EUA listam PCC e CV como terroristas a partir desta sexta-feira: o que muda para o Brasil?

A partir desta sexta-feira (5), os Estados Unidos passam a incluir formalmente as duas maiores facções criminosas do Brasil, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho), em sua lista de Organizações Terroristas Estrangeiras.

Com o novo status jurídico, o crime organizado brasileiro passa a receber o mesmo tratamento legal que a Casa Branca confere a grupos transnacionais como a Al-Qaeda e o Hamas.

A medida representa uma virada de chave na estratégia de Washington: o problema, antes tratado sob a ótica do combate ao narcotráfico tradicional, agora ganha contornos de ameaça à segurança nacional global. A decisão, no entanto, não foi bem recebida em Brasília.

O governo brasileiro reagiu com forte desconforto político e disse que a classificação abre precedentes perigosos, podendo configurar uma potencial ameaça à soberania nacional e à autonomia jurídica do país.

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Kotscho: Insistência com Messias é erro político tremendo de Lula

A insistência do presidente Lula em indicar Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal) é um "tremendo erro político", avaliou o colunista Ricardo Kotscho no UOL News - 2ª edição, do Canal UOL.

Na análise do jornalista, a escolha tende a enfrentar resistência no Senado e ainda abre um flanco em ano eleitoral, em um momento em que Lula também é cobrado por não ter indicado mulheres para a Corte.

"Ele anunciou que indicará de novo o nome do Jorge Messias ao Supremo. É um tremendo erro político do Lula. Está na cara que esse Senado, com o Davi Alcolumbre, nunca aprovará o nome do Jorge Messias. Então, por que não pode indicar outra pessoa?

Ricardo Kotscho, colunista do UOL

Na análise do jornalista, a escolha tende a enfrentar resistência no Senado e ainda abre um flanco em ano eleitoral, em um momento em que Lula também é cobrado por não ter indicado mulheres para a Corte.

"Ele anunciou que indicará de novo o nome do Jorge Messias ao Supremo. É um tremendo erro político do Lula. Está na cara que esse Senado, com o Davi Alcolumbre, nunca aprovará o nome do Jorge Messias. Então, por que não pode indicar outra pessoa?

Ricardo Kotscho, colunista do UOL

Kotscho afirmou que Lula perdeu a chance de diversificar o STF com a indicação de uma mulher, de preferência negra, e disse que a repetição do nome de Messias tende a ampliar críticas sobre representatividade na Corte.

O presidente está sendo muito criticado por não ter indicado até agora nenhuma mulher. O Lula teve a grande chance, com a rejeição do Jorge Messias, de corrigir esse erro e nomear não só uma mulher, mas uma mulher negra. Mas ele insiste em nomear o Jorge Messias.

Ricardo Kotscho

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Distribuição de R$ 4,9 bi do Fundo Eleitoral: PL, PT e União ficam com 40% do total

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na noite desta quarta-feira, 3, os valores do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para as eleições de 2026. Ao todo, R$ 4,9 bilhões serão distribuídos entre 30 partidos, com PL (Partido Liberal), PT (Partido dos Trabalhadores) e União Brasil concentrando cerca de 40% do montante. 

O PL é a legenda com maior fatia do Fundo Eleitoral, com R$ 881,6 milhões reservados para 2026. O Partido dos Trabalhadores (PT) aparece em segundo lugar, com R$ 615,3 milhões, seguido pelo União Brasil, com R$ 526,2 milhões. 

O FEFC é constituído por dotações orçamentárias da União em ano eleitoral e tem o objetivo de custear as campanhas de candidatas e candidatos. 

A distribuição dos recursos segue os critérios estabelecidos na Lei das Eleições: 2% são divididos igualmente entre todos os partidos com estatuto registrado no TSE; 35% são distribuídos proporcionalmente aos votos obtidos na última eleição para a Câmara dos Deputados; 48% são repartidos conforme o número de representantes eleitos para a Câmara; e os 15% restantes são divididos de acordo com a representação de cada legenda no Senado Federal. 

Os valores podem ser utilizados para despesas relacionadas à campanha, como a impressão de materiais, impulsionamento de conteúdo na internet, contratação de pessoal, aluguel de espaços para eventos, transporte e serviços de comunicação.

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Vereador atira na ex-esposa durante assinatura de divórcio e é encontrado morto em Ourilândia do Norte, diz PM

 

O vereador de Ourilândia do Norte e ex-prefeito do município, Romildo Veloso e Silva (PP), atirou contra a ex-esposa durante uma reunião para assinatura de documentos de divórcio e partilha de bens e foi encontrado morto em seguida, segundo a Polícia Militar. O caso ocorreu na tarde desta quarta-feira (3), em um escritório de advocacia no município do sudeste do Pará. 

De acordo com a PM, o casal estava no escritório para formalizar o divórcio e a partilha de bens. Funcionários relataram aos policiais que Romildo pediu ao advogado para conversar a sós com a ex-esposa, Ilcicléia Alves Veloso. O advogado deixou a sala e, pouco depois, ouviu disparos de arma de fogo.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram Ilcicléia Alves Veloso sentada em uma cadeira, com um ferimento causado por disparo de arma de fogo na região posterior da cabeça e ainda com sinais vitais. Já Romildo Veloso foi encontrado morto no banheiro do imóvel, com um ferimento na cabeça. Um revólver foi localizado ao lado do corpo.

A mulher recebeu os primeiros socorros da equipe policial e foi levada ao Hospital Municipal de Ourilândia do Norte. Por volta das 17h, ela foi transferida para o Hospital Regional e, segundo a PM, permanece em estado gravíssimo.




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Você Sabia?

O Brasil deve registrar 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028, segundo estimativas do Inca (Instituto Nacional do Câncer). Ainda assim, 27% dos adultos brasileiros não sabem que a doença pode ser prevenida.

O dado faz parte do relatório Mais Dados Mais Saúde - Percepções da população brasileira sobre fatores de risco para o câncer, realizado por Umane e Vital Strategies, com apoio do Instituto Devive e parceria técnica do Inca.




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Trump faz Pix eleitoral e entrega bandeira da liberdade de pagamento a Lula

Seria mais um contencioso sobre "tarifas alfandegárias" e "livre concorrência", expressões que não cabem em letras do sertanejo universitário nem viralizam na boca de influencers antissociais. Mas o governo Trump entregou a bandeira que o governo Lula precisava para popularizar a disputa com os EUA.

Pix.

Todo brasileiro conhece, sabe pra que serve e, mais importante, como é importante na sua vida. Não requer propaganda, explicação, nada. É conquista, usufruída várias vezes ao dia.

"Trump quer tirar o Pix de você. E a família Bolsonaro, que mora nos EUA e prefere contar sua história num filme falado em inglês, está ajudando o Tio Sukita a fazer isso."

Os adjetivos e a forma podem variar, mas o conteúdo é claro. Eleger um Bolsonaro é entregar a liberdade do Pix ao inimigo.

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Brasil entre as 10 maiores economias do mundo

Sede do FMI em Washington (foto de Liu Jie, Xinhua)

O Brasil volta a ocupar a posição de 10ª (G10) maior economia do mundo em 2026, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) compiladas pela consultoria Austin Ratings a partir de dados de 45 países. A estimativa foi reforçada após o crescimento de 1,1%, desempenho acima do esperado pelo mercado, que era de 1%.

O levantamento mostra que o Brasil deve ultrapassar o Canadá no ranking global das maiores economias medido em dólares correntes. Em 2024 e 2025, o país havia caído para a 11ª posição, após ser superado pela Rússia e pelo Canadá.

Sexto maior avanço

Entre os 45 países analisados pela Austin Ratings, o Brasil registrou o sexto maior crescimento econômico no primeiro trimestre de 2026 na comparação com os três meses anteriores. O desempenho brasileiro ficou atrás apenas de Hong Kong, Taiwan, Dinamarca, Coreia do Sul e China. O avanço também superou o de economias como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Itália.

Pelas projeções do FMI compiladas pela Austin Ratings, as dez maiores economias do mundo em 2026 devem ser: 1) Estados Unidos – US$ 32,399 trilhões; 2) China – US$ 20,863 trilhões; 3) Alemanha – US$ 5,455 trilhões; 4) Japão p US$ 4,381 trilhões; 5) Reino Unido 0 US$ 4,267; trilhões; 6) Índia – US$ 4,158 trilhões; 7) França – US$ 3,597 trilhões; 8) Itália – US$ 2,739 trilhões; 9) Rússia – US$ 2,655 trilhões; e 10) Brasil – US$ 2,637 trilhões.

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Dois Brasileirões em um: Fla e Palmeiras de um lado, o resto do outro

O Campeonato Brasileiro chega à pausa para a Copa do Mundo com uma tabela que, à primeira vista, parece equilibrada.

E realmente está!

Mas só do terceiro lugar para baixo.

Basta olhar a classificação abaixo para perceber que, neste momento, a sensação é de que praticamente qualquer equipe entre Fluminense, Athletico-PR, Bragantino, Bahia, Coritiba, São Paulo, Atlético-MG, Corinthians, Cruzeiro, Botafogo, Vitória, Internacional, Santos, Grêmio e até Vasco pode terminar o ano tanto na Libertadores quanto na Série B.

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É tudo muito apertado.

Uma sequência de três vitórias pode colocar um time no G-4.

Três derrotas podem jogá-lo na zona de rebaixamento.

E talvez o caso mais curioso seja justamente o Fluminense.

Apesar de ocupar a terceira colocação, parece muito mais fácil imaginar o Tricolor sendo engolido pelo pelotão de trás do que ameaçando Flamengo e Palmeiras na luta pelo topo.

Porque, sejamos sinceros, hoje o Brasileirão parece dividido em dois campeonatos.

Um é disputado por Flamengo e Palmeiras.

O outro é disputado pelos demais.

E essa impressão ficou ainda mais evidente nas transmissões da rodada.

Enquanto os repórteres que cobrem a maioria dos clubes falavam sobre a necessidade de vender dois ou três jogadores para equilibrar as contas, em Flamengo e Palmeiras o assunto era outro.

Contratações, reforços e jogadores já acertados chegando.

Planejamento para ficar ainda mais forte.

Ou seja, não é apenas uma diferença técnica.

É uma diferença estrutural.

Uma distância financeira que cresce temporada após temporada e que começa a transformar o futebol brasileiro em algo perigosamente previsível.

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Dois discursos para dois públicos

O governo brasileiro trata de separar as estações políticas interna e externa, ao lidar com a decisão dos Estados Unidos de classificar as organizações criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como terroristas. Da parte institucional, a ordem é não criar uma crise diplomática nem brigar com os norte-americanos. Na questão interna, é procurar mostrar que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desprezou a soberania do país ao apoiar essa decisão, que o governo americano pensava em tomar antes mesmo da visita do parlamentar à Casa Branca. Tal e qual fez na questão das tarifas, o governo pretende manter o diálogo aberto com o governo Trump.

Esse comportamento da parte do presidente brasileiro é uma estratégia para evitar qualquer leitura de que o seu governo defende bandido. Afinal, se tem algo que o país não aguenta mais são áreas controladas por essas organizações e também por milicianos — algo que muitos governos tentaram e nenhum conseguiu eliminar, tampouco os quatro anos do presidente Jair Bolsonaro conseguiram combater.


Texto por Denise Rothenburg publicado no sábado (30/5)


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Flávio Bolsonaro teve 2 projetos aprovados no Senado em 7 anos de mandato

Sete anos no Senado, 62 propostas e duas aprovações que não viraram lei. O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) concentrou seu mandato na segurança pública —área em que não conseguiu aprovar nenhum projeto— e produziu e relatou menos propostas legislativas do que a maioria dos seus pares.

É isso o que mostra levantamento feito na base de dados do Senado.

A conta das aprovações inclui PECs (Propostas de Emenda à Constituição), PLs (Projetos de Lei), PLPs (Projetos de Lei Complementar) ou PDLs (Projetos de Decreto Legislativo). São as proposições que com mais frequência trazem mudanças à vida da população.

Os dados abertos do Senado mostram que Flávio Bolsonaro, que ocupou cargos relevantes como vice-líder do governo Bolsonaro e líder da minoria no Congresso, apresentou e relatou menos normas legislativas do que vários dos seus pares.

Carlos Pereira, pós-doutor em ciência política e professor titular da FGV (Fundação Getulio Vargas), aponta que "são raros os senadores ou deputados que têm produção legislativa alta".

As duas aprovações de Flávio Bolsonaro no Senado, que seguem tramitando na Câmara, foram as seguintes:

PL 3071/2019 - inclui a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação entre as entidades beneficiadas em concursos de loteria;
PL 2327/2021 - propõe a criação de uma diretriz específica para a reciclagem de baterias de carros elétricos.

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Você Sabia?

De acordo com dados do IBGE, as cidades com as medianas de idade mais baixas estão localizadas no Norte do Brasil, sendo três delas em Roraima, Uiramutã lidera o ranking.

Em 2022, o município de Uiramutã, localizado em Roraima, tornou-se a cidade mais indígena do Brasil em termos proporcionais. Cerca de 96,6% da população se identifica como indígena, incluindo os povos Macuxi e Ingaricó, o que equivale a um total de 13.283 cidadãos.





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Uiramutã: como vive a população do município apontado como pior do Brasil em qualidade de vida












"Deixe nada além de pegadas, tire nada além de fotos, leve nada além de saudades", diz a placa na entrada de Uiramutã, em Roraima, sobre as riquezas naturais do município. É o mesmo lugar que, segundo o Índice de Progresso Social (IPS), do instituto Imazon, tem a pior qualidade de vida do país.

O desafio de viver no Uiramutã começa no trajeto. O município fica na tríplice fronteira do Brasil com a Guiana e a Venezuela, distante mais de 300 km de Boa Vista. Até a sede, a viagem dura mais de seis horas - cinco delas por estradas de terra precárias. Caminhonetes e veículos altos são recomendados para o percurso. 

O acesso ao Uiramutã parte da BR-174, único trecho asfaltado, e segue pela BR-433. No período de chuvas em Roraima, a estrada de terra fica tomada por lama, buracos e atoleiros. O trajeto piora na RR-171, rodovia estadual que corta a região de serras, onde fica a sede do município.  

Esse isolamento cobra um preço alto de quem vive na sede do município. No dia da visita, em 22 de maio, o litro da gasolina custava R$ 9,40 e o do diesel, R$ 9,50. É o combustível mais caro do estado

Na quinta-feira (28), a prefeitura de Uiramutã decretou estado de emergência após o transbordamento de rios e igarapés deixar mais de 8,7 mil pessoas (cerca de 56% da população local) isoladas e sem qualquer acesso terrestre. Agora, pelo menos 16 comunidades indígenas do município enfrentam escassez de água potável, perdas agrícolas e paralisação de serviços essenciais. O temporal afetou 10 dos 15 municípios de Roraima e mobilizou uma força-tarefa do governo estadual.

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Economia brasileira cresce 1,1% no 1º trimestre e chega a R$ 3,3 trilhões

A economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026 em relação aos últimos três meses do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado mostra uma aceleração frente ao quarto trimestre de 2025, quando a variação foi de 0,3%. Além disso, a alta de 1,1% foi a maior desde os primeiros três meses do ano passado (1,3%, com ajuste sazonal).

O resultado se alinhou com as projeções do mercado financeiro e, em valores correntes, o PIB totalizou R$ 3,3 trilhões: R$ 2,8 trilhões, dos quais referentes ao valor adicionado a preços básicos, e R$ 461,2 bilhões, aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos em um país e funciona como um dos principais termômetros da atividade econômica brasileira.

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Pacheco diz ter decidido não ser candidato ao governo de Minas: 'Vou fechar o ciclo da política'

O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) declarou nesta sexta-feira que não vai ser candidato a governador de Minas Gerais. O senador disse que tomou a decisão de encerrar sua participação na vida política. 

– Eu vou fechar o ciclo da política, é algo que eu já havia programado há bastante tempo. Quando entrei na política eu dizia sempre que a gente tem uma data de entrada e uma data de saída, que não me eternizaria na política. Tenho muito desapego ao poder e felizmente não preciso da política para sobreviver. Eu tinha decidido que ia sair desse ciclo, ao sair da presidência do Senado essa decisão estava muito bem refletida e estou mantendo essa decisão. 

O senador era visto como opção prioritária para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser candidato a governador em Minas Gerais e dar palanque para o petista no estado. 

Pacheco chegou a trocar o PSD, que em Minas está mais alinhado à direita, para ir ao PSB e sinalizou aproximação com Lula, mas o acordo no estado acabou estremecido após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), articular a derrubada da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). 

Pacheco era o nome de preferência de Alcolumbre e outros senadores para a vaga. Setores do governo e do PT passaram a ver o ex-presidente do Senado com desconfiança após o episódio. Pacheco, no entanto, voltou a negar hoje ter trabalhado contra Messias.

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