Lula e líderes do Congresso articulam reeleição de Motta e Alcolumbre

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu-se, ontem, com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), já para alinhavarem os assuntos de interesse do governo no Congresso para o restante deste ano e, também, a reeleição dos dois parlamentares aos comandos das duas Casas, na abertura da próxima legislatura, em fevereiro de 2027. Aos três interessa fazer um jogo combinado. Isso porque o PL emergiu das urnas, nestas eleições, como a principal força no Legislativo.

O planos do partido do presidenciável Flávio Bolsonaro são conhecidos. No Senado, o PL pretende lançar o senador Rogério Marinho (RN), que coordenou a campanha do filho 01, na disputa contra Alcolumbre. Caso chegue à presidência da Casa, inclusive com a ajuda de partidos do Centrão com parlamentares simpáticos ao bolsonarismo, a meta é fazer tramitar pedidos de impeachments de ministros do Supremo Tribunal Federal. Na mira, os magistrados Alexandre de Moraes, Flávio Dino e, agora, Cristiano Zanin, por causa da decisão que prorrogou em duas horas o segundo turno do pleito de domingo passado.

Na pauta de interesses de Alcolumbre, está a possibilidade de eleger o ex-senador Rodrigo Pacheco, hoje ministro do Tribunal de Contas da União, para a 11ª cadeira do STF. Lula tende a, desta vez, aceitar a indicação, já que pelos próximos quatro anos terá condições de apresentar mais três nomes para integrar o Supremo.

Ao PL interessa, também, o controle da Câmara. Com 121 parlamentares, pretende controlar comissões importantes — como a de Constituição e Justiça —, dar andamento às pautas conservadoras e dificultar o mais possível a tramitação de matérias apresentadas pelo Palácio do Planalto ou pelos governistas. Para esta tarefa, o partido de Flávio pretende atrair o Centrão, apesar de os partidos que o compõem terem feito, ontem, acenos a Lula por meio de Alcolumbre e Motta.

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Palanque do 2º turno projeta novas forças no ministério de Lula

Do alto do carro de som na avenida Paulista, no domingo, o presidente Lula (PL) fez questão de homenagear quatro pessoas que agora despontam como favoritas para postos-chave em seu novo governo: Camilo Santana (PT-CE), Rafael Fonteles (PT-PI), André Janones (Rede-MG) e Geraldo Alckmin (PSB-SP).

O senador Camilo Santana e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, foram chamados às pressas para salvar a campanha de Lula no segundo turno. Oficialmente, o comando estava nas mãos do presidente do PT, Edinho Silva (SP), que nem sequer foi citado por Lula no discurso. Outro coordenador que sumiu nas sombras foi o senador eleito Rui Costa, da Bahia, que, embora anunciado no final do primeiro turno, não assumiu uma posição efetiva de comando.

Camilo tem sido cotado para assumir a Casa Civil no próximo governo —cargo que já pertenceu a Rui Costa. Como segunda opção, pode ser destacado para as Relações Institucionais. Já Fonteles, que se tornou o queridinho de Lula, é ventilado para o Ministério da Fazenda, antes ocupado por Fernando Haddad. O ex-ministro saiu da campanha de Lula um pouco mais apagado do que no primeiro turno, quando foi derrotado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Chamado de "general" por Lula, o deputado federal André Janones comandou, de fora da campanha oficial, um "exército" de 10,7 milhões de militantes, que seguiam suas ordens sob o chamamento de "pessoal, urgente!".


O parlamentar mineiro foi homenageado por Lula nos dois discursos da vitória no domingo. Seu futuro ainda é incerto, mas o reconhecimento do presidente pode alçá-lo a um cargo de direção na política de comunicação digital do governo, esvaziando um pouco do poder do atual ministro da Secom, Sidônio Palmeira.

Jovens parlamentares ocuparam a primeira fila na foto da vitória, como o presidente do PSB e ex-prefeito do Recife, João Campos; a deputada Tabata Amaral (PSB-SP), criadora do programa Pé-de-Meia; a senadora eleita Marília Arraes (PDT-PE); os deputados eleitos Guilherme Cortez (PSOL-SP), Rosa Amorim (PT-PE), Maria Marighella (PT-BA) e Ana Júlia Ribeiro (PT-PR); além das reeleitas Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e Dandara (PT-MG). Ganhou protagonismo também a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), principal voz na defesa do fim da escala 6x1.

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Qual o futuro da direita? Novo revés da família Bolsonaro diante de Lula põe em dúvida o protagonismo do clã

A segunda derrota eleitoral consecutiva do bolsonarismo para a esquerda no domingo deve reabrir a discussão sobre o futuro da direita brasileira e a capacidade da família Bolsonaro de manter o protagonismo político até 2030. Escolhido pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, para representar o campo na disputa, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) surpreendeu as expectativas iniciais de aliados e adversários ao se mostrar competitivo e terminar o primeiro turno da disputa à frente. 

O resultado final das urnas, entretanto, representa um revés para a estratégia do ex-presidente, principal líder da direita no país, mesmo preso há mais de um ano após condenação por tentativa de golpe de Estado. 

Inelegível, Bolsonaro apostou na candidatura do primogênito para preservar a influência da família sobre a direita, reprimindo outros cotados para exercer essa liderança, como o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A decisão contrariou parte dos aliados, que defendiam alguém com maior capacidade de atrair eleitores fora do bolsonarismo.

A família Bolsonaro ainda conserva capacidade de mobilização e influência sobre o campo conservador. Ao mesmo tempo, a derrota recoloca uma questão que havia sido temporariamente deixada de lado durante a campanha: quem deverá liderar a direita na próxima eleição presidencial, quando Lula não poderá disputar um novo mandato?

Mesmo depois de deixar o Senado, Flávio deverá se manter como um dos principais nomes do grupo, pelo seu desempenho na campanha, avaliam pessoas próximas ao candidato derrotado. O desafio, de acordo com esses interlocutores, será preservar a articulação construída ao longo da disputa sem ocupar um cargo eletivo e diante de aliados que também têm ambições presidenciais.



Destaque da campanha vitoriosa de Lula no 2° turno, Janones recusa título de 'o cara da virada': 'A gente reagiu à covardia'

Ao chegar ao Hotel Intercontinental para comemorar a reeleição do petista Luiz Inácio Lula da Silva neste domingo (25), Janones afirmou que conseguiu criar o canal de Whatsapp "Exército do Lula", com mais de 10 milhões de seguidores, graças à missão de defender a democracia.

“Eu agradeço [o título de maior nome do 2º turno], mas o nome real desta eleição é Luiz Inácio Lula da Silva. A energia vem dele, a força vem dele. Eu recebi a missão de canalizar isso. A energia nunca emanou de mim. Eu peguei a energia dele e, como se fosse um cano, canalizei essa energia para distribuir para o povo brasileiro”, afirmou.

“A gente reagiu à covardia. E mostrou que, da mesma forma que eles se reúnem para fazer o mal e assassinar reputações, a gente mostrou que é possível se unir para defender a democracia”, declarou.

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Mercado financeiro na cobrança

A turma da Faria Lima, atual centro financeiro de São Paulo, não gostou nada de ver Flávio Bolsonaro prometendo reajustes de aposentadorias, pensões, salário mínimo e outros programas sociais. Nos grupos de WhatsApp, eles se dividiram: metade disse que era só discurso para a campanha, mas que o candidato seguiria firme no ajuste fiscal de R$ 250 bilhões. 

A outra parte, mais cética, dizia que o senador, se eleito, terá que cumprir o que prometeu ou verá a oposição crescer logo no primeiro ano de mandato.

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O receio de Jair Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro tem acompanhado todos os movimentos do filho e pediu que não deixe de lado as origens do bolsonarismo, nem abandone o grupo. Isso significa, em caso de vitória, um alinhamento maior com os Estados Unidos, em prol da exploração das riquezas minerais, do petróleo e com a agenda do movimento Maga — Make America Great Again, do presidente Donald Trump. Se Flávio vencer — e o ex-presidente está convicto de que Flávio não perde para Lula —, Jair Bolsonaro quer que o filho não se deixe confundir com o Centrão, a fim de não deixar espaço aberto para que líderes políticos como o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) ou outros acabem tomando conta da direita mais radical. Nesse sentido, quando o Centro e o bolsonarismo estiverem em divergência, a família pressionará Flávio a se manter fiel às origens.

O bolsonarismo percebeu o potencial do deputado Nikolas Ferreira há tempos e não por acaso o parlamentar foi criticado pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Se Flávio perder, a disputa pela direita vai crescer e com nomes mais novos, diferentemente do que ocorreu nesta eleição presidencial. Se ele vencer, a família ainda terá voz de comando na direita por muito tempo. Afinal, ainda que Flávio garanta que não irá correr à reeleição, essa emenda depende do Congresso Nacional, onde ainda não há acordo sobre esse tema e a proposta mais avançada prevê mandato de cinco anos.


Denise Rothenburg


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Saúde mental: 546 mil afastamentos expõem custo de pressão e sobrecarga em empresas


Dados preliminares de 2025, divulgados pelo Ministério da Previdência Social em 2026, apontam 546.254 benefícios concedidos por esses transtornos, número 15% superior aos 472.328 registrados em 2024.

O levantamento foi destacado pela Fundacentro como parte de um cenário de aumento do adoecimento mental relacionado ao mundo do trabalho. Os números ajudam a dimensionar um problema que ultrapassa o ambiente corporativo e também se relaciona à saúde pública. Afinal, o trabalho ocupa uma parcela significativa da rotina da população e as condições encontradas nesse espaço podem influenciar diretamente o bem-estar dos profissionais.

Sobrecarga, pressão constante, falta de apoio, conflitos, assédio e problemas na organização das atividades estão entre os fatores que podem contribuir para o adoecimento e, em situações mais graves, levar ao afastamento.

A nova redação do capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) passou a considerar fatores relacionados à forma como o trabalho é organizado e gerenciado dentro da análise de riscos ocupacionais. Para orientar a aplicação das novas regras, a Fundacentro publicou, em maio de 2026, diretrizes voltadas à análise da organização e da gestão do trabalho e à construção de medidas de proteção e promoção da saúde.

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O efeito Angélica

Nos bastidores das duas campanhas, chamou muito a atenção, por exemplo, o posicionamento da apresentadora e atriz Angélica a favor da reeleição de Lula, esta semana. Em suas redes, a mulher do apresentador Luciano Huck declarou seu voto e ressaltou, com todas as letras, que não é petista e diz querer viver num país “onde as pessoas se escutem, se respeitem e cuidem uma das outras”. Disse que pensava nas mulheres, nas crianças, na população LGBTQIA .

Angélica dialoga com uma parcela do eleitorado, especialmente o feminino, que costuma ficar alheia ao dia a dia da política. Sua posição viralizou nas redes chamando a uma reflexão. Para muitos, pode ajudar a virar o resultado. A conferir no domingo. Afinal, pesquisas à parte, o que vale é a urna.

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O conselho que Flávio Bolsonaro recebeu do centrão sobre o impeachment de Moraes

 Lideranças de partidos do centrão têm aconselhado Flávio Bolsonaro a não encampar um pedido de impeachment de Alexandre de Moraes e negociar com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), caso seja eleito. 

Presidentes de legendas do centrão têm destacado que Flávio encontrará um cenário difícil num eventual governo e terá que fazer uma série de cortes de gastos e medidas impopulares que serão judicializadas pela oposição. 

Essas lideranças destacam para o candidato do PL que, se tiver o Supremo contra, sua vida será ainda mais difícil. Por isso, aconselharam o senador a pacificar a relação e deixar para trás o impeachment de Moraes. 

Flávio ouviu e permaneceu em silêncio. 

Se subir a rampa do Palácio do Planalto, o filho de Jair Bolsonaro já deixou claro que defende que seu partido, o PL, comande o Senado. O favorito para o posto é o coordenador de sua campanha, Rogério Marinho (PL-RN), e cabe ao presidente da Casa dar andamento a pedidos de impeachment de ministros do STF.

Marinho já sinalizou que é a favor do impeachment de Moraes.

Bela Megale

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Investigações criminais, bastidores do poder e a vida política de Brasília



Com apoio do Centrão e da esquerda, Motta pode isolar PL na escolha por comissões em 2027

Com apoio de 10 partidos do Centrão, três da esquerda (PDT, PSB e PV) e o indicativo de que o PT irá apoiá-lo, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), caminha para formar o maior bloco da Casa, em apoio à sua reeleição no comando dos deputados. 

Se a formação se confirmar, o PL – que fez a maior bancada de um partido desde a Constituinte, com 121 cadeiras – poderia ficar isolado e, consequentemente, perder a prioridade nas solicitações das comissões e das vagas da Mesa Diretora. O critério na escolha é matemático.

Pelas regras da Câmara, partidos que fizeram a maior quantidade de cadeiras têm prioridade para fazer os primeiros pedidos sobre as presidências das comissões, que também são eleitas no início da legislatura. A mesma regra se aplica às cadeiras da Mesa (além da presidência, há duas vice-presidências, quatro secretarias e quatro suplências).

Como o PL fez a maior bancada, teria direito a escolher as três primeiras comissões. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), por exemplo, chegou a dizer, em entrevista à GloboNews, que a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) – a mais importante da Câmara – era uma de suas ambições. 

Contudo, o tamanho dos partidos isoladamente só é considerado quando não há formação de blocos. Se muitos partidos se juntam na formação de um mesmo bloco, o critério utilizado na escolha das comissões passa a considerar o tamanho do bloco, não dos partidos individualmente. 

Caso o bloco de Motta se confirme com 17 partidos pelo menos, os 15 primeiros pedidos para presidir comissões seriam do PT ou de partidos do Centrão, segundo projeções feitas por técnicos do Congresso.

O maior vexame rubro-negro dos últimos anos

Uma eliminação vergonhosa do Flamengo nesta Libertadores. Em dois jogos, não conseguiu fazer nenhum gol contra o Estudiantes e, hoje, com um jogador a mais por quase todo o segundo tempo.

Claro que tem o lado do time dirigido por Cacique Medina, que veio se classificando fazendo resultados fora de casa. Um time que cumpriu a estratégia elaborada perfeitamente no Maracanã, porque marcou bem, tirando o espaço do time do Flamengo, que praticamente não teve chances de gol — e as poucas tentativas pararam nas mãos do goleiro Muslera.

Mesmo quando ficou com um a menos, seguiu controlando o ímpeto flamenguista, sem sofrer quase nada. Foi uma classificação totalmente merecida pelo trabalho tático estabelecido pelo Cacique Medina e muito bem cumprido pelos seus jogadores.

Sobrou só o Campeonato Brasileiro, em que está na liderança, mas só um ponto à frente do rival Palmeiras. Repito: foi uma eliminação vergonhosa e marcante para a história do Clube de Regatas do Flamengo.

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Motta libera cota parlamentar para deputados eleitos antes mesmo da posse

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), liberou o uso da cota parlamentar para os deputados eleitos pagarem despesas com passagens aéreas e hospedagens antes mesmo da posse, em fevereiro de 2027.

O ato de Motta, publicado nesta quarta-feira, 21, autoriza reembolso de passagem aérea de ida e volta entre o Estado de representação do eleito e o Distrito Federal e até quatro diárias de hospedagem para sessão preparatória e posse no mandato em janeiro do ano que vem.

Também permite o pagamento de passagens aéreas de ida e volta e até três diárias e meia para cada eleito e um assessor para o Seminário de Ambientação para a próxima legislatura, previsto para novembro deste ano em Brasília.

Motta tenta se manter como presidente da Câmara na próxima legislatura. Na semana passada, líderes e presidentes dos partidos que integram o Centrão divulgaram uma nota de apoio à reeleição do deputado para o comando da Casa. Integrantes do grupo avaliam que o resultado das urnas reforça a necessidade de união das legendas para conter o avanço do bolsonarismo no Legislativo.

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Desaprovação histórica desafia Trump para as eleições

 
A menos de duas semanas das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump enfrenta baixos índices de aprovação. Pesquisas divulgadas nos últimos dias apontam que a desaprovação do governo norte-americano está acima dos 60%. 

Milhares de eleitores irão às urnas em 3 de novembro para as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, conhecidas como midterms. 

A votação vai renovar todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes e cerca de um terço do Senado. 

Apesar de Trump não disputar um cargo nestas eleições, a avaliação do governo deve influenciar a escolha dos eleitores para eleger os próximos deputados e senadores.

E é diante deste cenário que existe um alerta na Casa Branca. Segundo o agregador de pesquisas do estatístico e jornalista americano Nate Silver, 60,6% dos americanos desaprovam o governo Trump, enquanto 36,3% aprovam.

O índice de desaprovação está entre os piores da série histórica do agregador e já havia sido registrado no início de outubro. Já o índice de aprovação chegou ao menor patamar de toda a série na quarta-feira (21).

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Mundo caminha para aquecimento de 2,8°C, alerta ONU

O mundo terá que triplicar suas ambições climáticas até 2035 se quiser limitar o aumento da temperatura a um pico de 1,8°C antes do fim do século, o que mantém viva a chance de retornar ao 1,5°C previsto pelo Acordo de Paris. Os esforços atuais apontam para um planeta em média 2,8°C mais quente em relação aos níveis pré-industriais. 

Os dados são do Emissions Gap Report, relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado nesta quarta-feira (21) que faz um balanço anual das emissões mundiais de gases causadores do efeito estufa.  

Partidos apostam em Marçal para ministro de Flávio

Os partidos políticos já trabalham de olho nos cargos de um futuro governo Flávio Bolsonaro. Por mais que a campanha tente evitar o “já ganhou”, as agremiações que fecharam o apoio ao candidato do PL não conseguem evitar as conversas sobre um futuro governo Bolsonaro 2. Alguns apostam que Marçal irá para o governo, como ministro da Prosperidade.

Próspero, mas sem recursos

Em caso de vitória de Flávio Bolsonaro, a formatação desse Ministério da Prosperidade é que vai definir o futuro ministro. Se for cuidar de programas sociais, o PL não vai abrir mão dessa pasta. Se for apenas uma mudança de nome do atual Ministério do Empreendedorismo, aí, avisam alguns deputados, o ex-coach Pablo Marçal pode ficar com o cargo.


Denise Rothenburg

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Minerais críticos e estratégicos empregam 129 mil pessoas no Brasil

As atividades relacionadas ao setor de minerais críticos e estratégicos para o Brasil somaram 129.423 empregos, em 2025, o equivalente a 57% dos 226.634 empregos da indústria extrativa mineral do país.

Quando comparado ao mesmo mercado de trabalho registrado em 2023, houve crescimento de 8,6% no período.

Os dados estão disponíveis no Portal de Minerais Críticos e Estratégicos, lançado na última semana pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

As unidades da Federação que mais empregam são Minas Gerais (62.631 postos de trabalho); Pará (27.047); e Bahia (9.147).

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