Presidente Lula lança o desenrola 2.0

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou, nesta segunda-feira (4), o novo Desenrola Brasil, desenvolvido para a renegociação de dívidas, com foco em famílias, servidores públicos, estudantes do FIES e micro e pequenas empresas. 

Para viabilizar os descontos, o governo vai aportar até R$ 9 bilhões no Fundo Garantidor de Operações. Também há a estimativa da liberação de até R$ 4,5 bilhões do FGTS para ajudar na quitação dos débitos renegociados.

A adesão ao programa começará na terça-feira (5), com descontos de até 90% e a possibilidade de uso parcial do FGTS para abatimento do valor final.

Poderão participar do programa pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, equivalente a R$ 8.105. O crédito para o parcelamento, com descontos, poderá ser utilizado em dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos. 

A dívida poderá ter sido contratada no cartão de crédito, cheque especial ou crédito pessoal. Além do desconto de até 90% sobre o valor da dívida, a taxa de juros máxima para o novo parcelamento será de 1,99% ao mês, com prazo de até 48 meses e prazo de até 35 dias para o pagamento da primeira parcela.

A principal mudança no programa é a redução da margem de consignado para servidores e aposentados, limitando de 45% para 40% o percentual máximo de comprometimento da renda mensal. Além disso, não haverá mais os 10% de margem exclusiva para cartão consignado.

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Governistas consideram que chefe da AGU depositou confiança excessiva na bancada evengélica e cometeu outros tropeços

Embora governistas atribuam a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) a uma articulação política liderada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva também reconhecem falhas do próprio indicado na condução do processo que culminou na derrota no plenário do Senado nesta semana.

Derrotado, Messias teve 34 votos favoráveis, sete a menos do que o necessário, e 42 contrários. Desde então, numa espécie de caça às bruxas, a articulação política do Executivo virou alvo de queixas, e o governo passou a buscar responsáveis pelo resultado, contabilizando possíveis traições, principalmente em partidos como MDB, PSD e PP. 

Segundo esses interlocutores, o chefe da AGU depositou confiança excessiva ao suposto apoio entre integrantes da oposição, com destaque à bancada evangélica, após uma campanha a seu favor ter sido desencadeada pelo ministro André Mendonça, do STF.

Esses aliados de Lula também apontam como um erro de estratégia a proximidade de Messias com o ministro nesse processo. Mendonça é relator no STF do caso envolvendo o Banco Master e as investigações de fraudes no INSS no Supremo, que devem atingir integrantes do Legislativo.

Um aliado de primeira hora de Alcolumbre tem a mesma avaliação. Ele diz que a derrota de Messias faz parte de um contexto do desejo do presidente do Senado em se posicionar politicamente e demonstrar sua força ao governo e ao Supremo. Afirma ainda que o governo errou ao não enxergar que até mesmo aliados estavam agindo contra Messias.

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Samuel Lino supera vaias e vira garçom do Flamengo na temporada

As vaias do ano passado ficaram para trás. Em 2026, Samuel Lino tem recuperado seu futebol e se destaca como o garçom do Flamengo na temporada, se tornando peça importante para o clássico de hoje, contra o Vasco, às 16h (horário de Brasília), no Maracanã.

Com as duas assistências na goleada por 4 a 0 sobre o Atlético-MG, o atacante chegou a oito este ano, superando e muito 2025, quando fez cinco.


Além da dobradinha contra os atleticanos, ele deu passes para gol nas seguintes partidas: Fluminense (duas vezes), Cruzeiro, Madureira (Estadual) e Sampaio Corrêa (duas vezes, no Estadual).

Para o atacante, a chegada de Leonardo Jardim também teve forte contribuição pois, segundo ele, o português mudou seu estilo de jogo em comparação a como atuava sob o comando do técnico Filipe Luís.

"Estou feliz. Acho que isso é o mais importante. Me sinto bem confiante, me sinto forte. Eu acho que esses aspectos estão me dando confiança dentro de campo. O treinador também me passa uma confiança gigantesca, uma forma diferente de jogar. E eu acho que nessa forma de jogar estou me sentindo bem. Acho que isso é o mais importante".
Samuel Lino.

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Charges

 



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Remo vence de virada e derruba sequência invicta do Botafogo

O Remo surpreendeu na abertura da 14ª rodada do Brasileirão e venceu o Botafogo por 2 a 1 dentro do Nilton Santos. O resultado de virada teve gols de Alef Manga e Jajá, enquanto Ferraresi marcou para o time carioca.

Esta é a primeira vitória do Remo como visitante no Campeonato Brasileiro. Além disso, o time paraense quebra um jejum de 48 anos contra um time carioca no Rio de Janeiro.

O resultado derruba uma sequência de 9 jogos de invencibilidade do Botafogo e marca a primeira derrota da equipe carioca sob o comando do técnico Franclim Carvalho.

O Remo chega aos 11 tentos e segue na zona de rebaixamento, mas ensaia uma reação na sequência da competição.

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Irã sofre para romper bloqueio naval americano no Estreito de Ormuz, que se revela rival à altura para tática de guerrilha iraniana

O bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos no Estreito de Ormuz passou a limitar a estratégia de guerrilha adotada pelo Irã no conflito, ao reduzir sua capacidade de pressionar o mercado de energia e contornar sanções. Diante das dificuldades, Teerã tenta retomar negociações e enviou uma proposta a Washington por meio de mediadores do Paquistão nos últimos dias, segundo a agência estatal Irna. A iniciativa ocorre em meio ao agravamento da crise provocada pela ofensiva americana contra portos iranianos, adotada semanas após o início da guerra. A medida interrompeu as exportações de petróleo do país e ampliou a pressão sobre a economia, de acordo com o Wall Street Journal.

Antes disso, o Irã havia tentado ganhar vantagem ao atacar embarcações no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito comercializados no mundo. A ofensiva interrompeu o tráfego marítimo e elevou os temores nos mercados globais.

A resposta dos EUA, no entanto, mudou o equilíbrio do conflito. O bloqueio naval dificultou o funcionamento da chamada frota “fantasma” iraniana, usada para driblar sanções e enviar petróleo à China. Navios de guerra americanos passaram a cercar e interceptar petroleiros, impedindo que cargas chegassem aos compradores. 

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que pretende manter o bloqueio até que o Irã aceite suas condições nas negociações sobre o programa nuclear. 

Sem avanço nas tratativas, cresce o risco de uma nova escalada militar, em um cenário em que o bloqueio, inicialmente visto como alternativa ao confronto direto, passa a ser tratado por ambos os lados como parte da própria guerra.

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Centrão e bolsonarismo exageram na medida e dão munição a contra-ataque

A conta da rinha política que o centrão e o bolsonarismo decidiram bancar para desgastar o governo Lula pode ter ficado salgada demais. A avaliação não vem apenas de estrategistas que atuam para políticos de esquerda, mas também dos que estão desenhando motes para rachar o campo de direita hoje aglutinado em torno de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A anistia ou a redução das penas para os condenados pela trama golpista era um mantra comum entre os que buscam votos do eleitorado dito conservador no Brasil, mas a mudança de uma série de penas para diversos crimes que podem beneficiar centenas de milhares de presos no país, não.

"A diferença entre o remédio e o veneno está na dose", diz um colaborador do time de Lula. "O Senado quis afrontar o governo, mas acabou mostrando que, para beneficiar uma família e frear as investigações do caso Master está disposto a tudo, inclusive a afrouxar as leis que punem criminosos comuns que a direita diz querer afastar da sociedade", concluiu.

"O sinal que se dá é o seguinte: o Flávio e a direita bolsonarista trabalham para tirar Bolsonaro da cadeia independentemente do fato de que isso vá beneficiar um sem número de outros criminosos. No fim, o registro que fica é o de que a candidatura dele é para livrar o pai, não para resolver os problemas do Brasil", explica um arquiteto da estratégia do político goiano.

"O sinal que se dá é o seguinte: o Flávio e a direita bolsonarista trabalham para tirar Bolsonaro da cadeia independentemente do fato de que isso vá beneficiar um sem número de outros criminosos. No fim, o registro que fica é o de que a candidatura dele é para livrar o pai, não para resolver os problemas do Brasil", explica um arquiteto da estratégia do político goiano.

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Para o Centrão, começou o governo Flávio

Enquanto parte da esquerda perdia a cabeça com Jorge Messias expressando a fé de quase 90% dos brasileiros, os profissionais da política encerravam, na prática, o terceiro mandato de Lula.

Ninguém, neste estágio, pode fazer qualquer previsão sobre quem será o próximo presidente do Brasil, sequer quais serão os candidatos, mas o Centrão ontem deixou claro que a faixa presidencial de Flávio Bolsonaro está pronta. E fez um aceno de que fará parte da base e já está pronto para começar a negociar cargos.

Falem o que quiserem do Centrão, mas nenhum grupo entende de política e opera o poder no Brasil como ele. Davi Alcolumbre não apenas impôs uma derrota humilhante ao governo Lula, mas fez questão de fazer isso da maneira mais soberba e desdenhosa possível. Ou alguém sinceramente acha que o presidente do Senado não sabia que estava sendo gravado ao prever o resultado da votação para Jaques Wagner?.

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Alcolumbre já não sente em Lula o aroma de poder que o excitava

 Davi Alcolumbre prometia nos bastidores proporcionar a Lula um "dia histórico". Conseguiu. Ao articular a derrubada da indicação do advogado-geral Jorge Messias ao Supremo, empurrou para dentro da biografia do pajé do PT um vexame que não se via desde Floriano Peixoto, há 132 anos. Os aliados empilham justificativas para o comportamento de Alcolumbre. Mas a lista de motivos exclui o essencial: o chefe do Senado já não sente em Lula o aroma de poder que o excitava.

A popularidade de Lula no vermelho e o empate com Flávio Bolsonaro nas sondagens de segundo turno reforçaram em Alcolumbre e nos oligarcas do centrão a percepção de que Lula já não reflete força e confiança. Pior: deixou de ser a perspectiva favorita de poder.

Até outro dia, Alcolumbre ajudava Lula a retirar gênios da garrafa. Passou a enfiá-los gargalo abaixo desde que Rodrigo Pacheco, seu preferido para o Supremo, foi preterido por Lula. Intensificou o movimento depois que a Polícia Federal varejou o Instituto de Previdência do Amapá, um de seus redutos, à procura de encrencas do falecido Banco Master.

Pragmático, o chefão do Senado só se mexe após realizar minuciosas avaliações do tipo custo-benefício. Se imaginasse que Lula ainda poderia lhe proporcionar mais lucros do que prejuízos, Alcolumbre teria recuado na última hora, como costuma fazer. Engarrafou Jorge Messias e o veto presidencial ao projeto da dosimetria por avaliar que Lula perdeu a vocação para Aladin.

O mar não está para peixe, assim como as pesquisas não estão para Lula. Eleição não se ganha de véspera. Muito menos com quase seis meses de antecedência. Mas Lula ganhou um desafio adicional: a restauração dos signos do Poder. Ou mostra que está vivo ou começará a receber água quente e café frio do garçom do Planalto.

Jozias de Souza


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Alcolumbre, o onipresente

David Samuel Alcolumbre Tobelem – ele usa a grafia “Davi” e o sobrenome da mãe – é um hábil articulador. Gestado no baixo clero do Congresso, emergiu à alta política em 2019, surfando o tsunami que havia varrido Brasília com a eleição de Bolsonaro. Embora suas chances fossem consideradas risíveis, decidiu naquele ano se candidatar à presidência do Senado, enfrentando o todo-poderoso Renan Calheiros (MDB-AL). Depois de uma exaustiva campanha nos bastidores, em que prometeu agrados por todos os lados, conseguiu o que queria. 

No biênio seguinte, emplacou seu sucessor, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), um aliado próximo. Em 2025, retornou ao cargo e tornou-se uma incômoda pedra no sapato de Lula. 

Nesta quarta-feira (29), impôs uma das maiores derrotas já sofridas pelo presidente: Jorge Messias, indicado por Lula ao STF, foi rejeitado pelo plenário do Senado, algo que não acontecia desde o século XIX.

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Diploma superior pode aumentar salário em mais de 450%

Estudo da Unico Skill com base nos microdados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, aponta a educação como o fator que mais pesa na definição do salário de um trabalhador. Brasileiros com Ensino Superior completo admitidos entre 2020 e 2025 ganharam 50% a mais do que colegas sem graduação universitária em cargos que pedem tal formação, considerando-se o salário inicial – em caso de posições de diretoria, por exemplo, a diferença pode passar de 450%. Em funções que requerem Ensino Técnico, a lacuna é de 42%; nas de Ensino Médio completo, de 17%.

Embora a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) defina o nível de escolaridade esperado para cada cargo, na prática muitas profissões não exigem o diploma como requisito formal de contratação.

Entre as posições com, ao menos, cinco mil admissões tanto entre trabalhadores com diploma universitário quanto entre profissionais sem diploma, a maior diferença salarial é entre diretores gerais de empresas e organizações: os sete mil que possuem formação universitária foram contratados com um salário mediano de R$ 10 mil, mais de 450% acima dos R$ 1.805 oferecidos aos mais de 11 mil que não concluíram o Ensino Superior. Entre os 59 mil gerentes de marketing admitidos no período, a lacuna é de 175%: R$ 8.500 com diploma contra R$ 3.088 sem diploma.

Analisando apenas ocupações que exigem Ensino Técnico, a maior diferença é entre técnicos de vendas. Entre 2020 e 2025, o Novo Caged registrou quase 86 mil contratações para o cargo. Os profissionais com diploma foram admitidos ganhando 123% a mais do que os colegas sem formação universitária: R$ 4.068 contra R$ 1.822. Entre programadores de internet, essa lacuna foi de 99%.

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Saída da Opep expõe racha entre Emirados e Arábia Saudita

O desgaste na relação entre Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita está no centro da decisão bombástica de Abu Dhabi de deixar a Opep. 

A rivalidade vinha se acumulando há anos, mas foi o efeito colateral da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã que abriu espaço para o anúncio desta terça-feira (28), segundo fontes ouvidas pela Bloomberg. Na prática, foi como se o “irmão menor” tivesse decidido que não quer mais viver à sombra do “irmão mais velho”.

E a coisa não para na Opep. Os Emirados também estão repensando sua participação em dois organismos regionais onde Riad tem bastante influência, contam essas mesmas fontes, sob condição de anonimato.

Embora nada esteja batido o martelo, Abu Dhabi estuda “congelar” a sua cadeira na Liga Árabe, com sede no Cairo, e tomar atitude parecida em relação à Organização para Cooperação Islâmica, baseada em Jeddah.

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João Campos tem 42% e Raquel Lyra, 34%, segundo pesquisa Quarest

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) com 42% das intenções de voto e e a governadora de Pernambuco Raquel Lyra (PSD) com 34% no 1º turno da disputa pelo governo estadual ). Esta é a 1ª pesquisa da Quaest com candidatos ao Palácio do Campo das Princesas.


Quaest: Intenções de voto no 1º turno para o governo de Pernambuco (abril 2026) — Foto: Arte/g1

Reincidência atinge 85,34% de quem entrou na inadimplência em março

Em março de 2026, o Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), revelou que, do total de negativações, 85,34% foram de devedores reincidentes. O dado refere-se a consumidores que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. 

Dentro do universo de reincidentes de março, a maior parte (65,85%) ainda não havia quitado pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 19,49% haviam saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 14,66% dos negativados no mês não tiveram restrições no CPF ao longo do último ano.

Um dado de atenção é o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento de demais pendências para os reincidentes: em março, esse período foi de 74,1 dias. Isso significa que, em média, após cerca de 2,5 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence.

Os dados do indicador mostram que, nos últimos 12 meses encerrados em março de 2026, houve um crescimento de 14,06% no número de devedores reincidentes na comparação com os 12 meses anteriores.

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Geração Z investe em cripto e guarda mais dinheiro, mas reserva não passa de 6 meses

A geração Z investe de forma diferente das gerações anteriores, usando menos poupança, diversificando mais a carteira e buscando informação quase exclusivamente em canais digitais. Mas carrega uma vulnerabilidade relevante: para 57% dos jovens de 16 a 29 anos que têm algum dinheiro guardado, a reserva não duraria mais de seis meses em caso de emergência. 

Os dados são do Raio X do Investidor Brasileiro 2025, pesquisa anual realizada pela Anbima em parceria com o Datafolha e divulgada na última quinta-feira (23). 

A diferença na composição da carteira é a característica mais marcante da geração. Apenas 13% dos jovens de 16 a 29 anos investem na caderneta de poupança, percentual bem abaixo da média geral de 22% e dos 27% registrados entre as gerações X e boomers. O espaço deixado pela poupança é preenchido por uma combinação de produtos: títulos privados são usados por 10% da geração Z, fundos de investimento por 8%, criptomoedas por 8% e ações por 4%, proporções superiores à média da população em todos os casos.

A busca por informação sobre investimentos também segue um caminho próprio. Apenas 15% dos jovens consultam gerentes ou assessores para tomar decisões financeiras, menos da metade da proporção observada entre os boomers, onde esse índice chega a 38%. A geração Z confia mais em amigos e parentes (23%) e em influenciadores financeiros (11%) do que as outras gerações. YouTube e Instagram são os canais mais citados, com 49% e 45% das menções, respectivamente, e 84% desses jovens realizam suas aplicações pelo aplicativo ou site do banco, ante 27% entre os boomers.

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Minuto Finanças _ Alto endividamento das famílias reduz impacto da massa salarial no consumo

O endividamento das famílias saiu de 17% da renda em 2005 para quase 50% em 2025. Os dados são do estudo do DPEc do banco Daycoval, que identificou que o endividamento elevado das famílias reduz o impacto da massa salarial no consumo.

A expansão do crédito habitacional foi o principal fator: o endividamento habitacional com relação à renda saiu de 2,6% para 18,5% no período, enquanto o ex-habitacional oscilou ao redor de 25% a 31%. O limiar estimado de 39,6% foi cruzado definitivamente em 2020 e a economia opera no regime alto desde então. 

O resultado central é que no regime de endividamento baixo, cada 1 p.p. de crescimento da massa salarial adiciona 0,29 p.p. ao consumo. No regime alto, esse coeficiente cai para 0,17- uma perda de aproximadamente 40% na transmissão. Ao mesmo tempo, o crédito muda de papel: no regime baixo, as concessões reais para pessoa física na variação anual não são significantes (o efeito é dominado pela renda); no regime alto, elas entram com efeito líquido de 0,10p.p., sugerindo que as famílias mais endividadas recorrem ao crédito para sustentar o padrão de consumo.

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