O que acontece com o cérebro nas últimas horas do domingo

Sabe aquela sensação que muita gente diz que bate nas horas finais do domingo? O dia ainda nem acabou, mas a cabeça já começa a lembrar da segunda-feira, dos compromissos, mensagens, reuniões, provas e da rotina inteira voltando de uma vez. Para muita gente, esse sentimento é mais comum do que parece. O domingo à noite, muitas vezes, vem acompanhado de uma sensação estranha de que o descanso terminou cedo demais.

Nas redes sociais, esse sentimento já virou meme há tempos. Frases como “certeza que a depressão foi descoberta em um domingo à noite” ou "domingo com 'd' de depressão" circulam entre os virais junto de montagens e piadas que retratam uma espécie de “angústia coletiva”. 

Essa emoção ganhou até nome, “Sunday Scaries”, algo traduzido como “os sustos de domingo”, usado para definir a ansiedade e o desconforto emocional que aparecem nas últimas horas do fim de semana diante da antecipação dos novos dias úteis.

Apesar de ter se popularizado recentemente na internet, especialistas explicam que o fenômeno existe há muito tempo. O que mudou foi a quantidade de pessoas falando sobre ele ao mesmo tempo.

"O fim de semana costuma funcionar como uma pausa das obrigações e cobranças do cotidiano. Quando o domingo começa a terminar, o cérebro passa a antecipar os problemas da semana antes mesmo que eles aconteçam", explica Marília Vav, mestre em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília.

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Estudante larga estágio, vende geladinhos e fatura R$ 100 mil mensais

No primeiro ano da faculdade, Laura Melo começou a vender geladinhos para ter dinheiro para sair nos fins de semana. Distribuiu panfletos no condomínio onde mora em Montes Claros (MG), e os pedidos começaram a chegar. Hoje, a Master Geladinhos tem loja física e fatura cerca de R$ 100 mil por mês.

Master Geladinhos foi criada oficialmente em junho de 2022, em Montes Claros. No início, as vendas aconteciam via WhatsApp. Hoje, além da loja física, a empresa tem delivery próprio (maior fatia do faturamento: 55%).

São 12 sabores fixos no cardápio, além de alguns sazonais. Os mais vendidos são Ninho com Nutella, pudim de leite e trufado de brownie. Os preços da unidade (130 g) variam de R$ 9 a R$ 12. Segundo Melo, o ticket médio no delivery é de R$ 60, e o da loja, R$ 30. Toda a produção é feita na própria loja. São produzidos cerca de 3.000 geladinhos por semana.

"Meu produto não é um geladinho comum. É um produto artesanal, feito no fogo, com ingredientes nobres e sem aditivos artificiais. Nossas geleias, por exemplo, são todas feitas artesanalmente. É isso que garante mais sabor e cremosidade aos geladinhos". Laura Melo, fundadora da Master Geladinhos.


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O vento virou a favor de Lula e contra Flávio

Nada como uma semana após a outra.

Na anterior, Lula havia sofrido duas derrotas acachapantes no Congresso (Jorge Messias e dosimetria), e analistas mais afoitos logo decretaram que o governo acabou e a reeleição virou pó.

Nesta última semana, o vento virou de novo, e quem ficou em apuros foi Flávio, filho de Jair Bolsonaro, agora enredado até o talo no escândalo master de Daniel Vorcaro, o banqueiro mafioso.

Foi o que bastou para que editoriais e os mesmos analistas isentos logo reivindicassem uma terceira via para salvar a chamada "direita democrática" fora do bolsonarismo, que as pesquisas insistem em catalogar entre os nanicos.

A quatro meses e meio da eleição, no entanto, vai ser meio difícil inventar um novo candidato da direita "contra a polarização".

Como Flávio se tornou indefensável, ao se enrolar cada vez mais para explicar suas relações fraternais com Vorcaro, resta-lhes atacar Lula e criar uma falsa simetria entre os dois candidatos.

O jogo pesado está só começando. Vamos aguardar as próximas semanas e as novas pesquisas para avaliar os estragos na sua candidatura e as novas bandeiras que vai desfraldar, além da anistia para livrar o pai da cadeia. A previsão do tempo político, como diria Galvão Bueno, não é favorável para o candidato da oposição neste momento.

Mas, de uma semana para outra, o vento pode virar, como já nos cansamos de ver nesta campanha.

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Custo de vida alto enfraquece discurso de inflação sob controle

“Está tudo muito caro; os preços estão pela hora da morte; só o governo vê queda da inflação.” Frases como essas se repetem em filas de supermercados, feiras, padarias e farmácias. Elas traduzem a frustração de quem, ao pagar as compras, percebe que a renda já não compra a mesma quantidade de bens e serviços de antes - a distância, no cotidiano, entre o que mostram os indicadores de inflação e o custo efetivo de manter o padrão de consumo.

Do ponto de vista técnico, inflação é o aumento generalizado e contínuo dos preços. No Brasil, é medida oficialmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Custo de vida, por sua vez, é quanto uma família precisa gastar para sustentar seu padrão de consumo em determinado local. O problema é que, mesmo com a redução do desemprego e a alta da renda e da massa de rendimentos nos últimos anos, o ganho tem sido insuficiente para recompor o poder de compra.

Como economia e política se misturam, emerge o paradoxo do governo atual: embora entregue números macroeconômicos positivos - PIB em crescimento (ainda que com juros elevados), queda do desemprego, valorização do salário mínimo e renda em expansão -, enfrenta baixa aprovação, porque a percepção das famílias é de aperto no orçamento.

Em abril, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada em parceria entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o valor da cesta variou de R$ 619,32 em Aracaju (SE) - o menor - a R$ 906 14 em São Paulo - o maior. De março para abril, a cesta subiu 3 49% em Aracaju e 2,51% em São Paulo.

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Divisa entre Pará e Mato Grosso

Uma audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF) marcada para a próxima quinta-feira, 21 de maio, vai tentar buscar uma solução consensual em Brasília para a disputa sobre os limites territoriais entre o Pará e o Mato Grosso. A área em debate é equivalente ao tamanho do estado de Sergipe

A sessão foi convocada pelo ministro relator Flávio Dino em 14 de abril, no âmbito de uma ação do Estado do Mato Grosso que pede a anulação de um acórdão favorável ao Pará, há 6 anos. 

A controvérsia ressurge após decisão unânime da Suprema Corte em 2020, que manteve a demarcação de divisa estabelecida oficialmente em 1922. 

O Estado do Mato Grosso voltou a questionar esse entendimento em uma nova ação movida em maio de 2023, na qual reivindica o reconhecimento de parte do território, incluindo o marco geográfico conhecido como Cachoeira das Sete Quedas (anteriormente chamado Salto das Sete Quedas). 

A área em disputa soma cerca de 22 mil km² e integra territórios de seis municípios paraenses: Jacareacanga, Novo Progresso, Altamira, São Félix do Xingu, Cumaru do Norte e Santana do Araguaia.

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Você Sabia?

A cada 49 segundos Justiça recebe novo processo de violência doméstica.

Estudo baseado em dados de 68 tribunais revela avanço das denúncias, aumento das medidas protetivas e alto índice de arquivamentos judiciais



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OAB-PA suspende advogadas por uso de 'prompt injection' no PA; presidente cita 'risco à imagem da Ordem'

A Seccional do Pará da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PA) suspendeu por 30 dias as advogadas Cristina Medeiros e Luanna Sousa após o caso de inserção de texto oculto para manipular sistemas de inteligência artificial em um processo trabalhista em Parauapebas, no sudeste do Pará. Elas negam que tentaram manipular decisão judicial e poderão recorrer da decisão. 

A decisão, assinada na quinta-feira (14) pelo presidente Sávio Barreto, aponta "risco à imagem institucional da OAB" e determina envio dos autos ao Tribunal de Ética e Disciplina.

Sávio Barreto fundamentou a suspensão cautelar na "verossimilhança das alegações" e no risco de dano à reputação da Ordem.

Em nota, a advogada Cristina Medeiros disse que ainda não foi intimada da decisão e “quando for oportunizado o contraditório, seguindo o devido processo legal, poderá se manifestar sobre as alegações”.

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Irã permite passagem de mais de 30 navios pelo Estreito de Hormuz, diz mídia estatal

A Guarda Revolucionária iraniana está permitindo a passagem de mais navios pelo Estreito de Hormuz, cujo tráfego foi praticamente bloqueado pelo Irã desde o início da guerra no Oriente Médio, no fim de fevereiro, afirmou nesta sexta-feira (15) a televisão estatal.

Por essa via marítima estratégica transitava, antes do conflito, cerca de um quinto dos hidrocarbonetos consumidos no mundo.

Na quinta-feira, a emissora havia indicado que autorizou a passagem de mais de 30 embarcações pelo estreito nas 24 horas anteriores, e a agência estatal Tasnim informou que "vários barcos chineses" conseguiram cruzá-lo.

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Lula diz que "assumiu responsabilidade" de segurar alta da gasolina

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu, nesta quinta-feira (14/5), durante entrega de unidades do Minha Casa, Minha Vida em Camaçari (BA), que o governo irá barrar o aumento dos combustíveis, mesmo com a alta no mercado externo, e disse que “assumiu a responsabilidade” de não repassá-lo ao consumidor. A fala ocorreu a menos de cinco meses para as eleições.

“A gente vai continuar trabalhando. Estão vendo a guerra do Irã? A guerra que o (presidente dos Estados Unidos Donald) Trump inventou. Essa guerra está aumentando a gasolina e o óleo diesel no mundo inteiro. Aqui, no Brasil, nós não vamos deixar aumentar, porque (o governo) assumiu a responsabilidade”, comentou ele.

O conflito entre os Estados Unidos e o Irã, mais especificamente o bloqueio do estreito de Ormuz, fez o barril de petróleo disparar acima de US$ 100. A Petrobras vinha sinalizando um aumento do preço da gasolina nas bombas e, na quarta (13), o Ministério de Minas e Energia anunciou a edição de uma medida provisória (MP) com subvenção de até R$ 0,89 por litro.

A MP busca tentar evitar que o aumento do preço da gasolina possa ser um empecilho à campanha de reeleição de Lula.  O mecanismo é previsto para ter a duração de dois meses, quando então será reavaliado. As compensações aos produtores e importadores será operacionalizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Declarado morto por bolsonaristas, Lula melhora a aprovação

Eleição não se ganha de véspera, mas houve quem gozasse precocemente a morte do governo Lula, quando o seu indicado, Jorge Messias, foi gongado pelo Senado Federal na tentativa de ser alçado ao STF. O quadro vendido era como se o Godzilla tivesse destruído o Palácio do Planalto como se Thanos erradicasse metade do PT, como se Freeza espancasse o presidente. Mas poucos se lembraram da máxima da grande filósofa Laerte: calma, gente. E, agora, a pesquisa Genial/Quaest aponta que o saldo negativo entre aprovação e desaprovação saiu de nove para três pontos em um mês.

Ou seja, o governo morreu, mas está melhor.

Apesar de Lula e Flávio Bolsonaro permanecerem tecnicamente empatados, Lula voltou a ultrapassá-lo numericamente. No último mês, aumentaram as notícias positivas e despencaram as negativas com relação ao governo. Além disso, 72% acham que o Desenrola 2 ajuda de alguma forma os endividados, e partiu de 17% para 21% o total que sentiu mais dinheiro no bolso com a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5.000 cascalhos por mês.

Não há mágica nisso. Lula está cavalgando a máquina, tal como fez seu antecessor na busca por reeleição. O governo tenta recompor a perda eleitoral entre as classes C, D e E com um conjunto de sinalizações que miram diretamente esses grupos.

Ontem, ele editou uma Medida Provisória eliminando a "taxa das blusinhas", aqueles 20% sobre compras do exterior de até 50 doletas. Medidas para garantir crédito a motoristas de plataformas, categoria que não morre de amores por Lula, também entram no cálculo. Essas duas podem ser sentidas a partir da próxima pesquisa. E a pauta do fim da escala 6x1, ainda em debate, mas que será aprovada, toca numa ferida aberta de quem trabalha no varejo, nos serviços, na agricultura — exatamente o público que Lula precisa reconquistar.

O recado das pesquisas, portanto, é duplo: o governo não morreu, mas também não foi aos céus. Está, por ora, sendo avaliado pelos eleitores, vivo o suficiente para incomodar a oposição, mas em uma posição que não permite comemorar. Com cinco meses pela frente e medidas de impacto direto no bolso ainda por serem sentidas, decretar qualquer vencedor agora é repetir o mesmo erro daqueles que cantaram vitória cedo demais no velório.


Sakamoto


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Governo anuncia subsídio de até R$ 0,89 para gasolina e R$ 0,35 para diesel

O governo federal anunciou hoje a edição de uma medida provisória (MP) concedendo subvenção (subsídios) aos produtores e importadores de gasolina e diesel. A intenção é minimizar os impactos da guerra no Oriente Médio sobre o preço dos combustíveis nos postos do Brasil.

Conceder uma subvenção de R$ 0,8925 por litro de gasolina significa que o governo vai pagar esse valor diretamente para as refinarias (produtores) e importadores do combustível. Na prática, a medida funciona como um subsídio financeiro.

"O nosso cenário inicial é uma subvenção parcial para gasolina de R$ 0,40, R$ 0,45 por litro", afirmou Bruno Moretti, ministro do Planejamento e Orçamento.

O combustível está desonerado de PIS e Cofins até 31 de maio. A partir de então, haverá a subvenção. "Preferimos pagar uma subvenção para que ele não repasse a preço o que eles pagarem de tributo", continuou Moretti.

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1 em cada 5 brasileiros diz já ter recebido oferta para compra de voto, diz pesquisa

Um em cada cinco brasileiros (22%) afirma já ter recebido oferta para vender o voto em alguma eleição, segundo pesquisa Ipsos-Ipec realizada em conjunto com o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e divulgada nesta última segunda-feira (11). 

O levantamento faz parte da campanha “Voto não tem preço, tem consequências” e mostrou que a maioria dos entrevistados, ou seja, 62% da população, não se sente segura para denunciar o crime eleitoral, tampouco sabe como fazê-lo.

A pesquisa mostra que três quartos da população consideram a oferta de dinheiro uma forma de compra de voto. Segundo a socióloga Adelia Franceschini, consultora do levantamento, porém, essa não é a única maneira de abordar os eleitores. 

“Há muitas outras formas de compra de voto que não chegam nem a 30%, como oferecer consultas médicas, facilitar o acesso a benefícios sociais, oferecer churrasco ou festa, entre outras”, explica. 

“Temos dois problemas: um é a compra de votos em si, porque 22% já é muita gente. O outro é que cerca de 70% não entendem muitas moedas de troca como compra de voto, mas sim como um ‘favorzinho'”, afirma a socióloga.

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Pix já ultrapassa 5 bilhões de transações

Com o Pix superando a marca de 5 bilhões de transações mensais, o sistema consolidou-se como o motor da economia digital brasileira. No entanto, esse volume sem precedentes trouxe um desafio crítico: a infraestrutura que sustenta os fluxos financeiros não acompanhou a velocidade da adoção, expondo falhas críticas que antes passavam despercebidas. 

Por operar de forma instantânea e ininterrupta, o Pix impõe exigências rigorosas de disponibilidade e processamento em tempo real. Em ambientes de alta escala, como nos setores de telecomunicações e utilities, qualquer inconsistência na liquidação ou instabilidade sistêmica gera distorções financeiras imediatas e perdas recorrentes.

O cenário atual exige que as empresas migrem de processos manuais para uma gestão de fluxos baseada em automação e rastreabilidade ponta a ponta.

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Você Sabia?

Apenas 1 em cada 3 trabalhadores ainda está na jornada 6×1.

Maioria dos trabalhadores já está na escala 5x2; CNI admite que parte da indústria opera em jornada de 42 horas semanais.




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Parauapebas comemora 38 anos

Parauapebas comemora seu aniversário neste domingo, 10 de maio, celebrando sua emancipação político-administrativa. 

Uma cidade construída com trabalho, coragem e esperança, que inspira todos os dias quem faz parte dessa trajetória.

A programação de 38 anos começou ontem, 9 de maio, com ações sociais no Lago Nova Carajás (serviços de saúde, assistência, beleza) e shows, incluindo "Forró Boys" e Manu Bahtidão.

E para comemorar neste domingo, 10, os 38 anos de emancipação politico-administrativo da CAPITAL do DINHEIRO as atrações serão o Filho do Piseiro e Léo Magalhães.

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Alcolumbre emplaca diretor na Codevasf em meio a trégua com governo

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ganhou nesta semana a indicação em uma das principais diretorias da Codevasf, estatal ligada ao Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional.

O servidor Márcio Adalberto Andrade, que já foi superintendente da estatal no Amapá, assumiu o cargo de diretor da Área de Desenvolvimento e Infraestrutura.

A Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) ganhou o apelido de "estatal do centrão" por ser um dos redutos favoritos para envio de emendas parlamentares desde o governo Bolsonaro.

Após Alcolumbre articular a derrota da indicação pelo presidente Lula de Jorge Messias a ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), o governo tem feito gestos para tentar se reaproximar do senador.

Em meio a uma busca e apreensão contra o senador Ciro Nogueira (PP-PI) nesta semana, por exemplo, Lula pediu que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ligasse para Alcolumbre para informá-lo oficialmente.

A intenção era deixar claro, com a formalidade, que a ação não era direcionada a retaliar Alcolumbre e que a PF havia trabalhado com independência.

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