Blog do Alderi
Fim de festa, candidato
Pessoas com mais de 60 anos já chefiam quase 1 em cada 3 lares
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Você Sabia?
Governo já abriu R$ 27 bi em créditos pra segurar gasolina e diesel em 2026
Geração 60+ chefia 32% dos lares, mas enfrenta sobrecarga e informalidade
A maior renda, porém, não significa que o grupo tenha ganhado mais nos últimos anos. Entre 2016 e 2025, o rendimento médio da população 60+ caiu 4% em termos reais, enquanto, no mesmo período, a renda média da população geral cresceu 13%. Ainda assim, com R$ 3.865 por mês, a Geração 60+ continua com a maior renda média entre as faixas etárias analisadas.
Na maioria dos lares onde vivem pessoas com 60 anos ou mais, a palavra final sobre as contas passa por elas: em 87% dessas casas, a Geração 60+ responde diretamente pela chefia ou pela gestão compartilhada do orçamento doméstico.
O levantamento da Nexus mostra o peso dessa faixa etária na organização financeira das famílias. “A Geração 60+ contribui diretamente para a manutenção da casa. A dimensão econômica desse grupo dentro dos lares vai além da condição de beneficiário de aposentadorias ou outros rendimentos”, observa o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski.
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Você Sabia?
O levantamento é do observatório climático europeu Copernicus.
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Rejeição eleitoral e indecisos na corrida presidencial de 2026
Rejeição eleitoral e indecisos na corrida presidencial de 2026
A mais recente pesquisa do instituto Quaest, divulgada nesta semana, traçou um panorama de forte equilíbrio para a eleição presidencial de 2026. Em uma simulação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem em situação de empate técnico, indicando que a disputa pelo Palácio do Planalto segue indefinida e altamente polarizada.
O levantamento revela que, às vésperas do pleito, o cenário político continua a refletir a divisão observada em 2022. O empate técnico significa que a diferença percentual entre os dois possíveis candidatos está dentro da margem de erro, tornando impossível apontar um líder. Essa estabilidade na divisão do eleitorado sugere uma base de apoio consolidada para ambos os lados.
Diante desse equilíbrio, um fator ganha protagonismo para definir o resultado: a taxa de rejeição. A pesquisa mostra que tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro enfrentam resistência de uma parcela significativa dos eleitores. Em um confronto direto, a vitória pode não ser daquele com mais votos convictos, mas daquele que for menos rejeitado pela maioria.
A rejeição funciona como um teto para o crescimento de uma candidatura. Um candidato com alta taxa de eleitores que afirmam que não votariam nele de jeito nenhum tem um desafio muito maior para conquistar os votos necessários, especialmente os que vêm do grupo de indecisos ou de apoiadores de outras candidaturas.
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Em 2026, foram mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais no trabalho
Sobrecarga, pressão constante, falta de apoio, conflitos, assédio e problemas na organização das atividades estão entre os fatores que podem contribuir para o adoecimento e, em situações mais graves, levar ao afastamento.
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Apenas metade dos adolescentes sabe interpretar texto no Brasil, indica Pisa 2025
Mulheres são maioria no eleitorado, mas minoria nas urnas
A diferença se torna ainda mais expressiva quando comparada à composição do eleitorado. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 83,8 milhões dos 158,7 milhões de brasileiros aptos a votar em outubro são mulheres. Elas representam 52,81% do eleitorado nacional, contra 74,8 milhões de homens.
A maioria feminina no eleitorado, no entanto, não se reproduz entre aqueles que pretendem ocupar os palácios estaduais. Em nove estados, nenhuma mulher aparece entre os candidatos reunidos pelo levantamento: Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rondônia e Roraima. Em um terço das unidades da Federação, portanto, a escolha pelo próximo governador ocorrerá exclusivamente entre homens.
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Lula participa de 7 de setembro com Fachin, Alcolumbre e Motta; evento tem soberania como tema
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e da mulher, Lu Alckmin, além de ministros do governo.
Além de Lula e Alckmin, também estavam presentes o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
O desfile deste ano teve um tom mais sóbrio, seguindo uma orientação para evitar qualquer tipo de irregularidade em meio ao período eleitoral. No entanto, levou temas que o presidente tem investido na campanha: soberania e defesa das mulheres.
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Comunidades ribeirinhas no PA temem explosões para abrir hidrovia no Pedral do Lourenção; cientistas apontam riscos
O trecho é conhecido como Pedral do Lourenção e fica entre a Vila Santa Terezinha do Tauiry, na cidade de Itupiranga, e a ilha do Bogéa, em Nova Ipixuna. A região é habitada por 23 comunidades ribeirinhas.
Orçada em quase R$ 1 bilhão, a obra do derrocamento do pedral integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e tem o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) como responsável. O empreendimento recebeu Licença de Instalação do Ibama em maio de 2025, com uso de explosivos previsto para a partir de 2027 na região distante mais de 400 km de Belém.
No entanto, cientistas do Museu Paraense Emílio Goeldi e o Ministério Público Federal (MPF) apontam lacunas técnicas nos estudos de impacto ambiental e alertam para riscos ecológicos e hidrológicos que vão de enchentes severas em centros urbanos ao soterramento de espécies de peixes comuns na região.
Na outra ponta, as 23 comunidades ribeirinhas que vivem às margens do pedral se mobilizam para proteger a área, afirmando que a destruição das rochas inviabilizará a pesca artesanal, que é a base da economia tradicional local.
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Alcolumbre sinaliza que Mendonça também será alvo em caso de abertura de impeachment contra Moraes
Essa proposta de impeachment cruzado teve efeito de baixar a temperatura no Senado ao longo dos últimos dias.
O argumento de Alcolumbre se tornou mais palpável a partir da decisão, na quinta-feira (3) à noite, de Alexandre de Moraes, de pedir ao presidente do STF, Edson Fachin, a investigação de Mendonça.
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Fim do 6×1 deve estimular varejo a contratar mais
A proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 avançou nas últimas semanas no Congresso Nacional e já entrou em uma nova fase de tramitação na Câmara dos Deputados. Em abril, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a admissibilidade da PEC que trata da redução da jornada de trabalho, permitindo que o texto siga para uma comissão especial, onde serão discutidos os impactos econômicos, regras de transição e o formato final da proposta.
Caso as mudanças avancem, o impacto sobre o varejo brasileiro tende a ser direto. O setor concentra grande parte dos trabalhadores que atuam nesse modelo de jornada e, para manter o mesmo nível de operação, as empresas terão que reorganizar turnos e aumentar o volume de contratações.
“O varejo já tem dificuldade de contratar no volume que precisa. Rotatividade alta, poucos candidatos interessados em cargos operacionais e prazos sempre curtos. Agora soma-se a isso uma mudança de jornada que vai exigir mais gente para manter a mesma operação de pé. A conta não fecha se o processo de contratação continuar funcionando do mesmo jeito”, afirma Augusto Frazão, CEO da plataforma InHire.
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