O conselho que Flávio Bolsonaro recebeu do centrão sobre o impeachment de Moraes

 Lideranças de partidos do centrão têm aconselhado Flávio Bolsonaro a não encampar um pedido de impeachment de Alexandre de Moraes e negociar com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), caso seja eleito. 

Presidentes de legendas do centrão têm destacado que Flávio encontrará um cenário difícil num eventual governo e terá que fazer uma série de cortes de gastos e medidas impopulares que serão judicializadas pela oposição. 

Essas lideranças destacam para o candidato do PL que, se tiver o Supremo contra, sua vida será ainda mais difícil. Por isso, aconselharam o senador a pacificar a relação e deixar para trás o impeachment de Moraes. 

Flávio ouviu e permaneceu em silêncio. 

Se subir a rampa do Palácio do Planalto, o filho de Jair Bolsonaro já deixou claro que defende que seu partido, o PL, comande o Senado. O favorito para o posto é o coordenador de sua campanha, Rogério Marinho (PL-RN), e cabe ao presidente da Casa dar andamento a pedidos de impeachment de ministros do STF.

Marinho já sinalizou que é a favor do impeachment de Moraes.

Bela Megale

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Investigações criminais, bastidores do poder e a vida política de Brasília



Com apoio do Centrão e da esquerda, Motta pode isolar PL na escolha por comissões em 2027

Com apoio de 10 partidos do Centrão, três da esquerda (PDT, PSB e PV) e o indicativo de que o PT irá apoiá-lo, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), caminha para formar o maior bloco da Casa, em apoio à sua reeleição no comando dos deputados. 

Se a formação se confirmar, o PL – que fez a maior bancada de um partido desde a Constituinte, com 121 cadeiras – poderia ficar isolado e, consequentemente, perder a prioridade nas solicitações das comissões e das vagas da Mesa Diretora. O critério na escolha é matemático.

Pelas regras da Câmara, partidos que fizeram a maior quantidade de cadeiras têm prioridade para fazer os primeiros pedidos sobre as presidências das comissões, que também são eleitas no início da legislatura. A mesma regra se aplica às cadeiras da Mesa (além da presidência, há duas vice-presidências, quatro secretarias e quatro suplências).

Como o PL fez a maior bancada, teria direito a escolher as três primeiras comissões. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), por exemplo, chegou a dizer, em entrevista à GloboNews, que a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) – a mais importante da Câmara – era uma de suas ambições. 

Contudo, o tamanho dos partidos isoladamente só é considerado quando não há formação de blocos. Se muitos partidos se juntam na formação de um mesmo bloco, o critério utilizado na escolha das comissões passa a considerar o tamanho do bloco, não dos partidos individualmente. 

Caso o bloco de Motta se confirme com 17 partidos pelo menos, os 15 primeiros pedidos para presidir comissões seriam do PT ou de partidos do Centrão, segundo projeções feitas por técnicos do Congresso.

O maior vexame rubro-negro dos últimos anos

Uma eliminação vergonhosa do Flamengo nesta Libertadores. Em dois jogos, não conseguiu fazer nenhum gol contra o Estudiantes e, hoje, com um jogador a mais por quase todo o segundo tempo.

Claro que tem o lado do time dirigido por Cacique Medina, que veio se classificando fazendo resultados fora de casa. Um time que cumpriu a estratégia elaborada perfeitamente no Maracanã, porque marcou bem, tirando o espaço do time do Flamengo, que praticamente não teve chances de gol — e as poucas tentativas pararam nas mãos do goleiro Muslera.

Mesmo quando ficou com um a menos, seguiu controlando o ímpeto flamenguista, sem sofrer quase nada. Foi uma classificação totalmente merecida pelo trabalho tático estabelecido pelo Cacique Medina e muito bem cumprido pelos seus jogadores.

Sobrou só o Campeonato Brasileiro, em que está na liderança, mas só um ponto à frente do rival Palmeiras. Repito: foi uma eliminação vergonhosa e marcante para a história do Clube de Regatas do Flamengo.

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Motta libera cota parlamentar para deputados eleitos antes mesmo da posse

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), liberou o uso da cota parlamentar para os deputados eleitos pagarem despesas com passagens aéreas e hospedagens antes mesmo da posse, em fevereiro de 2027.

O ato de Motta, publicado nesta quarta-feira, 21, autoriza reembolso de passagem aérea de ida e volta entre o Estado de representação do eleito e o Distrito Federal e até quatro diárias de hospedagem para sessão preparatória e posse no mandato em janeiro do ano que vem.

Também permite o pagamento de passagens aéreas de ida e volta e até três diárias e meia para cada eleito e um assessor para o Seminário de Ambientação para a próxima legislatura, previsto para novembro deste ano em Brasília.

Motta tenta se manter como presidente da Câmara na próxima legislatura. Na semana passada, líderes e presidentes dos partidos que integram o Centrão divulgaram uma nota de apoio à reeleição do deputado para o comando da Casa. Integrantes do grupo avaliam que o resultado das urnas reforça a necessidade de união das legendas para conter o avanço do bolsonarismo no Legislativo.

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Desaprovação histórica desafia Trump para as eleições

 
A menos de duas semanas das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump enfrenta baixos índices de aprovação. Pesquisas divulgadas nos últimos dias apontam que a desaprovação do governo norte-americano está acima dos 60%. 

Milhares de eleitores irão às urnas em 3 de novembro para as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, conhecidas como midterms. 

A votação vai renovar todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes e cerca de um terço do Senado. 

Apesar de Trump não disputar um cargo nestas eleições, a avaliação do governo deve influenciar a escolha dos eleitores para eleger os próximos deputados e senadores.

E é diante deste cenário que existe um alerta na Casa Branca. Segundo o agregador de pesquisas do estatístico e jornalista americano Nate Silver, 60,6% dos americanos desaprovam o governo Trump, enquanto 36,3% aprovam.

O índice de desaprovação está entre os piores da série histórica do agregador e já havia sido registrado no início de outubro. Já o índice de aprovação chegou ao menor patamar de toda a série na quarta-feira (21).

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Mundo caminha para aquecimento de 2,8°C, alerta ONU

O mundo terá que triplicar suas ambições climáticas até 2035 se quiser limitar o aumento da temperatura a um pico de 1,8°C antes do fim do século, o que mantém viva a chance de retornar ao 1,5°C previsto pelo Acordo de Paris. Os esforços atuais apontam para um planeta em média 2,8°C mais quente em relação aos níveis pré-industriais. 

Os dados são do Emissions Gap Report, relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado nesta quarta-feira (21) que faz um balanço anual das emissões mundiais de gases causadores do efeito estufa.  

Partidos apostam em Marçal para ministro de Flávio

Os partidos políticos já trabalham de olho nos cargos de um futuro governo Flávio Bolsonaro. Por mais que a campanha tente evitar o “já ganhou”, as agremiações que fecharam o apoio ao candidato do PL não conseguem evitar as conversas sobre um futuro governo Bolsonaro 2. Alguns apostam que Marçal irá para o governo, como ministro da Prosperidade.

Próspero, mas sem recursos

Em caso de vitória de Flávio Bolsonaro, a formatação desse Ministério da Prosperidade é que vai definir o futuro ministro. Se for cuidar de programas sociais, o PL não vai abrir mão dessa pasta. Se for apenas uma mudança de nome do atual Ministério do Empreendedorismo, aí, avisam alguns deputados, o ex-coach Pablo Marçal pode ficar com o cargo.


Denise Rothenburg

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Minerais críticos e estratégicos empregam 129 mil pessoas no Brasil

As atividades relacionadas ao setor de minerais críticos e estratégicos para o Brasil somaram 129.423 empregos, em 2025, o equivalente a 57% dos 226.634 empregos da indústria extrativa mineral do país.

Quando comparado ao mesmo mercado de trabalho registrado em 2023, houve crescimento de 8,6% no período.

Os dados estão disponíveis no Portal de Minerais Críticos e Estratégicos, lançado na última semana pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

As unidades da Federação que mais empregam são Minas Gerais (62.631 postos de trabalho); Pará (27.047); e Bahia (9.147).

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Do cansaço à agressividade: Indecisos reprovarem Flávio e Lula em debate

A avaliação das campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o debate da Band converge com o que pesquisas qualitativas constataram na noite de domingo. Baseados no diagnóstico de que o petista pareceu “cansado” e com poucas propostas, enquanto o filho de Jair Bolsonaro chamou atenção negativamente pela agressividade, aliados modulam as posturas para o encontro da TV Globo, na sexta-feira, a dois dias da eleição.

Existe consenso de que houve pouca alteração no cenário eleitoral a partir do primeiro debate entre Lula e Flávio. Pesquisadores que acompanharam grupos focais saíram com a leitura de que o eleitor indeciso segue em disputa. A percepção geral foi de um debate péssimo e desgastante, sobretudo o primeiro bloco, no qual os candidatos tiveram confronto direto por 30 minutos.

— O primeiro bloco deixou todo mundo atônito. Flávio passou imagem de arrogante, prepotente, todos ficaram bravos. Já Lula foi visto como alguém cansado e que titubeou muito — afirma Renato Dorgan, do instituto Travessia, que coordenou grupos em São Paulo. — Os indecisos ficaram tristes. A sensação é de que queriam ir embora. Em 2022, percebi os eleitores mais acirrados; no domingo, constatei uma grande depressão.

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‘Flávio decepcionou e Lula não surpreendeu’: a avaliação da campanha do PT sobre o debate

Pesquisas qualitativas acompanhadas pela equipe de comunicação da campanha de Lula apontaram que o primeiro debate entre o candidato petista e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo (18), não provocou mudanças na intenção de voto dos eleitores ouvidos.

Segundo um coordenador ouvido pelo Blog, a percepção geral foi de que “Flávio decepcionou e Lula não surpreendeu”.

A avaliação sobre o presidente também foi crítica. Lula foi visto como cansado, não respondeu diretamente a algumas acusações e teve dificuldades para apresentar propostas. Na percepção dos participantes, o petista falou sobre as realizações do governo, mas não conseguiu transmitir com clareza o que pretende fazer em um eventual novo mandato.

Para Flávio, no entanto, a avaliação foi ainda mais negativa, segundo o interlocutor. Os participantes consideraram sua postura artificial, mecanizada e excessivamente ensaiada. A dificuldade em responder diretamente às perguntas transmitiu, na percepção dos grupos, uma sensação de despreparo.



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Velho populismo e novo iliberalismo na disputa Lula x Flávio

A campanha presidencial mudou de terreno. A controvérsia sobre Nossa Senhora Aparecida e os embates em torno do caso Master e do Judiciário, que dominaram a reta de chegada do segundo turno, cederam espaço ao preço da comida, à renda, à criminalidade e às condições da educação e da saúde. A disputa sobre a ordem institucional continua, mas precisa responder à pergunta sobre o cotidiano dos eleitores: quem pode melhorar suas vidas?

Depois de perder o primeiro turno, Lula recuperou a iniciativa ao combinar mobilização nas ruas, medidas administrativas e articulação legislativa. Desonerações de combustíveis, renegociação de dívidas, apoio aos pequenos empreendedores e anúncio de auxílio a universitários aproximam sua campanha das necessidades imediatas. Parte dessas iniciativas está em execução; outra depende do Congresso, do Orçamento ou de um novo mandato. Seus críticos enxergam mais déficit fiscal e oportunismo eleitoral nesses benefícios.

Na defensiva, apesar do favoritismo, Flávio Bolsonaro procura neutralizar a narrativa petista de que promoverá um "tesouraço" nos direitos sociais. Promete preservar benefícios e melhorar programas, com incentivos à qualificação dos beneficiários. Ao mesmo tempo, anuncia um ajuste fiscal expressivo. A conta não fecha. Como compatibilizar redução de despesas, diminuição de impostos e ampliação da proteção social? Negar cortes não substitui contas exequíveis.

É nesse terreno que ressurge a palavra populismo, empregada como pejorativo. Seu uso indiscriminado confunde proteção social, irresponsabilidade fiscal e autoritarismo. São questões diferentes. Uma política popular pode ser necessária, financiável e democrática, ao passo que uma promessa apresentada como técnica pode esconder escolhas autoritárias e regressivas, marca registrada no novo "iliberalismo".

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A nova campanha do PL será contra o Centrão

Enquanto os finalistas na disputa ao Palácio do Planalto traçam estratégias nesta última semana de campanha, o jogo para a Presidência da Câmara cresce a olhos vistos. Ainda que o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), tenha a perspectiva de somar, logo na largada, 252 votos para ficar no cargo por mais dois anos, a ideia do PL é lançar candidatura própria. Especialmente, se Flávio Bolsonaro sair vencedor em 25 de outubro. Caso o filho 01 seja eleito, o PL tentará quebrar o bloco que fechou o apoio a Motta esta semana. E a força do novo governo, conforme avaliam integrantes do partido, terá todas as condições de angariar apoios. Vale lembrar que a essa altura da última disputa para a Presidência da Câmara, o nome do Republicanos era Marcos Pereira (SP). Portanto, nada está garantido. Dentro do PL, os nomes mais cotados vêm do Rio de Janeiro — Sóstenes Cavalcante e Altineu Cortes, o atual vice-presidente da Casa.

Os partidos aliados à reeleição do presidente Lula tendem a fechar com Motta, seja ele derrotado, seja ele o vencedor. A avaliação interna é de que o presidente da Câmara se mostrou um cumpridor de acordos e foi além ao apoiar
a reeleição do petista para a Presidência da República. Diante desses fatores, não é possível abandonar Motta à própria sorte.

Denise Rothenburg

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Você Sabia?

31% das brasileiras na menopausa sofrem com perda de memória, diz pesquisa realizada pelo Grupo Boticário com 1.200 mulheres mostra que a chamada "névoa mental" e as crises de infelicidade que surgem entre os 40 e 50 anos são dores silenciosas desse período.

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Brasil deve voltar a ser oitava maior economia do mundo em 2027, prevê FMI

 O Brasil deve voltar ao posto de oitava maior economia do mundo em 2027, deixando para trás Rússia e Itália. A projeção faz parte do documento “Perspectivas da Economia Mundial”, divulgado nesta semana pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

De acordo com o estudo, o Produto Interno Bruto brasileiro alcançará US$ 2,80 trilhões (R$ 14,65 trilhões) no ano que vem.

Em 2026, o país termina na 10ª posição do ranking, com PIB de US$ 2,655 trilhões.

Para 2027, a lista mantém os EUA como maior potência econômica, seguida pela China.

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Quem é Jéssica Fazendeira, personagem criada por IA que levou pedreiro a viajar 2,1 mil km do Maranhão a Minas

Jéssica Fazendeira é uma personagem criada por inteligência artificial (IA) que publica vídeos nas redes sociais prometendo uma vida no campo. O perfil ganhou repercussão após o pedreiro Edimar Rocha Martins, de 49 anos, viajar cerca de 2.100 km, de Imperatriz (MA) a Belo Horizonte (MG), neste domingo (11), para encontrar a mulher com quem acreditava conversar pela internet. Em vídeos publicados no Kwai e no Facebook, a personagem aparece convidando seguidores para morar em sua propriedade. 

Em uma das gravações, afirma: “eu quero que você venha para a minha fazenda e nunca mais trabalhe na sua vida”. Edimar acreditou nas promessas e decidiu viajar, motivado também pela solidão após a morte da mãe, segundo relato à Rádio Itatiaia.

Após o caso ganhar repercussão, o perfil publicou um vídeo em que a própria personagem esclarece que não é real e nega ter conversado particularmente com o pedreiro. “Sou feita de inteligência artificial. Nunca conversei com ninguém nesse perfil. O intuito foi ganhar engajamento para vendas”, diz a gravação. 

A pessoa responsável pelo conteúdo, cuja identidade não foi divulgada, também contestou a versão de Edimar e afirmou que não convidou ninguém pessoalmente para ir a Belo Horizonte. 

Sem encontrar a suposta companheira e sem dinheiro para voltar ao Maranhão, o pedreiro recebeu assistência do Serviço de Atendimento e Acolhimento ao Migrante da Prefeitura de Belo Horizonte, que providenciou uma passagem de ônibus. Na terça-feira (13), ele embarcou para Araguatins (TO), cidade onde nasceu.

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Datafolha sugere a Flávio que soberba pode engolir o dono

O Datafolha de quinta-feira sugere que um candidato cheio de si corre o risco de esvaziar a própria vantagem. Em uma semana, Flávio Bolsonaro escorregou de 49% para 47% das intenções de voto. Mesmo estacionado em 45%, Lula viu a distância que o separa do rival cair pela metade — de quatro para dois pontos percentuais.

Pode ser mera oscilação estatística. Uma única variação entre pesquisas, dentro da margem de erro, não permite concluir que a queda continuará. Na foto dos votos válidos, o filho de Bolsonaro continua à frente de Lula: 51% a 49%. Mas Flávio estará em apuros se as próximas pesquisas confirmarem uma tendência de queda. No limite, pode perder para si mesmo.

É nítida a inversão de papéis. Enquanto a campanha de Lula chegou às redes e às ruas, a de Flávio trancou-se nas articulações de bastidor. Lula mudou de assunto. Trocou o legado pelo fim da escala 6x1. Flávio mudou de opinião, votando pela jornada 5x2.

Vida que segue...


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