Você Sabia?

De acordo com dados do IBGE, as cidades com as medianas de idade mais baixas estão localizadas no Norte do Brasil, sendo três delas em Roraima, Uiramutã lidera o ranking.

Em 2022, o município de Uiramutã, localizado em Roraima, tornou-se a cidade mais indígena do Brasil em termos proporcionais. Cerca de 96,6% da população se identifica como indígena, incluindo os povos Macuxi e Ingaricó, o que equivale a um total de 13.283 cidadãos.





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Uiramutã: como vive a população do município apontado como pior do Brasil em qualidade de vida












"Deixe nada além de pegadas, tire nada além de fotos, leve nada além de saudades", diz a placa na entrada de Uiramutã, em Roraima, sobre as riquezas naturais do município. É o mesmo lugar que, segundo o Índice de Progresso Social (IPS), do instituto Imazon, tem a pior qualidade de vida do país.

O desafio de viver no Uiramutã começa no trajeto. O município fica na tríplice fronteira do Brasil com a Guiana e a Venezuela, distante mais de 300 km de Boa Vista. Até a sede, a viagem dura mais de seis horas - cinco delas por estradas de terra precárias. Caminhonetes e veículos altos são recomendados para o percurso. 

O acesso ao Uiramutã parte da BR-174, único trecho asfaltado, e segue pela BR-433. No período de chuvas em Roraima, a estrada de terra fica tomada por lama, buracos e atoleiros. O trajeto piora na RR-171, rodovia estadual que corta a região de serras, onde fica a sede do município.  

Esse isolamento cobra um preço alto de quem vive na sede do município. No dia da visita, em 22 de maio, o litro da gasolina custava R$ 9,40 e o do diesel, R$ 9,50. É o combustível mais caro do estado

Na quinta-feira (28), a prefeitura de Uiramutã decretou estado de emergência após o transbordamento de rios e igarapés deixar mais de 8,7 mil pessoas (cerca de 56% da população local) isoladas e sem qualquer acesso terrestre. Agora, pelo menos 16 comunidades indígenas do município enfrentam escassez de água potável, perdas agrícolas e paralisação de serviços essenciais. O temporal afetou 10 dos 15 municípios de Roraima e mobilizou uma força-tarefa do governo estadual.

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Economia brasileira cresce 1,1% no 1º trimestre e chega a R$ 3,3 trilhões

A economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026 em relação aos últimos três meses do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado mostra uma aceleração frente ao quarto trimestre de 2025, quando a variação foi de 0,3%. Além disso, a alta de 1,1% foi a maior desde os primeiros três meses do ano passado (1,3%, com ajuste sazonal).

O resultado se alinhou com as projeções do mercado financeiro e, em valores correntes, o PIB totalizou R$ 3,3 trilhões: R$ 2,8 trilhões, dos quais referentes ao valor adicionado a preços básicos, e R$ 461,2 bilhões, aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos em um país e funciona como um dos principais termômetros da atividade econômica brasileira.

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Pacheco diz ter decidido não ser candidato ao governo de Minas: 'Vou fechar o ciclo da política'

O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) declarou nesta sexta-feira que não vai ser candidato a governador de Minas Gerais. O senador disse que tomou a decisão de encerrar sua participação na vida política. 

– Eu vou fechar o ciclo da política, é algo que eu já havia programado há bastante tempo. Quando entrei na política eu dizia sempre que a gente tem uma data de entrada e uma data de saída, que não me eternizaria na política. Tenho muito desapego ao poder e felizmente não preciso da política para sobreviver. Eu tinha decidido que ia sair desse ciclo, ao sair da presidência do Senado essa decisão estava muito bem refletida e estou mantendo essa decisão. 

O senador era visto como opção prioritária para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser candidato a governador em Minas Gerais e dar palanque para o petista no estado. 

Pacheco chegou a trocar o PSD, que em Minas está mais alinhado à direita, para ir ao PSB e sinalizou aproximação com Lula, mas o acordo no estado acabou estremecido após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), articular a derrubada da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). 

Pacheco era o nome de preferência de Alcolumbre e outros senadores para a vaga. Setores do governo e do PT passaram a ver o ex-presidente do Senado com desconfiança após o episódio. Pacheco, no entanto, voltou a negar hoje ter trabalhado contra Messias.

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Petrobras anuncia reajuste do preço da gasolina para distribuidoras

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (28) um reajuste no preço da gasolina vendida às distribuidoras. A mudança entra em vigor nesta sexta-feira (29) e vale para a gasolina tipo A (vendida para as distribuidoras antes da mistura com etanol).

Segundo a estatal, o preço da gasolina A terá aumento de R$ 0,48 por litro. Ao mesmo tempo, contudo, a Petrobras aplicará um desconto de R$ 0,44 por litro por meio de uma subvenção econômica criada pelo governo federal para segurar a alta do combustível.

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Novo Desenrola Brasil pode tirar 7,8 milhões de brasileiros da inadimplência

A Serasa realizou um estudo inédito que projeta impacto potencial de até 9,6%, com cerca de 7,8 milhões de brasileiros podendo deixar a inadimplência até o encerramento do Novo Desenrola Brasil, iniciativa do governo federal para renegociação de dívidas de famílias, estudantes e pequenas empresas, que teve início em maio e vai até agosto. 

Nesse cenário, o número de consumidores negativados cairia de 83,4 milhões para aproximadamente 75,6 milhões. 

“Programas de renegociação tendem a produzir alívio imediato nos indicadores de inadimplência, especialmente ao ampliar o acesso a condições excepcionais de negociação”, afirma Aline Maciel, diretora da Serasa.

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Gastos de turistas estrangeiros no Brasil crescem 9,2%

Os gastos de turistas estrangeiros no Brasil aumentaram no primeiro quadrimestre de 2026 e atingiram R$ 20,2 bilhões, o que representa um aumento de 9,2% em relação ao mesmo período do ano passado, quando as despesas, de janeiro a abril, atingiram R$ 18,5 bilhões, segundo dados do Banco Central.

Analisando apenas abril, os turistas internacionais injetaram R$ 4,19 bilhões na economia brasileira, um crescimento de 1,2% na comparação com abril de 2025, quando os valores alcançaram R$ 4,14 bilhões.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, celebrou os bons números. “O turismo brasileiro vive um momento especial, com estatísticas positivas em todos os segmentos. Nossa atuação na busca por turistas de outros países tem sido intensa. Mais do que movimentar aeroportos, hotéis e restaurantes, o turismo brasileiro transforma a realidade de milhares de brasileiros e brasileiras”, afirmou.

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Desigualdade no Brasil persiste, diz ONU

As melhorias não conseguiram superar, no entanto, a desigualdade. Apesar de crescer, o país continua registrando diferenças relevantes entre regiões, gêneros e raças, chegando a registrar patamares diferentes de desenvolvimento, a depender do recorte usado. Veja a seguir:

Homens têm nível de desenvolvimento muito alto (0,802), enquanto mulheres têm alto (0,798);

Pessoas brancas têm nível de desenvolvimento muito alto (0,851), enquanto negras têm alto (0,774);

O Distrito Federal, maior IDH entre os entes, tem nível de desenvolvimento muito alto (0,866), enquanto o Maranhão é o pior, com alto (0,745).

Isso impacta diretamente na expectativa de vida, por exemplo. Um amapaense tem, em média, uma expectativa de até cinco anos a menos de vida se comparado a um cidadão do DF: 74,3 contra 79,7 anos na capital federal.

A renda também é extremamente desproporcional. Um cidadão branco do Distrito Federal tem uma renda média quatro vezes superior à de um cidadão negro do Maranhão: de R$ 1.987 para R$ 446,20.

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Brasil atinge maior IDH da história, mas desigualdade segue, diz ONU

O Brasil atingiu pela primeira vez o patamar "muito alto" de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas). O país avançou em todos os parâmetros medidos, mas desigualdades entre regiões, gênero e raça persistem.

O estudo foi divulgado hoje pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e se refere a 2024. Na escala, que vai de 0 a 1, o país saiu de 0,744 ponto, registrado em 2012, para 0,805, o maior já marcado. Quanto mais perto de 1, melhor o índice.

"O Brasil da segunda década do século 21, definitivamente, não é o Brasil de 30 anos atrás", diz o relatório. "As evidências indicam uma evolução positiva do IDHM [o 'M' se refere a 'Municipal'] e seus subíndices, situando o país, alguns estados, o Distrito Federal e a maioria das regiões metropolitanas no patamar de muito alto desenvolvimento humano."

Entre os três indicadores, o melhor deles segue sendo saúde. O país já tinha nível de desenvolvimento muito alto no quesito "longevidade" em 2012, com pontuação de 0,829, e subiu para 0,860 em 2024 —igual ou maior do que países considerados desenvolvidos. Segundo a organização, o SUS (Sistema Único de Saúde) tem papel direto nesse desempenho.

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Brasileiro gasta mais de um salário mínimo por ano com burgers no interior

Pesquisa do aplicativo de delivery Aiqfome aponta que, no interior do país, o brasileiro consome de 41 a 42 hambúrgueres e gasta R$ 1.940 por ano com burgers. O Estado do Paraná lidera o ranking de pedidos na plataforma.

De acordo com o levantamento, o tíquete médio é de R$ 46,75 por produto. O cliente da plataforma gasta em torno de R$ 160 ao mês e mais de um salário mínimo no ano apenas com o lanche queridinho. Já quanto à recorrência de pedir no mesmo estabelecimento, a média é de nove a 10 vezes por ano. O hambúrguer mais consumido é o cheesebacon, o acompanhamento preferido é batata frita e o adicional vencedor é o de calabresa.

Ainda segundo o Aiqfome, consolidando os dados de todos os estados brasileiros, o Top 10 de pedidos por volume no delivery revela uma fotografia inequívoca do paladar operacional do país: hambúrguer em primeiro lugar, seguido de quentinha, pizza, açaí, lanche genérico, porções, pastel, cachorro-quente, salgados e combos.

Quando se olha a frequência de presença no Top 3 de cada unidade da Federação presente na pesquisa, o hambúrguer aparece em 18 estados; pizza sustenta presença em 13; quentinha, em 12 e açaí, em nove.

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País amorteceu crise internacional de combustíveis graças à Petrobras estatal

Durante audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, Deyvid Bacelar, especialista em óleo, gás e energia, afirmou que a capacidade nacional de produção e refino, aliada ao papel estratégico da Petrobras, foi fundamental para reduzir os impactos da crise internacional dos combustíveis sobre a população brasileira.

Segundo os dados apresentados por Bacelar, enquanto países como EUA e Canadá registraram aumentos superiores a 30% nos preços da gasolina e do diesel, o Brasil teve impactos mais moderados, com alta de 6% na gasolina e 17,7% no diesel.

“Os dados mostram que o Brasil só conseguiu amortecer os efeitos da crise internacional dos combustíveis porque ainda mantém capacidade de produção, refino e uma Petrobras estatal atuando como instrumento de proteção do mercado interno. Onde houve maior dependência externa e ausência de controle público, os impactos foram muito mais severos para a população”, afirmou.

Durante a audiência, Deyvid Bacelar também alertou para os impactos da venda de ativos estratégicos da Petrobras e defendeu a necessidade de fortalecer a soberania energética nacional.

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Joaquim Barbosa se apresenta ao eleitorado

Um vídeo produzido por inteligência artificial (IA) e divulgado pelo partido Democracia Cristã (DC) lançou o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa na corrida pela cadeira de presidente da República nas eleições de outubro, ampliando a crise interna na legenda. Publicada na última sexta-feira, a peça apresenta o ministro aposentado como pré-candidato ao Palácio do Planalto. Oficialmente, o magistrado não confirmou publicamente a intenção de concorrer.

O material foi publicado em um perfil do Instagram ligado ao Democracia Cristã que, até a tarde de ontem, tinha apenas 258 seguidores e mantinha uma única publicação: o vídeo feito por IA apresentando Joaquim Barbosa como presidenciável no pleito de outubro. A gravação aposta em uma estética dramática, em que uma representação digital de Joaquim Barbosa aparece caminhando diante de uma sequência de televisores que exibem manchetes, entrevistas e imagens envolvendo personagens centrais da política nacional. 

Atualmente com 71 anos, Joaquim Barbosa foi o primeiro ministro negro a presidir o Supremo Tribunal Federal, entre 2012 e 2014. Nomeado pelo presidente Lula, o magistrado ganhou projeção em todo o país por seu perfil rígido e por sua atuação no caso do julgamento do Mensalão, condenando por corrupção e desvio de dinheiro importantes nomes ligados à cúpula do PT.  

A chegada de Joaquim Barbosa ao DC aprofundou uma crise interna já existente no partido de centro-direita. Antes da filiação, a legenda havia lançado o ex-ministro Aldo Rebelo como pré-candidato à Presidência da República. Rebelo acabou sendo expulso do partido após trocar farpas publicamente com o presidente da agremiação, João Caldas.

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Pesquisa revela que mais de 40% dos profissionais querem trocar de emprego

Mais de 40% dos profissionais brasileiros planejam trocar de emprego em 2026. É o que revela a Pesquisa de Tendências da Catho, plataforma de recrutamento on-line. Para além do salário, os trabalhadores têm priorizado oportunidades que oferecem plano de carreira e bem-estar pessoal. Entre as prioridades, os dados mostram que o ganho financeiro divide o topo junto com o plano de carreira, ambos citados por 14% dos entrevistados. Logo em seguida, com 13,9%, aparecem a melhoria de benefícios e a qualidade de vida, o que inclui políticas mais justas de banco de horas. Esses fatores são seguidos pelo desejo de enfrentar novos desafios (9,9%).

Para Patricia Suzuki, diretora de RH da Redarbor Brasil, o trabalhador está cada vez mais atento ao equilíbrio entre crescimento, saúde mental e valorização, tornando isso um critério na decisão de mudar de emprego. “Esse resultado demonstra uma mudança de comportamento em relação aos anos anteriores, em que a permanência em setores tradicionais era mais comum. Agora, os profissionais estão reavaliando seu propósito profissional, estando mais dispostos a se reinventar, mesmo que isso demande um período de adaptação ou especialização. O foco está em trabalhar com algo que faça sentido e ofereça futuro”, destaca Suzuki. 

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O que esperar da política monetária nos próximos meses

A inflação projetada acima do teto da meta em 2026 já altera a leitura do mercado sobre o rumo da política monetária e reduz o espaço para cortes mais intensos da taxa básica de juros. Com expectativas desancoradas, pressão internacional sobre commodities e incertezas fiscais no radar, economistas avaliam que o Banco Central deve adotar uma postura mais cautelosa nos próximos meses.

A avaliação do mercado é que o Brasil corre o risco de chegar a 2027 convivendo com inflação resistente, juros estruturalmente elevados e menor capacidade de estímulo à economia. Nesse cenário, cresce a preocupação com um ciclo mais prolongado de aperto monetário, capaz de impactar crédito, investimentos e ritmo de crescimento do país.

Segundo o mais recente Boletim Focus divulgado pelo BC, a mediana das projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026 subiu de 4,91% para 4,92%, acima do teto da meta perseguida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Já a expectativa para a taxa Selic avançou de 13% para 13,25% ao ano, indicando que o mercado passou a precificar um ciclo de flexibilização monetária mais lento e limitado.

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Diferença entre avaliação negativa e positiva do governo Lula diminui

A diferença entre a avaliação negativa e a positiva do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diminuiu nas últimas semanas, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (23/5). Apesar da percepção ruim ou péssima ainda liderar, o levantamento aponta avanço da aprovação do governo petista.

De acordo com os dados da pesquisa, 38% dos entrevistados consideram o governo ruim ou péssimo, enquanto 32% avaliam a administração como ótima ou boa. Outros 28% classificam o mandato como regular, e 1% não soube responder.

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Estudo aponta que Pará consolida liderança em bioeconomia sustentável

 

A economia baseada na biodiversidade sustentável para o benefício da sociedade gera R$ 13,5 bilhões (cerca de US$ 2,45 bilhões) anualmente no Pará, no coração da floresta amazônica, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira pela Fundação Amazônica de Pesquisa e Desenvolvimento (Fapesp). O estudo destaca a liderança da região em cadeias produtivas sustentáveis com produtos locais como o açaí, conhecido como “a superfruta”, além da mandioca e do cacau. A bioeconomia emprega 271.410 pessoas e representa uma folha de pagamento total de R$ 1,4 bilhão.

O estudo também identificou problemas estruturais, como altos níveis de informalidade na produção de mandioca, bem como a distribuição desigual de renda em algumas cadeias de valor extrativas, especialmente para a castanha da amazônia, visto que os coletores recebem menos de 3% do valor final do produto.

O Pará, considerado o principal estado brasileiro na bioeconomia amazônica, é também o maior produtor de minério de ferro do país.

O relatório foi elaborado com o apoio da Universidade Federal do Pará, da Universidade Federal do Oeste do Pará e da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará. O relatório observa que a bioeconomia é impulsionada principalmente pela mandioca, gerando R$ 6,5 bilhões, seguida pela pesca e aquicultura, com R$ 2,7 bilhões.


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