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Parauapebas 27 anos de lutas, conquistas e sucesso


A famosa rua do Meio nos idos da década de 80, esse local ficou famoso devido aos vários pontos de bares e cabarés onde garimpeiros saiam de Serra Pelada para curtir no final de semana com muitas bebidas e mulheres. 




Museu de Parauapebas

Música - Tocando Em Frente


Professores da rede estadual de Pernambuco decidem nesta segunda se continua em greve

SINTEPE

Em greve há 15 dias, professores da rede estadual realizam hoje (27) à tarde mais uma assembleia para avaliar o movimento e definir se continuam ou não a paralisação, que começou no dia 13. A reunião será a partir das 14h, na quadra do Clube Português, bairro das Graças, Zona Norte do Recife. A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) vai defender a manutenção da greve. Estudam nas escolas estaduais cerca de 650 mil alunos. São 49.816 docentes: 23.165 ativos e 26.651 aposentados.

“A categoria permanece muito indignada, apesar de um pequeno refluxo nas escolas. O grau de revolta aumentou ainda mais nos últimos dias quando os professores conferiram seus contracheques e verificaram os descontos dos dias de greve”, destaca o presidente do Sintepe, Fernando Melo. “Não faz sentido acabar a greve se não temos nenhuma proposta do governo, não temos o que avaliar”, complementa.

Segundo ele, os valores descontados variam de R$ 50 a R$ 1.500. O docente que não aderiu ao movimento receberá salário quarta-feira. Aqueles que participam da paralisação só terão o vencimento depositado em conta no dia 5 de maio.

A Corte Especial do Tribunal de Justiça de Pernambuco pode julgar hoje o pedido do governo de considerar a greve ilegal. A Justiça determinou a suspensão da paralisação, medida que vem sendo descumprida por parte da categoria. Por cada dia de descumprimento da ordem judicial, o Sintepe vai pagar multa de R$ 80 mil. A última greve dos docentes foi em 2009 e durou 23 dias. O Estado já anunciou que só negocia quando a categoria voltar ao trabalho.

Avião faz pouso forçado na PA-279 entre Água Azul e Ourilândia

 
Uma aeronave realizou um pouso forçado na tarde de ontem 26/04, PA-279 entre os municípios de Água Azul do Norte e Ourilândia do Norte. O avião estava a cerca de 300 metros da pista de pouso quando apresentou uma pane começou a cair.
A aeronave havia saído de São Félix do Xingu, distante em torno de 100 km, em direção a Ourilândia quando teve o problema. O piloto realizou o pouso forçado na rodovia, próximo à entrada de Água Azul do Norte. Apesar de o avião ficar danificado, o piloto saiu ileso do incidente.


Por sorte do piloto o movimento na rodovia aos domingos é pequeno. Até a manhã desta segunda-feira, a aeronave ainda estava na margem da pista de onde fora colocado com ajuda de populares.




Otávio Araújo

Puxa-saquismo — Falso elogio que alimenta a vaidade!

O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica — Norman Vincent

Os aduladores são como as plantas parasitas que abraçam o tronco e ramos de uma árvore para melhor aproveitar e consumir - Marques de Maricá



Puxa-saco, popularmente conhecido como Adulador ou Bajulador, significa a pessoa que vive elogiando pessoas que ocupam posição de poder, com o intuito de obter algum beneficio ou privilégio.

Todos nós conhecemos e convivemos com os puxa-sacos, seja nas empresas, nas escolas, igrejas, nos hospitais e na política, onde existe uma posição de autoridade, lá estará o puxa-saco para se autopomover.

Geralmente, o puxa-saco, é uma pessoa sem ética e, provavelmente, incompetente para subir na vida ou ganhar poder através dos próprios méritos, necessitando portanto usar certos artifícios para atingir seus objetivos.

É comum vê-las, pois elogiam gratuitamente e supervalorizam, a toda hora, as atividades das pessoas que ocupam cargos de poder.

Eles, são tão caras de pau que dão presentes sem data comemorativa, te convidam para almoçar diariamente, informam tudo o que ocorre e também o que muitas vezes só acontecem em sua imaginação, e, sempre têm na ponta da língua um discurso de apoio, de esperteza, de malandragem, para que possam se fazer presente no dia a dia do chefe.

Para finalizar lembrei do La Fontaine "Aprendei que todo o adulador vive a custa de quem o escuta" convém ressaltar que para que exista "o bajulador" tem que existir "o que gosta de ser bajulado", assim, pode-se dizer que esta relação é uma "relação de afeto mútuo" e cada um deles sabe como amaciar o ego um do outro.

Por que o serviço público funciona tão mal no Brasil?





















Todo dia a mesma pergunta: Por que o serviço público funciona tão mal no Brasil? Salvo raríssimas exceções, educação pública uma lastima; saúde e segurança falidos; transporte urbano um desastre; infraestrutura arruinada. Em linhas gerais, nada funciona bem. 

As consequências para o povo são desastrosas. Falta gestão eficiente, gente compromissada em servir, trato com o dinheiro público que, quando não é aplicado de maneira equivocada, é desviado, descendo pelas correntezas da corrupção, conforme a população acompanha todos os dias no noticiário nacional. 

Música - Perto de Mim, Catedral


Alunos da escola Euclydes Figueiredo se reencontram após 8 anos

Não se esqueça de mim
De mim, de mim (Fragmentos da música Reencontro de Tim Maia)
 


Alunos da escola estadual Euclydes Figueiredo da turma 301 turno tarde, ano de 2007 entre eles a Paty, Ananda, Douglas, Arliane, Nayara, Gisele, Junior e Bruno marcaram um encontro na pizzaria 2000 para relembrar aquele ano de 2007 que marcou uma época única na história do Euclydão.

Foram convidados para abrilhantar ainda mias o encontro os professores Alderi Santos e Eduardo Dias. No momento foi criado o grupo de WhatsApp M3TR01.

Quero parabenizar a esses jovens sonhadores pela bela iniciativa de se reunir e me chamar para fazer parte desse seleto grupo.

O que tem feito por Parauapebas o deputado que você ajudou a eleger?

Resultado de imagem para eleições 2014
No pleito eleitoral de 2014 vários candidatos estiveram na capital do minério pedindo voto, eles não estavam sozinhos e sim com alguém que você conhece e que talvez por isso o recebesse em sua residência. Gostaria de lembrar os 6 nomes dos deputados estaduais e federais mais votados na capital do minério, bem como, das lideranças que bateram na sua porta pedindo seu voto para esses candidatos.
Quase 3 meses depois de terem assumidos seus mandatos já estaria no tempo de apresentarem alguma ação em favor do município, ou de pelo menos, ter lembrado da cidade em um dos pronunciamento proferidos na tribuna, seja da assembléia legislativa, no caso de deputado estadual, ou seja na câmara, nesse caso o deputado federal.
Deputados Estaduais
Deputados
Partido
Votação
%
 Dirceu Ten Caden
 (PT) 
 1 438
 1,37
 Martinho Carmona
 (PMDB) 
 1 215 
 1, 16%
 Olival Marques       
 (PSC)     
 928
 0,89
 Thiago Araújo
 PPS
 825
 0,79%
 Chamon
 PMDB
 497
 0,47%
 Tião Miranda  
 (PTB)  
 418
 0,4%

Deputada Federal
Deputados
Partido
Votação
%
 Julia Marinho
 PSC
 2 725
 2,6
 Wlad
 SD
 2 639
 2,52%
 Josué Bengston
 PTB
 2 328
 2,22%
 Beto Salame 
 PROS
 2 230
 2,13%
 Zé Geraldo
 PT
 1143 
 1,09%
 Lúcio Vale
 PR
  954  
 0,9%

Comando de greve se reúne e traça metas


Os professores da rede estadual de Parauapebas realizaram uma reunião na subsede do Sintepp com o comando de grave para a deliberação da seguintes atividade:

Dia - 28 panfletagem na praça do cidadão às 17h, Rio verde.

Dia - 30 ato regional na concha acústica, próximo a portaria da Vale às 9h.

Música - Nós Dois, Carlinhos Felix


Renan diz que não vai polemizar com Cunha e não engavetará terceirização

renan senador
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta sexta-feira (24), por meio de nota, que não vai "sonegar" o debate nem "engavetar" o projeto que regulamenta a terceirização. Ele disse também que não entrará em polêmica sobre o tema com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

"O Senado Federal não vai engavetar nenhum projeto porque não pode sonegar o debate de qualquer tema. Quanto ao projeto que ampliou a terceirização da mão de obra, vamos discuti-lo criteriosamente, envolvendo todos os interessados na regulamentação, principalmente os trabalhadores, referências inafastáveis e prioritárias na discussão", afirmou Renan Calheiros na nota.
Na noite de quinta, Cunha disse que, se o projeto da terceirização aprovado pelos deputados demorar para ser votado pelo Senado, propostas aprovadas pelos senadores passarão a ter "o mesmo tratamento" quando chegarem à Câmara. "Pau que dá em Chico dá em Francisco", afirmou Cunha. A declaração do presidente da Câmara foi uma reação a uma fala de Renan Calheiros, que criticou pontos do projeto aprovado pela Câmara e a suposta "pressa" na tramitação da proposta.
Momentos antes da fala de Renan nesta sexta, o presidente da Câmara, que participou de evento em Campo Grande, disse que "felizmente" o Senado apenas irá revisar o projeto de lei que regulamenta a terceirização no país. Se a proposta que muda as regras de terceirização for alterada no Senado, o texto retornará para nova análise dos deputados federais, em razão de o projeto ser de autoria da Câmara.

"Felizmente, nesse projeto da terceirização, o Senado será apenas revisor", ironizou Cunha.

O presidente do Senado reafirmou a crítica a um dos principais pontos do projeto aprovado pelos deputados – o que prevê a terceirização das atividades-fim nas empresas. Atualmente, uma súmula do Tribunal Superior do Trabalho (TST) estabelece que somente podem ser terceirizadas as chamadas atividades-meio, como serviços de limpeza e segurança, por exemplo.
"Terceirizar a atividade-fim, liberar geral, significa revogar a CLT, precarizar as relações de trabalho e importa numa involução para os trabalhadores brasileiros. Um inequívoco retrocesso. É sabido que os servidores terceirizados têm cargas de trabalho superior, recebem salários menores e a maioria não tem oportunidade de se qualificar melhor", disse na nota.
Renan também afirmou que nenhuma proposta aprovada pelos deputados deixou de ser analisada pelos senadores e disse que "inúmeras" proposições do Senado estão paradas na Câmara.
"Não há nenhuma matéria importante oriunda da Câmara dos Deputados que não tenha sido apreciada pelo Senado Federal. Dentre as inúmeras proposições do Senado Federal, paralisadas na Câmara dos Deputados, está o Código do Usuário do Serviço Público. Uma exigência da sociedade que, além das dificuldades econômicas, é obrigada a conviver com  falência dos serviços públicos", afirmou.

Parauapebas 27 anos de lutas, conquistas e sucesso.


A Praça Mahatma Gandhi foi a primeira praça de Parauapebas feita na administração do prefeito Faisal Salmen.

Essa foto foi tirada em 1982 novinha em folha entregue a população, hoje essa praça é um dos cartões postais da capital do minério.

Conceição: Professores acampam em frente à Regional de Educação


Mais de 600 professores estão acampados em frente ao prédio da Seduc, em Conceição do Araguaia. Eles reivindicam o pagamento do piso nacional da categoria, contratação de novos professores e, principalmente, reforma nas escolas. A greve dos professores da rede estadual completou  29 dias na quinta-feira (23). A Seduc não se posicionou sobre o assunto.
Na escola Deocleciano Alves Moreira, mais de 1.300 alunos estão sem aulas por causa da greve. O prédio já foi reprovado seis vezes nas vistorias do Corpo de Bombeiros, mas continua funcionando. “Quando chove, os alunos devem ser deslocados para o pátio, porque as salas de aula não têm condições devido às goteiras, falta de segurança e o risco de desabamento do telhado”, contou um funcionário da escola. 


(G1/PA)

Terceirização no Congresso Nacional: Renan X Cunha

renan-e-cunha-acesse-bahia-lista-janot
Em queda de braço com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse a interlocutores que avalia “engavetar” o projeto que trata da regulamentação da terceirização no País. Renan não concorda com o texto abrangente aprovado na quarta-feira, 22, pelos deputados e, diante da ameaça de Cunha de que se o Senado alterar o projeto ele será restabelecido pela Câmara, a alternativa é segurar a votação no plenário ao menos durante a sua gestão em janeiro de 2017.

“Não vamos permitir pedalada contra o trabalhador. Não podemos permitir uma discussão apressada de modo a revogar a CLT”, afirmou Renan. Um interlocutor direto do presidente do Senado resumiu a disposição de Renan. “Demorou 11 anos para passar na Câmara, se demorar cinco para tramitar no Senado está bom”, afirmou, ao dizer que a proposta será votada “a gosto de Deus”.

O presidente da Câmara reagiu imediatamente à possibilidade de o projeto dormitar nas gavetas do Senado. “Se eles podem segurar (projetos), a Câmara pode segurar também o que veio do Senado”, ameaçou, após o Broadcast Político revelar a disposição de Renan. Perguntado se isso significa chumbo trocado, Cunha respondeu: “É óbvio que a Câmara tem o que segurar.” Em resposta, Renan disse que não irá votar o projeto com “sofreguidão porque isso é ruim.”

Segundo interlocutores, os dois não se falam há duas semanas, desde que a presidente Dilma Rousseff trocou o indicado de Renan pelo de Cunha no Ministério do Turismo. A divergência se agravou na terça-feira, quando Cunha mandou um recado público para Renan. “O que a Câmara decidir pode ser revisado pelo Senado. Mas a última palavra será da Câmara. A gente derrubaria a decisão se o Senado desconfigurar (o projeto).”

Como o projeto original, apresentado em 2004, é de autoria de um deputado federal, a Câmara tem a prerrogativa regimental de dar a palavra final sobre o texto. Isso significa que, mesmo se os senadores aprovarem mudanças ao texto, os deputados podem retornar ao teor que foi aprovado pela Câmara. Depois, a matéria segue para a sanção presidencial. 

Uma estratégia para “desacelerar” a tramitação do projeto é fazer com que ele passe por várias comissões permanentes no Senado, que sejam realizadas sessões e audiências públicas nas comissões e no plenário. Renan ainda tem a prerrogativa de nunca incluir o texto para votação no plenário.

Pelo texto aprovado na Câmara, praticamente todos os trabalhadores brasileiros que hoje têm carteira assinada poderão ser terceirizados, inclusive os que exercem a atividade-fim nas empresas. Essa é uma das maiores críticas ao texto feita não só pelo presidente do Senado, mas pelas centrais sindicais e pelo próprio governo. O governo também não gostou de os deputados rejeitarem incluir tributo de 5,5% sobre o faturamento das empresas como contribuição ao INSS.

Retaliação
Aliados de Cunha disseram que ele pode retaliar Renan atuando para segurar um projeto que é essencial para o Nordeste e especialmente Alagoas, estado governado pelo filho do presidente do Senado, Renan Filho. É a proposta que trata da anistia na concessão de incentivos fiscais dados por estados ilegalmente. O texto, aprovado pelo Senado no início do mês, terá de passar por duas comissões temáticas e pelo plenário da Câmara. Na primeira delas, a proposta será relatada por uma deputada aliada de Cunha, Soraya Santos (PMDB-RJ).

O presidente do Senado, contudo, conta com o apoio das duas maiores bancadas do Senado, o PMDB e o PT, e do Palácio do Planalto. “É um desastre para os direitos trabalhistas”, resumiu um auxiliar palaciano em relação ao texto aprovado pela Câmara. A expectativa no governo é a de que Renan amenize a versão aprovada pela Câmara, promova um debate maior sobre a medida e ganhe tempo.

“A terceirização é importante, mas ela não pode ocupar o espaço fim de qualquer empresa”, adiantou o líder do PMDB, senador Eunício Oliveira (CE), ao destacar que não vai permitir “nenhum açodamento” na discussão sobre o projeto. O líder do PT no Senado fez coro ao peemedebista.

”Ou ela sai do texto ou não votamos”, afirmou Humberto Costa. “Não podemos dar lucro e produtividade para as empresas subtraindo direito dos trabalhadores”, completou o líder do PT, ao dizer que isso é uma fórmula para disseminar mais “miséria”.

Música - Tô Fazendo Falta


Parauapebas 27 anos de lutas, conquistas e sucesso


Primeira Câmara Municipal da capital do minério no bairro Rio Verde nos idos de 1989, na legislatura inicial da Câmara Municipal de Parauapebas onde foram eleitos nove vereadores sendo eles: José Dioniso dos Santos (presidente); Egno Geraldo Alves da Silva; Francisco de Assis Pereira de Sousa (1º secretário); Waldemir de Matos Fernandes (2º secretário); José Francisco Brito; Mizael Geraldo de Carvalho; João Prudêncio de Brito, Milton Alves Martins e Luis Risardi, que governaram no período de 01/01/1989 à 31/12/1992.

Nessa primeira legislatura o vereador João Prudencio de Brito foi assassinado.

'Doença' brasileira", diz, Mujica

"Algo doentio acontece na política brasileira", disse o ex-líder uruguaio sobre a cisão entre o governo de Dilma Rousseff, em seu segundo mandato, e o Congresso eleito em 2014. "O Brasil é um país gigantesco e cada Estado tem sua realidade, com partidos locais fortes. Conseguir a maioria parlamentar no Brasil é um macramé (técnica de tecelagem manual) onde pedem uma coisa aqui, outra ali."

Para Mujica, o tráfico de influência é "uma tradição" no país, já que os governos "têm que fazer o impossível para conseguir a maioria parlamentar de alguma maneira".

"Não digo que os fins justificam os meios, quem diz é Maquiavel. O que digo é que isso é uma doença que existe há muito tempo na política brasileira."

Ao mesmo tempo, ele afirma que o poder dos presidentes na democracia representativa é relativo e, por isso, demora para que uma vontade do poder Executivo torne-se realidade. "Não se deve confundir governar com mandar. Existe o papel da persuasão e do convencimento. Um presidente deve se cercar de gente útil e de gente boa."

Mujica diz ainda que é preciso considerar o papel dos agentes externos ao governo na corrupção. "Para que haja corruptos, também deve haver um agente corruptor. Não nos esqueçamos disso."
 Mujica diz que sua cadela de estimação, Manuela, foi "integrante mais fiel" do governo  (Foto: BBC) Mujica diz que sua cadela de estimação, Manuela, foi "integrante mais fiel" do governo (Foto: BBC)
Vizinhos

'Quem gosta de dinheiro tem que ser tirado da política', diz Mujica

 Ex-presidente disse que uruguaios "não são afeitos à corrupção" e que tráfico de influência é "doença" no Brasil  (Foto: BBC)

Prestes a completar 80 anos, o ex-presidente uruguaio José Mujica diz que a corrupção afeta "a todos" na América Latina, mas que "quem gosta muito de dinheiro deveria ser afastado da política".

Em entrevista exclusiva à BBC Mundo, Mujica comentou a corrupção em países como México e Brasil, e afirmou que a "vontade de ter bens materiais" não se relaciona bem com o serviço público.

"Sempre disse aos empresários: se eu souber que pediram alguma propina a vocês e vocês não me avisaram, teremos uma relação péssima. Com essa declaração, não havia abertura para que me oferecessem nada."

"Se misturamos a vontade de ter dinheiro com a política estamos fritos. Quem gosta muito de dinheiro tem que ser tirado da política. É preciso castigar essa pessoa porque ela gosta de dinheiro? Não. Ela tem que ir para o comércio, para a indústria, para onde se multiplica a riqueza", declarou.

Agora senador, Mujica diz que não descartaria voltar à Presidência, caso sua saúde permitisse. Dá a impressão, no entanto, de que não acredita na possibilidade.

"Se eu tivesse o grau de saúde que tenho hoje, não teria nenhum problema. Mas estou quase com 80 anos, não acho que tenho idade adequada de resistir ao vaivém de uma Presidência."

O ex-presidente falou à BBC sentado sob uma árvore diante de sua casa nos arredores de Montevidéu. O ambiente tranquilo e silencioso, que sempre disse valorizar, agora é interrompido ocasionalmente pela chegada de crianças e adolescentes à escola rural que ele inaugurou recentemente do outro lado da rua.

Ele falou sobre narcotráfico e opinou sobre governos de outros países latino-americanos. Entre elogios a sua cadela Manuela ("o integrante mais fiel do meu governo") e comparações entre o mate argentino e o uruguaio, Mujica disse ainda que não considera ocupar um cargo internacional.

"Acredite, para mim seria uma tortura. Não sou afeito ao protocolo, não sou a pessoa mais indicada. Acho que as causas políticas têm muito fôlego e que é preciso incorporar gente mais jovem que nós, que nos supere."

Música - Nordeste Independente, Elba Ramalho


Pará é o 1º em casos de morte por conflitos agrários no Brasil

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O Pará é o estado que concentra os casos de assassinatos por conflito agrário no Brasil, segundo o mais recente levantamento da Comissão Pastoral da Terra. Em 2014, das 36 vítimas registradas no país, nove mortes ocorreram no Pará.

Historicamente marcado por crimes ligados a conflitos agrários, o Pará apresentou crescimento de 50 % no número de assassinatos: foram seis casos em 2013.

 
A violência no campo não dá sinais de trégua: em 2014, aumentou o número de tentativas de assassinato. De 15 tentativas em 2013, o número saltou para 56 em 2014, crescimento de 273% no Brasil. No Norte, o crescimento foi de 0 para 32, sendo 28 dos casos no Pará. 


(G1/PA)

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