PDT lança Celso Sabino como candidato ao Senado pelo Pará

 

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) confirmou, na tarde desta quinta-feira (23), a candidatura de Celso Sabino ao Senado pelo Pará. A decisão foi oficializada durante convenção realizada na sede da Tuna Luso Brasileira no bairro do Souza. 

O candidato terá como primeiro suplente o ex-deputado Italo Macola e o vereador de Medicilândia Ney Teixeira como segundo suplente, ambos do PDT. 

No evento, o partido também oficializou apoio à candidatura da governadora Hana Ghassan (MDB) à reeleição e ao ex-governador Helder Barbalho na disputa para uma das vagas ao Senado.

Deputado federal e ex-ministro do Turismo, Sabino passou a integrar oficialmente o projeto da legenda, que busca ampliar representatividade no Pará e fortalecer presença no Congresso Nacional. 

Celso Sabino afirmou que vai lutar para que o Pará tenha efetivamente seus problemas resolvidos. 

“Temos rodovias federais que precisam ser duplicadas, que precisam ser mantidas, temos ferrovias que aguardamos por décadas, temos hidrovias que precisam sair do papel efetivamente, nós precisamos abrir polos universitários", afirmou.

Durante a convenção, o PDT também lançou 60 candidaturas para as eleições proporcionais, sendo 42 para deputado estadual e 18 para deputado federal.

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Isolado, Flávio apela a Michelle contra desgaste antes de convenção

Um pedido público de desculpas a Michelle Bolsonaro. Foi a saída encontrada pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para tentar minimizar a fragilidade da sua candidatura às vésperas da convenção que vai oficializar seu nome para enfrentar Lula (PT) na eleição de outubro.

A equipe da pré-campanha passou a semana tentando encontrar soluções para que ele não chegasse tão isolado à convenção nacional do partido, marcada para amanhã.

Flávio não tem vice na chapa, não conseguiu formar coligação partidária, viu seu nome ser mais uma vez ligado ao banco Master por meio de seu escritório de advocacia e, até ontem, estava oficialmente rompido com a madrasta Michelle.

No começo da semana, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse ao UOL que tentava acabar com a "encrenca" da briga de Flávio com Michelle e que trabalhava por um gesto para ele se entender com a madrasta.

"Se ela não entra na campanha do Flávio, isso vai atrapalhar muito a gente. Nós temos que fazer esse acordo. Estou tentando com o Flávio e com a Michelle fazer esse entendimento, deixar tudo isso para trás e tocar a vida para a frente", afirmou.

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"Os partidos querem mulheres candidatas. Elas querem ser eleitas"

Advogada Gabriela Rollemberg - (crédito: Arquivo pessoal)

Três décadas após a adoção das cotas de gênero nas eleições brasileiras, a participação feminina na política ainda enfrenta barreiras estruturais que limitam a presença das mulheres nos cargos eletivos. Para a advogada eleitoralista Gabriela Rollemberg, embora a política de ação afirmativa tenha ampliado o número de candidatas, ela se tornou insuficiente para garantir uma representação efetiva. Nesta entrevista ao Correio, Gabriela — que também é cientista política, fundadora da Quero Você Eleita e idealizadora do projeto Mulheres que pensam o Brasil — defende a reserva de cadeiras para mulheres nos parlamentos, critica a falta de punição aos dirigentes responsáveis por fraudes às cotas e afirma que a igualdade de oportunidades depende de mudanças na legislação, no financiamento eleitoral e na cultura interna dos partidos.

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Você Sabia?

A cada 2h, uma mulher sobrevive a uma tentativa de feminicídio, diz Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado hoje pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.



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Questionar urnas como fez Flávio Bolsonaro é admitir derrota

Faltando onze semanas para o primeiro turno, Flávio Bolsonaro já procura culpado por uma derrota que ainda nem aconteceu.

O palco foi um evento com diplomatas e correspondentes estrangeiros em Brasília. Diante da plateia, o senador associou a urna brasileira à Smartmatic, empresa citada na fraude eleitoral da Venezuela, e a documentos da CIA liberados pelo governo Trump. Pediu "transparência e observadores internacionais".

Disse que não questiona o sistema, mas questiona. Sem querer, querendo.

O TSE já havia respondido em nota no dia 8 de julho. A Smartmatic nunca forneceu urnas ao Brasil. A empresa perdeu a licitação de 2020 para a brasileira Positivo.

Ainda segundo o tribunal, o software e o projeto do equipamento são concebidos e geridos exclusivamente pela Justiça Eleitoral. A empresa venezuelana prestou apenas treinamento de suporte técnico. Nunca teve acesso ao código-fonte.

Não existe candidato que aposte na tese de fraude quando sobe nas pesquisas. A carta da urna é sempre a última do baralho. É a carta de quem já se vê fora do jogo.

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Alexandre Borges, colunista da UOL.


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Flávio aprende tanto com erros do pai que os comete de novo

Flávio Bolsonaro parece mais empenhado em desafiar Darwin do que Lula. Ao colocar em dúvida a confiabilidade das urnas eletrônicas, o herdeiro político do capitão forneceu material para um estudo sobre a regressão das espécies.

Quem sai aos seus não endireita. Reencenando um enredo que tornou o pai inelegível, Flávio mentiu sobre o sistema eleitoral para uma plateia de diplomatas e embaixadores estrangeiros. Disse que as urnas brasileiras têm "origem" numa empresa metida em fraudes eleitorais na Venezuela, a Smartmatic.

A mentira é antiga. Já mereceu desmentido da Justiça Eleitoral. Mas foi recauchutada em relatório da CIA. O documento foi divulgado na semana passada pela Casa Brranca, a pretexto de ressuscitar a alegação de Trump de que perdeu as eleições americanas de 2020 graças a supostas fraudes. Coisa jamais provada.

Desde 1996, quando foram instituídas as urnas eletrônicas, Bolsonaro e seus filhos disputaram 24 eleições. Venceram 22. Bolsonaro foi enxotado do Planalto em 2022. E Flávio naufragou no primeiro turno de uma disputa pela prefeitura do Rio, em 2016. O primogênito do clã se vendia como algo novo. Mas aprende tanto com os erros do pai que os comete de novo. O barulho que se ouve ao fundo inclui o ruído de Darwin se revirando no túmulo.


Josias de Souza, colunista a UOL.


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Lionel Messi derrotou um inimigo invencível: o tempo

Aos 39 anos, Lionel Messi desafia as leis naturais do futebol. E da vida. Enquanto a maioria dos jogadores vê seu rendimento cair drasticamente após os 32 ou 33 anos de idade, o argentino mantém um nível de excelência que poucos conseguem sustentar por tanto tempo.

Não se trata apenas de longevidade, mas de performance em alto nível na competição mais exigente entre seleções. Essa capacidade de resistir ao desgaste físico e à passagem dos anos transforma o argentino em um caso raro na história do esporte.

O segredo dessa longevidade está na constante reinvenção do seu jogo. Com o passar dos anos, Messi trocou explosão por inteligência, velocidade por posicionamento e força física por leitura de jogo.

Poucos atletas conseguem fazer essa transição com tamanha maestria e sem perder a essência do seu talento. Os números e a Copa do Mundo de 2026 comprovam que o tempo não conseguiu vencê-lo. Messi segue sendo o principal jogador do Inter Miami e um dos destaques da MLS, o que não é muito desafiador, convenhamos.

Por trás dessa resistência está também uma disciplina rigorosa fora de campo. Messi sempre foi conhecido pelo cuidado com o corpo, alimentação, recuperação e prevenção de lesões. Essa rotina profissional, somada à mentalidade forte e ao amor genuíno pelo jogo, permitiu que ele estendesse sua carreira de forma saudável.

Ao vencer o tempo, Lionel Messi não apenas prolongou sua carreira, mas redefiniu o que é possível para um atleta de elite. Mais do que um jogador que resistiu aos anos, Messi se tornou alguém que derrotou um adversário até então imbatível, o tempo.


Mauro Cezar, colunista da UOL  


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PDT oficializa apoio a Lula nas eleições

O PDT decidiu apoiar o presidente Lula na campanha presidencial deste ano. A decisão foi oficializada em convenção nacional do partido, ontem, em Brasília.

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, justificou a aliança com a luta dos partidos de esquerda e centro-esquerda contra a extrema direita. E, por isso, exaltou o apoio a Lula.

A convenção do PDT teve a participação de Lula, que discursou aos presentes.

Lula deverá tentar a reeleição, mas oficialmente, ainda é pré-candidato. A convenção nacional do PT ocorrerá apenas no dia 2 de agosto.

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Lula e Alcolumbre: como disputa eleitoral pode influenciar relação entre Poder Executivo e Senado

Às vésperas das eleições, a relação entre os presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), segue marcada pelo distanciamento institucional.

O mal-estar — que surgiu a partir da indicação do advogado-Geral da União, Jorge Messias, ao STF (Supremo Tribunal Federal) — intensificou-se após a rejeição do nome, em abril, e perdura entre os dois Poderes. A situação, portanto, tende a dificultar o andamento de pautas importantes para o governo federal em ano de eleições.

Enquanto os parlamentares estão em recesso e cada vez mais voltados ao pleito, algumas matérias acabaram travadas no Senado. Fundamentais para o governo federal, elas enfrentam resistência por falta de consenso para entrar na Ordem do Dia do Senado.

Entre as que aguardam um despacho de Alcolumbre para serem votadas estão:A PEC (proposta de emenda à Constituição) da Segurança Pública;


O cientista político também acredita que, apesar de Lula e Alcolumbre estarem politicamente afastados, ambos não devem demorar a buscar o diálogo. “É pouco provável que eles fiquem completamente distantes, até mesmo por questões institucionais, porque precisam um do outro. O Planalto quer aprovar matérias, e o Senado terá de negociar o Orçamento [de 2027]”, finaliza.

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Eleitorado brasileiro cresce 1,4% na comparação com 2022 e chega a 158,7 milhões, diz TSE





















Ao todo, 158,7 milhões de brasileiros estão aptos a votar nas Eleições de 2026, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira (20). 

O número representa um crescimento de 1,46% em relação às últimas eleições gerais, quando o país tinha 156,4 milhões eleitores. São 2,29 milhões de eleitores a mais no comparativo. 

O primeiro turno das eleições deste ano será em 4 de outubro, daqui a 76 dias. Serão escolhidos o presidente da República, os 27 governadores, 54 senadores e deputados federais, estaduais e distritais. O segundo turno está marcado para 25 de outubro. 

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Camisa 10 da Argentina deve ter disputado a sua última partida de Copa do Mundo

Lionel Messi tentou, mas não conseguiu segurar a emoção. O craque argentino chorou logo após receber a medalha de vice-campeão mundial. A Argentina acabou derrotada pela Espanha por 1 a 0 na decisão deste domingo, 19, no Metlife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Com a medalha no peito, Messi foi para frente da torcida da Argentina e ficou admirando enquanto os compatriotas cantavam mesmo sem o título do tetracampeonato mundial.

Mesmo sem conquistar o título, o camisa 10 foi o grande nome da campanha argentina. Foi justamente na final que o craque teve sua partida mais apagada nesta edição da competição. Além de ter sido o único duelo em que não contabilizou gol ou assistência, ele pouco apareceu.

A atuação abaixo, porém, não será o suficiente para o torcedor argentino esquecer do Mundial feito pelo camisa 10. Foram oito gols e quatro assistências ao longo da competição.

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A Espanha é bi: uma final massacrante com a cara da campeã e da vice

A Espanha amassou a Argentina, em Nova York. Dominou a bola e todas as ações no campo. Não deixou os adversários chutarem no gol. Literalmente. Anulou Messi. Completamente.

Nos minutos finais, viu Enzo Fernández ser merecidamente expulso. Nem a arbitragem amigável da Fifa pôde evitar o vermelho. Nem Trump, presente no estádio, pôde intervir. Na sequência, Paredes ficou no lucro ao não levar, ele também, um segundo amarelo. Lamine Yamal teve a chance de matar o jogo no último minuto, mas Dibu Martínez defendeu a falta batida pelo jovem talento.

A Espanha voltou. A primeira bicampeã do século. Não foi com o brilho individual de Yamal, mas foi sob a luz de um coletivo brilhante e insistente.

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Inadimplência: cartão, empréstimo e crediário são os maiores vilões

O avanço do endividamento bancário e do consumo consolidou o cartão de crédito, os empréstimos financeiros e o crediário como os principais fatores de restrição ao crédito no Brasil. De acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offerwise Pesquisas, o país passa por um colapso bancário, com crescimento explosivo da negativação em linhas de crédito rotativo e parcelado.

O cartão de crédito lidera o ranking dos negativados com 42% das pendências, um aumento alarmante de 18 pontos percentuais frente a 2025. Já os empréstimos em bancos/financeiras (26%, alta de 10 p.p.) e crediários (23%, alta de 11 p.p.) também sofreram elevações, seguidos pelo cheque especial (16%).

O levantamento também mapeou quais são os compromissos financeiros em atraso, mas que não levaram ainda o consumidor à inadimplência: apesar de ser uma prioridade, a telefonia lidera o ranking de contas em atraso (13%), registrando um salto de 6 p.p. em um ano. Empréstimos bancários (12%), cartões, água/luz e IPTU (11% cada) completam o topo das pendências, seguidos por crediários e IPVA (10%).

No ranking das contas prioritárias, o consumidor estabelece uma hierarquia clara de sobrevivência digital e doméstica. As contas pagas com maior rigor são internet (68%), água e luz (63%) e telefone (56%), TV por assinatura (46%) e cartão de crédito (41%).

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Sobe na guerra, não desce na trégua: por que os preços da gasolina e diesel demoram a cair nos postos

 

A imprevisibilidade do conflito entre os Estados Unidos e o Irã tem, mais uma vez, se refletido nos preços do petróleo. 

Com mais uma onda de ataques entre os dois países e a retomada do bloqueio naval ao Irã por parte dos EUA no Estreito de Ormuz— rota por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo —, a commodity voltou a subir em julho: na véspera, o barril do Brent, referência internacional, fechou cotado a US$ 84,23, uma alta de 15,5% no mês até agora.

Mesmo com o avanço nos preços, o petróleo ainda se encontra bem abaixo do pico registrado em abril, quando o Brent atingiu a marca de US$ 118,03. Isso porque, apesar da alta recente, a commodity passou por um período de queda relevante das cotações, chegando a ficar próxima de US$ 70.

No Brasil, porém, essa desaceleração não chegou aos preços dos combustíveis nos postos. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que diesel e gasolina ainda acumulam altas de cerca de 10% e 5%, respectivamente, desde o início da guerra, em fevereiro.

Segundo especialistas consultados, a demora é resultado de uma combinação de fatores, como as incertezas sobre os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e o subsídio anunciado pelo governo, que ajudou a conter o encarecimento dos combustíveis — e deve limitar, também, a queda dos preços por aqui.

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Flamengo prepara oferta de mais de R$ 150 milhões por Almada…

 

O Flamengo está disposto a investir pesado para contratar Thiago Almada, meio-campista da seleção argentina e ex-Botafogo. Segundo apurou o UOL, o Rubro-Negro procurou o Atlético de Madrid e pretende apresentar uma proposta de 30 milhões de euros (R$ 176,6 milhões) pelos direitos econômicos do jogador, caso ele aceite retornar ao futebol sul-americano.

Neste momento, Almada está concentrado na disputa da Copa do Mundo com a Argentina e sua prioridade é permanecer no futebol europeu. No entanto, seu futuro dependerá das propostas que chegarem ao Atlético de Madrid e da decisão do próprio jogador.

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EUA confirmam aplicação de novo tarifaço a produtos do Brasil

O governo dos EUA, por meio do USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), confirmou na última quarta-feira (15) que aplicará tarifas de 25% a produtos brasileiros. Os detalhes e uma lista oficializando os produtos que serão afetados serão publicados no Federal Register, uma espécie de Diário Oficial, nas próximas horas. 

A expectativa dentro do Executivo brasileiro já era de que a taxação seria imposta pelo governo Trump, sendo que portais de notícias trouxeram mais cedo que o chefe do USTR, Jamieson Greer, teria dito horas antes a interlocutores que essa era a recomendação para o governo americano. 

O Brasil vira assim o primeiro alvo em uma nova rodada de tarifas a serem adotadas pelo governo norte-americano contra vários países, depois que a Suprema Corte dos EUA derrubou a política tarifária original do presidente Donald Trump, em fevereiro deste ano.

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