Blog do Alderi
Desigualdade no Brasil persiste, diz ONU
Brasil atinge maior IDH da história, mas desigualdade segue, diz ONU
O estudo foi divulgado hoje pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e se refere a 2024. Na escala, que vai de 0 a 1, o país saiu de 0,744 ponto, registrado em 2012, para 0,805, o maior já marcado. Quanto mais perto de 1, melhor o índice.
"O Brasil da segunda década do século 21, definitivamente, não é o Brasil de 30 anos atrás", diz o relatório. "As evidências indicam uma evolução positiva do IDHM [o 'M' se refere a 'Municipal'] e seus subíndices, situando o país, alguns estados, o Distrito Federal e a maioria das regiões metropolitanas no patamar de muito alto desenvolvimento humano."
Entre os três indicadores, o melhor deles segue sendo saúde. O país já tinha nível de desenvolvimento muito alto no quesito "longevidade" em 2012, com pontuação de 0,829, e subiu para 0,860 em 2024 —igual ou maior do que países considerados desenvolvidos. Segundo a organização, o SUS (Sistema Único de Saúde) tem papel direto nesse desempenho.
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Brasileiro gasta mais de um salário mínimo por ano com burgers no interior
Pesquisa do aplicativo de delivery Aiqfome aponta que, no interior do país, o brasileiro consome de 41 a 42 hambúrgueres e gasta R$ 1.940 por ano com burgers. O Estado do Paraná lidera o ranking de pedidos na plataforma.
De acordo com o levantamento, o tíquete médio é de R$ 46,75 por produto. O cliente da plataforma gasta em torno de R$ 160 ao mês e mais de um salário mínimo no ano apenas com o lanche queridinho. Já quanto à recorrência de pedir no mesmo estabelecimento, a média é de nove a 10 vezes por ano. O hambúrguer mais consumido é o cheesebacon, o acompanhamento preferido é batata frita e o adicional vencedor é o de calabresa.
Ainda segundo o Aiqfome, consolidando os dados de todos os estados brasileiros, o Top 10 de pedidos por volume no delivery revela uma fotografia inequívoca do paladar operacional do país: hambúrguer em primeiro lugar, seguido de quentinha, pizza, açaí, lanche genérico, porções, pastel, cachorro-quente, salgados e combos.
Quando se olha a frequência de presença no Top 3 de cada unidade da Federação presente na pesquisa, o hambúrguer aparece em 18 estados; pizza sustenta presença em 13; quentinha, em 12 e açaí, em nove.
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País amorteceu crise internacional de combustíveis graças à Petrobras estatal
Segundo os dados apresentados por Bacelar, enquanto países como EUA e Canadá registraram aumentos superiores a 30% nos preços da gasolina e do diesel, o Brasil teve impactos mais moderados, com alta de 6% na gasolina e 17,7% no diesel.
“Os dados mostram que o Brasil só conseguiu amortecer os efeitos da crise internacional dos combustíveis porque ainda mantém capacidade de produção, refino e uma Petrobras estatal atuando como instrumento de proteção do mercado interno. Onde houve maior dependência externa e ausência de controle público, os impactos foram muito mais severos para a população”, afirmou.
Durante a audiência, Deyvid Bacelar também alertou para os impactos da venda de ativos estratégicos da Petrobras e defendeu a necessidade de fortalecer a soberania energética nacional.
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Joaquim Barbosa se apresenta ao eleitorado
Pesquisa revela que mais de 40% dos profissionais querem trocar de emprego
O que esperar da política monetária nos próximos meses
Segundo o mais recente Boletim Focus divulgado pelo BC, a mediana das projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026 subiu de 4,91% para 4,92%, acima do teto da meta perseguida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Já a expectativa para a taxa Selic avançou de 13% para 13,25% ao ano, indicando que o mercado passou a precificar um ciclo de flexibilização monetária mais lento e limitado.
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Diferença entre avaliação negativa e positiva do governo Lula diminui
Estudo aponta que Pará consolida liderança em bioeconomia sustentável
A economia baseada na biodiversidade sustentável para o benefício da sociedade gera R$ 13,5 bilhões (cerca de US$ 2,45 bilhões) anualmente no Pará, no coração da floresta amazônica, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira pela Fundação Amazônica de Pesquisa e Desenvolvimento (Fapesp). O estudo destaca a liderança da região em cadeias produtivas sustentáveis com produtos locais como o açaí, conhecido como “a superfruta”, além da mandioca e do cacau. A bioeconomia emprega 271.410 pessoas e representa uma folha de pagamento total de R$ 1,4 bilhão.
O estudo também identificou problemas estruturais, como altos níveis de informalidade na produção de mandioca, bem como a distribuição desigual de renda em algumas cadeias de valor extrativas, especialmente para a castanha da amazônia, visto que os coletores recebem menos de 3% do valor final do produto.
O Pará, considerado o principal estado brasileiro na bioeconomia amazônica, é também o maior produtor de minério de ferro do país.
O relatório foi elaborado com o apoio da Universidade Federal do Pará, da Universidade Federal do Oeste do Pará e da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará. O relatório observa que a bioeconomia é impulsionada principalmente pela mandioca, gerando R$ 6,5 bilhões, seguida pela pesca e aquicultura, com R$ 2,7 bilhões.
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Entre os mais jovens, consciência sobre a morte cresce
O dado ganha ainda mais força ao revelar uma inversão geracional: são justamente os jovens que pensam mais sobre o tema. Entre a Geração Z (16-28 anos), 22% dizem refletir com frequência sobre a própria morte. Entre os Millennials (29-44), esse número sobe para 24%.
Já entre os Baby Boomers (61-80), o índice cai para apenas 7%. Trata-se de uma diferença de 15 pontos percentuais que sinaliza uma mudança profunda na forma de lidar com a vulnerabilidade da vida.
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Liberou geral
Você Sabia?
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Você não precisa se matar na academia para ganhar músculo: o que diz o maior estudo já feito sobre treino de força
Os 20 municípios com pior qualidade de vida do Brasil
Municípios com pontuações mais baixas
| Município | UF | IPS Brasil 2026 |
| Uiramutã | RR | 42,44 |
| Jacareacanga | PA | 44,32 |
| Alto Alegre | RR | 44,72 |
| Portel | PA | 45,42 |
| Amajari | RR | 45,58 |
| Pacajá | PA | 45,87 |
| Anapu | PA | 45,91 |
| Japurá | AM | 46,23 |
| Santa Rosa do Purus | AC | 46,70 |
| Uruará | PA | 46,80 |
| Trairão | PA | 46,82 |
| Bannach | PA | 47,23 |
| São Félix do Xingu | PA | 47,38 |
| Recursolândia | TO | 47,39 |
| Cumaru do Norte | PA | 47,43 |
| Peritoró | MA | 47,53 |
| Oeiras do Pará | PA | 47,57 |
| Ladainha | MG | 47,58 |
| Anajás | PA | 47,62 |
| Paraíso | TO | 47,63 |