Blog do Alderi
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Trump-Lula: a política externa entra de vez na eleição presidencial
Como o Pix está transformando bares e restaurantes no Brasil
Com três meses de Desenrola 2.0, inadimplência geral recua para 29,8%
Os dados apurados em julho oferecem um retrato do cenário financeiro das famílias ao fim dos primeiros 90 dias de Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas do Governo Federal, disponibilizado em 5 de maio. Sob o efeito do incentivo à regularização de débitos, a taxa de inadimplência geral apresentou ligeira retração no mês, passando de 29,9% em junho para 29,8% em julho – nível inferior também ao registrado no mesmo período do ano anterior (30%). No entanto, o aumento do percentual de endividados e do comprometimento da renda preocupa.
Apesar do recuo nas contas em atraso, a Peic sinaliza um ponto de pressão no orçamento doméstico: o aumento da parcela de consumidores com alto comprometimento financeiro. O percentual de famílias que têm mais de 50% dos seus rendimentos mensais comprometidos com o pagamento de dívidas subiu para 19% em julho, atingindo o maior nível desde março deste ano. Em média, os consumidores endividados estão vinculando 29,5% da sua renda mensal para honrar compromissos com credores.
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Ideb avança pouco em 2025 e segue longe da meta para o ensino médio
A educação brasileira avançou pouco no país, segundo os indicadores de 2025 do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), divulgados hoje pelo governo federal. Apesar de os índices terem melhorado nas três etapas de aprendizagem, o Brasil só conseguiu superar a meta estabelecida nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano).
O ensino médio segue como o nível mais desafiador. Nessa fase, nenhuma rede estadual alcançou a nota almejada e somente seis ficaram acima da média nacional (sem levar em conta a integração com o ensino técnico). São eles: Paraná, Goiás, Espírito Santo, Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Educação comemorou os resultados e destacou a redução do número de municípios com média até 4,9 nos anos iniciais do ensino fundamental. Em 2023 eram 1.97 e agora, 442. Para o próximo ciclo, a pasta se comprometeu a acompanhar de perto esse grupo e prestar a assistência técnica necessária para a recuperação da aprendizagem.
Segundo afirmou o ministro da educação, Leonardo Barchini, o foco do governo para o próximo ciclo será reforçar a educação nos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e também no ensino médio. "Toda a estratégia do ministério, que vamos apresentar em outubro, conforme estabelecido pelo Plano Nacional de Educação, tem como foco a aprendizagem nessas etapas, sem, claro, esquecer a equidade.
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Flávio Bolsonaro anuncia deputado Alfredo Gaspar como vice na chapa dele à Presidência
Gaspar é ex-promotor de Justiça, foi procurador-geral de Justiça e secretário de Segurança Pública do estado.
Eleito para a Câmara em 2022, ganhou projeção nacional como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.
No discurso que anunciou Gaspar na chapa, Flávio destacou a atuação do deputado federal na segurança pública e a ligação dele com o berço eleitoral, Alagoas, e os demais estados do Nordeste.
Em sua fala, Gaspar agradeceu a Flávio pela confiança e se comprometeu com o projeto de governo. "Vossa Excelência escolheu uma pessoa simples, nordestina, mas com uma história de vida de muito trabalho", disse.
Republicanos anuncia neutralidade em eleição presidencial e reduz opções de Flávio para vice
O Republicanos anunciou nesta terça (4) que ficará neutro na eleição presidencial deste ano, em um movimento que limita ainda mais as opções do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a escolha de um nome para vice em sua chapa presidencial no pleito de outubro deste ano.
Em nota, o Republicanos – partido do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (PB), e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, um aliado de primeira hora do bolsonarismo – afirmou que a opção pela neutralidade se deu por maioria, que optou pela “independência institucional” na corrida pelo Palácio do Planalto.
“A decisão reflete o respeito à construção democrática interna do partido e reconhece a realidade de um Republicanos que cresceu, consolidou sua presença nacional e passou a representar diferentes regiões, contextos e alianças políticas”, informou o partido em nota.
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O desafio da aliança
A conversa “produtiva” da senadora Tereza Cristina (PP-MS) com o pré-candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro, ainda não é suficiente para levar toda a estrutura da federação União Progressista, que une PP e União Brasil, a fechar um casamento nacional entre eles. Para isso, será preciso o PL abrir mão de algumas candidaturas e, para completar, ajustar diferenças de projetos entre a maioria dos partidos de viés conservador coma família Bolsonaro. O que se diz nas bastidores é que Tereza Cristina, ao abrir a porta para ser vice, pretende tirar dos próprios ombros qualquer responsabilidade sobre o futuro de Flávio. Aliás, lá atrás, o próprio Jair Bolsonaro dizia não confiar em Tereza para ser vice de seu filho.
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Geração Z é a que mais perde dinheiro com golpes digitais
De acordo com a pesquisa, 39% dos entrevistados da Geração Z disseram ter perdido dinheiro devido a fraudes por e-mail, online, telefone e mensagens de texto no último ano, significativamente acima dos 26% entre os consumidores pesquisados em 18 países e regiões. No Brasil, o cenário também chama atenção: 33% dos entrevistados da Geração Z afirmaram ter sofrido perdas financeiras com fraudes, o maior percentual entre todas as gerações, enquanto a média nacional foi de 24%.
Crescer usando internet, as redes sociais e os aplicativos desde a infância não tornou os consumidores mais jovens menos vulneráveis a golpes digitais. Pelo contrário. O resultado desafia uma ideia bastante comum: a de que quem nasceu em um mundo digital estaria naturalmente mais preparado para identificar fraudes online. Na prática, o que acontece pode ser justamente o contrário.
A Geração Z está entre os grupos mais ativos online. Eles fazem compras online, utilizam aplicativos de pagamento, passam tempo significativo nas redes sociais, jogam em plataformas digitais e gerenciam muitos aspectos de suas vidas diárias pelo celular. Quanto maior o número de interações digitais, maior também o número de oportunidades para que fraudadores tentem aplicar golpes.
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As três frentes de Lula na campanha: bolsonarismo, Trump e Milei
Poucas vezes a política externa esteve tão presente numa campanha eleitoral brasileira. Tanto é assim, que fontes oficiais consultadas pela coluna afirmaram que, nesta disputa pela Presidência da República, Lula tem três frentes abertas. Uma delas é interna: o bolsonarismo. As outras duas são externas e estão conectadas: os Estados Unidos de Donald Trump e a Argentina de Javier Milei.
A tentativa de interferência externa na campanha eleitoral brasileira deixou de ser uma hipótese e passou a ser uma realidade. E isso não é de hoje. Essa realidade, na avaliação de fontes do governo, se impôs em meados de 2025, quando o governo Trump anunciou o primeiro tarifaço contra o Brasil, de 50%.
Milei viajou até São Paulo para participar da Convenção Nacional do PL. Em seu discurso, o chefe de Estado, no mesmo dia condecorado pelo governador Tarcísio de Freitas —que trocou o apelo vermelho pelo azul, num gesto cheio de simbolismos—, atacou o presidente Lula. Abriu-se uma crise bilateral sem precedentes entre Brasil e Argentina.
A campanha de 2026 é diferente de outras passadas. Não se trata apenas das posições dos candidatos sobre temas externos. Se trata do envolvimento inédito de frentes externas na campanha brasileira. O Planalto, confirmaram as fontes, vem se preparando para isso há meses. E sabe que a ofensiva externa, em aliança com a interna, está apenas começando.
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Afastamentos por burnout cresceram 493% em três anos
“Existe uma confusão comum entre exaustão real e tédio crônico. Os dois fazem o profissional querer sair do emprego atual, mas as causas são opostas, e por isso a solução também precisa ser diferente”, explica.
Segundo a executiva, o burnout costuma vir acompanhado de exaustão física e emocional persistente, mesmo fora do horário de trabalho, além de um distanciamento crescente das tarefas e da sensação de que nada do que é entregue é suficiente.
“Quem está em burnout geralmente sente que está dando o máximo e ainda assim não é o bastante. É uma exaustão que não passa com um fim de semana de descanso”, descreve.
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Comércio empregou 10,6 milhões de pessoas e gerou R$ 7,7 tri em 2024
PDT lança Celso Sabino como candidato ao Senado pelo Pará