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Cid Moreira completa 87 anos e 70 de carreira: 'Eu não acreditava em mim'


Cid Moreira e Sérgio Chapellin em 1996 (Foto: TV Globo/CEDOC) 
Cid Moreira e Sérgio Chapelin em 1996, na última apresentação do JN (Foto: TV Globo/CEDOC)
 
Cid Moreira comemorou segunda-feira, 29, 87 anos de vida. Pleno de saúde e vitalidade, o locutor, dono de uma das vozes mais famosas do país, não se desmotiva. Afastado da bancada do Jornal Nacional, onde ficou durante 27 anos, o locutor segue uma agenda cheia. Seus compromissos vão desde palestras pelo país até presenças vip sob um trio elétrico para mais de 40 mil pessoa em Salvador.

Tanta energia ele atribui a uma rotina saudável de vida. “Acordo por volta das 8h e só como frutas pela manhã. Faço pilates, alongamento, jogo tênis por uma hora”, conta Cid, que é vegetariano. Sem perder o hábito, faz parte de seu dia a dia assistir ao Jornal Nacional. “Depois ouço música, gosto muito! Se tiver algum filme bom no canal pago eu assisto.”

Casado há 15 anos com a jornalista Fátima Sampaio, Cid, que entrou para a edição brasileira do “Guinness Book” como o profissional que ficou mais tempo à frente do mesmo telejornal, abre o baú da memória e relembra os momentos mais marcantes da carreira de apresentador do JN. Foi ele quem anunciou a nova Constituição Brasileira e um dos momentos mais dramáticos do esporte, a morte do piloto Ayrton Senna.
Cid Moreira com a mulher, Flávia Sampaio (Foto: Arquivo pessoal) 
Cid Moreira com a mulher, Fátima Sampaio
(Foto: Arquivo pessoal)

Violência contra os professores não pode ser vista como normal

Professora de Franco da Rocha, SP, vítima de violência de alunos 
O Brasil está em primeiro lugar no ranking de violência contra professores divulgado pela OCDE. Será que os pais dos estudantes têm consciência da gravidade desse resultado e do que ele significa para a educação dos seus filhos?

Por um lado, significa que nossas crianças e jovens estudam num sistema educacional cheio de falhas e ineficaz. Não adianta explicar a violência na escola só em função do entorno em que os alunos vivem. Isso conta, mas o fato é que o país não atualizou o ensino e, em plena cibercultura, mantém um modelo educacional do século passado.

Nesse sistema, o magistério é tão mal remunerado que não atrai talentos. Os que ingressam na profissão não recebem a preparação adequada, começam a lecionar sem experiência e têm dificuldade para conquistar os estudantes. Os alunos não se interessam pelo que é ensinado e a didática não é atraente. Ficam desmotivados, hiperativos, indisciplinados.

Para controlar a turma, muitos professores tentam manter a ordem, o que, dependendo da forma, gera revolta. A sala de aula se converte num campo de batalha. Professores adoecem. Milhares abandonam a profissão. Prova Brasil e Enem mostram que, a cada ano, poucos alunos aprenderam o que deveriam.

Ao mesmo tempo, esse desonroso resultado também significa que muitos jovens não estão aprendendo, em casa, aspectos básicos para o convívio social, como urbanidade, respeito, cortesia, civilidade. E estão aprendendo pouco sobre o valor da educação.

Na Coreia do Sul, o índice de violência relatado pelos mestres é zero. Isso não acontece apenas porque o país valorizou a carreira docente, mas sobretudo porque em casa, desde cedo, as crianças aprendem a importância da escola e o respeito pelos que ensinam.

É verdade que esse fenômeno não ocorre só no Brasil. Por exemplo, no México, a Comissão Nacional de Direitos Humanos e o Sindicato de Trabalhadores da Educação acabam de lançar um documento que adverte sobre a violência que os professores vêm sofrendo por parte dos alunos, citando: ameaças, insultos, roubos, danos a seus carros, bullying pela internet, empurrões, socos. Fatos similares ocorrem na Argentina, Espanha, Uruguai, por citar alguns. Isso não deveria ser um consolo. Alguns estados brasileiros passaram a colocar policiais dentro das escolas. Essa não deveria e não pode ser a única solução possível.

Pobre do país que despreza seus próprios mestres. Serão os tablets a solução mágica? Recursos tecnológicos armazenam muitos conteúdos, mas não podem ensinar valores, promover posturas de vida, formar agentes de mudança social.

Se os pais brasileiros desejam uma educação de qualidade para seus filhos, não deveriam lidar com agressões contra professores como se fosse normal. A violência crescente contra os mestres é sinal de colapso iminente no sistema educacional. Os pais precisam se envolver nas discussões sobre as melhorias necessárias nas escolas. Acompanhar a implantação do Plano Nacional de Educação. Seja qual for o candidato eleito, cobrar uma gestão qualificada da rede escolar. A cobrança da sociedade pode conquistar políticas educacionais mais continuadas e efetivas.

Os pais que têm filhos em idade escolar deveriam ficar atentos ao exemplo que dão quando falam dos mestres. Não tirar a autoridade deles na frente das crianças. Isso não significa que os estudantes precisam obedecer cegamente, eles sempre devem expressar o que pensam. E os pais sempre podem apresentar queixas na escola. Mas precisam ensinar uma postura de colaboração na sala de aula. Dos gestores escolares, exigir que o professor seja bem preparado, competente e valorizado.

É nas crianças e nos jovens em formação que está o país que podemos ser.  Mas não se enganem, é urgente: antes, há que cuidar de quem os forma.

Veja 7 erros a evitar ao escolher a carreira

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Quando eu estava às vésperas do vestibular, li uma frase de Fernando Sabino que me marcou muito: “Não se escolhe uma profissão, se renuncia a muitas outras”.

Uma pesquisa da Universidade Anhembi Morumbi com alunos do 3º ano do ensino médio em São Paulo mostrou que entre os jovens que já haviam decidido seguir uma profissão, só 46% já tinham mantido algum contato com a carreira escolhida e 27% ainda apresentavam dúvidas sobre o mercado de trabalho.

Todo jovem se depara com o mesmo desafio. Há que escolher, mas como não errar? Partindo da minha própria experiência, registro aqui sete erros que você deveria evitar ao fazer a escolha da carreira.

1 – Escolher uma carreira para não decepcionar os outros. Os pais sempre têm um sonho para os filhos e isso inclui certas profissões. Em uma família em que todos são dentistas poderia parecer uma heresia se um dos filhos desprezasse a herança de consultório, equipamentos e clientes, certo? Errado! Lembre-se que seus pais já trilharam a própria trajetória e agora é a sua vez. Nem eles, nem namorados, nem amigos, ninguém pode fazer você abrir mão do caminho que escolheu. Até porque quem irá exercer a profissão ao longo da vida será você, e não eles.

2 – Escolher a carreira sem levar em conta a opinião da família. Por outro lado, é preciso considerar que a família nos conhece bem. Converse com as pessoas que estão mais próximas: seus pais, seus irmãos. Eles conhecem seus talentos e pontos fortes, desejam o melhor para você e podem ajudar a descobrir profissões interessantes. Não despreze uma carreira só porque seus pais sugeriram ou porque seu irmão também seguiu. Lute pelo seu ideal.

3 – Escolher a carreira sem considerar aspectos financeiros. O que mais importa é seguir a vocação, sem pensar em dinheiro, certo? Apenas em parte. A felicidade é resultado de muitas coisas. Trabalhar no que se gosta é uma delas, mas talvez você também tenha outros desejos, como viajar, morar num lugar agradável, dar qualidade de vida a sua família. Tudo isso, queiramos ou não, depende de condições financeiras. Algumas pessoas vivem reclamando por ganhar mal. Por outro lado, não adianta escolher uma profissão que não tem nada a ver com você, só pela remuneração: você acabará frustrado. Conheço pessoas que fizeram escolhas de vida altruístas e têm trabalhos apaixonantes, muitas vezes de cunho social, e nem sempre com alto retorno monetário. Se você tomou uma decisão e está certo da sua escolha, vá em frente.

4 – Escolher a carreira sem ter um projeto de vida. Muitos jovens se matriculam num curso com base na relação candidato/vaga. Têm o sonho de ser médicos, engenheiros, publicitários... Mas como a relação candidato/vaga é alta, decidem deixar para depois, quando tiverem mais tempo de estudar... Acabam entrando num curso que não queriam e, quando se dão conta, os anos passaram. Para evitar esses desencontros, você pode partir de um projeto de vida com perguntas como: O que eu me vejo fazendo daqui a dez anos? Para isso, o autoconhecimento é importante. Pergunte-se: o que sei fazer bem? Gosto mais de trabalhar sozinho ou em interação com outros? Prefiro trabalhar num escritório, um hospital, uma plataforma de petróleo, uma empresa de tecnologia? Troque ideias com amigos e, se possível, com profissionais de diversas áreas.

5 – Escolher profissões do passado ignorando as tendências do futuro. Não há problema em escolher profissões tradicionais. Aliás, o Brasil precisa deles: médicos, engenheiros, professores. Mas não escolha antes de dar uma olhada nas “profissões do futuro”. Você já ouviu falar, por exemplo, em reflorestador, tele cirurgião, remixer de mídias, designer de upcycling, educomunicador, engenheiro de mobilidade? Essas carreiras podem não existir ainda como curso técnico ou universitário, mas você pode planejar a sua formação e montar seu currículo para chegar nessas especialidades. Leia bastante, é possível que você descubra algo novo e envolvente.

6 – Pensar que a carreira é como um hobby. Confúcio, filósofo chinês, disse: “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida”. Eu tenho a felicidade de viver isso na prática, pois atuo numa área apaixonante, a educação, e com projetos muito variados e cheios de novidade. Ainda assim, isso não quer dizer (e Confúcio certamente concordaria) que não seja necessário esforço, persistência e muita dedicação. Desconfie de conselhos sobre vocação que dizem que o trabalho ideal é sempre leve e divertido. Isso pode fazer com que você rejeite áreas que são complexas, sem querer. Um curso pode parecer difícil, mas se esse é seu objetivo, valerá a pena lutar por ele. Quando a pessoa gosta do que faz, mesmo as horas de trabalho duro e de sacrifício se transformam num desafio divertido.

7 – Escolher a carreira pensando que é para sempre. Se você tem uma atitude empreendedora e proativa diante da vida, saberá que este momento é uma etapa de uma carreira que se constrói a partir das oportunidades que temos e das decisões que tomamos. Pode ser que você tenha que redirecionar sua carreira uma ou até várias vezes ao longo da vida. Escolha bem agora, mas esteja disposto a se reinventar, sempre que necessário.

No Brasil, homofobia matou ao menos 216 em 2014


A homofobia, que ainda não é considerada crime no país, provocou pelo menos 216 assassinatos de janeiro até o dia 21 de setembro deste ano, de acordo levantamento do Grupo Gay da Bahia, que, na ausência de informações oficiais sobre uma prática que não é discriminada nos boletins de ocorrência, é referência sobre o tema no país.

Segundo o grupo, em 2013 o número de assassinatos chegou a pelo menos 312 — o que corresponde a uma morte a cada 28 horas. Em 2012, foram no mínimo 338 vítimas, entre travestis, gays e lésbicas. Os números, coletados pelo pesquisador Luiz Mott, da Universidade Federal da Bahia e do Grupo Gay da Bahia, são baseados em registros policiais e notícias, dada a inexistência de estatísticas oficiais.
A região com mais casos é o Nordeste — que concentra 43% — e a capital com mais casos por habitante é Cuiabá, com 0,03 homicídios por mil habitantes . Os gays são os mais atingidos (59%), seguidos por travestis (35%) e lésbicas (4%).

De acordo com a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, que baseia suas estatísticas em denúncias do Disque 100, foram registradas 337 denúncias relativas à homofobia apenas entre janeiro a abril deste ano, o equivalente a mais de duas por dia. São Paulo é o primeiro disparado, com 97 registros (28% do total), seguido pro Minas, com 31 (9%). Em 2013, foram 1.695 denúncias pelo Disque 100, sendo 745 de janeiro a abril. Em 2012, houve um pico de 3.017 denúncias, quase o triplo de 2011, quando foram registradas 1.159 queixas.

Um relatório da secretaria divulgado em 2013 e relativo a 2012 revela que 9.982 violações de direitos humanos foram cometidas contra 4.851 vítimas LGBT. No levantamento anterior, de 2011, foram 6.809 violações contra 1.713 vítimas. Os dados mostram ainda que, em 47,3% dos casos, os denunciantes não conheciam as vítimas. Mais de 71% das vítimas são do sexo masculino e mais de 61% têm de 15 a 29 anos.

Fala Prefeito


Terminando o dia muito satisfeito com mais um compromisso cumprido com a nossa comunidade! Nosso povo merece um transporte público com conforto e segurança. 


O próximo passo agora é exigir a capacitação profissional dos motoristas e cobradores! 

Vamos em frente, meus amigos! A mudança está acontecendo!

Deputado federal Wlad do Solidariedade ficou surpreso com a multidão

O deputado federal Wlad, presidente do Solidariedade no estado do Pará eleito pela 3ª vez consecutivo ficou surpreso com o tanto de gente que lhe recepcionou na capital do minério

Foram mais de 2 mil pessoas ao grande evento, organizado pelos SD e, contou com as presenças dos medalhões da política parauapebense como vereadores, secretários e o próprio prefeito Valmir Mariano.

O deputado Wlad como sempre levou a galera a loucura e prometeu caso eleito trabalhar muito por Parauapebas - Eu assumo esse compromisso de ser o deputado por Parauapebas e lutarei por emendas orçamentárias para trazer obras e convênios com as ONGS e Associações. 


Solidariedade mostra sua força e o apoio irrestrito do prefeito Valmir Mariano



















O prefeito Valmir Mariano e o seu candidato a deputado estadual Gesmar Rosa que tem como base de apoio na Câmara dos vereadores nada mais, nada menos do que Sete vereadores do Solidariedade.

O prefeito Valmir Mariano e o candidato Gesmar Rosa rasgaram elogios ao deputado federal mais votado do Pará nas eleições 2010, onde obteve mais de 250 mil votos que o fenomeno de votos o deputado Wlad.

Solidariedade mostra sua força























O partido Solidariedade (SD) que em Parauapebas dos 15, tem 7 vereadores mostrou sua força política no domingo 28, onde reuniu cerca de 2 mil pessoas para prestigiar o seu líder maior que é o deputado federal Wlad.

Os vereadores Braz, João do Feijão, Devanir, mestre Odilon e o presidente da Câmara Josineto Feitosa fizeram um acalorado discurso em prol do seu líder maior deputado Wlad e ao governador Simão Jatene do PSDB. 


Nota - Creio que os vereadores Pavão e Charles não compareceram devido a presença do prefeito Valmir Mariano. Mas que estão com o deputado Wlad.



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Dilma é chamada de ditadora e Levy mostra sua posição em relação ao casamento de pessoas do mesmo sexo

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No penúltimo debate entre os candidatos à presidência da República, organizado pela Rede Record na noite deste domingo, as críticas ao governo da petista Dilma Rousseff acabaram sendo o principal foco dos postulantes ao Palácio do Planalto. Além disso, um embate entre Eduardo Jorge (PV) e Luciana Genro (Psol) e uma declaração forte de Levy Fidelix (PRTB) em relação ao casamento gay também chamaram bastante atenção durante o programa.

Ainda no primeiro bloco, quando Dilma recebeu direito de resposta por conta de críticas feitas ao seu governo, um dos espectadores presentes na plateia se manifestou. “Está errado isso. Dilma ditadora”, gritou, reclamando da organização do programa. O presidente do PPS Roberto Freire, que apoia a candidata Marina Silva (PSB), reclamou bastante do direito de resposta concedido e, no intervalo entre o primeiro e segundo blocos, deixou seu lugar na plateia com cara de poucos amigos.

Em outras três ocasiões a petista Dilma Rousseff também pediu direito de resposta, mas a organização do evento negou, gerando um misto de aplausos e vaias na plateia. Em uma delas os adversários reclamaram da postura da presidente em discurso na ONU. Segundo eles, a candidata à reeleição sugeriu um diálogo com o Estado Islâmico para cessar o terrorismo.

Entre os nanicos, Eduardo Jorge (PV) e Luciana Genro (Psol) travaram um embate nos primeiros dois blocos do debate. A discussão começou ainda na primeira parte do programa, quando a candidata não gostou de um sorriso emitido pelo candidato em uma das perguntas. “Não entendi esse ‘rizinho’ quando você disse ‘se eu fosse presidente’. Eu posso ser presidente”, disse Luciana, claramente irritada.
Ainda no primeiro bloco Eduardo voltou a provocar a adversária e disse que a candidata do Psol havia “faltado à aula de história do século XX”, referindo-se à história do PV na política nacional. Prontamente Luciana rebateu e disse que o candidato havia faltado à aula de sociologia. “Não se avança na pauta progressista ao lado da direita”, disse.

Legalização da maconha, aborto e casamento gay foram temas bastante comentados pelos candidatos neste penúltimo debate. Porém, os três principais postulantes (Marina Silva, Dilma Rousseff e Aécio Neves) não foram questionados sobre os tópicos. Apesar disso, os nanicos roubaram a cena e deram fortes declarações em relação a esses assuntos.

Sobre o aborto, Luciana Genro mostrou sua posição e defendeu a prática. “Ninguém quer o aborto. É um drama para qualquer mulher, mas o Estado não oferece o apoio à mulher diante de uma gravidez indesejada”, afirmou.

Levy Fideliz foi questionado sobre o casamento entre homossexuais e mostrou sua opinião. “Nunca vi dois iguais fazerem filhos. E digo mais. Aparelho excretor não reproduz. Temos que combater essa minoria”, disse o candidato do PRTB, causando risos aos espectadores.

Assassinando a língua portuguesa


Assassinando a língua portuguesa no bairro União.

Aluna nota 10


Andando pelo Shopping me deparei com Mariana 12 que estuda na escola municipal Cecilia Meireles onde cursa o quinto ano. 

Dei parabéns devido está fazendo algo que milhões de brasileiros detestam que é Ler.

Disse para ela que o brasileiro ler em média 01 página de livro por ano, ela sorriu e sorriu.

Com 898 eleitores, cidade de MT é menor colégio eleitoral do Brasil


Colégio Eleitoral
Com 898 eleitores, Araguainha, em Mato Grosso, é a cidade com o menor número de votantes do país, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município tem 1.000 habitantes, o que significa que quase 90% da população residente vota nas eleições.
Juntos, os dez menores colégios eleitorais do país têm pouco mais de 11 mil eleitores. No total, o Brasil tem 142,5 milhões de eleitores. Araguainha é seguida por Anhanguera, em Goiás, cujo eleitorado é de apenas 995 pessoas. Outras cidades de destaque são André da Rocha, no Rio Grande do Sul, com 1.001 eleitores, e Borá, em São Paulo, com 1.060.
Na outra ponta do ranking está São Paulo, com 8,8 milhões de eleitores - ou 74,3% da população residente. A cidade é seguida por Rio de Janeiro (4,8 milhões), Salvador (1,9 milhão), Belo Horizonte (1,9 milhão), Brasília (1,9 milhão) e Fortaleza (1,7 milhão).

Flanelinha do DF que aceita cartão de crédito diz faturar R$ 6 mil por mês

Flanelinha Edinaldo dos Santos com máquinas de cartão de crédito e de recarga de celular (Foto: Isabella Formiga/G1)
Um flanelinha de Brasília inovou ao adotar máquinas de débito e crédito para receber gorjetas dos clientes  no estacionamento onde trabalha há 27 anos, no Setor Hoteleiro Norte, na capital federal. O piauiense Edinaldo dos Santos, que diz ser mais conhecido na região do que “nota de R$ 1”, vai todos os dias para o estacionamento no próprio carro e afirma ter uma renda de R$ 6 mil por mês.

No Distrito Federal, a atividade de guardador e lavador de carros é regulamentada desde 2009. O flanelinha, porém, não pode obrigar o motorista a pagar pelo serviço. Ele pode atuar em  "área externas, públicas, destinadas a estacionamento". "O guardador deve ser habilitado por órgão de trânsito para que possa efetuar manobras utilizando automóvel deixado em sua guarda."



Não é fácil, não. Se chegar um estranho aqui, não arruma nada. Tem que ter conhecimento, ninguém vai jogar a chave na sua mão. Ninguém entra assim. A gente não deixa também. A gente fala, 'olha cara, a gente já está cuidando aqui', e eles entendem. Não chega nem a ter disputa."
Edinaldo Santos, flanelinha na Asa Norte
Santos chegou a Brasília aos 18 anos, em busca de emprego. O irmão trabalhava como taxista e sugeriu que ele lavasse carros no centro da capital. O trabalho, que era para ser apenas um bico, já dura quase três décadas. Nesse período, Santos se casou, teve quatro filhos e comprou uma casa em Planaltina de Goiás que, segundo ele, é avaliada em R$ 400 mil.

A máquina de cartão custou R$ 800 e foi comprada em várias parcelas, há seis anos. Santos diz que passa até R$ 1 nela, se for preciso. "As taxas são boas, 1,5%, desconta na hora. Também aceito tíquete-refeição", diz. "Tenho ainda uma máquina de recarga de celular. Ganho 4% do que vendo."
O carro de Santos, avaliado em R$ 16 mil, funciona como seu escritório. É nele que o flanelinha guarda notas fiscais, recibos de transações, máquinas de cartão de crédito, chips de celular e o alvará de funcionamento da lanchonete que ele iniciou há alguns anos, no próprio veículo.
Para ajudar na venda de lanches, Santos contratou uma funcionária, que prepara e leva para os clientes misto-quente, pão de queijo, bolo, tapioca, café. "Meus clientes são funcionários de hotéis, churrascarias, taxistas. Os funcionários de uma rádio também comem meu lanche e fazem até propaganda ao vivo da 'Edilanches", conta.
O flanelinha também tem uma kombi, que comprou por R$ 10 mil. O veículo é usado para guardar material usado na lavagem de carros. "Lavo sozinho cerca de 20 carros por dia, a R$ 20 cada", disse. "Busco em casa e devolvo, se for preciso."
Ser conhecido e ter a confiança de motoristas em uma área valorizada não é para qualquer um. “Não é fácil, não. Se chegar um estranho aqui, não arruma nada. Tem que ter conhecimento, ninguém vai jogar a chave na sua mão", afirma. “Ninguém entra assim. A gente não deixa também. A gente fala, 'olha cara, a gente já está cuidando aqui', e eles entendem. Não chega nem a ter disputa."Santos conta que em uma única ocasião teve o "território ameaçado". "Uma vez fui para o Nordeste visitar meu pai, e quando voltei tinha um cara aqui estranho. Na época, falei com o policial que ele não queria sair, e o próprio PM pediu para ele sair daqui numa boa, que aqui quem estava era eu, há muitos anos. Ele disse que não, que não tinha ponto para trabalhar, mas o policial não deixou. E aí ele foi embora."
O flanelinha trabalha de segunda a sábado, das 6h às 20h, e afirma que não pretende se aposentar tão cedo. Segundo ele, os dois irmãos, de 24 e 48 anos, estão desempregados e também estão trabalhando como flanelinhas no local. Eles tiram até R$ 140 por dia lavando carros.

Operação Água da Vida é apresentado em Cuiabá


O missionário e pastor Manoel Lino uma referência em evangelização no sertão nordestino está apresentando em Cuiabá, capital do Mato Grosso o fantástico projeto Operação Água da Vida.



Quem quiser ajudar o projeto é só depositar no  

Banco do Brasil
Conta Corrente 10068-4 
Agência 0963-6

Com a sua ajuda o missionário e pastor Manoel Lino levará água potável e cesta básica para os sofrido povo nordestino..

Saúde - Diabetes

Secretaria de Cultura inova na feira dos produtores com artistas da capital do minério


A secretaria de Cultura, através do seu secretário Fernando Veras e a adjunta Zélia Feitosa percebendo a pouca movimentação que o Centro de Abastecimento vem demostrando nesses últimos dois meses, pós inauguração resolveu inovar e colocou em prática a valorização dos artistas locais.

Mas, afinal o que é inovar? Inovar é construir soluções novas ou significativamente melhores do que as opções disponíveis no mercado: soluções que entregam mais valor ao usuário e que geram ganhos excepcionais para a empresa.

Então, começou nesse sábado 27, as inovações implantadas pela Cultura para animar os assíduos frequentadores da feira dos produtores rurais com o que a de melhor dos artistas parauapebense, para iniciar a belíssima ideia, o convidado especial foi o excelente cantor da MPB, o grande Ivan Cardoso com seu vozeirão, cantou e encantou e ainda por cima, chamou a atenção de todos.

Para dar mais brilho a feira foi convidado um dos melhores artistas plásticos da capital do minério o grande e saudoso Sinvaldo que com suas belíssimas telas de deixar qualquer pessoa de água na boca.

Parabéns aos secretários Fernando Veras e Zélia Feitosa pela grande inovação "nunca antes vista" na capital do minério. 




Nota - Sempre falo e pratico onde estou que devemos começar pelas pequenas coisas, a bíblia diz que as pessoas esquecem as pequenas coisas, então secretário Horácio Martins parabéns por começar pelas pequenas coisas.

Anderson Silva volta atrás e agora diz querer ser campeão do UFC de novo

Ioram Finguerman
No início do mês, Anderson Silva deu uma polêmica entrevista ao Fantástico, da Rede Globo. Na conversa, o lutador disse que superou a busca por um cinturão e se comparou a Ayrton Senna e Pelé. Menos de 20 dias depois, em uma nova conversa com jornalistas, o ex-campeão dos médios do UFC disse que quer ter uma nova chance de chegar ao topo do MMA.

"O meu projeto no UFC é um só. Enquanto eu não pegar meu cinturão de volta, eu não paro. Quero pelo menos tentar", disse Anderson Silva ao site da revista Veja, demonstrando uma determinação surpreendente se comparada à postura do começo de setembro.

"Já passei por aquela coisa de ser campeão, de ter cinturão. Ayrton Senna só vai ter um, Pelé só vai ter um e Anderson Silva só vai ter um. Quem viu, viu. Quem não viu, não verá mais. Não tenho mais paciência para isso. A cada dia que passa me sinto mais perto de aposentar", disse Anderson Silva ao Fantástico, na ocasião.

O futuro de Anderson Silva no MMA é um mistério, já que o lutador ainda não voltou ao octógono depois da grave lesão da sua última luta. No fim do ano passado, quando disputava a revanche contra Chris Weidman, pelo cinturão dos médios, ele tentou dar um chute no americano e fraturou a tíbia e a fíbula da perna esquerda, em uma imagem que chocou o mundo das lutas.

Anderson Silva voltará a lutar contra Nick Diaz no começo do ano que vem, mais precisamente em 31 de janeiro. A disputa será a luta principal do UFC 183, marcado para Las Vegas, e será cercada de expectativa por conta do estado físico do brasileiro, que lutará com uma haste intramedular implantada em sua perna esquerda.

A empolgação do Spider com um possível cinturão pode ter a ver com a situação dos médios no UFC. Atual campeão, Chris Weidman tinha luta marcada contra o brasileiro Victor Belfort para 6 de dezembro. Uma lesão na mão esquerda do americano, porém, adiou o confronto para o começo de 2015.

Além de Belfort, o também brasileiro Ronaldo Jacaré é apontado como um possível desafiante a Weidman no futuro. Um reedição do confronto com Anderson Silva dependeria as condições do Spider no retorno ao octógono. 

Por que o “mercado” é anti-Dilma?

Foto: Reuters
Vira e mexe, nessa campanha eleitoral, aparece nos jornais que o “mercado” é contra a Dilma. Lendo as notícias, demorei a entender que o chamado “mercado” – como se este fosse uma entidade abstrata que nunca dá as caras – é na verdade o mercado financeiro.
 Nos textos de jornais, porém, o “mercado”, quando parece expressar suas vontades políticas, raramente é identificado. Suas “fontes” de informação, frequentemente, são “consultores” ou “analistas” ou “investidores”, quase sempre ocultos, o que no jargão jornalístico significa que estas pessoas falam em “off” ou off the records.
 Este ocultamento leva, na verdade, a uma inflação indevida no uso da palavra “mercado” pela imprensa. O chamado “mercado” pode virar, assim, tudo e qualquer coisa. Pode-se resumir a um ou dois investidores que, num determinado momento, precisam se valer da circulação de informações para especular, por exemplo, com papeis na bolsa de valores. O “mercado” teme isso ou teme aquilo nas manchetes, em certas circunstâncias, pode não ser nada mais do que boatos ao vento lançados por bocas miúdas para favorecer ganhos pontuais ou de ocasião.
 Seja como for, esta hipertrofia no uso da palavra “mercado” não significa dizer que ele não exista. Pelo contrário. Aprendi com um jornalista experiente que conhece a área financeira que o que interessa fundamentalmente ao “mercado” é a relação entre as contas do Governo e o que este pode pagar de juros da dívida pública. O Brasil tem uma dívida pública que vem de décadas e supera 2 trilhões de reais. Os governos nunca pagam essa dívida, mas sim os juros dela, a “rolagem”; para tanto o governo emite ou negocia títulos.
 Foi com a manutenção dessa engrenagem que Lula se comprometeu em 2002 quando lançou a Carta ao Povo Brasileiro, garantindo ao “mercado” que caso eleito honraria os compromissos. Isto significa: se comprometer com o “superávit primário” (a economia que o governo faz para pagar os juros da dívida para o “mercado”), manter a estabilidade econômica e tudo o mais. Isto Lula fez com maestria durante seus dois governos – ele foi o “cara”, disse Obama (para saber como Lula e o PT ganharam a confiança de Washington e Wall Street, com a ajuda de FHC e dos tucanos, recomendo vivamente a leitura do livro “18 dias”, do professor da FGV Matias Spektor).
 Aparentemente Dilma não quebrou nem pretende quebrar este compromisso de fundo, vital, com o “mercado”, ou seja, com aqueles que lucram com o rolar da dívida pública (tema crucial jamais debatido em campanhas – o que o governo paga anualmente de juros no Brasil equivale a dez vezes o orçamento do Bolsa Família).
 Mas, mesmo assim, é inegável que o “mercado” não quer Dilma. Demorei a entender o porque, mas acho que cheguei perto de uma conclusão (e já está na hora de colocar um ponto final no post). O “mercado” não gosta da maneira como este governo faz a gestão das contas públicas, o que os jornais e a oposição chamam de “operações heterodoxas” ou “contabilidade criativa”. O Governo é acusado de embaralhar seus dados econômicos, transferindo dinheiro de fundos e de caixas para outros fundos e outros caixas para poder “fechar” as contas públicas, que sofre com a falta de crescimento econômico (para não falar na intervenção em preços como o da gasolina, mantidos artificialmente baixos para segurar a inflação). Este modo de operar gera uma dúvida de futuro sobre as reais capacidades do Governo de continuar a pagar os juros da dívida, pois os dados básicos não estariam “claros” (ou “transparentes”) o suficiente. Uma questão, afinal, de o Governo demonstrar que administra a dívida de forma que esta não se torne impagável – que é quando um país quebra. Não há luta do bem contra o mal: é uma questão de capacidade de pagamento a curto, médio e longo prazos.
 É uma pena que este seja um tema tão espinhoso e difícil de entender, pois ele é fundamental. Ao colocar na TV propagandas mostrando bancos como agentes do mal, o PT, embora possa obter dividendos eleitorais imediatos, mais confunde do que esclarece, pois o partido já não é um antagonista real dos banqueiros há muito tempo (desde 2002, com certeza). No final fica até um situação curiosa. Enquanto o “mercado” odeia Dilma, esta é identificada por eleitores (39% pelo Ibope) como a candidata que “representa o sistema financeiro” (mais do que Aécio e Marina). O eleitor entende do seu modo o país em que vive.

Eleições 2014 - Datafolha divulga resultados para governador em seis estados na luta pelo


  • DATAFOLHA - RIO DE JANEIRO
    Pezão tem 31%, Garotinho, 23%, e Crivella, 17%
  • O sinal mais rápido do Brasil está com seus dias contados


    O sinal mais rápido do Brasil, com duração de 10 s, localizado na capital do minério e que vem causando grandes congestionamentos na travessa Marcos Freire,onde vem ocorrendo alguns acidentes e o DMTT nada faz, ou faz vista grossa com o que está acontecendo.

    Segundo um agente de trânsito me disse que o sinal está com os seus dias contados.

    O motivo a construção da extensão da rua 16 que está em fase final.

    Formação continuada no Centro de referência para jovens e adultos




    Dando continuidade a formação continuada que faz parte da grade curricular da secretaria municipal de Educação em investir nos professores da rede.



















    A equipe de técnicos do Departamento de Jovens e Adultos que atua diretamente com os professores do Centro de referência de Ensino Personalizado que no mês passado foi congratulado com o prêmio gestor nota 10, servindo de referência para todo o Brasil, devido a sua praticidade com os alunos.

    A formação continuada abordou, Momento literário, a retomada as contribuições andragógicas e heutagógicas, um vídeo que falava sobre o foco na tarefa e o foco no resultado, sendo tema de um amplo debate entre os técnicos e professores, depois foi mostrado o vídeo que fala sobre o Pacto pela Educação no Pará.

    Para encerrar a excelente formação continuada houve uma dinâmica, chamada de balão, onde os professores abordaram temas voltados a melhoria da educação parauapaebense. 





    Brasileiros pagaram R$ 1,2 trilhão em impostos no ano

    Brasileiro já pagou mais de R$ 1,2 tri de impostos em 2014. (Foto: Reprodução / /www.impostometro.com.br)Brasileiro já pagou mais de R$ 1,2 tri de impostos em 2014. (Foto: Reprodução / /www.impostometro.com.br)
    O valor pago pelos brasileiros em impostos federais, estaduais e municipais desde o início do ano alcançou R$ 1,2 trilhão nesta sexta-feira (26), segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Neste ano, o valor chega 16 dias antes do que em 2013, indicando aumento da carga tributária.
    O painel eletrônico que calcula a arrecadação em tempo real está instalado na sede da associação, na Rua Boa Vista, região central da capital paulista.

    “Não bastasse o nível absurdamente elevado dessa carga, o sistema tributário brasileiro representa entrave ao crescimento da economia por tributar pesadamente a produção, o investimento e a poupança e, em muitos casos, até as exportações”, observa o presidente da ACSP, Rogério Amato, em nota.
    O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do Impostômetro. Na ferramenta, criada em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), é possível acompanhar quanto o país, os estados e os municípios estão arrecadando em impostos.
    Também se pode fazer comparações do que os governos poderiam fazer com o dinheiro arrecadado, como quantas cestas básicas se poderia fornecer e quantos postos de saúde poderiam ser construídos.
    O Impostômetro encerrou o ano de 2013 com a marca recorde de R$ 1,7 trilhão.

    Bancários rejeitam proposta de bancos e decidem por greve no país

    iuluil
    Bancários decidiram em assembleias realizadas nesta quinta-feira entrar em greve por tempo indeterminado no Brasil a partir da próxima semana após rejeitar proposta de reajuste salarial feita pelos bancos, informou entidade sindical que representa a categoria.

    Os bancários aprovaram decretação de greve a partir de 30 de setembro depois que sindicatos consideraram como insuficiente oferta de reajustes de 7 por cento no salário e de 7,5 por cento no piso da categoria. Os trabalhadores cobram aumento salarial de 12,5 por cento, décimo quarto salário e piso de 2.975,49 reais.

    O reajuste de 7 por cento oferecido pelos bancos corresponde a 0,61 por cento de aumento real, enquanto o reajuste do piso fica 1,08 por cento acima da inflação, informou a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) em comunicado à imprensa.

    Os trabalhadores do setor promoveram uma greve de 23 dias no ano passado, que foi encerrada após os bancos oferecerem reajuste de 8 por cento, com ganho real de 1,82 por cento. A duração da greve na época fez a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pedir um acordo para o fim da paralisação, temendo perdas de até 30 por cento nas vendas do varejo do início de outubro.

    Ângela Pereira é recebida na ACIP


    A candidata a deputada estadual, Ângela Pereira, vice prefeita, foi recebida na ACIP, onde apresentou suas propostas.

    O vereador Pavão é o novo líder da bancada de oposição

     
    “Estou muito satisfeito porque obtive o voto de confiança do G5. Fui constituído o líder da minoria, da bancada de oposição”. Com esta frase o vereador Pavão iniciou o seu discurso durante a Sessão Ordinária desta terça-feira, 23. Neste momento o parlamentar ressaltava a unidade do grupo de oposição ao governo municipal.

    A bancada de oposição é composta pela vereadora Eliene Soares (PT), José Arenes (PT), Charles Borges (SD), Bruno Soares (PP) e José Pavão (SD). O grupo está sendo conhecido como G5 e tem como integrante os mesmos parlamentares que instauraram a Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI - da Saúde. 

    Pavão continuou o seu discurso lembrando do compromisso que firmou com a comunidade parauapebense durante campanha eleitoral. “A cada quatro anos a população escolhe seus representantes, por isso que esta Casa é composta por 15 parlamentares, cada um representa uma gama da sociedade. Se eu concordar com um projeto do Executivo ou desta Casa, eu não vou me omitir, porque eu prezo por fazer o meu papel. Chego cedo às reuniões e participo de tudo quando convocado. Nunca deixarei de cumprir minhas obrigações, principalmente com a população de Parauapebas, que é quem manda no meu mandato”, concluiu o vereador.

    Josiane Quintino / ASCOM CMP

    Brasileiro é o que mais usa camisinha na primeira relação sexual, diz estudo

    Brasileiro é o que mais usa camisinha na 1ª vez (Reprodução/GloboNews)
    As opiniões divergem quanto à idade certa para começar a vida sexual, mas uma pesquisa aponta que os brasileiros estão começando a ter esse tipo de relação aos 13 anos, mesma idade registrada nos Estados Unidos e Austrália. O estudo, feito em 37 países, mostra ainda que os brasileiros são os que mais usaram preservativo na primeira relação sexual. Sessenta e seis por cento dos entrevistados no país disseram que usaram o preservativo.
    O comportamento é simples de explicar, segundo a especialista Carmita Abdo, que estuda sexualidade há mais de três décadas.
    “Desvinculou-se a ideia de sexo e casamento de uma forma conjunta e os jovens começam a praticar sexo assim que sentem o impulso, a atração, a necessidade de se aproximar de alguém para ter prazer, para ter satisfação nessa área”, explica Carmita, coordenadora do programa de sexualidade da USP.
    A pesquisa foi realizada em 37 países com 30 mil pessoas acima de 18 anos e revelou que pouco mais da metade dos entrevistados não planejaram a primeira relação.
    “Depois que acontece a gente sempre tem aquela culpa na mente, porque não usou camisinha”, confessa Erico dos Santos, promotor de vendas.
    “Se você vê que ele não colocou a camisinha a gente fica meio sem jeito, meio sem graça de acabar quebrando o clima, ele ficar chateado”, conta Maiara Anne, operadora de caixa.
    A educação pode ser uma forte aliada dos jovens. De acordo com a pesquisa, metade dos entrevistados brasileiros que ainda não tiveram uma experiência sexual diz que precisam de mais informações sobre doenças sexualmente transmissíveis. E 46% querem saber mais sobre métodos contraceptivos.
    Foi pensando nisso que um instituto montou uma camisinha gigante no meio do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
    “Nós estamos trabalhando com mudança de comportamento, mudança de uma cultura. Para que isso aconteça eles precisam ser impactados e desencadeada nos jovens a motivação para poder se prevenir. Para isso precisa de um trabalho um pouco mais elaborado, que é o trabalho de prevenção”, diz Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan e educadora sexual.

    Dilma condena intervenções militares em seu discurso na ONU

     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
    A comunidade internacional foi incapaz de resolver antigos conflitos e impedir o surgimento de novas crises, já que o uso generalizado da força não age sobre as causas de tensão, afirmou na quarta-feira (24) a presidente Dilma Rousseff ante a Assembleia Geral das Nações Unidas.

    Em um enérgico discurso que inaugurou a 69ª Assembleia Geral, Dilma afirmou que a geração de líderes mundiais à qual ela própria pertence foi "incapaz de resolver velhas disputas e evitar o surgimento de novas". "O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas de conflito".


    Dilma declarou que isso fica em evidência na "persistência da questão da Palestina, no massacre sistemático do povo sírio, na trágica desestruturação nacional do Iraque, na insegurança na Líbia, nos conflitos no Sahel", assim como na Ucrânia.


    Para a presidente brasileira, "cada intervenção militar não nos permite caminhar na direção da paz, e sim no aprofundamento dos conflitos".
     
    Esse recurso à força armada leva a uma "trágica proliferação no número de vítimas civis e catástrofes humanitárias". "Não podemos permitir o aumento destes atos de barbárie, que ferem nossos valores éticos, morais e civilizatórios", enfatizou.

    Em apoio a uma já conhecida posição da diplomacia brasileira, Dilma pressionou por uma reforma do Conselho de Segurança, que torne esta instância um representante mais fiel do mundo atual.


    "O Conselho de Segurança tem dificuldades em promover soluções pacíficas para os conflitos. É necessária uma reforma profunda do Conselho para superar a paralisia atual. Este processo já demorou muito".


    O discurso de Dilma Rousseff, no primeiro dia da Assembleia Geral da ONU, acontece um dia depois que os Estados Unidos realizaram ataques aéreos contra posições do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) na Síria, operação que virou o tema central da cúpula em Nova York.


    A presidente brasileira também alertou que as principais instituições financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM), correm o risco de perder legitimidade e eficácia.


    Isso acontece, assinalou, pela "disparidade entre a crescente importância de los países em desenvolvimento na economia global, e sua insuficiente representação os organismos financeiros".

    Bancos lucraram mais no governo Dilma do que nos mandatos de FHC

    Centro das discussões nos últimos dias, os banqueiros tem sido jogados de um lado para o outro entre as candidaturas de Marina Silva (PSB) e Dilma Rousseff (PT). Dilma diz que a ex-senadora geraria lucro aos banqueiros com sua proposta de autonomia do Banco Central. No entanto, a atual presidente terminará seu mandato vencendo Lula e Fernando Henrique Cardoso: nunca bancos lucraram tanto. Um levantamento do Correio Braziliense mostra que nos três anos de mandato da petista, o sistema nacional lucrou R$ 115,75 bilhões. Nos oito anos de FHC foram R$ 63,63 bilhões, em valor atualizado. No governo Lula foram R$ 254,76 bilhões, mas também em dois mandatos.
     
    Cena da propaganda eleitoral de Dilma Rousseff (PT), atores interpretando banqueiros (Foto: Reprodução)
    Segundo o analista da Austin Asis Luiz Miguel Santacreu, ouvido pelo jornal, as instituições brasileiras “não estão entre as maiores do mundo em ativos, mas sim em lucratividade”. Em compensação, a mudança pode estar associada com o incentivo ao consumo da última gestão, que faz o crédito crescer e, consequentemente, aumenta o lucro dos bancos.

    Silas Malafaia: "Marina levará 80% dos votos evangélicos"

    PALAVRA Silas Malafaia  diz que nunca disputará uma eleição. “Eu? Político? Não fui chamado para isso” (Foto: Nidin Sanches/Nitro/Época)  

    Visto como pivô da mudança no programa de governo do PSB, o pastor diz que as questões de costumes devem ser decididas no Congresso e defende a alternância de poder.


    O líder evangélico Silas Malafaia é o pastor brasileiro mais influente das redes sociais. Campeão de seguidores, ele promove todos os dias o que chama de “tuitaços”. São quatro mensagens lançadas ao meio-dia no Twitter. “Só boto bomba atômica.” Por que adotou essa estratégia? “Ninguém usa as redes sociais como os evangélicos.” Malafaia provou o que diz. Na semana passada, usou o “tuitaço” para condenar o programa de governo da presidenciável Marina Silva (PSB), que defendia o casamento gay e a criminalização da homofobia. No dia seguinte, Marina tirou esses pontos do programa. Agora, Malafaia diz que votará no Pastor Everaldo (PSC) no primeiro turno e em Marina no segundo.
     
    ÉPOCA – O senhor condenou no Twitter a primeira versão do programa de Marina Silva, que defendia o casamento gay e a punição da homofobia. Marina voltou atrás por sua causa?
    Silas Malafaia –
    Claro que não. Entender isso é simples. Nem Marina, nem (a presidente) Dilma Rousseff, nem (o presidenciável tucano) Aécio Neves leram seus programas de governo. Entregam o texto a equipes especializadas. O programa de Marina tinha dois erros graves. A turma do LGBT (Lésbicas, Gays, Bi e Transgêneros), intransigente e exagerada, ressuscitou o Projeto de Lei 122 (que criminalizava a homofobia), já derrotado no Senado. Em relação ao ativismo gay, o programa de Marina é mais avançado que o de Dilma, levando em conta que o governo do PT tem financiado a causa gay. Estão reclamando de quê? Meus tuítes só acenderam a lâmpada na equipe da Marina para mudar o que estava escrito. Mesmo assim, não me agradou em tudo. Tem muitos pontos lá contrários à ideologia cristã.

    ÉPOCA – O recuo de Marina levou o senhor a apoiá-la?
    Malafaia –
    Claro. Ela teve coerência. Tem coisa que o candidato promete e não dá para fugir. Marina disse uma coisa como isso: “Se for eleita presidente, não disputarei a reeleição porque não quero estar no poder pensando na continuidade do poder. Quero estar no Planalto para deixar um legado para as próximas gerações”. Quando ouvi isso, pensei: essa serva está fazendo uma colocação extraordinária. É uma declaração mais importante que a sobre o casamento gay. Marina não é candidata dos evangélicos, é candidata do povo brasileiro, que está de paciência esgotada com o PT e a corrupção deslavada. Ela interpreta essa mudança. Não me venham com “evangeliquês” nem tentem colocar nela a pecha de fanática, porque Marina contraria muita coisa que pastor evangélico pensa.
     
    ÉPOCA – Homofobia, casamento gay e aborto devem ser tratados nas eleições presidenciais?
    Malafaia –
    Devem ser tratados no Congresso. Lá, onde os segmentos da sociedade se fazem representar, é o lugar de discutir esses temas. Se os ativistas gays querem algum direito, mandem seus representantes para o Parlamento. Não foram os evangélicos que botaram essa agenda na campanha presidencial. Foram eles.
    ÉPOCA – Por que o senhor acredita que essas questões não devem fazer parte do debate presidencial?
    Malafaia –
    Um dos maiores filósofos da atualidade, Michael Sandel, um doutor em Harvard que já deu entrevista para ÉPOCA, diz que a moral, os princípios e as questões da fé são fundamentais no debate político. Atenção: não é pastor que está falando isso, não. É um dos maiores pensadores do nosso tempo. Esta eleição tem de ser moral. Não vale tratar do maior escândalo de roubalheira da história do Brasil, o mensalão? E a roubalheira na Petrobras? A corrupção é um câncer na sociedade. A discussão tem de ser moral mesmo. Por que (a presidente) Dilma (Rousseff) e (o ex-presidente Luiz Inácio) Lula (da Silva) nunca condenaram os mensaleiros, que estão na prisão? Estão com medo de eles abrirem a boca e os colocarem na roda?
    ÉPOCA – Onde o governo Dilma acertou e onde errou nas questões que interessam aos evangélicos?
    Malafaia –
    Dizer que o PT só errou seria incoerência e imbecilidade. O PT acertou na ampliação dos programas sociais. Mas o que seria do investimento social do PT se não houvesse a estabilidade econômica? Podem chorar à vontade, mas esse foi ou não um mérito de Fernando Henrique Cardoso e Itamar Franco (ex-presidentes)? A alternância de poder é fundamental para o fortalecimento da democracia. O PT precisa perder a eleição para o bem do Brasil.
     
    ÉPOCA – O que os evangélicos esperam do próximo governo?
    Malafaia –
    O que está na Bíblia: dias melhores para os brasileiros, que haja paz no país e nas casas, que haja prosperidade. Sabe o que os evangélicos fazem? Aprendemos, com a Bíblia, a orar pelos nossos governantes. Cada um vota em quem quiser. Em 2010, votei em José Serra (PSDB) para presidente. Dilma venceu. Perdi a conta de quantas orações fiz por ela na minha igreja. Quando o mandatário assume, entendemos que é a vontade de Deus.

    ÉPOCA – O Pastor Everaldo (PSC), seu amigo, é candidato a presidente e pretendia capturar o voto evangélico. Marina Silva, também evangélica, pode tomar-lhe esse eleitorado?
    Malafaia –
    Quando Everaldo lançou sua candidatura, marcou 4% nas pesquisas eleitorais. Pensávamos que, se os líderes evangélicos se engajassem na campanha, Everaldo chegaria a 10% e teríamos uma agenda no segundo turno. A lamentável morte de Eduardo Campos mudou o panorama. Marina também é evangélica e tem um histórico político no Brasil. Everaldo, não. O trator da Marina passou por tudo. Passou por Everaldo, Aécio e Dilma. Everaldo sofreu mais com isso, por causa do voto evangélico.
     
    ÉPOCA – Há líderes evangélicos que apoiam o Pastor Everaldo. Outros estão com Marina Silva, Dilma Rousseff ou Aécio Neves. Por que esse segmento é tão fragmentado?
    Malafaia –
    Isso mostra que os evangélicos não têm unanimidade em pensamento político. Cada um é livre para fazer suas escolhas. Por isso, sempre fui contra a criação de um partido evangélico. Baixo o bambu quando alguém vem com essa ideia. Temos de estar em tudo que é partido. Mas não tenho dúvidas: Marina levará de 80% a 90% do voto evangélico. A candidatura dela, o acirramento da propaganda e as redes sociais mudaram tudo. O evangélico tem interação social, porque vai à igreja pelo menos uma vez por semana. Ninguém usa as redes sociais como os evangélicos, e somos entre 25% e 27% da população. Somem a nós os católicos praticantes, também uns 25% a 27% e que, em muitos pontos, pensam igual. Já deu a maioria da população.
     
    ÉPOCA – Que presidenciável está mais preparado para atender às demandas evangélicas?
    Malafaia –
    Em primeiro lugar, Everaldo. Depois, Marina e Aécio. Dilma começou a falar agora, mas, no Congresso Nacional, nos quatro anos de seu governo, o PT votou contra nossos princípios. As demandas evangélicas são: casamento entre homem e mulher, proibição do aborto, liberdade de religião e imprensa livre, mesmo falando mal de nós. Não queremos impor ideologia. Queremos que o Brasil seja democrático, cresça, crie emprego e prospere para todos.
    "Ninguém usa as redes sociais como os evangélicos, e somos entre 25% e 27% da população"
     
    ÉPOCA – Dilma prometeu apressar a tramitação da Lei Geral das Religiões, que dá benefícios fiscais às igrejas evangélicas.
    Malafaia –
    Vou mandar a Dilma uma caixa de óleo de peroba, porque uma garrafa só não dá. Ela pensa que nós, evangélicos, somos idiotas e otários. Doze anos de PT... só agora essa conversa? Na caneta, ela não pode decidir isso. Tem de ser o Congresso. É hipocrisia eleitoral. Estão tão desesperados que prometem o que não podem entregar.
     
    ÉPOCA – O senhor afirmou que o PT o ataca.
    Malafaia –
    Em junho do ano passado, fizemos uma manifestação em Brasília com 70 mil pessoas. Lá, eu disse que o povo queria os mensaleiros na cadeia. Um mês depois, a Receita Federal abriu fiscalização na igreja em que sou pastor e na Associação Vitória em Cristo, entidade com que levanto recursos para obras sociais e programas de TV. Coincidência? Em julho, os procedimentos foram encerrados. Não descobriram nada, porque não sou ladrão nem bandido. Tem evangélico em todos os lugares. Um passarinho me contou: a ordem veio de cima para me detonar e calar minha voz. Eles têm medo de certa liderança que tenho entre os evangélicos.
     
    ÉPOCA – O senhor pretende se candidatar algum dia?
    Malafaia –
    Nunca. O que são partidos políticos? Partes da sociedade. Não sou de partes. Sou do todo. Eu, que trabalho para Deus todo-poderoso, direi que Ele é um mau patrão e, agora, serei empregado dos homens? Uma das coisas mais fantásticas do ser humano é conhecer seus limites, reconhecer erros e corrigir rotas. Eu? Político? Não fui chamado nem tenho competência para isso. Onde estou, falo com todos, teço minha ideologia. Lá, seria só mais um.

     

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