Blog do Alderi
Pix já responde por mais de 50% das transações no Brasil
Você Sabia?
Congresso Nacional inicia trabalhos de 2026
O Congresso iniciou o ano em um cenário considerado atípico por causa das eleições, período em que tradicionalmente há redução no ritmo das votações. Nesse contexto, Alcolumbre deverá administrar pressões de diferentes frentes: da oposição, que cobra a análise de pautas sensíveis ao governo, e da base governista, interessada em avançar com projetos prioritários do Planalto e indicações para cargos estratégicos.
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Por domiciliar a Bolsonaro, Michelle e Valdemar pedem para aliados reduzirem ataques ao STF
Dívida alta dos países está borrando limite das políticas fiscal e monetária, diz BIS
Um paper do Banco de Compensações Internacionais (BIS) publicado nesta semana argumenta que, com o acúmulo de grandes estoques de dívida soberana, as decisões sobre taxas de juros tornaram-se cada vez mais importantes para o espaço fiscal dos governos, já que os custos mais altos de empréstimos se traduzem diretamente em pressão orçamentária.
Ou seja, quando a dívida pública está elevada, o custo fiscal de combater a inflação aumenta fortemente, pois altas na taxa de juros elevam as despesas do governo com pagamento de juros. E a dívida alta pode reduzir a intensidade da resposta monetária à inflação, gerando um viés inflacionário mesmo quando a dívida do governo permanece totalmente amparada do ponto de vista fiscal.
Ou seja, quando a dívida pública está elevada, o custo fiscal de combater a inflação aumenta fortemente, pois altas na taxa de juros elevam as despesas do governo com pagamento de juros. E a dívida alta pode reduzir a intensidade da resposta monetária à inflação, gerando um viés inflacionário mesmo quando a dívida do governo permanece totalmente amparada do ponto de vista fiscal.
Os autores do estudo argumentam que a interação entre dívida elevada e choques inflacionários de custo tornam mais provável que o limite fiscal passe a restringir a política, amplificando a inflação. Em recessões movidas pela demanda, dizem, a restrição fiscal pode se tornar mais limitante do que o piso zero da taxa de juros, forçando o banco central a imprimir moeda para comprar o excesso de dívida ou a aceitar a dominância fiscal.
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Governo Lula corre para aprovar apostas eleitorais no 1º semestre, mas esbarra em travas no Congresso
Contas públicas tiveram déficit de R$ 55,021 bilhões em 2025
Na comparação com 2024, houve crescimento no déficit. Em 2024, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 47,553 bilhões, 0,4% do PIB.
As Estatísticas Fiscais foram divulgadas na sexta-feira, 30 pelo Banco Central com a consolidação dos dados de dezembro de 2025. Naquele mês, as contas públicas tiveram superávit de R$ 6,251 bilhões.
O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.
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Governo brasileiro tem ‘aversão a controlar gastos’, diz Goldman Sachs
Por direita unida, Flávio pede para Eduardo maneirar em críticas a Tarcísio
Dores do Rio Preto: como é a vida na cidade do ES que não registra homicídios há quase 4 anos
Terra dos cafés especiais e uma das principais portas de entrada para o Pico da Bandeira, o terceiro ponto mais alto do Brasil, o município de 6,5 mil habitantes vive uma rotina marcada pela tranquilidade.
“Aqui a gente anda sem medo nenhum. Todo mundo se conhece”, disse o estudante Bruno Protazio, de 21 anos, morador do distrito de Pedra Menina desde a infância.
Segundo dados do painel de monitoramento da Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo (Sesp-ES), o último assassinato ocorreu em 15 de maio de 2022, quando uma briga generalizada terminou com um homem morto.
Na ocasião, a vítima, de 38 anos, foi esfaqueada. De acordo com a Polícia Militar, o autor do crime era um adolescente de 16 anos, que também ficou ferido. Desde então, o município não voltou a contabilizar mortes violentas.
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Por que Brasil do baixo desemprego é também o do endividamento recorde das famílias?
Para prefeitos, menos cidades pagarão piso a professor após aumento de Lula
Contratação de Paquetá ultrapassa Gerson e se torna a mais cara da história do futebol brasileiro
Ainda em janeiro, Gerson foi anunciado pelo Cruzeiro em um negócio que até então era o maior já registrado no país. Para tirá-lo do Zenit, a Raposa contratou o ex-rubro-negro por 27 milhões de euros (cerca de R$ 169 milhões). O recorde da Raposa, porém, durou pouco. Com a contratação de Paquetá, o investimento carioca foi bem maior: 91,2 milhões de reais a mais - um gasto 54% mais elevado.
As duas contratações, de Paquetá e Gerson, reforçam a mudança de patamar do futebol brasileiro. O poderio financeiro recentes do clubes tem permitido essas contratações de impacto no mercado da bola. As cifras da contratação da dupla ultrapassaram três investimentos milionários feitos na última temporada. O Palmeiras pagou R$ 162,6 milhões ao Barcelona por Vitor Roque. O Flamengo desembolsou R$ 151,2 milhões para contratar Samuel Lino, do Atlético de Madrid, e o Botafogo investiu R$ 143,8 milhões para trazer Danilo, do Nottingham Forest.
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Frase do Dia
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PSD embaralha o jogo, turbina centro-direita sem Bolsonaro e pode atrapalhar palanques estaduais
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