Blog do Alderi
Governo Lula libera recorde de R$ 1,5 bi em emendas no início do ano
Queda no preço da gasolina não chega ao motorista
A Petrobras reduziu o preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,14 (queda de 5,2%) a partir de 27 de janeiro. Analistas, alegando a mistura de álcool e os impostos, calcularam que a redução dos valores na bomba ficaria na casa de R$ 0,08. Quando disso chegou ao consumidor? Por enquanto, nada.
Segundo o site da Petrobras, baseado em dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina ao consumidor final na semana de 18 a 24 de janeiro de 2026, antes da redução nas refinarias, era de R$ 6,33. Na semana de 25 a 31 de janeiro, após a diminuição dos valores nas bases da Petrobras, o preço médio nos postos continuava nos mesmos R$ 6,33.
A parcela da estatal caiu para R$ 1,80 (de R$ 1,90, preços arredondados); impostos federais e estaduais não mudaram (R$ 0,68 e R$ 1,57, respectivamente); o custo do etanol anidro, misturado à gasolina, caiu de R$ 1,06 para R$ 1,04. Por que os preços ao consumidor se mantiveram?
Aumentou a parcela da distribuição e revenda, que passou de R$ 1,12 para R$ 1,24 (+10,7%), saltando de 17,7% para 19,6% do valor final do combustível. Ou seja, distribuidoras e/ou postos se apropriaram da redução de preço praticada pela Petrobras.
Em várias ocasiões, a presidente da estatal, Magda Chambriard, culpou a privatização da BR Distribuidora (herança do governo Bolsonaro) e as demais distribuidoras de combustíveis pelos altos preços dos combustíveis, por não repassarem aos consumidores as reduções feitas pela Petrobras. Isso afeta não só a gasolina, mas também o diesel.
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Endividamento em janeiro repete recorde, mas inadimplência cai
“É uma variável da economia que está estreitamente relacionada à taxa de juros cobrada no Brasil, uma das maiores do mundo”, afirma Tadros.
Segundo ele, “é fundamental priorizar o equilíbrio das contas públicas, para que a política monetária possa ser flexibilizada, aliviando a carga sobre consumidores e empresas.”
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Emendas ajudam a inflar cachês, e prefeituras cancelam Carnaval pelo NE
O tema ganhou força com a proximidade do Carnaval, quando as prefeituras contratam bandas para animar as festas. A carestia está levando prefeituras a cancelarem ou reduzirem os festejos de Momo.
Além disso, associações municipalistas da região já se mobilizam de olho nos festejos juninos.
No Ceará, três cidades já anunciaram o cancelamento das festas: Tauá, Caucaia e Jaguaretama.
No Rio Grande do Norte, a Prefeitura de Paraú cancelou o Carnaval e disse que vai usar os recursos em ações contra os impactos da seca. A mesma justificativa foi usada pela cidade de Santa Luzia (PB).
Em 1º de fevereiro, o prefeito de Massapê (CE), Ozires Pontes (PSDB), anunciou que, em vez de quatro dias, a cidade terá festa em apenas um. "As bandas estão cada uma mais cara do que a outra; banda que nem é essas 'tops das galáxias' querendo R$ 500 mil. Absurdo", disse nas suas redes sociais.
"Está virando um negócio absurdo o que essas bandas estão pedindo. A gente vive num estado pobre, são 184 municípios. As cidades do interior, de pequeno e médio portes, não têm dinheiro, e não tem sentido quebrar uma cidade para fazer uma festa", afirma.
"Tem banda que era R$ 100 mil em 2025, mas que agora quer cobrar R$ 200 mil, R$ 300 mil. Tem banda cobrando até R$ 800 mil. Não há como pagar", relata,
Entre os fatores que contribuíram para essa alta, ele cita o aumento na quantidade de festejos pagos com recursos federais. Isso inclui projetos diretamente aprovados nos ministérios do Turismo e da Cultura. E uma nova modalidade: as emendas parlamentares custeando shows.
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Vaga ao Senado em chapa de Lula gera disputa entre ex-petista, ministro e partidos do Centrão em Pernambuco
Eleições 2026: 18 dos 27 governadores não poderão disputar novo mandato neste ano
Seja qual for o resultado que sair das urnas em outubro, as eleições estaduais terão um alto índice de renovação neste ano. Dos 27 governadores, 18 não podem tentar a reeleição. Isso acontece porque a lei brasileira não permite três mandatos consecutivos.
Com oito anos no cargo, esses políticos terão que buscar novos rumos e tentar eleger um sucessor. Até o momento, quatro já manifestaram o desejo de entrar na corrida presidencial, e ao menos seis devem brigar por vagas do Senado, que neste ano vai trocar 54 das 81 cadeiras.
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Diferente do pai, Flávio Bolsonaro prioriza classe política e escanteia aproximação com militares
PSD racha em apoio a Lula enquanto Kassab tenta viabilizar candidato
Ricardo Kotscho: Flávio Dino rompe ciclo da impunidade dos penduricalhos
A mudança de tom de Lula em relação a Alckmin: quais as chances de o vice atual deixar de ser o vice na chapa de 2026?
Até o fim do ano passado, dirigentes graúdos do PT e ministros próximos de Lula repetiam uma espécie de mantra quando perguntados se Geraldo Alckmin seria o vice novamente na corrida do presidente pela reeleição:
— O Geraldo ganhou tanta confiança do Lula pela lealdade que mostrou neste mandato, que ele será o que ele quiser ser. Se quiser ser vice, será; se quiser, concorrer a algum cargo por São Paulo, concorrerá.
Não mais. Esse mantra envelheceu mal e com rapidez.
O jogo agora é outro. Há um grupo no PT negociando a possibilidade de vice para o MDB. Tudo feito com o aval de Lula.
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Lula e Motta trocam afagos após jantar na Granja do Torto
Senador Jader Barbalho é internado em hospital de Belém
Carol de Toni deixa PL após ser escanteada para Carlos ser candidato em SC
Pix já responde por mais de 50% das transações no Brasil
Você Sabia?
Congresso Nacional inicia trabalhos de 2026
O Congresso iniciou o ano em um cenário considerado atípico por causa das eleições, período em que tradicionalmente há redução no ritmo das votações. Nesse contexto, Alcolumbre deverá administrar pressões de diferentes frentes: da oposição, que cobra a análise de pautas sensíveis ao governo, e da base governista, interessada em avançar com projetos prioritários do Planalto e indicações para cargos estratégicos.
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