No Ensino Superior privado, a proporção de evadidos foi ainda maior, dois em cada cinco alunos.
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"Acordei triste hoje porque esperava que o Banco Central abaixasse em 0,5 nos juros. Essa guerra (no Oriente Médio por causa dos ataques no Irã) chegou até no Banco Central!? Não não é possível, estamos no sacrifício", disse o presidente, ao emendar com pedido aos governadores para zerar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do diesel.
"Vamos pedir a governadores para fazer a isenção do ICMS para não permitir o aumento do combustível (...). O governo federal vai pagar metade da isenção que eles (governadores) fizerem”, afirmou.
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A inadimplência das pessoas físicas no Brasil deve manter trajetória de alta nos próximos meses, com avanço mais intenso nas operações com recursos livres, segundo projeção elaborada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo (Ibevar)-FIA Business School.
O estudo indica que, já em março, a taxa de inadimplência no segmento de recursos livres pode alcançar média de 7,07%, com intervalo estimado entre 6,75% e 7,39%, sinalizando pressão crescente sobre o orçamento das famílias e maior atenção por parte das instituições financeiras.
De acordo com os dados mais recentes disponíveis, referentes a janeiro, a inadimplência total das pessoas físicas atingiu 5,24%, enquanto o percentual de operações com atraso entre 15 e 90 dias chegou a 5,66%. No recorte específico de recursos livres – que exclui operações com taxas regulamentadas e linhas vinculadas a recursos direcionados – a taxa de inadimplência alcançou 6,95%, com 4,07% das carteiras apresentando atrasos entre 15 e 90 dias, indicador que antecede movimentos de elevação na inadimplência consolidada.
Segundo pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), 80,2% das famílias brasileiras possuem alguma dívida.A medida impacta mais de 160 mil pessoas, incluindo civis e militares, ativos, inativos e pensionistas, mas foi recebida com insatisfação por uma parcela da categoria, que reivindica um aumento maior e que chegou a realizar protestos em Belém.
A votação na Alepa resultou na aprovação da proposta por maioria de votos. Segundo a mensagem encaminhada pelo governador Helder Barbalho ao Legislativo, o reajuste visa "promover a recomposição remuneratória dos servidores, observando a política de valorização do funcionalismo e os limites estabelecidos pela legislação vigente, em especial a Lei de Responsabilidade Fiscal".
O governo estadual pontuou que a medida é fruto de estudos técnicos de impacto orçamentário e que o cenário fiscal é favorável, com recursos assegurados no Orçamento Geral do Estado para 2026, injetando R$ 1,3 bilhão na economia.
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O Cruzeiro tinha feito o mais difícil. Empolgou a torcida e deu sinais de que poderia controlar o jogo. Quando o Cruzeiro marcou, Tite reagiu como quem tira um peso das costas. Caminhou em direção aos jogadores do banco e cumprimentou praticamente todos, um por um. Mais do que comemoração, parecia alívio. Um gesto quase instintivo de quem sabia que o gol, naquele momento, valia mais do que apenas o placar. Mas futebol também é sobre suportar o peso do próprio resultado, e o time celeste não conseguiu. A vantagem escapou, o jogo ficou tenso e o estádio foi mudando de humor.
Antes mesmo do apito final, a arquibancada já dava o veredito. Entre um lance e outro, surgiam gritos pedindo a saída do técnico. Era um pedido que vinha se acumulando jogo após jogo, resultado após resultado. Nas redes sociais, os posts pediam um posicionamento da diretoria para que ela nem deixasse o treinador ir para a coletiva. E foi exatamente o que aconteceu. Em pronunciamento após o jogo com o Vasco, Pedro Junio, vice-presidente de futebol do Cruzeiro, explicou a decisão, pediu desculpas pelo resultado ruim no Brasileiro e informou que a partir desta segunda-feira (16), Wesley Carvalho, interino da casa, assume o time.
Tite deixa o Cruzeiro com 17 jogos no comando da equipe: foram oito vitórias, três empates e seis derrotas. O time celeste marcou 25 gols e sofreu 22.
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No Brasil, diante da ameaça externa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um pacote emergencial para conter a alta do diesel. As medidas incluem a zeragem de PIS e Cofins sobre o combustível, uma subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores e a criação de um imposto extraordinário de 12% sobre a exportação de petróleo.
Lula quer evitar que o diesel, principal combustível da logística brasileira, provoque uma onda inflacionária. O transporte rodoviário responde por cerca de dois terços do escoamento da produção agrícola e industrial. Qualquer aumento expressivo no diesel rapidamente se transmite aos preços de alimentos, fretes e serviços. Em termos políticos, pode ter efeito devastador em ano eleitoral. É um cenário de tirar o sono.
Dados recentes da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor mostram que 80,2% das famílias estavam endividadas em fevereiro de 2026 — o maior patamar da série histórica iniciada em 2010. Mais preocupante é o avanço da inadimplência, que voltou a subir e já atinge 29,6% das famílias. Quase metade dessas dívidas está em atraso há mais de 90 dias, evidenciando uma deterioração do quadro financeiro doméstico.
Essa situação cria um triângulo de fogo. A inflação corrói a renda real, enquanto o endividamento limita a capacidade de consumo — dois fatores que afetam diretamente a percepção da população sobre o desempenho econômico do governo. Num ambiente eleitoral, mesmo quando os indicadores macroeconômicos permanecem relativamente equilibrados, o sentimento econômico pode se deteriorar rapidamente e encandecer a campanha dos candidatos de oposição.
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As pesquisas da última semana indicam que o senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), o primogênito de Jair, é um sério candidato a ser nosso próximo presidente da República.
Escrevendo assim, sem adjetivos nem exclamativos, pode parecer uma coisa natural, diante do cenário do momento que lhe é favorável para a eleição que acontece daqui a pouco mais de seis meses.
Mas essa possibilidade nada tem de natural, convenhamos. Quem poderia imaginar uma notícia dessas até o final do ano passado, quando o ex-presidente anunciou por meio do próprio filho que Flávio seria o candidato oficial do bolsonarismo, sem intermediários.
Foi uma decisão monocrática, sem consulta a ninguém, nem ao partido nem à família, um assunto decidido numa conversa somente entre os dois, sem testemunhas, na cela onde Bolsonaro cumpre uma pena de 23 anos de prisão por atentar contra a democracia.
Até então, o nome dado como certo para ser o candidato da direita e da extrema direita era o do governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos), já tratado como futuro presidente pela Faria Lima, o grande oráculo do poder nacional, apoiado por amplos setores da imprensa e do empresariado, pelo agro e pelos pastores, sem concorrente à vista no seu campo.
As sucessivas pesquisas divulgadas este ano deram ao candidato da oposição o mais importante nesta altura do campeonato: a expectativa de poder. De quebra, ainda enterraram qualquer chance para o surgimento de uma terceira via.
Por isso que as pessoas já começam a se perguntar: dá para imaginar Flávio Bolsonaro como presidente da República?
É algo tão surreal que provavelmente não tinha passado antes nem pela cabeça dele. Só quem acreditava em Bolsonaro 2º era o pai, que agora pode concorrer ao prêmio de homem de visão do ano.
Os próximos meses prometem fortes emoções. Apertem os cintos.
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Até poucas semanas atrás, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva parecia voar em céu de brigadeiro no cenário internacional. A política externa brasileira recuperou protagonismo, a economia apresentava crescimento razoável e o governo apostava na estabilidade de suas relações com os Estados Unidos para sustentar sua narrativa eleitoral de continuidade. A guerra entre Estados Unidos e Irã, porém, alterou abruptamente esse quadro. O bloqueio do Estreito de Ormuz e a escalada militar no Oriente Médio introduziram um fator de incerteza geopolítica que começa a repercutir diretamente na política interna brasileira e pode complicar o projeto de reeleição de Lula.
A guerra no Golfo Pérsico elevou rapidamente os preços do petróleo no mercado internacional, que chegou a ultrapassar a casa dos US$ 100 por barril, patamar significativamente superior à média de cerca de US$ 70 registrada antes do conflito. O Estreito de Ormuz, cuja circulação foi afetada pela guerra, é um dos principais gargalos do comércio mundial de energia, por onde passa aproximadamente um quarto de todo o petróleo transportado globalmente. Embora as cotações tenham recuado após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerindo que o conflito poderia estar próximo do fim, os preços continuam elevados e sujeitos a forte volatilidade. Essa instabilidade já é suficiente para alterar expectativas econômicas e produzir efeitos políticos.
No Brasil, os primeiros reflexos começaram a aparecer nos combustíveis. Dados recentes indicam que a gasolina e o diesel tiveram pequenas elevações no início de março. Ainda que os aumentos sejam moderados, eles sinalizam o início de uma tendência potencialmente mais forte caso a guerra se prolongue. O problema é que o impacto do petróleo na economia brasileira não ocorre apenas no preço da gasolina. O diesel, base do transporte rodoviário, é um componente central da cadeia logística nacional e afeta diretamente o custo do frete, dos alimentos e da distribuição de mercadorias. A turbulência internacional também traz riscos macroeconômicos mais amplos: desacelerar o crescimento global e elevar a inflação em diversas economias.
É uma armadilha econômica para o governo. O Brasil é grande produtor e exportador de petróleo, mas continua dependente da importação de derivados, especialmente do diesel. Isso significa que, em um cenário de preços internacionais elevados, a pressão inflacionária acaba chegando ao consumidor brasileiro. A Petrobras dispõe hoje de alguma margem de manobra para suavizar reajustes porque abandonou, em 2023, a política de paridade plena com os preços internacionais. Ainda assim, essa capacidade é limitada. Se o barril permanecer acima de US$ 100 por um período prolongado, o repasse aos consumidores torna-se praticamente inevitável.
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