Congresso Nacional inicia trabalhos de 2026

 

O Congresso Nacional reabriu, ontem, trabalhos legislativos para 2026. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), conduziu a sessão solene e, em discurso, ressaltou o papel institucional das Casas como um dos pilares da estabilidade política do país, defendendo o diálogo entre os Poderes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não compareceu à cerimônia, e foi representado pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa. O chefe do Planalto encaminhou aos parlamentares uma mensagem na qual fez um balanço das principais conquistas do ano passado e apresentou os desafios e prioridades do governo federal.

O Congresso iniciou o ano em um cenário considerado atípico por causa das eleições, período em que tradicionalmente há redução no ritmo das votações. Nesse contexto, Alcolumbre deverá administrar pressões de diferentes frentes: da oposição, que cobra a análise de pautas sensíveis ao governo, e da base governista, interessada em avançar com projetos prioritários do Planalto e indicações para cargos estratégicos.

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Por domiciliar a Bolsonaro, Michelle e Valdemar pedem para aliados reduzirem ataques ao STF

Com a expectativa de convencer o Supremo Tribunal Federal (STF) a conceder prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a primeira-dama Michelle Bolsonaro e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, orientaram aliados a baixar o tom das críticas aos ministros da Corte. Segundo parlamentares e dirigentes do partido, o pedido circulou em conversas reservadas, mas também de forma explícita em grupos internos.

Michelle, que assumiu papel político mais ativo desde a prisão do ex-presidente, teria reforçado, de acordo com relatos, que o momento exigia serenidade e que ataques diretos ao STF poderiam ser interpretados como tentativa de constranger o tribunal. No PL, interlocutores de Costa Neto passaram a transmitir avaliação semelhante, defendendo que qualquer novo confronto público poderia contaminar o ambiente político em torno do caso. Procurados, eles não quiseram comentar.

Embora o confronto aberto com o Supremo tenha funcionado por anos como motor de mobilização do bolsonarismo, a avaliação entre aliados do ex-presidente é que hoje se tornou um passivo na tentativa de convencer ministros a apoiar sua ida à prisão domiciliar.

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Dívida alta dos países está borrando limite das políticas fiscal e monetária, diz BIS

Por quais motivos Donald Trump e outros líderes mundiais opinam tanto que as taxas juros praticadas pelos bancos centrais estão muito altas e precisam baixar consideravelmente, e de maneira rápida? Uma das respostas é que elevado endividamento público dos dias atuais está remodelando cada vez mais a forma como as autoridades monetária e fiscal interagem, borrando as fronteiras tradicionais entre elas. 

Um paper do Banco de Compensações Internacionais (BIS) publicado nesta semana argumenta que, com o acúmulo de grandes estoques de dívida soberana, as decisões sobre taxas de juros tornaram-se cada vez mais importantes para o espaço fiscal dos governos, já que os custos mais altos de empréstimos se traduzem diretamente em pressão orçamentária.

Ou seja, quando a dívida pública está elevada, o custo fiscal de combater a inflação aumenta fortemente, pois altas na taxa de juros elevam as despesas do governo com pagamento de juros. E a dívida alta pode reduzir a intensidade da resposta monetária à inflação, gerando um viés inflacionário mesmo quando a dívida do governo permanece totalmente amparada do ponto de vista fiscal. 

Ou seja, quando a dívida pública está elevada, o custo fiscal de combater a inflação aumenta fortemente, pois altas na taxa de juros elevam as despesas do governo com pagamento de juros. E a dívida alta pode reduzir a intensidade da resposta monetária à inflação, gerando um viés inflacionário mesmo quando a dívida do governo permanece totalmente amparada do ponto de vista fiscal. 

Os autores do estudo argumentam que a interação entre dívida elevada e choques inflacionários de custo tornam mais provável que o limite fiscal passe a restringir a política, amplificando a inflação. Em recessões movidas pela demanda, dizem, a restrição fiscal pode se tornar mais limitante do que o piso zero da taxa de juros, forçando o banco central a imprimir moeda para comprar o excesso de dívida ou a aceitar a dominância fiscal.

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Governo Lula corre para aprovar apostas eleitorais no 1º semestre, mas esbarra em travas no Congresso

O Palácio do Planalto vai aproveitar a volta do Congresso para tentar emplacar bandeiras da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas esbarra no prazo curto e em outros temas que devem dominar a agenda, como os vetos ao projeto de lei da dosimetria, que reduz o tempo de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, e a pressão para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso do Banco Master.

Parlamentares e integrantes do governo veem como “tempo útil” de trabalho o primeiro semestre, já que a segunda metade do ano será dedicada às campanhas. Logo na primeira semana, a Câmara já anunciou a votação da Medida Provisória do Gás do Povo, que perde a validade em 11 de fevereiro, em um aceno do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), ao Executivo.

Além da limitação de tempo, auxiliares do presidente reconhecem que a fragmentação do Congresso e a dificuldade de coordenação da base impõem obstáculos extras à tentativa de avançar com pautas de apelo eleitoral. A leitura no Planalto é que, sem uma agenda mínima pactuada com as lideranças partidárias, o governo corre o risco de ver suas prioridades diluídas em meio a disputas de curto prazo, com votações guiadas mais por cálculos eleitorais e pressões corporativas do que por compromissos com o Palácio do Planalto.

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Contas públicas tiveram déficit de R$ 55,021 bilhões em 2025

As contas públicas fecharam 2025 com saldo negativo, em razão, principalmente, do déficit do Governo Federal, que teve o crescimento das despesas maior que as receitas. O setor público consolidado, formado por União, estados, municípios e empresas estatais, registrou déficit primário de R$ 55,021 bilhões no ano passado, que representa 0,43% do Produto Interno Bruto.

Na comparação com 2024, houve crescimento no déficit. Em 2024, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 47,553 bilhões, 0,4% do PIB.

As Estatísticas Fiscais foram divulgadas na sexta-feira, 30 pelo Banco Central com a consolidação dos dados de dezembro de 2025. Naquele mês, as contas públicas tiveram superávit de R$ 6,251 bilhões.

O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.

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Governo brasileiro tem ‘aversão a controlar gastos’, diz Goldman Sachs

O déficit fiscal do setor público consolidado voltou a superar 8% do Produto Interno Bruto (PIB) e deve permanecer nesse patamar nos próximos anos, segundo relatório do Goldman Sachs divulgado após a publicação das estatísticas fiscais pelo Banco Central na última sexta-feira (30). 

O déficit fiscal total alcançou 8,34% do PIB, enquanto o resultado primário consolidado ficou negativo em 0,43% do PIB em 12 meses. Em dezembro, o setor público registrou superávit de R$ 6,3 bilhões, acima do consenso de mercado, mas inferior ao resultado observado no mesmo mês do ano anterior.

Os analistas do Goldman, chefiados pelo economista Alberto Ramos, afirmam que “uma postura fiscal pró-cíclica e a aversão a controlar gastos comprometeram severamente a credibilidade das metas fiscais”, acrescentando que esse quadro contribuiu para uma economia superaquecida.

Para a instituição, um arcabouço fiscal considerado fraco e pouco confiável elevou os prêmios de risco e dificultou o ancoramento das expectativas de inflação no curto e médio prazos.


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Por direita unida, Flávio pede para Eduardo maneirar em críticas a Tarcísio

O mal-estar criado por Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao não manifestar um apoio contundente à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) levou Eduardo Bolsonaro a ouvir apelos por calma.

Eduardo tem um histórico de críticas ao governador de São Paulo e escutou o pedido para ter paciência e não fazer reclamações públicas.

O senador Flávio busca consolidar sua pré-candidatura à Presidência, e integrantes da família xingarem potenciais aliados não ajudaria a cumprir esta tarefa.

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Dores do Rio Preto: como é a vida na cidade do ES que não registra homicídios há quase 4 anos

Com ruas calmas, vizinhança próxima e cercada pelas montanhas do Caparaó, Dores do Rio Preto, no Sul do Espírito Santo, está há quase quatro anos sem registrar homicídios. 

Terra dos cafés especiais e uma das principais portas de entrada para o Pico da Bandeira, o terceiro ponto mais alto do Brasil, o município de 6,5 mil habitantes vive uma rotina marcada pela tranquilidade.

“Aqui a gente anda sem medo nenhum. Todo mundo se conhece”, disse o estudante Bruno Protazio, de 21 anos, morador do distrito de Pedra Menina desde a infância. 

Segundo dados do painel de monitoramento da Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo (Sesp-ES), o último assassinato ocorreu em 15 de maio de 2022, quando uma briga generalizada terminou com um homem morto. 

Na ocasião, a vítima, de 38 anos, foi esfaqueada. De acordo com a Polícia Militar, o autor do crime era um adolescente de 16 anos, que também ficou ferido. Desde então, o município não voltou a contabilizar mortes violentas.



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Por que Brasil do baixo desemprego é também o do endividamento recorde das famílias?

Mesmo com o desemprego nos menores níveis da História e a inflação sob controle, as famílias brasileiras estão mais endividadas. O endividamento delas já chega a 49,8%, quase metade de tudo o que elas ganham em um ano. 

É o maior nível registrado durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O recorde histórico foi atingido em julho de 2022, sob o governo de Jair Bolsonaro, quando chegou a 49,9%. 

É o que mostram os dados mais recentes divulgados pelo Banco Central nesta semana. Na prática, significa que quase metade de tudo o que as famílias ganham ao longo de um ano já corresponde a dívidas — como financiamentos, empréstimos pessoais, crédito consignado e uso do cartão de crédito. 

A inadimplência também aumentou no ano passado, atingindo 6,9% em dezembro no segmento de crédito livre às famílias, alta de 1,7 ponto percentual em 12 meses — um patamar elevado considerando o padrão da série histórica do BC.

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Para prefeitos, menos cidades pagarão piso a professor após aumento de Lula

A medida provisória assinada por Lula, que reajusta em 5,4% o piso dos professores da educação básica, tem gerado críticas e preocupações de prefeitos.

Prefeitos temem aumento no número de cidades que já descumprem o piso e citam saúde financeira. Levantamento feito com dados de 2023 mostrou que um em cada três municípios brasileiros pagou aos professores da rede pública menos que o piso da categoria. Na época, o salário estava em R$ 4.420,44. Depois, subiu para R$ 4.867,77 —com a MP de Lula, o piso foi para R$ 5.130,63.

Para os municípios, faltou diálogo do governo Lula. "Nós concordamos que 0,37% é pouco, mas aplicar um novo índice e sem dialogar com os municípios não cabe. Faltou sensibilidade do governo, porque temos uma diversidade de realidades no Brasil", afirmou Pedro Almeida (PSD), prefeito de Passo Fundo e presidente da comissão de educação da FNP (Frente Nacional dos Prefeitos).

Prefeitos souberam do novo cálculo horas antes do anúncio oficial, diz Almeida. O governo anunciou a MP após a repercussão negativa do aumento de R$ 18. As conversas do MEC (Ministério da Educação) sobre o tema envolveram a Undime, que representa os dirigentes municipais, o Consed, que reúne os secretários estaduais de educação, e a CNTE, confederação dos trabalhadores de educação. Ficaram de fora a FNP e a CNM (Confederação Nacional dos Municípios). "A gente foi pego de surpresa", disse o prefeito.



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Contratação de Paquetá ultrapassa Gerson e se torna a mais cara da história do futebol brasileiro

O Flamengo abriu os cofres. Disposto a contar novamente com o cria da casa, o time carioca fechou acordo com o West Ham para contratar Lucas Paquetá por 42 milhões de euros (R$ 260 milhões). Anunciado na última quarta-feira, o volumoso montante é o maior da história do futebol brasileiro em valores abolutos e corrigidos pela inflação

Ainda em janeiro, Gerson foi anunciado pelo Cruzeiro em um negócio que até então era o maior já registrado no país. Para tirá-lo do Zenit, a Raposa contratou o ex-rubro-negro por 27 milhões de euros (cerca de R$ 169 milhões). O recorde da Raposa, porém, durou pouco. Com a contratação de Paquetá, o investimento carioca foi bem maior: 91,2 milhões de reais a mais - um gasto 54% mais elevado.

As duas contratações, de Paquetá e Gerson, reforçam a mudança de patamar do futebol brasileiro. O poderio financeiro recentes do clubes tem permitido essas contratações de impacto no mercado da bola. As cifras da contratação da dupla ultrapassaram três investimentos milionários feitos na última temporada. O Palmeiras pagou R$ 162,6 milhões ao Barcelona por Vitor Roque. O Flamengo desembolsou R$ 151,2 milhões para contratar Samuel Lino, do Atlético de Madrid, e o Botafogo investiu R$ 143,8 milhões para trazer Danilo, do Nottingham Forest.

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Frase do Dia

O governador Tarcísio de Freitas deve valorizar a gratidão ao ex-presidente Jair Bolsonaro, mas precisa afirmar sua própria identidade política, afirma Gilberto Kassab, presidente do PSD.



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PSD embaralha o jogo, turbina centro-direita sem Bolsonaro e pode atrapalhar palanques estaduais

Com o anúncio do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, de que deixará o União Brasil para se filiar ao PSD de Gilberto Kassab, o partido embaralha o tabuleiro eleitoral de 2026 e mexe nas articulações dos palanques estaduais. 

O objetivo inicial e principal — segundo lideranças — é se colocar como alternativa de centro-direita sem Bolsonaro, com nomes para um pós-bolsonarismo.

Nos bastidores, o movimento é visto como o mais relevante no campo desde o anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em dezembro do ano passado, apresentado por Jair Bolsonaro como seu escolhido.

Agora, Caiado passa a integrar um trio com os governadores Ratinho Júnior (PSD-PR) e Eduardo Leite (PSD-RS). Pelo desenho atual, um desses nomes deve sair como cabeça de chapa numa futura candidatura presidencial. 

Nos bastidores, o movimento de Kassab foi visto também como uma sinalização clara de que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), está saindo do jogo. 

Kassab sempre defendeu o nome de Tarcísio como sucessor natural de Bolsonaro. Mas com o anúncio do nome de Flávio, o PSD passou a trabalhar com a hipótese de candidatura própria.


Andreia Sadi - Apresentadora do Estúdio i, na GloboNews


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Você Sabia?

Brasil tem maior número de motos no trânsito em 8 anos e Nordeste lidera. Pela primeira vez o Nordeste se tornou a região com mais mortes no trânsito no Brasil. Foram 11.894 óbitos em 2024, contra 10.995 do Sudeste, região mais populosa do país e até então líder na mortalidade do trânsito.




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Centrão vê traição e se une contra PL em SC após racha por Carlos Bolsonaro

O centrão está se unindo contra o PL em Santa Catarina após o racha provocado por Carlos Bolsonaro no estado. Na noite de ontem, o MDB reuniu o diretório do estado e anunciou sua saída da gestão do governador Jorginho Mello (PL), que vai tentar a reeleição.

Em nota, o MDB diz que vai construir um projeto próprio para eleição ao governo e abrir diálogo com outras legendas. O partido comanda 71 prefeituras e 59 vices nos 295 municípios de SC — ou seja, está à frente de quase metade das cidades no estado.

Nos bastidores, é dado como certo que o MDB vai se alinhar a João Rodrigues (PSD), prefeito de Chapecó e considerado a principal ameaça a Jorginho Mello. Com isso, a perspectiva é que o MDB feche com o PSD e que uma das vagas ao Senado fique com o Progressistas, excluído do palanque do atual governador.

Integrantes do centrão apontam o que consideram traição do PL: Jorginho Mello preteriu uma aliança com caciques locais em detrimento de acomodar Carlos Bolsonaro na chapa ao Senado.

O governador tinha um acordo com o MDB para a vice e com o Progressistas para uma das cadeiras ao Senado. Na semana passada, Jorginho Mello anunciou que Adriano Silva (Novo) ficaria com a vice.

O rearranjo foi provocado pela entrada de Carlos Bolsonaro na disputa ao Senado. Outros dois nomes fortes no estado, da deputada Carol de Toni (PL) e do senador Espiridião Amin (Progressistas), postulam as vagas.

A mudança de domicílio eleitoral de Carlos do Rio de Janeiro para Santa Catarina e sua entrada na disputa irritou os caciques locais, já que passaram a ser três nomes para concorrer a duas cadeiras.

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Endividamento bate recorde; crédito caro pressiona orçamento em 2026

O endividamento das famílias brasileiras permanece em níveis elevados, pressionando o orçamento doméstico e ampliando o risco de inadimplência no início de 2026. Indicadores recentes mostram que a maioria dos lares brasileiros enfrenta alguma forma de dívida, refletindo um cenário de consumo restrito e crédito caro.

Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), cerca de 79% das famílias brasileiras relataram ter algum tipo de dívida, o maior patamar histórico desde que a série começou a ser medida em 2010. Dessas, mais de 30% estão em situação de inadimplência, com contas vencidas e sem previsão clara de quitação.

Os números do Banco Central corroboram esse quadro, mostrando que aproximadamente 49,3% das famílias brasileiras estavam endividadas em outubro de 2025, com um estoque recorde de crédito voltado ao consumo disponível no mercado. A taxa média de juros para pessoas físicas registrada no período beirou 59,4% ao ano, tornando a manutenção das dívidas ainda mais onerosa para os consumidores.

Tributaristas alertam que o uso crescente de cartão de crédito e o crédito pessoal em prazos curtos têm sido um dos principais motores do endividamento. O comprometimento da renda familiar com o pagamento de dívidas, especialmente aquelas com juros elevados, reduz a capacidade de consumo e a reserva financeira das famílias.

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