 votos; e Jeffrey Chiquini (Novo-PR), com 425.399 votos.
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Rogério Marinho vê conexão da população com PL, mas não dá eleições como vencidas
Lula tem queda de votação em cidades mais dependentes do Bolsa Família
PL elege 121 deputados e tem maior bancada de um partido desde a Constituinte
Essa é a maior bancada de um partido desde a Constituição de 1988. O recorde anterior pertencia ao MDB que em 1990 elegeu 108 deputados.
Em termos proporcionais, o PL aumentou em 22,2% o número de deputados eleitos na comparação com 2022. A bancada de 121 parlamentares também fica 22 cadeiras à frente dos 99 eleitos quatro anos atrás.
O PL teve os dois deputados federais mais votados do Brasil: Nikolas Ferreira (MG), que teve 3.119.318 votos, e Lucas Pavanatto (SP), com 3.038.438 votos. Os dois garantiram 40 cadeiras ao PL, 21 em Minas e 19 em São Paulo.
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Petista e reeleito: Quem é o governador mais bem votado em 2026
Renans, Ciros, ACM, Roseana: os caciques do Nordeste que perderam a eleição
Flávio e Lula vão disputar segundo turno da eleição presidencial de 2026
Indicadores sociais e PIB melhoraram com Lula; Bolsonaro controlou dívida
O jogo deles
Com ou sem segundo turno, está prevista para 21 de outubro a apresentação de megaprojetos, sob o guarda chuva “Empreende Brasil” e “Congresso pelo Brasil”. Em gestação na Frente Parlamentar do Empreendedorismo, a ideia dessas propostas é tratar de temas como taxa de juros, insegurança jurídica, ambiente de negócios no país e segurança pública — apontados pelo empresariado como os grandes responsáveis pela dificuldade de atração de investimentos no país. Assim, seja quem for o presidente da República, os congressistas terão seus próprios projetos, com prioridade sobre qualquer proposta a ser apresentada pelo Palácio do Planalto.
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Brasil merece um segundo turno
Escorados na pujança de suas torcidas organizadas, os favoritos dizem confiar que a fatura será liquidada à vista, sem segunda prestação. Convém torcer para que estejam errados. No Datafolha de quinta-feira, Lula e o filho de Bolsonaro aparecem novamente em empate técnico. Os números da pesquisa sugerem um segundo turno. Mas os dados não permitem tratá-lo como inevitável.
Esticando-se a campanha para a segunda etapa, os favoritos teriam 21 dias para abrir suas cartas. A exposição à controvérsia franca é sempre salutar numa democracia. Mais ainda quando um dos postulantes ao Planalto representa um bloco político cujo líder cumpre pena de prisão por conspirar contra a própria democracia.
Ficou difícil contestar a sério a utilidade do segundo turno. A concessão de uma vitória antecipada corresponderia a entregar uma carta branca a um dos candidatos. E todos sabem — ou deveriam saber — que, em política, as cartas nada têm de brancas.
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Trump diz acompanhar de perto eleição e não declara apoio
Campanha de Lula mirou no passado; a de Flávio, na mudança para o futuro
O tom adotado por Lula, inclusive em encontros com empresários, reforçou a ideia de que a comparação com o adversário bastaria para garantir a vitória. Para Toledo, essa leitura ignorou como o eleitor decide o voto.
Flávio Bolsonaro apostou em um discurso de mudança e esperança, com foco no futuro - e isso, para ele, fez diferença na reta final. Ele nota ainda que, nas últimas duas semanas, Lula e aliados passaram a defender medidas que soaram como correção de rota.
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Bolsonaro e Lula turbinam campanhas ao Legislativo
A pesquisa Correio/Opinião divulgada hoje mostrou que três partidos aliados a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) devem conquistar ao todo seis vagas para a Câmara dos Deputados: PL, Republicanos e MDB, sendo duas vagas cada um. PSol, Rede e a federação PT-PCdoB-PV ficariam com uma vaga cada um, completando o quadro de oito federais do Distrito Federal. Ambas compõem a coligação que apoia a reeleição do presidente Lula. Sinal de que as campanhas para o governo ajudam a puxar aliados.
Enquanto isso, no Senado…/ Coma subida de Bia Kicis (PL-DF) ameaçando a reeleição de Leila do Vôlei (PDT), uma parcela do PT que boicotava a pedetista começa a rever seus conceitos. O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, divulgou um manifesto a favor da reeleição de Leila. Em carta, ele diz ter ficado decepcionado com ela pelo fato de ter assinado um dos pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Kakay defende que é necessário olhar o pleito com preocupação e lembra que o DF já tem uma senadora “de extrema direita e bolsonarista” — referindo-se a Damares Alves (Republicanos-DF) — e, por isso, é necessário que as duas vagas não sejam renovadas “pelas candidatas do presidiário Bolsonaro”. Até aqui, Bia foi quem mais cresceu na disputa ao Senado, de acordo com a pesquisa do Correio.