Blog do Alderi
Lula confirma Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente
A pedido de Lula, Fazenda negocia com bancos medidas para reduzir endividamento das famílias
A ideia é diminuir o comprometimento da renda familiar para aliviar o orçamento dos brasileiros neste ano em que o petista concorre à reeleição.
Uma reunião foi realizada nesta segunda-feira (30) entre o governo e as associações de instituições financeiras.
O presidente Lula não gostou nada dos últimos números do Banco Central indicando o aumento do endividamento das famílias e empresas. E isso deve pesar no cenário da disputa eleitoral.
O comprometimento de renda das famílias voltou ao maior patamar da série histórica em janeiro, em 29,3%. A última vez que o indicador registrou esse nível foi em outubro do ano passado.
Lula pediu à sua equipe em reunião na semana passada medidas para aliviar o comprometimento da renda familiar com dívidas e crédito para empresas.
Segundo assessores presidenciais, o programa "Desenrola" foi bem-sucedido e buscou renegociar dívidas de brasileiros inadimplentes.
Agora, a ideia é reduzir o comprometimento da renda com pagamento de dívidas, daquelas que não estão inadimplentes, mas com dificuldades com o pagamento de suas contas até o final do mês.
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Lula anuncia trocas em quase metade dos ministérios para a eleição: 'Missões mais importantes nos próximos meses'
Perguntas que Caiado terá que fazer para provar não ser novo Padre Kelmon
Não adianta perguntar sobre os buracos da política do governo Lula para o combate às facções criminosas e esquecer de questionar as relações de Flávio Bolsonaro com milicianos do Rio, como Adriano "Arquivo Queimado" da Nóbrega. Tampouco perguntar sobre os parceiros de negócios de Fabio Luís Lula da Silva e ignorar as joias doadas ao Brasil por ditaduras árabes que foram surrupiadas por Jair ao final de seu governo.
Não basta parecer terceira via, o governador terá que agir como tal. Caso contrário, ele estará lá não para propor algo de novo, mas para mostrar que pode ser mais útil ao bolsonarismo do que o primogênito do patriarca.
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Leite critica opção do PSD por Caiado: 'Mantém polarização radicalizada'
PSDB cresce na janela de transferência partidária
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Brasil cada vez mais preso à polarização
A semana foi marcada por movimentos políticos, com vistas à eleição, que indicam como os atores estão se preparando para a hora da verdade com o eleitor. O episódio que mais chamou a atenção foi a desistência do governador Ratinho Jr., o mais bem pontuado do PSD nas pesquisas eleitorais, de concorrer à Presidência da República. No âmbito da legenda, restou aos governadores Ronaldo Caiado ou Eduardo Leite se apresentarem como candidatura alternativa à eterna polarização que, mais uma vez, desenha-se para as urnas em outubro.
Se há alguns meses falava-se que a direita brasileira despontava com projetos distintos do bolsonarismo, a corrida eleitoral caminha, cada vez mais, para um duelo entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Entre uma reedição do bolsonarismo e a continuidade de um quarto mandato petista, a pergunta que se faz é quando — e se — o país será capaz de trilhar um caminho diverso, com significativos avanços políticos e econômicos.
É verdade que o Brasil escapou de uma ruptura democrática em 2022, e o Supremo Tribunal Federal puniu de forma rigorosa aqueles que rejeitam a ordem constitucional. Mas a crise de credibilidade da Corte, o corporativismo do Congresso, a fadiga de material do lulopetismo e os entraves econômicos não trazem bons augúrios. O país precisa inovar na política em 2026, ou corre o risco de caminhar em círculos.
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Vagner Love se despede do futebol
“PT envelheceu internamente e precisa se revigorar”
O PT foi a maior esperança da esquerda brasileira – e talvez mundial, em um momento de esgotamento da esquerda tradicional. Depois de mais de duas décadas de existência, desembocou no governo Lula que, medido pela imagem ideológica que o partido tinha na sua fundação ou que exibiu na sua primeira década de vida, seria irreconhecível.
Não se trata agora de fazer uma breve história do partido e saber onde aquele fio original foi cortado e outro perfil foi se desenhando. Certamente ele tem a ver com a projeção da imagem de Lula, por cima e, de certa forma, de maneira independente do partido. Trata-se agora de tentar entender a situação em que se encontra o partido – paradoxalmente com um perfil político extremamente baixo, quando Lula exibe níveis recordes de apoio, de quase 60%. Em suma, o sucesso do governo não é o sucesso do PT.
Porque o impulso inicial, o que deu vida ao PT e desembocou no governo Lula, se esgotou. O dinamismo, a referência hoje está no governo e não no PT. Este precisa revigorar-se social e ideologicamente, para voltar a desempenhar um papel importante no campo político e ideológico do país, que tem na conjuntura já aberta da sucessão presidencial a maior das suas batalhas contemporâneas. É uma nova grande possibilidade para o PT, onde se disputa o futuro do Brasil na primeira metade do século – na consolidação, correção de rumos, aprofundamento das linhas progressistas do governo atual ou no catastrófico retorno do bloco de direita ao governo.
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Simone Tebet oficializa filiação ao PSB para disputar o Senado em SP
Tebet havia anunciado no último dia 12 que disputará o cargo em São Paulo. Segundo ela, o pedido para que concorresse ao Senado por São Paulo foi do presidente Lula (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
A Justiça Eleitoral fixou até 4 de abril o prazo para que candidatos no pleito deste ano deixem seus cargos. Antes de sair do ministério, Tebet pretende entregar o relatório bimestral do orçamento e deixar encaminhada a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2027, que será apresentada por quem assumir o posto.
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Lucro de postos e distribuidoras cresce 37% com guerra no Oriente Médio
AtlasIntel: 57% afirmam que situação econômica do Brasil é ruim
Você Sabia?
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Mercado pet cresce três vezes mais que a economia em São Paulo
Brasil tem 332 milhões de dívidas em 2026, volume 43% maior que em 2016, diz Serasa
Pesquisa: Hana Ghassan e Dr. Daniel lideram corrida ao governo com 26%
Num eventual segundo turno, a emedebista e o pessebista estão em empate técnico no Pará, em razão da margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais. Dr. Daniel tem 35% e Hana 32% das intenções de voto.
Sobre o trabalho do atual governador Helder Barbalho (MDB): 79% aprovam e 18% desaprovam.
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