Esquerda segura movimento para evitar perdas

No lado da esquerda, os partidos seguem uma estabilidade. O PT mantém sua bancada praticamente intacta, enquanto o PSOL reafirmou sua independência ao rejeitar uma federação com os petistas, optando por manter a aliança com a Rede. No entanto, o campo progressista vê o PSB crescer como alternativa para parlamentares de centro-esquerda. 

O cientista político Adriano Cerqueira aponta que a menor movimentação de partidos de esquerda não indica estabilidade, mas cautela diante de um cenário menos favorável. 

“O eleitorado está mais à direita, como já ficou claro nas eleições recentes. Isso faz com que os partidos de esquerda atuem com mais cuidado para não perder bancada”, afirma.

Na avaliação do especialista, o contraste entre os campos políticos é evidente. “A movimentação da esquerda é bem diferente da direita. Enquanto um lado expande com mais liberdade, o outro atua de forma mais defensiva”, conclui.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery

Avanço do PL

Partidos como o PL ampliam poder de influência em comissões, relatorias e votações estratégicas.

Esse fortalecimento do PL tem relação direta com a conjuntura. É hoje a maior legenda da direita e centro-direita e se beneficia de uma candidatura competitiva no horizonte. 

O partido vem consolidando um projeto político mais claro desde a última eleição presidencial. O PL se firmou como referência no campo conservador e busca se consolidar como o partido ligado à família Bolsonaro.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery


Combustível no Brasil vai baratear ou gasolina a R$ 7 veio para ficar?

Quando a pandemia travou a produção global, faltaram peças, os carros ficaram mais caros e nunca mais voltaram ao preço de antes de 2020. Para se ter uma ideia, de acordo com dados da Bright Consulting, em 2019, o preço público médio dos carros vendidos nos país estava na faixa de R$ 117.171, enquanto em 2021 pulou para R$ 149.186. Atualmente, está em R$ 168.273.

Agora, um novo temor começa a circular entre consumidores: será que o combustível está entrando no mesmo caminho? Com o petróleo pressionado pela guerra no Oriente Médio, o diesel disparando mais de 13% em março e a gasolina se aproximando dos R$ 7 em várias regiões, a dúvida paira sobre o brasileiro: esse é um pico momen.

Para o economista-chefe da XP, Caio Megale, o comportamento do petróleo em momentos de guerra tende a ser mais volátil do que permanente. "A questão é que não tem data. Está todo mundo esperando os desdobramentos, inclusive políticos. O mercado reage muito rápido: dá um sinal e o preço sobe, depois volta", afirma.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery

Hana Ghassan assume governo do Pará

Hana Ghassan (MDB) assumiu como governadora do Pará, nesta quinta-feira (2), após Helder Barbalho (MDB) deixar o cargo para disputar as eleições de 2026.

A cerimônia de transmissão de cargo do governo do Pará foi realizada no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém. 

Hana Ghassan Tuma é natural de Belém, nascida em 16 de janeiro, e graduada em Ciências Contábeis pela UFPA (Universidade Federal do Estado do Pará).

Já exerceu diversos cargos na Secretaria de Estado da Fazenda e também atuou como secretária de Estado de Planejamento e Administração (Seplad) antes de ser vice-governadora do Pará.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery


Uso de cheque por brasileiros caiu 18% em 2025 e 97% desde 1995

O uso dos cheques no Brasil ainda sobrevive, apesar do grande avanço dos meios de pagamento digitais, como internet e mobile banking, e a criação do Pix em 2020. Levantamento feito pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostra que os brasileiros usaram 112,5 milhões de cheques no ano passado. Entretanto, as estatísticas revelam que o número de documentos compensados no país cai ano a ano- houve redução de 18,2% de 2024 para o ano anterior.

Na comparação com 1995, início da série histórica, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques, a queda foi significativa, de 96,62%.

O levantamento tem como base o Serviço de Compensação de Cheques (Compe). Em 2025, o total do volume financeiro dos cheques somou R$ 472,7 bilhões, queda de 9,64% ante o ano anterior.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery


Você Sabia?

Gov.br emite 15 assinaturas digitais por segundo e bate recorde. 

Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, que administra a plataforma, o gov.br atingiu 69,2 milhões de assinaturas digitais entre janeiro e março de 2026, um avanço de 57% sobre o mesmo período de 2025.


Siga o blog pelo insta professor_aldery

Lula diz que Faria Lima deve estar irritada por ele investir em educação para pobres

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (1º) que o investimento do governo federal em educação e em programas sociais, como o Pé-de-Meia, contraria interesses do mercado financeiro e voltou a criticar a elite econômica do País durante evento em Fortaleza (CE). 

“A Faria Lima, lá em São Paulo, a ‘Avenida dos Banqueiros’, deve estar ‘puta’ comigo. “O que esse Lula fica colocando R$ 18 bilhões para cuidar de filho de pobre na escola, se esse dinheiro poderia estar aqui no banco rendendo pra gente ficar mais rico?”, disse o petista.

No evento, Lula afirmou que o governo já destinou cerca de R$ 18,6 bilhões ao programa, voltado à permanência de estudantes no Ensino Médio, e defendeu que o gasto deve ser visto como investimento estratégico. “Quando se tratar de educação, não se fala em gasto, se fala em investimento, porque a educação é o melhor investimento que o país pode fazer para melhorar a possibilidade do seu povo”, afirmou.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery

‘Ciro é muito destemperado’, diz Lula sobre eleições no Ceará

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou, nesta quarta-feira (1º/4), que o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PSDB) é “muito destemperado”, e que “troca muito de partido”, ao comentar o cenário eleitoral do estado. Apesar das críticas, Lula disse ter respeito por Ciro e que ele foi um bom ministro quando participou do governo.

Ciro é pré-candidato ao governo do Ceará e lidera nas pesquisas, à frente do atual governador, Elmano de Freitas (PT), apoiado por Lula.

“O Ciro é muito destemperado. Sabe aquela pessoa que acha que pode falar tudo, ofender todo mundo, que pode ser o melhor do mundo. Isso, na política, não dá resultado”, declarou Lula em entrevista à TV Cidade, do Ceará.

“Ele troca muito de partido. Ele já trocou de partido umas dez vezes desde que eu conheci ele. E eu estou no mesmo partido porque eu acredito em uma coisa, e eu acredito no partido. O partido, para mim, é a minha referência. O Ciro acha que a referência é ele. Sabe aquela pessoa que acha que o partido não vale nada?”, acrescentou.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery

Por que a Geração Z não quer saber de Lula e da esquerda?

Segundo a pesquisa, divulgada na semana passada, a desaprovação de Lula entre os jovens de 16 a 24 anos —que representam 13% dos eleitores ou 20,5 milhões de pessoas— alcança nada menos que 72%. É o maior índice negativo nesta faixa desde o início do terceiro mandato e supera de longe a média geral, considerando todas as idades, de 53,5%.

As motivações da guinada política dos jovens ainda carece de estudos mais profundos. Mas já dá para levantar alguns pontos que podem explicar por que a Geração Z se identifica mais com a direita e não quer saber de Lula e da esquerda

O envelhecimento de Lula tem o seu peso, não tanto pelos seus 80 anos, mas pelo seu discurso embolorado, que se mantém praticamente o mesmo há 50 anos. Em plena era da inteligência artificial, ele continua preso ao passado. Continua pensando de forma analógica, com a cabeça na Guerra Fria, defendendo Cuba, o ditador Nicolás Maduro, o Irã dos aiatolás e o tal do Sul Global —seu maior fetiche geopolítico. Ficou "véi", como diz a galera por aí.

Além de sua resistência em navegar no ambiente digital, Lula e o PT demonstram uma tremenda incapacidade de entender a mentalidade dos mais jovens, os chamados "nativos digitais", que já nasceram e cresceram sob a influência da internet. A rigor, eles não só têm dificuldade para entender suas ideias como rejeitam muitas delas.

Enquanto muitos dos integrantes da Geração Z valorizam a autonomia na vida pessoal e no trabalho e enxergam no empreendedorismo a principal via de ascensão social, Lula e o PT continuam a acreditar que "dignidade" é ter carteira assinada, sindicato forte e estabilidade no emprego. Seguem apegados à velha CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), criada por Getúlio Vargas em 1943, durante o Estado Novo, sob inspiração da Carta del Lavoro, do ditador fascista italiano Benito Mussolini.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery

Lula confirma Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta terça-feira (31/3) que manterá o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) Geraldo Alckmin em sua chapa. A fala ocorreu durante reunião ministerial, no Palácio do Planalto, para anunciar a saída de ministros que vão concorrer nas eleições de outubro.

“O companheiro Alckmin, que vai ter que deixar o Mdic. Ele vai ter que deixar, porque ele é candidato a vice-presidente da República outra vez. Ele vai deixar o Mdic”, discursou o líder petista no início do encontro, que inclui todos os ministros do governo e os substitutos.

É a primeira vez que Lula confirma Alckmin em sua chapa. Nos bastidores, o presidente chegou a cogitar oferecer a vaga de vice para um partido de centro, como o MDB, como tentativa de ampliar as alianças eleitorais.

Lula chegou a dizer, publicamente, em fevereiro, que Alckmin teria “um papel a cumprir” em São Paulo. A fala foi interpretada como um recado para que o vice-presidente concorresse a um cargo em seu estado. Alckmin, porém, descartou a possibilidade e disse a aliados que só participaria das eleições para ser vice novamente.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery

A pedido de Lula, Fazenda negocia com bancos medidas para reduzir endividamento das famílias

A pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Ministério da Fazenda negocia com os bancos medidas para reduzir o endividamento das famílias e empresas brasileiras. 

A ideia é diminuir o comprometimento da renda familiar para aliviar o orçamento dos brasileiros neste ano em que o petista concorre à reeleição. 

Uma reunião foi realizada nesta segunda-feira (30) entre o governo e as associações de instituições financeiras.

O presidente Lula não gostou nada dos últimos números do Banco Central indicando o aumento do endividamento das famílias e empresas. E isso deve pesar no cenário da disputa eleitoral.

O comprometimento de renda das famílias voltou ao maior patamar da série histórica em janeiro, em 29,3%. A última vez que o indicador registrou esse nível foi em outubro do ano passado. 

Lula pediu à sua equipe em reunião na semana passada medidas para aliviar o comprometimento da renda familiar com dívidas e crédito para empresas. 

Segundo assessores presidenciais, o programa "Desenrola" foi bem-sucedido e buscou renegociar dívidas de brasileiros inadimplentes. 

Agora, a ideia é reduzir o comprometimento da renda com pagamento de dívidas, daquelas que não estão inadimplentes, mas com dificuldades com o pagamento de suas contas até o final do mês.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery

Lula anuncia trocas em quase metade dos ministérios para a eleição: 'Missões mais importantes nos próximos meses'

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na manhã desta terça-feira que 18 dos 38 ministros que compõem o governo vão deixar os cargos para concorrer na eleição em outubro. Segundo Lula, as mudanças são necessárias porque os aliados terão "missões mais importantes". Também durante a reunião ministerial, Lula anunciou que Alckmin vai ser novamente candidato a vice na chapa que tentará a reeleição.

A saída seis meses antes do pleito, ou seja, até 4 de abril, é uma exigência da lei eleitoral.

As substituições em sua maioria serão feitas com as equipes que já estão nas pastas, com o secretário-executivo assumindo o posto. O modelo já foi visto na Fazenda, onde Dario Durigan já assumiu o lugar de Fernando Haddad. O objetivo é que as políticas já em vigor continuem.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery

Perguntas que Caiado terá que fazer para provar não ser novo Padre Kelmon

O governador Ronaldo Caiado (PSD-GO), se quiser provar que não será linha auxiliar de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições presidenciais de outubro, terá que suar a camisa para mostrar serviço. O problema é que, se suar demais, pode acabar afastando a maioria do eleitorado de direita que está com o clã. E, se se esforçar de menos, pode assumir função que já foi do Padre Kelmon.

Não adianta perguntar sobre os buracos da política do governo Lula para o combate às facções criminosas e esquecer de questionar as relações de Flávio Bolsonaro com milicianos do Rio, como Adriano "Arquivo Queimado" da Nóbrega. Tampouco perguntar sobre os parceiros de negócios de Fabio Luís Lula da Silva e ignorar as joias doadas ao Brasil por ditaduras árabes que foram surrupiadas por Jair ao final de seu governo.

Não basta parecer terceira via, o governador terá que agir como tal. Caso contrário, ele estará lá não para propor algo de novo, mas para mostrar que pode ser mais útil ao bolsonarismo do que o primogênito do patriarca.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery 

Leite critica opção do PSD por Caiado: 'Mantém polarização radicalizada'

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, manifestou discordância com a decisão do seu partido, o PSD, de escolher Ronaldo Caiado para disputar a Presidência da República.

Em vídeo publicado hoje, Leite afirmou que a escolha "desencanta" a ele. Para o governador, o nome do governador goiano "com toda franqueza, tende a manter esse ambiente de polarização radicalizada que tanto limita o nosso país". Apesar da discordância, Leite disse que não vai discutir a decisão.

"Eu acredito num outro caminho, num centro liberal, democrático de verdade, não como uma posição de conveniência, mas num compromisso com a conciliação, com o diálogo, a construção de soluções reais. Um centro que olha pro futuro".


"Existe no Brasil um desejo forte, mas ainda silencioso, por mais equilíbrio, mais sensatez mais respeito. O desejo por uma política que não precisa gritar pra ser ouvida, que não precisa dividir pra existir, que não trate quem pensa diferente como inimigo". 
Eduardo Leite, em vídeo publicado nas redes sociais.

Vida que segue...


Siga o blog pelo insta professor_aldery

PSDB cresce na janela de transferência partidária

O presidente nacional do PSDB, o deputado federal Aécio Neves, ficará de plantão na sede da legenda em Brasília para acompanhar a movimentação dos parlamentares na troca de partidos. A expectativa é de ganhar novas adesões e os tucanos adquirirem mais musculatura. O prazo termina no próximo dia 3, sexta-feira. Até o final da semana passada, o PSDB arregimentou nove novos deputados federais. A bancada subiu para 19 parlamentares — o maior crescimento numérico entre as legendas. Entre eles, o ex-ministro das Comunicações, o maranhense Juscelino Filho, e o cearense Danilo Forte, que regressou ao ninho tucano.

Vida que segue...



Siga o blog pelo insta professor_aldery

Brasil cada vez mais preso à polarização

A semana foi marcada por movimentos políticos, com vistas à eleição, que indicam como os atores estão se preparando para a hora da verdade com o eleitor. O episódio que mais chamou a atenção foi a desistência do governador Ratinho Jr., o mais bem pontuado do PSD nas pesquisas eleitorais, de concorrer à Presidência da República. No âmbito da legenda, restou aos governadores Ronaldo Caiado ou Eduardo Leite se apresentarem como candidatura alternativa à eterna polarização que, mais uma vez, desenha-se para as urnas em outubro.

Se há alguns meses falava-se que a direita brasileira despontava com projetos distintos do bolsonarismo, a corrida eleitoral caminha, cada vez mais, para um duelo entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Entre uma reedição do bolsonarismo e a continuidade de um quarto mandato petista, a pergunta que se faz é quando — e se — o país será capaz de trilhar um caminho diverso, com significativos avanços políticos e econômicos.

É verdade que o Brasil escapou de uma ruptura democrática em 2022, e o Supremo Tribunal Federal puniu de forma rigorosa aqueles que rejeitam a ordem constitucional. Mas a crise de credibilidade da Corte, o corporativismo do Congresso, a fadiga de material do lulopetismo e os entraves econômicos não trazem bons augúrios. O país precisa inovar na política em 2026, ou corre o risco de caminhar em círculos.

Vida que segue...



Siga o blog pelo insta professor_aldery


Popular Posts