Blog do Alderi
Para o Centrão, começou o governo Flávio
Alcolumbre já não sente em Lula o aroma de poder que o excitava
A popularidade de Lula no vermelho e o empate com Flávio Bolsonaro nas sondagens de segundo turno reforçaram em Alcolumbre e nos oligarcas do centrão a percepção de que Lula já não reflete força e confiança. Pior: deixou de ser a perspectiva favorita de poder.
Até outro dia, Alcolumbre ajudava Lula a retirar gênios da garrafa. Passou a enfiá-los gargalo abaixo desde que Rodrigo Pacheco, seu preferido para o Supremo, foi preterido por Lula. Intensificou o movimento depois que a Polícia Federal varejou o Instituto de Previdência do Amapá, um de seus redutos, à procura de encrencas do falecido Banco Master.
Pragmático, o chefão do Senado só se mexe após realizar minuciosas avaliações do tipo custo-benefício. Se imaginasse que Lula ainda poderia lhe proporcionar mais lucros do que prejuízos, Alcolumbre teria recuado na última hora, como costuma fazer. Engarrafou Jorge Messias e o veto presidencial ao projeto da dosimetria por avaliar que Lula perdeu a vocação para Aladin.
O mar não está para peixe, assim como as pesquisas não estão para Lula. Eleição não se ganha de véspera. Muito menos com quase seis meses de antecedência. Mas Lula ganhou um desafio adicional: a restauração dos signos do Poder. Ou mostra que está vivo ou começará a receber água quente e café frio do garçom do Planalto.
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Alcolumbre, o onipresente
Diploma superior pode aumentar salário em mais de 450%
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Saída da Opep expõe racha entre Emirados e Arábia Saudita
João Campos tem 42% e Raquel Lyra, 34%, segundo pesquisa Quarest
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Reincidência atinge 85,34% de quem entrou na inadimplência em março
Dentro do universo de reincidentes de março, a maior parte (65,85%) ainda não havia quitado pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 19,49% haviam saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 14,66% dos negativados no mês não tiveram restrições no CPF ao longo do último ano.
Um dado de atenção é o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento de demais pendências para os reincidentes: em março, esse período foi de 74,1 dias. Isso significa que, em média, após cerca de 2,5 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence.
Os dados do indicador mostram que, nos últimos 12 meses encerrados em março de 2026, houve um crescimento de 14,06% no número de devedores reincidentes na comparação com os 12 meses anteriores.
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Geração Z investe em cripto e guarda mais dinheiro, mas reserva não passa de 6 meses
Os dados são do Raio X do Investidor Brasileiro 2025, pesquisa anual realizada pela Anbima em parceria com o Datafolha e divulgada na última quinta-feira (23).
A diferença na composição da carteira é a característica mais marcante da geração. Apenas 13% dos jovens de 16 a 29 anos investem na caderneta de poupança, percentual bem abaixo da média geral de 22% e dos 27% registrados entre as gerações X e boomers. O espaço deixado pela poupança é preenchido por uma combinação de produtos: títulos privados são usados por 10% da geração Z, fundos de investimento por 8%, criptomoedas por 8% e ações por 4%, proporções superiores à média da população em todos os casos.
A busca por informação sobre investimentos também segue um caminho próprio. Apenas 15% dos jovens consultam gerentes ou assessores para tomar decisões financeiras, menos da metade da proporção observada entre os boomers, onde esse índice chega a 38%. A geração Z confia mais em amigos e parentes (23%) e em influenciadores financeiros (11%) do que as outras gerações. YouTube e Instagram são os canais mais citados, com 49% e 45% das menções, respectivamente, e 84% desses jovens realizam suas aplicações pelo aplicativo ou site do banco, ante 27% entre os boomers.
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Minuto Finanças _ Alto endividamento das famílias reduz impacto da massa salarial no consumo
O endividamento das famílias saiu de 17% da renda em 2005 para quase 50% em 2025. Os dados são do estudo do DPEc do banco Daycoval, que identificou que o endividamento elevado das famílias reduz o impacto da massa salarial no consumo.
A expansão do crédito habitacional foi o principal fator: o endividamento habitacional com relação à renda saiu de 2,6% para 18,5% no período, enquanto o ex-habitacional oscilou ao redor de 25% a 31%. O limiar estimado de 39,6% foi cruzado definitivamente em 2020 e a economia opera no regime alto desde então.
O resultado central é que no regime de endividamento baixo, cada 1 p.p. de crescimento da massa salarial adiciona 0,29 p.p. ao consumo. No regime alto, esse coeficiente cai para 0,17- uma perda de aproximadamente 40% na transmissão. Ao mesmo tempo, o crédito muda de papel: no regime baixo, as concessões reais para pessoa física na variação anual não são significantes (o efeito é dominado pela renda); no regime alto, elas entram com efeito líquido de 0,10p.p., sugerindo que as famílias mais endividadas recorrem ao crédito para sustentar o padrão de consumo.
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Você Sabia?
O choque de 1 bilhão de barris em Ormuz está prestes a derrubar a demanda
Quanto mais tempo o canal vital de exportação de petróleo permanecer fechado, dizem os traders, maior terá de ser a recalibragem para baixo do consumo, para se alinhar a uma oferta que já caiu pelo menos 10%. E, para que isso aconteça, as pessoas terão de comprar menos — seja porque os preços ficarão proibitivos, seja por intervenção governamental para forçar a redução do consumo.
Uma perda de 1 bilhão de barris de oferta já é praticamente certa — mais que o dobro dos estoques de emergência que governos liberaram pouco depois de o conflito começar, no fim de fevereiro. Os “colchões” de segurança estão sendo usados rapidamente, o que ajuda, por ora, a conter a alta do petróleo. Mas, com o bloqueio entrando na nona semana, a destruição de demanda, que começou em setores menos visíveis, como o de petroquímicos na Ásia, está se espalhando silenciosamente para mercados do dia a dia em todo o mundo.
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O que devemos evitar para viver mais? Cirurgião lista 5 coisas (e o álcool não é uma delas)
Evertton vira 'sinônimo de vitória' no Flamengo
Autor de um golaço na última quinta-feira, Evertton Araújo atravessa grande fase no Flamengo e virou "sinônimo de vitória", já que desde que foi escalado como titular, foram seis jogos e seis vitórias. O bom momento fez, inclusive, evitar que a torcida sentisse falta de Erick Pulgar, até então dono da posição e que está lesionado.
Sem a mesma "grife" que os estrelados companheiros de elenco, o volante de 23 anos — cria da base rubro-negra — aproveitou as brechas deixadas recentemente, seja por lesões ou suspensões.
Nas graças da torcida, o jovem já havia encantado o técnico Leonardo Jardim no dia a dia dos treinos no Ninho do Urubu. Ele agradou o português pela dedicação, obediência e interesse em aprender. Quando recebeu a oportunidade, aproveitou, a ponto de já haver o debate sobre a permanência dele mesmo quando Pulgar retornar.
Leonardo Jardim, por sua vez, não tem poupado elogios a Evertton Araújo. Anteriormente, o português já havia dito que o volante tem um perfil de agrado ao futebol europeu.
O Flamengo já sinalizou ao estafe de Evertton Araújo que tem o interesse em antecipar a renovação do contrato do volante. Em 2024, o jogador renovou até o fim de 2028. Agora, porém, a diretoria tem a consciência de que o atleta se valorizou e despertou o interesse do mercado.
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Geração X é a que mais teme perder o emprego
O índice é mais elevado entre os profissionais da Geração X, onde 81,2% relatam já ter tido medo de serem desligados, o maior percentual entre as gerações analisadas. Entre os Millennials, o índice é de 77%, seguido pelos Baby Boomers (73,5%). Já na Geração Z, 72,9% afirmam já ter vivenciado essa insegurança em relação à permanência no emprego.
Quando questionados sobre o que pode ajudar a melhorar a sensação de estabilidade no trabalho, 54,8% dos respondentes afirmam que planos de carreira claros e critérios objetivos de progressão são a principal ação para reduzir a insegurança. Na sequência, aparecem a valorização da experiência e do tempo de casa (46,2%) e a oferta de treinamentos contínuos (41,1%).
O recorte por geração reforça a importância desses fatores. Entre os Millennials, 56,8% apontam planos de carreira claros como principal elemento para aumentar a sensação de estabilidade. Na Geração X, o índice é de 52,1%, enquanto entre os Baby Boomers chega a 58,1%. Já entre a Geração Z, 53,4% destacam a clareza sobre crescimento profissional como fator central para se sentirem mais seguros no trabalho.
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Governo quer elevar a 55% o índice de leitores no país até 2035
Você Sabia?
Os dados do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) apontam que a maioria das vítimas sofria agressões recorrentes, com o perfil dos atendimentos médicos convergindo com os casos de feminicídio.
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