PT larga em desvantagem em eleição decisiva ao Senado e se apoia em aliados

Estratégica e vital para um eventual quarto mandato de Lula, a eleição para o Senado começará em desvantagem para o PT.

Dos nove senadores petistas em exercício, seis encerram o mandato neste ano. Deles, um não vai tentar a reeleição: Paulo Paim, do Rio Grande do Sul.

Dois têm candidaturas vistas como inglórias pelo partido: Fabiano Contarato, do Espírito Santo, e Randolfe Rodrigues, do Amapá.

Rogério Carvalho, de Sergipe, precisará contar com a força de Lula para renovar o mandato, mas o cenário local indica que não será fácil.

Outros dois têm a reeleição mais encaminhada: Jaques Wagner, da Bahia, e Humberto Costa, de Pernambuco.

No Rio Grande do Sul, dois nomes do campo governista vão disputar a vaga de Paim: o deputado Paulo Pimenta (PT) e Manuela d'Ávila (PSOL).

Em estados fundamentais, o PT conta com a eleição de aliados para engrossar a base governista no Senado.

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Eleições 2026: confira as principais datas, da campanha à posse

As eleições municipais de 2026 ocorrerão apenas em outubro, mas o calendário eleitoral já começou a valer desde a virada do ano. 

São diversas etapas do processo, que vai desde o registro de pesquisas de intenção de voto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a até a realização do segundo turno. 

Há também etapas como a validação do teste das urnas em maio, as convenções partidárias em julho e registro dos candidatos até agosto. 

A disputa em si será no dia 4 de outubro, e eventual segundo turno será no dia 25, nas cidades com mais de 200 mil eleitores. 

Neste ano, mais de 150 milhões de brasileiros irão às urnas eleger: 

  • presidente da República;
  • 27 governadores;
  • 54 senadores (2/3 do total);
  • 513 deputados federais;
  • deputados estaduais e distritais (o número varia conforme o estado). 

DEZEMBRO

diplomação dos eleitos deve ocorrer até 19 de dezembro. Cada tribunal regional define a data da cerimônia, respeitando o limite máximo. A diplomação é o ato que confirma que o candidato está apto a exercer o cargo.

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Quais são os cargos em disputa nas eleições 2026?

As eleições de 2026 terão cinco cargos em disputa: presidente da República, governador, senador, deputados federais e deputados estaduais/distritais. O primeiro turno ocorre no dia 4 de outubro

Só podem ir ao segundo turno as disputas aos cargos de governador e presidente. Isso ocorre caso nenhum dos candidatos obtenha no primeiro turno 50% dos votos válidos mais um — seja em cada estado, no pleito para governador, ou a nível nacional, na corrida pelo Planalto. O segundo turno, se houver, será em 25 de outubro.

Neste ano, os eleitores escolherão nas urnas dois senadores para representar seu estado no Senado Federal. O aumento de cadeiras para cada unidade federativa ocorre porque neste ano a Casa Alta renova dois terços das vagas disponíveis — diferentemente de outros cargos, o mandato de um senador dura oito anos. 

O processo eleitoral brasileiro obedece a dois sistemas distintos para cargos políticos: o majoritário e o proporcional, que têm regras de contagem de votos diferentes. 

A eleição majoritária é utilizada para escolher os chefes do Executivo: o presidente da República, os governadores e os prefeitos, além dos senadores. Neste sistema, os candidatos mais votados são eleitos, considerando os votos válidos, excluídos os votos em branco e os nulos. 

Já o sistema proporcional determina o modo como os representantes dos órgãos legislativos federais, estaduais e municipais são eleitos, ou seja, deputados e vereadores. De acordo com este sistema, o eleitor pode votar tanto no candidato quanto no partido. Assim, as vagas são distribuídas de acordo com o número de votos recebidos por cada partido.

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"Famílias em conserva"

Após a escola de samba Acadêmicos de Niterói retratar “família tradicional” e evangélicos em uma alegoria chamada “neoconservadores em conserva”, no Carnaval do Rio de Janeiro, uma nova tendência viralizou nas redes sociais na segunda-feira e terça-feira (15 e 16/02). 

Políticos de oposição publicaram ilustrações geradas por inteligência artificial que usam o motivo das “famílias em conservas”, uma referência a ala satírica da escola de samba, para criticar a homenagem feita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo a escola, o objetivo era simbolizar de forma crítica “os grupos que levantam a bandeira do neoconservadorismo”, como representantes do agronegócio, mulheres ricas, defensores da ditadura militar e evangélicos.

Em resposta, parlamentares e figuras da oposição têm explorado o meme nas redes sociais. Com ferramentas de geração de imagens, políticos de direita começaram a criar versões satíricas de “famílias em conserva”, muitas vezes incorporando variações humorísticas ou críticas diretas ao que consideram um ataque aos valores conservadores. 

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Todos querem o centro

Da mesma forma que aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendem que ele caminhe para o centro, a fim de ampliar os votos rumo à eleição de outubro, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pede que seu irmão 01, o senador Flávio (PL-RJ), siga por esse caminho. A defesa que Eduardo faz de uma virada à direita mais tradicional foi lida nos partidos de centro como um sinal de que a família tem medo de seguir no radicalismo e “morrer na praia”. 

O difícil, no entanto, será encontrar o tom certo para reaglutinar os votos. Até aqui, a marca do bolsonarismo foi um discurso de manifestações pedindo, inclusive, intervenção militar — o próprio Eduardo disse que um cabo, um jipe e um soldado seriam suficientes para fechar o Supremo Tribunal Federal. Para completar, ainda houve, na eleição municipal, o próprio Eduardo parafraseando o guru Olavo de Carvalho com a frase: “Não existe direita no Brasil, existe Jair Bolsonaro”. 

A ordem é tentar retomar todo esse campo, que começou a se dispersar em 2024.

No bolsonarismo, há o receio de que o um candidato com “cara de bom moço”, com um discurso conservador, massem radicalismos, e um plano de governo, ultrapasse os números que Flávio Bolsonaro tem apresentado nas pesquisas. Afinal, o senador ainda não tem uma marca de campanha para chamar de sua. Tem apenas o recall de seu pai, que, aliás, perdeu a eleição presidencial. 

Ou seja, ainda não há um caminho seguro para chegar ao Planalto. Por mais que tenha o sobrenome Bolsonaro.


Denise Rothenburg




Alvo da disputa entre Lula e Bolsonaro, Senado tem 54 cadeiras em jogo em 2026

A eleição de 2026 terá no Senado um campo estratégico de disputa entre o PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em jogo estão 54 cadeiras e a possibilidade de influenciar decisões como pedidos de impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), além da formação da base de sustentação do próximo governo.

Desde antes de ser preso, Bolsonaro tem defendido que uma maioria conservadora na Casa poderia destravar solicitações para afastar um ministro da corte.

O discurso é reproduzido por aliados dele, prometem concentrar esforços na disputa pela Casa durante a campanha eleitoral. A oposição tem como alvo principal o ministro Alexandre de Moraes — relator da ação de tentativa de golpe de Estado no Supremo.

Como estratégia para o Senado, o PL aposta na família Bolsonaro para alavancar nomes. O partido articula a candidatura da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pelo Distrito Federal e do ex-vereador Carlos Bolsonaro por Santa Catarina, além de negociar alianças nos estados.

Na outra ponta, Lula mira o Senado para garantir governabilidade em 2026, caso seja reeleito presidente. Ele tem cotado ministros para a disputa, como Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), que deve concorrer a uma vaga pelo Paraná, e Rui Costa (Casa Civil), que deve disputar uma cadeira pela Bahia.

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Mercado de trabalho deve passar por transformação radical nos próximos anos

Nos próximos 05 anos veremos mudanças drásticas no mercado de trabalho em todos os sentidos. É um período decisivo para os próximos 20 anos sobre a geração de vagas e oportunidades, diretas ou indiretas.

Essas mudanças não envolvem apenas o mercado de trabalho em si, mas também o comportamento social de crianças e adultos, impactando diretamente nas novas tendências de consumos e novos negócios da indústria, comércio e serviços.

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Flávio Bolsonaro patina ao buscar palanques para o PL no Nordeste, reduto de Lula

Interessado em ter o 22 do PL nas urnas em todos os estados neste ano, o senador Flávio Bolsonaro poderá enfrentar dificuldades para a construção de palanques próprios no Nordeste, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) perdeu nas duas últimas eleições. Reduto de Lula (PT), a região tem a maioria dos diretórios do PL focados na construção de chapas para o Senado e na composição de alianças com outros quadros da direita considerados mais viáveis para o Executivo.

Dados da pesquisa Genial/Quaest divulgados na semana passada mostram que, no Nordeste, Flávio tem o pior desempenho em todos os cenários de primeiro turno testados, oscilando de 24% a 26%, enquanto Lula varia de 45% a 50%. Para minimizar a desvantagem, ele escalou o senador Rogério Marinho (PL-RN) como coordenador de campanha. Além de viagens de Flávio pela região, o parlamentar tem investido nas redes sociais, onde destaca aspectos da gestão de Bolsonaro, da qual foi ministro do Desenvolvimento Regional.

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Michelle Bolsonaro sobre futuro político: "Está nas mãos de Deus"

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou neste sábado (14/2) que a prioridade atual é cuidar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso, e das filhas, e que entrega uma possível candidatura ao Senado pelo Distrito Federal "nas mãos de Deus". A fala ocorre após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é pré-candidato à Presidência da República, dizer em entrevista que todos os membros da família devem se candidatar a algum cargo em outubro, citando Michelle como concorrente ao Senado.

"Recebo com carinho as manifestações do povo brasiliense que desejam que eu os represente em um cargo majoritário. Como tudo na minha vida, o meu futuro político eu entrego nas mãos de Deus. Digo novamente, com o coração em paz: a minha prioridade é e sempre será o meu marido e as minhas filhas", escreveu Michelle no perfil do Instagram.

Michelle é presidente do PL Mulher, mas está afastada desde dezembro. Na postagem, ela também agradeceu o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, pela compreensão durante o período de licença.

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Festa, renda e informalidade: como o Carnaval aquece a economia

O Carnaval movimenta diferentes setores da economia e cria um ambiente de trabalho temporário que envolve ambulantes, prestadores de serviços e trabalhadores que buscam complementar a renda. A festa concentra eventos que atraem grande circulação de pessoas e ampliam a demanda por produtos e serviços. Esse fluxo gera uma movimentação financeira relevante (R$ 16,9 bilhões em 2025 e uma estimativa de R$ 18,6 bilhões em 2026, segundo dados da Fecomercio-SP), distribuída por cadeias produtivas que se reorganizam para atender ao aumento do consumo. Todos ganham – mas poderiam ganhar muito mais.

É fato que setores de hotelaria e de alimentação, como bares e restaurantes, são beneficiados diretamente pelo evento, que envolve desfiles de escolas de samba, bailes em clubes fechados e blocos carnavalescos que invadem as ruas de várias cidades brasileiras. Na economia informal, os ambulantes ocupam posição central nesse processo. Para atuar, precisam adquirir insumos como bebidas, alimentos e materiais de apoio.

Essa compra estimula fabricantes, distribuidores e atacadistas, que ampliam estoques e ajustam operações nas semanas que antecedem a festa. O impacto alcança transportadoras, fornecedores de embalagens e pequenos produtores. A atividade, embora temporária, ativa segmentos que dependem de picos sazonais para manter o volume de vendas.

Ou seja, nos dias de Momo ampliam-se as interconexões entre empreendimentos econômicos estruturados e a economia popular. Pessoas desempregadas encontram no Carnaval uma oportunidade de renda imediata. Trabalhadores formais utilizam o período para complementar ganhos. Ocupados por conta própria aumentam suas vendas. Profissionais de montagem de estruturas, equipes de limpeza, seguranças, motoristas e vendedores de rua integram uma rede que cresce conforme o calendário festivo avança.

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No Recife, Lula acompanha desfile do Galo da Madrugada

Esta é a primeira vez que um presidente em exercício acompanha o desfile do Galo da Madrugada, apontado pelo Guiness Book como o maior bloco de carnavalesco do mundo. 

Mas não é a primeira vez que o petista acompanha o bloco de perto. Lula já esteve no Galo da Madrugada no carnaval de 2000, dois anos antes de ser eleito para seu primeiro mandato presidencial. Pernambucano, o presidente retorna para a folia no ano em que deve tentar seu quarto mandato.

O Recife é a primeira parada de Lula em um périplo por diversas cidades no carnaval deste ano. Ainda neste sábado, ele seguirá para Salvador, na Bahia. E, depois, irá ao Rio de Janeiro.

O presidente Lula esteve acomapanhado pela governadora Raquel Lyra e pelo prefeito João Campos. 

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Gastos do Carnaval podem se estender pelo ano

O Carnaval é um dos períodos mais aguardados do ano pelos brasileiros e movimenta fortemente o turismo, o comércio e o setor de serviços em todo o país. No entanto, também figura entre os momentos mais críticos para o orçamento pessoal, já que o aumento do consumo, aliado ao clima de festa, às decisões por impulso e à facilidade de crédito, eleva a vulnerabilidade financeira e contribui para o crescimento do endividamento nos meses seguintes à folia, com dívidas que muitas vezes se estendem pelo resto do ano.

Segundo Carlos Castro, CEO e planejador financeiro da plataforma SuperRico, fevereiro costuma gerar uma falsa sensação de que o ano financeiro ainda não começou, o que reduz a percepção de risco e estimula gastos sem planejamento. O problema é que as despesas feitas durante o Carnaval não terminam com o fim da festa e costumam reaparecer nas faturas do cartão de crédito ao longo dos meses seguintes.

“Existe a ideia de que os gastos do Carnaval ficam restritos a fevereiro, mas, na prática, eles se estendem por boa parte do ano na forma de parcelas e faturas elevadas”, explica.

Entre os gastos mais recorrentes durante o Carnaval estão viagens realizadas com pouca antecedência, o que encarece passagens e hospedagens, além de despesas com fantasias, adereços e ingressos para blocos fechados, camarotes e eventos privados. Também se destacam os gastos elevados com alimentação fora de casa, bebidas e transporte por aplicativos. Outro fator de impacto são os chamados gastos pulverizados, pequenas despesas frequentes que, somadas, comprometem uma parcela significativa do orçamento mensal.

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Você Sabia?

 

Brasil registra queda de 35,4% no desmatamento da Amazônia e de 5,9% no Cerrado entre agosto e janeiro de 2026.



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Disputa de Lula e Flávio limita espaço da terceira via

A pesquisa Genial/Quaest divulgada em fevereiro mostra que o país chega à disputa presidencial de 2026 profundamente dividido, tanto do ponto de vista ideológico quanto geográfico, social e emocional. Luiz Inácio Lula da Silva lidera todos os cenários de primeiro e segundo turno, mas essa liderança convive com sinais claros de desgaste e com a consolidação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como adversário competitivo. O resultado é um quadro de vantagem numérica para o presidente, porém instável e longe de conforto.

No cenário principal de primeiro turno, Lula aparece com 43% das intenções de voto, contra 38% de Flávio. Brancos, nulos e eleitores que dizem não votar somam 17%, enquanto 2% permanecem indecisos. É uma polarização estrutural, entre dois polos que abduzem o sistema político-partidário. Há pouco espaço para alternativas de terceira via trafegando pelo centro. A eleição é um embate direto entre esquerda e direita, como em 2018 e 2022, já no primeiro turno.

Segundo Felipe Nunes, responsável pela pesquisa, essa divisão também se expressa de forma clara quando se observa a avaliação do governo. Hoje, 49% desaprovam o trabalho de Lula, enquanto 45% aprovam. Na avaliação qualitativa, 39% consideram o governo ruim ou péssimo, 33% o avaliam como bom ou ótimo e 26% o classificam como regular, o que gera um saldo negativo de seis pontos.

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Custo de vida no Pará e na Região Norte assustam

O custo de vida no Pará e na Região Norte segue pressionando o orçamento das famílias e exige maior atenção ao planejamento financeiro. No estado, o gasto médio mensal chega a R$ 3.050, enquanto a média nacional alcança R$ 3.520, considerando despesas como moradia, contas recorrentes, supermercado, transporte, saúde, educação, lazer, alimentação, compras e serviços pessoais. Isso conforme os dados obtidas pela pesquisa “Custo de Vida no Brasil”, realizada pela Serasa em parceria com o instituto Opinion Box. 

Na Região Norte, a dificuldade de administrar as finanças aparece de forma mais acentuada: apenas 14% dos moradores afirmam considerar fácil organizar pagamentos e despesas do dia a dia. No Brasil, esse percentual é de 19%, indicando que a maioria enfrenta desafios para manter as contas em dia. 

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Lula e Flávio Bolsonaro são os candidatos com maior rejeição, aponta pesquisa Genial/Quaest

Pesquisa Genial/Quaest divulgada na tarde desta quarta-feira, a segunda no ano eleitoral de 2026, aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) encabeçam o ranking de rejeição do eleitorado. Lula e Flávio também são os candidatos com maior intenção de votos, segundo o levantamento.

De acordo com a pesquisa, 54% dos entrevistados disseram que "conhecem e não votariam" em Lula, enquanto 55% rejeitaram votar em Flávio Bolsonaro. O atual presidente, por outro lado, tem potencial de voto para 42% dos entrevistados, enquanto 36% disseram que "conhecem e votariam" no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A pesquisa apontou que eleitores nem lulistas, nem bolsonaristas rejeitam Lula e Flávio no mesmo percentual: entre os classificados como "independentes", 64% dizem que não votariam no petista, e 64% deram a mesma resposta em relação ao senador do PL. 

Entre os governadores de oposição a Lula, Ratinho Jr. é o que tem hoje maior potencial de voto, de acordo com a pesquisa: 23% dos entrevistados afirmaram que "conhecem e votariam" no governador do Paraná. 

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-00249/2026.

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