Minuto Finanças _ Inadimplência deve atingir novo pico no segundo trimestre

 

A inadimplência das pessoas físicas no Brasil deve manter trajetória de alta nos próximos meses, com avanço mais intenso nas operações com recursos livres, segundo projeção elaborada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo (Ibevar)-FIA Business School.

O estudo indica que, já em março, a taxa de inadimplência no segmento de recursos livres pode alcançar média de 7,07%, com intervalo estimado entre 6,75% e 7,39%, sinalizando pressão crescente sobre o orçamento das famílias e maior atenção por parte das instituições financeiras.

De acordo com os dados mais recentes disponíveis, referentes a janeiro, a inadimplência total das pessoas físicas atingiu 5,24%, enquanto o percentual de operações com atraso entre 15 e 90 dias chegou a 5,66%. No recorte específico de recursos livres – que exclui operações com taxas regulamentadas e linhas vinculadas a recursos direcionados – a taxa de inadimplência alcançou 6,95%, com 4,07% das carteiras apresentando atrasos entre 15 e 90 dias, indicador que antecede movimentos de elevação na inadimplência consolidada.

Segundo pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), 80,2% das famílias brasileiras possuem alguma dívida.

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Alepa aprova reajuste de 6% para servidores estaduais do Pará

A Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) aprovou nesta quarta-feira, 18 o Projeto de Lei nº 114/2026, proposto pelo Poder Executivo, que concede reajuste de 6% aos servidores públicos estaduais. 

A medida impacta mais de 160 mil pessoas, incluindo civis e militares, ativos, inativos e pensionistas, mas foi recebida com insatisfação por uma parcela da categoria, que reivindica um aumento maior e que chegou a realizar protestos em Belém.

A votação na Alepa resultou na aprovação da proposta por maioria de votos. Segundo a mensagem encaminhada pelo governador Helder Barbalho ao Legislativo, o reajuste visa "promover a recomposição remuneratória dos servidores, observando a política de valorização do funcionalismo e os limites estabelecidos pela legislação vigente, em especial a Lei de Responsabilidade Fiscal".

O governo estadual pontuou que a medida é fruto de estudos técnicos de impacto orçamentário e que o cenário fiscal é favorável, com recursos assegurados no Orçamento Geral do Estado para 2026, injetando R$ 1,3 bilhão na economia.

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Esnobado e isolado, Donald Trump critica aliados por omissão no Irã

Ante a resistência de aliados históricos ao pedido de comporem uma coalizão militar para reabrir o Estreito de Ormuz — vital para o escoamento de um quinto do petróleo mundial —, Donald Trump reagiu com frustração. "Não precisamos de ninguém. Somos a nação mais forte do mundo, temos de longe as forças armadas mais poderosas do mundo. Não precisamos deles", declarou o presidente dos Estados Unidos. "Mas, é interessante... Estou quase fazendo isso em alguns casos, não porque necessitamos deles, mas porque quero descobrir como reagiriam. Tenho afirmado há anos que, se alguma vez precisarmos deles, não estarão lá", acrescentou, durante entrevista coletiva na Casa Branca. Trump garantiu que, "em breve", anunciará "alguns nomes" de nações que teriam decidido aderir à coalizão. 

Em outro momento, a bordo do avião presidencial Air Force One, tornou a criticar alguns países, sem citá-los diretamente. "Alguns deles ajudamos há muitos, muitos anos. Nós os protegemos de fontes externas terríveis, e eles não se mostraram muito entusiasmados. E o nível de entusiasmo é importante para mim", disse. "Levamos 40 anos protegendo eles e não querem se envolver." Na véspera, o republicano tinha ameaçado a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). "É apropriado que aqueles que se beneficiam do estreito ajudem a garantir que nada de ruim ocorra ali. (...) Se não houver resposta, ou se a resposta for negativa, penso que será muito ruim para o futuro da Otan", alertou, em entrevista ao jornal Financial Times

Envolvida no apoio à Ucrânia contra a Rússia, a aliança militar ocidental se opõe a uma intervenção direta no conflito com o Irã. "Não participaremos na garantia da liberdade de navegação no Estreito de Ormuz por meios militares. A guerra no Oriente Médio não é assunto da Otan. Portanto, a Alemanha não se envolverá militarmente", assegurou o chanceler alemão, Friedrich Merz. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, descartou o envio de navios de guerra à região. "Embora tomemos as medidas necessárias para nos defendermos e defendermos nossos aliados, não seremos arrastados para uma guerra mais ampla", avisou.  

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Maioria dos brasileiros já definiu voto para presidente, diz Quaest

A maioria dos brasileiros já decidiu em quem pretende votar para presidente nas eleições deste ano, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (17/3). Conforme o levantamento, 56% dos entrevistados afirmam ter uma escolha definitiva, enquanto 43% ainda admitem a possibilidade de mudar de candidato até o primeiro turno.

De acordo com os dados, a definição do voto é mais consolidada entre eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL). Em ambos os casos, mais de 60% dos apoiadores afirmam que não pretendem mudar de candidato.

O levantamento também revela diferenças de comportamento entre homens e mulheres. Entre o público feminino, há empate: 49% dizem já ter definido o voto e outros 49% admitem possibilidade de mudança. Já entre os homens, a decisão aparece mais consolidada, com 62% afirmando ter escolhido candidato, contra 37% que ainda podem mudar.

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Demissão de Tite reflete a urgência de resultados no Brasileiro

Era preciso dar uma resposta à torcida no Brasileiro, e com o gol no início da partida até parecia que Tite ganharia uma sobrevida no cargo. O título no Mineiro garantiu um respiro, mas era preciso mais. A primeira vitória no Brasileiro era necessária.

O Cruzeiro tinha feito o mais difícil. Empolgou a torcida e deu sinais de que poderia controlar o jogo. Quando o Cruzeiro marcou, Tite reagiu como quem tira um peso das costas. Caminhou em direção aos jogadores do banco e cumprimentou praticamente todos, um por um. Mais do que comemoração, parecia alívio. Um gesto quase instintivo de quem sabia que o gol, naquele momento, valia mais do que apenas o placar. Mas futebol também é sobre suportar o peso do próprio resultado, e o time celeste não conseguiu. A vantagem escapou, o jogo ficou tenso e o estádio foi mudando de humor.

Antes mesmo do apito final, a arquibancada já dava o veredito. Entre um lance e outro, surgiam gritos pedindo a saída do técnico. Era um pedido que vinha se acumulando jogo após jogo, resultado após resultado. Nas redes sociais, os posts pediam um posicionamento da diretoria para que ela nem deixasse o treinador ir para a coletiva. E foi exatamente o que aconteceu. Em pronunciamento após o jogo com o Vasco, Pedro Junio, vice-presidente de futebol do Cruzeiro, explicou a decisão, pediu desculpas pelo resultado ruim no Brasileiro e informou que a partir desta segunda-feira (16), Wesley Carvalho, interino da casa, assume o time.

Tite deixa o Cruzeiro com 17 jogos no comando da equipe: foram oito vitórias, três empates e seis derrotas. O time celeste marcou 25 gols e sofreu 22.

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Yara Fantoni - Colunista da UOL


Alta da inflação e endividamento das famílias tiram o sono de Lula

A guerra no Oriente Médio introduziu uma variável externa que pode alterar significativamente o cenário político brasileiro em pleno ano eleitoral, sobretudo a estratégia de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A escalada do conflito e o risco de interrupção do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz provocaram a disparada do preço do barril, que chegou a ultrapassar a casa dos US$ 120 antes de recuar para a faixa de US$ 90. 

No Brasil, diante da ameaça externa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um pacote emergencial para conter a alta do diesel. As medidas incluem a zeragem de PIS e Cofins sobre o combustível, uma subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores e a criação de um imposto extraordinário de 12% sobre a exportação de petróleo. 

Lula quer evitar que o diesel, principal combustível da logística brasileira, provoque uma onda inflacionária. O transporte rodoviário responde por cerca de dois terços do escoamento da produção agrícola e industrial. Qualquer aumento expressivo no diesel rapidamente se transmite aos preços de alimentos, fretes e serviços. Em termos políticos, pode ter efeito devastador em ano eleitoral. É um cenário de tirar o sono.

Dados recentes da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor mostram que 80,2% das famílias estavam endividadas em fevereiro de 2026 — o maior patamar da série histórica iniciada em 2010. Mais preocupante é o avanço da inadimplência, que voltou a subir e já atinge 29,6% das famílias. Quase metade dessas dívidas está em atraso há mais de 90 dias, evidenciando uma deterioração do quadro financeiro doméstico.

Essa situação cria um triângulo de fogo. A inflação corrói a renda real, enquanto o endividamento limita a capacidade de consumo — dois fatores que afetam diretamente a percepção da população sobre o desempenho econômico do governo. Num ambiente eleitoral, mesmo quando os indicadores macroeconômicos permanecem relativamente equilibrados, o sentimento econômico pode se deteriorar rapidamente e encandecer a campanha dos candidatos de oposição.

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Dá para imaginar Flávio presidente?

 

As pesquisas da última semana indicam que o senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), o primogênito de Jair, é um sério candidato a ser nosso próximo presidente da República.

Escrevendo assim, sem adjetivos nem exclamativos, pode parecer uma coisa natural, diante do cenário do momento que lhe é favorável para a eleição que acontece daqui a pouco mais de seis meses.

Mas essa possibilidade nada tem de natural, convenhamos. Quem poderia imaginar uma notícia dessas até o final do ano passado, quando o ex-presidente anunciou por meio do próprio filho que Flávio seria o candidato oficial do bolsonarismo, sem intermediários.

Foi uma decisão monocrática, sem consulta a ninguém, nem ao partido nem à família, um assunto decidido numa conversa somente entre os dois, sem testemunhas, na cela onde Bolsonaro cumpre uma pena de 23 anos de prisão por atentar contra a democracia.

Até então, o nome dado como certo para ser o candidato da direita e da extrema direita era o do governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos), já tratado como futuro presidente pela Faria Lima, o grande oráculo do poder nacional, apoiado por amplos setores da imprensa e do empresariado, pelo agro e pelos pastores, sem concorrente à vista no seu campo.

As sucessivas pesquisas divulgadas este ano deram ao candidato da oposição o mais importante nesta altura do campeonato: a expectativa de poder. De quebra, ainda enterraram qualquer chance para o surgimento de uma terceira via.

Por isso que as pessoas já começam a se perguntar: dá para imaginar Flávio Bolsonaro como presidente da República?

É algo tão surreal que provavelmente não tinha passado antes nem pela cabeça dele. Só quem acreditava em Bolsonaro 2º era o pai, que agora pode concorrer ao prêmio de homem de visão do ano.

Os próximos meses prometem fortes emoções. Apertem os cintos.

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Ricardo Kotscho - Colunista do UOL.


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Novo cenário mundial pode complicar ainda mais a reeleição de Lula

 

Até poucas semanas atrás, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva parecia voar em céu de brigadeiro no cenário internacional. A política externa brasileira recuperou protagonismo, a economia apresentava crescimento razoável e o governo apostava na estabilidade de suas relações com os Estados Unidos para sustentar sua narrativa eleitoral de continuidade. A guerra entre Estados Unidos e Irã, porém, alterou abruptamente esse quadro. O bloqueio do Estreito de Ormuz e a escalada militar no Oriente Médio introduziram um fator de incerteza geopolítica que começa a repercutir diretamente na política interna brasileira e pode complicar o projeto de reeleição de Lula.

A guerra no Golfo Pérsico elevou rapidamente os preços do petróleo no mercado internacional, que chegou a ultrapassar a casa dos US$ 100 por barril, patamar significativamente superior à média de cerca de US$ 70 registrada antes do conflito. O Estreito de Ormuz, cuja circulação foi afetada pela guerra, é um dos principais gargalos do comércio mundial de energia, por onde passa aproximadamente um quarto de todo o petróleo transportado globalmente. Embora as cotações tenham recuado após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerindo que o conflito poderia estar próximo do fim, os preços continuam elevados e sujeitos a forte volatilidade. Essa instabilidade já é suficiente para alterar expectativas econômicas e produzir efeitos políticos.

No Brasil, os primeiros reflexos começaram a aparecer nos combustíveis. Dados recentes indicam que a gasolina e o diesel tiveram pequenas elevações no início de março. Ainda que os aumentos sejam moderados, eles sinalizam o início de uma tendência potencialmente mais forte caso a guerra se prolongue. O problema é que o impacto do petróleo na economia brasileira não ocorre apenas no preço da gasolina. O diesel, base do transporte rodoviário, é um componente central da cadeia logística nacional e afeta diretamente o custo do frete, dos alimentos e da distribuição de mercadorias. A turbulência internacional também traz riscos macroeconômicos mais amplos: desacelerar o crescimento global e elevar a inflação em diversas economias.

É uma armadilha econômica para o governo. O Brasil é grande produtor e exportador de petróleo, mas continua dependente da importação de derivados, especialmente do diesel. Isso significa que, em um cenário de preços internacionais elevados, a pressão inflacionária acaba chegando ao consumidor brasileiro. A Petrobras dispõe hoje de alguma margem de manobra para suavizar reajustes porque abandonou, em 2023, a política de paridade plena com os preços internacionais. Ainda assim, essa capacidade é limitada. Se o barril permanecer acima de US$ 100 por um período prolongado, o repasse aos consumidores torna-se praticamente inevitável.

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Você Sabia?

Um em cada quatro jovens desiste de abandonar o ensino médio graças ao Pé-de-Meia, programa do governo federal que paga bolsas para incentivar os jovens a concluírem os estudos. Por outro lado, à medida que o benefício aumenta, o ganho marginal é menor, ou seja, aumentar os valores já praticados não contribui para ampliar as taxas de permanência dos alunos.



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Mulheres sustentam Lula em eleição mais apertada de todas

As mulheres seguem como base central do apoio a Lula nas pesquisas eleitorais de 2026, avalia José Roberto Toledo.

Dados recentes mostram que a avaliação positiva do governo Lula entre mulheres supera a dos homens, chegando a uma diferença de 7 pontos percentuais em alguns recortes. Toledo destaca a força desse grupo e sua relevância estratégica.

Na pesquisa mais recente, Toledo ressalta que 36% das mulheres classificam o governo como ótimo ou bom, contra 29% dos homens. Toledo reforça que essa diferença se repete em vários segmentos, como idade e escolaridade, ainda que mulheres mais jovens avaliem o governo de forma menos positiva.

Em regiões como o Nordeste, onde Lula tem vantagem expressiva, Toledo observa que a diferença entre gêneros é menor e está dentro da margem. Já entre mulheres com ensino fundamental, o apoio feminino se destaca, chegando a 48% de avaliação positiva.

Toledo aponta que o desafio para Lula é mobilizar esse eleitorado, já que a abstenção é um risco crescente. Ele enfatiza a importância de energizar as mulheres para garantir presença nas urnas em outubro e ampliar o apoio.

Thais Bilenky concorda com Toledo. "E elas são um eleitorado que, diferentemente da maioria que passou a ter na segurança o seu principal problema, são um eleitorado que esta preocupado com um velho e horrível drama brasileiro."

Toledo conclui que as mulheres, especialmente de perfis específicos, foram decisivas em 2022 e seguem sendo o núcleo duro de Lula: "Elas foram absolutamente fundamentais pra vitória do Lula em 2022, num cenário que ele já saiu de um patamar mais alto.".

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Thais e Toledo



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Lula zera PIS/Cofins sobre diesel para frear aumento dos combustíveis

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quinta-feira (12/3) uma série de medidas para tentar evitar o aumento do preço dos combustíveis em meio à alta internacional do petróleo, causada pela guerra no Oriente Médio.

O governo federal zerou a alíquota do PIS/Cofins para o óleo diesel para importação e comercialização, anunciou medidas para combater cobranças abusivas de combustíveis e especulação, e anunciou a subvenção para o óleo diesel para produtores exportadores, sob a condição de que haja repasse ao consumidor.

“Vocês estão vendo que o preço do petróleo está saindo do controle em todos os países”, disse o petista em coletiva no Palácio do Planalto. “Isso significa aumento de combustíveis em todos os países do mundo, inclusive a informação de que, nos Estados Unidos, a gasolina já subiu 20%”, acrescentou.

No momento do anúncio, o preço do petróleo Brent, referência internacional, estava cotado a mais de US$ 100, maior valor desde a metade de 2022, quando houve uma explosão do preço causada pela invasão da Rússia à Ucrânia.

A preocupação do governo é, principalmente, tentar evitar um processo inflacionário no país causado pelo aumento. Um aumento no preço especialmente do óleo diesel, usado em caminhões, implica em custo maior em praticamente todos os produtos, embutindo o preço do transporte no custo ao consumidor.

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Jardim abraça missão de recuperar Pedro, que tenta retomar protagonismo no Flamengo

Em cinco minutos de jogo, na noite desta quarta-feira, Pedro abriu o placar para o Flamengo contra o Cruzeiro e criou chance que quase resultou no segundo gol rubro-negro. Os dois lances partiram do jogo do atacante sem a bola, postura que foi elogiada por Leonardo Jardim, que tem a missão de recuperar os bons momentos do camisa 9 no clube rubro-negro.

Este foi o gol de número 100 de Pedro pelo Flamengo no Maracanã. Ele já tinha marcado 11 pelo Fluminense, e a soma o coloca como o quinto maior artilheiro do estádio.

— Muito grato por toda marca que chego no Flamengo. Incrível por ser um dos maiores estádios do mundo, o maior do Brasil. Eu como carioca, flamenguista, fico muito feliz de atingir essa marca. Espero fazer mais gols ainda — comemorou o centroavante depois do jogo do Brasileirão.

— Conversa foi muito simples e direta com o Pedro. É um dos melhores atacantes do futebol brasileiro e tem mostrado isso ao longo dos anos. Existe as duas faces do jogo, com bola e sem bola, e ele tem mostrado que pode ser competente. Além de fazer os gols, em termos de estratégicos, se posicionar, pressionar e ter uma atitude mais colaborativa. É isso que ele tem feito porque tem essa capacidade física e compreensão do jogo coletivo. Ele não está me surpreendo porque eu acreditava desde o início que conseguiríamos colocar um Pedro ofensivamente, mas também com função defensiva, que todos os jogadores têm que ter — destacou Leonardo Jardim.

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Você Sabia?

As mortes de mulheres atribuíveis ao uso de álcool cresceram 20% no Brasil entre 2013 e 2023, acompanhando um salto no consumo abusivo. Internações femininas ligadas à bebida aumentaram 41% (2014-2024), evidenciando maior vulnerabilidade biológica e social. Em 2021, cerca de 23,6% das mortes associadas ao álcool no país eram mulheres.



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Desaprovação a Lula melhora, mas segue na marca de 50,5%, mostra pesquisa Meio/Ideia

A avaliação da forma como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conduz o governo segue com saldo negativo entre os eleitores, segundo pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (11). Segundo a pesquisa, 50,5% dos entrevistados afirmam desaprovar a atuação do petista no terceiro mandato. 

Já 47,2% dizem aprovar a maneira como Lula exerce a Presidência, enquanto 2,3% afirmaram não saber ou preferiram não responder. 

Apesar da desaprovação ainda superior à aprovação, a pesquisa mostra pequenas variações em relação ao levantamento anterior. A taxa de aprovação subiu 0,6 ponto percentual, enquanto a desaprovação recuou 0,9 ponto percentual.  

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Brasileiros sacaram em janeiro R$ 403,29 milhões esquecidos em bancos

Os brasileiros sacaram, em janeiro deste ano, R$ 403,29 milhões em valores esquecidos no sistema financeiro, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central. No total, o Sistema de Valores a Receber (SVR) já devolveu R$ 13,76 bilhões a clientes bancários, mas ainda há R$ 10,5 bilhões disponíveis.

O SVR é um serviço do BC por meio do qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição, como financeiras e corretoras.

Para a consulta, não é preciso fazer login, basta informar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data de nascimento ou o Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas já fechadas.

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Dilema de prefeito faz Calheiros e Lira esperarem quem será traído em AL

O silêncio do prefeito de Maceió João Henrique Caldas, o JHC (PL), sobre se deixa ou se sai do cargo em abril se tornou ponto-chave para a disputa eleitoral de 2026 em Alagoas.

JHC aparece líder nas pesquisas de intenção de voto para governo ou Senado, mas o enigma se vai renunciar ou não impacta diretamente nas campanhas de Arthur Lira (PP) e da família Calheiros (pai senador e filho ministro dos Transportes vão disputar a eleição de outubro).

A demora revela uma questão delicada: JHC tem acordos diferentes envolvendo os dois grupos rivais, e sua decisão deve trazer uma "traição" a um deles —ou mesmo aos dois. Uma solução acordada entre as partes é considerada inviável. 
Desde 2022, JHC é aliado de Arthur Lira. O ex-presidente da Câmara se mantém fiel ao projeto de ser candidato ao Senado e de declarar apoio ao prefeito na disputa ao governo de Alagoas.

Nos bastidores, porém, Arthur está incomodado com a demora e com o que considera falta de reciprocidade. JHC não fez até hoje qualquer menção de apoio público a Arthur Lira na disputa ao Senado.
Acontece que no ano passado, JHC fez um outro acordo, desta vez com o presidente Lula, em que prometeu não sair candidato a nada e facilitar a eleição de Renan Filho (MDB) ao governo. Em troca, teve a indicação da tia Marluce Caldas para a cadeira de ministra do STJ.

Caso JHC decida concorrer ao governo, vai rasgar a palavra que deu a Lula em julho de 2025.

Se decidir disputar o Senado por outra sigla, JHC vai comprar briga com os dois grupos, já que as pesquisas mostram que ele é favorito a uma das vagas, e necessariamente tiraria ao menos Renan ou Arthur do Senado.

Além disso, a disputa ao Senado em Alagoas deve ter outros dois nomes fortes e com chances reais de vitória: o deputado federal Alfredo Gaspar (União) e o ex-deputado estadual Davi Davino.

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