Lula e Motta trocam afagos após jantar na Granja do Torto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), trocaram afagos nesta quinta-feira (5/2) após jantar na Granja do Torto, realizado ontem (4/2).

Segundo Lula, o jantar foi um “agradecimento” aos parlamentares pelos projetos aprovados no ano passado. Motta, por sua vez, citou que o encontro foi cheio de “diálogo e respeito institucional”. O Planalto espera manter uma boa relação com o Legislativo neste ano, em comparação com momentos tensos vividos em 2025.

“Ofereci um jantar de confraternização aos líderes da Câmara e ao presidente Hugo Motta ontem à noite, na Granja do Torto. Na verdade, um jantar de agradecimento aos parlamentares por todo apoio”, escreveu o presidente nas redes  sociais.

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Senador Jader Barbalho é internado em hospital de Belém

O senador do Pará Jader Barbalho (MDB) foi internado no Hospital Beneficente Portuguesa nesta quinta-feira (5) em Belém. A informação foi confirmada pela assessoria do senador. 

De acordo com a assessoria, Jader teve um quadro de desidratação e foi internado para exames, que confirmaram o diagnóstico e ficará nas próximas 24 horas em observação médica

O estado de saúde e o diagnóstico não foram informados. Ele vem enfrentando problemas de saúde.

Barbalho possui mais de 50 anos de vida política. Além de senador e de ter sido presidente do Senado entre 2001 e 2002, já foi governador do Pará, deputado federal pelo estado e também deputado estadual, além de vereador de Belém.

Uma missa na Igreja Santa Alexandre, uma das mais conhecidas de Belém, reuniu autoridades e familiares do senador em outubro de 2024 para celebrar seus 80 anos. 



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Carol de Toni deixa PL após ser escanteada para Carlos ser candidato em SC

Líder nas pesquisas ao Senado por Santa Catarina, a deputada Carol de Toni (PL-SC) vai sair do partido porque teve a candidatura barrada. O PL preferiu acatar a ordem de Jair Bolsonaro e lançar o filho Carlos (PL).

A definição ocorreu depois de uma reunião entre Carol de Toni e Valdemar Costa Neto, presidente do PL,  na tarde desta quarta. A deputada foi comunicada que uma vaga será de Carlos e a outra será reservada a um indicado pela federação entre União Brasil e PP.

Preterida pela Executiva Nacional, a deputada vai concorrer ao Senado por outro partido. Hoje existem quatro opções à mesa, incluindo o Republicanos e o Avante. Carol de Toni não tomou uma decisão sobre seu destino.

Santa Catarina é bastante identificada ao bolsonarismo, o que demonstra o racha na direita. Michelle Bolsonaro se alinhou a Carol de Toni, posição que vai contra os interesses de Flávio, porque joga o PP e o União Brasil no colo de um possível adversário.

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Pix já responde por mais de 50% das transações no Brasil

Segundo dados do Banco Central, o Pix já respondeu por mais de 50,9% de todas as transações financeiras no Brasil no primeiro semestre de 2025, com quase 37 bilhões de operações registradas, reforçando a sua posição como meio de pagamento dominante no país. 

Relatório recente indicou que o Pix processou aproximadamente 64 bilhões de transações em 2024, um crescimento de mais de 50% em relação ao ano anterior, ultrapassando o volume transacional combinado de cartões de crédito e débito. Ainda assim, o boleto bancário segue movimentando valores bilionários, estimados em cerca de R$ 2,47 trilhões em transações B2B, o que mostra que ele ainda desempenha um papel relevante em vários segmentos.

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Você Sabia?

Relatório da ONG internacional Human Rights Watch, divulgado nesta quarta-feira, 4, indica que 72% da população mundial vive sob regimes autoritários e que o mundo enfrenta um "avanço autoritário" impulsionado pelo governo do presidente americano Donald Trump.



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Congresso Nacional inicia trabalhos de 2026

 

O Congresso Nacional reabriu, ontem, trabalhos legislativos para 2026. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), conduziu a sessão solene e, em discurso, ressaltou o papel institucional das Casas como um dos pilares da estabilidade política do país, defendendo o diálogo entre os Poderes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não compareceu à cerimônia, e foi representado pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa. O chefe do Planalto encaminhou aos parlamentares uma mensagem na qual fez um balanço das principais conquistas do ano passado e apresentou os desafios e prioridades do governo federal.

O Congresso iniciou o ano em um cenário considerado atípico por causa das eleições, período em que tradicionalmente há redução no ritmo das votações. Nesse contexto, Alcolumbre deverá administrar pressões de diferentes frentes: da oposição, que cobra a análise de pautas sensíveis ao governo, e da base governista, interessada em avançar com projetos prioritários do Planalto e indicações para cargos estratégicos.

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Por domiciliar a Bolsonaro, Michelle e Valdemar pedem para aliados reduzirem ataques ao STF

Com a expectativa de convencer o Supremo Tribunal Federal (STF) a conceder prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a primeira-dama Michelle Bolsonaro e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, orientaram aliados a baixar o tom das críticas aos ministros da Corte. Segundo parlamentares e dirigentes do partido, o pedido circulou em conversas reservadas, mas também de forma explícita em grupos internos.

Michelle, que assumiu papel político mais ativo desde a prisão do ex-presidente, teria reforçado, de acordo com relatos, que o momento exigia serenidade e que ataques diretos ao STF poderiam ser interpretados como tentativa de constranger o tribunal. No PL, interlocutores de Costa Neto passaram a transmitir avaliação semelhante, defendendo que qualquer novo confronto público poderia contaminar o ambiente político em torno do caso. Procurados, eles não quiseram comentar.

Embora o confronto aberto com o Supremo tenha funcionado por anos como motor de mobilização do bolsonarismo, a avaliação entre aliados do ex-presidente é que hoje se tornou um passivo na tentativa de convencer ministros a apoiar sua ida à prisão domiciliar.

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Dívida alta dos países está borrando limite das políticas fiscal e monetária, diz BIS

Por quais motivos Donald Trump e outros líderes mundiais opinam tanto que as taxas juros praticadas pelos bancos centrais estão muito altas e precisam baixar consideravelmente, e de maneira rápida? Uma das respostas é que elevado endividamento público dos dias atuais está remodelando cada vez mais a forma como as autoridades monetária e fiscal interagem, borrando as fronteiras tradicionais entre elas. 

Um paper do Banco de Compensações Internacionais (BIS) publicado nesta semana argumenta que, com o acúmulo de grandes estoques de dívida soberana, as decisões sobre taxas de juros tornaram-se cada vez mais importantes para o espaço fiscal dos governos, já que os custos mais altos de empréstimos se traduzem diretamente em pressão orçamentária.

Ou seja, quando a dívida pública está elevada, o custo fiscal de combater a inflação aumenta fortemente, pois altas na taxa de juros elevam as despesas do governo com pagamento de juros. E a dívida alta pode reduzir a intensidade da resposta monetária à inflação, gerando um viés inflacionário mesmo quando a dívida do governo permanece totalmente amparada do ponto de vista fiscal. 

Ou seja, quando a dívida pública está elevada, o custo fiscal de combater a inflação aumenta fortemente, pois altas na taxa de juros elevam as despesas do governo com pagamento de juros. E a dívida alta pode reduzir a intensidade da resposta monetária à inflação, gerando um viés inflacionário mesmo quando a dívida do governo permanece totalmente amparada do ponto de vista fiscal. 

Os autores do estudo argumentam que a interação entre dívida elevada e choques inflacionários de custo tornam mais provável que o limite fiscal passe a restringir a política, amplificando a inflação. Em recessões movidas pela demanda, dizem, a restrição fiscal pode se tornar mais limitante do que o piso zero da taxa de juros, forçando o banco central a imprimir moeda para comprar o excesso de dívida ou a aceitar a dominância fiscal.

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Governo Lula corre para aprovar apostas eleitorais no 1º semestre, mas esbarra em travas no Congresso

O Palácio do Planalto vai aproveitar a volta do Congresso para tentar emplacar bandeiras da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas esbarra no prazo curto e em outros temas que devem dominar a agenda, como os vetos ao projeto de lei da dosimetria, que reduz o tempo de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, e a pressão para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso do Banco Master.

Parlamentares e integrantes do governo veem como “tempo útil” de trabalho o primeiro semestre, já que a segunda metade do ano será dedicada às campanhas. Logo na primeira semana, a Câmara já anunciou a votação da Medida Provisória do Gás do Povo, que perde a validade em 11 de fevereiro, em um aceno do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), ao Executivo.

Além da limitação de tempo, auxiliares do presidente reconhecem que a fragmentação do Congresso e a dificuldade de coordenação da base impõem obstáculos extras à tentativa de avançar com pautas de apelo eleitoral. A leitura no Planalto é que, sem uma agenda mínima pactuada com as lideranças partidárias, o governo corre o risco de ver suas prioridades diluídas em meio a disputas de curto prazo, com votações guiadas mais por cálculos eleitorais e pressões corporativas do que por compromissos com o Palácio do Planalto.

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Contas públicas tiveram déficit de R$ 55,021 bilhões em 2025

As contas públicas fecharam 2025 com saldo negativo, em razão, principalmente, do déficit do Governo Federal, que teve o crescimento das despesas maior que as receitas. O setor público consolidado, formado por União, estados, municípios e empresas estatais, registrou déficit primário de R$ 55,021 bilhões no ano passado, que representa 0,43% do Produto Interno Bruto.

Na comparação com 2024, houve crescimento no déficit. Em 2024, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 47,553 bilhões, 0,4% do PIB.

As Estatísticas Fiscais foram divulgadas na sexta-feira, 30 pelo Banco Central com a consolidação dos dados de dezembro de 2025. Naquele mês, as contas públicas tiveram superávit de R$ 6,251 bilhões.

O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.

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Governo brasileiro tem ‘aversão a controlar gastos’, diz Goldman Sachs

O déficit fiscal do setor público consolidado voltou a superar 8% do Produto Interno Bruto (PIB) e deve permanecer nesse patamar nos próximos anos, segundo relatório do Goldman Sachs divulgado após a publicação das estatísticas fiscais pelo Banco Central na última sexta-feira (30). 

O déficit fiscal total alcançou 8,34% do PIB, enquanto o resultado primário consolidado ficou negativo em 0,43% do PIB em 12 meses. Em dezembro, o setor público registrou superávit de R$ 6,3 bilhões, acima do consenso de mercado, mas inferior ao resultado observado no mesmo mês do ano anterior.

Os analistas do Goldman, chefiados pelo economista Alberto Ramos, afirmam que “uma postura fiscal pró-cíclica e a aversão a controlar gastos comprometeram severamente a credibilidade das metas fiscais”, acrescentando que esse quadro contribuiu para uma economia superaquecida.

Para a instituição, um arcabouço fiscal considerado fraco e pouco confiável elevou os prêmios de risco e dificultou o ancoramento das expectativas de inflação no curto e médio prazos.


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Por direita unida, Flávio pede para Eduardo maneirar em críticas a Tarcísio

O mal-estar criado por Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao não manifestar um apoio contundente à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) levou Eduardo Bolsonaro a ouvir apelos por calma.

Eduardo tem um histórico de críticas ao governador de São Paulo e escutou o pedido para ter paciência e não fazer reclamações públicas.

O senador Flávio busca consolidar sua pré-candidatura à Presidência, e integrantes da família xingarem potenciais aliados não ajudaria a cumprir esta tarefa.

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Dores do Rio Preto: como é a vida na cidade do ES que não registra homicídios há quase 4 anos

Com ruas calmas, vizinhança próxima e cercada pelas montanhas do Caparaó, Dores do Rio Preto, no Sul do Espírito Santo, está há quase quatro anos sem registrar homicídios. 

Terra dos cafés especiais e uma das principais portas de entrada para o Pico da Bandeira, o terceiro ponto mais alto do Brasil, o município de 6,5 mil habitantes vive uma rotina marcada pela tranquilidade.

“Aqui a gente anda sem medo nenhum. Todo mundo se conhece”, disse o estudante Bruno Protazio, de 21 anos, morador do distrito de Pedra Menina desde a infância. 

Segundo dados do painel de monitoramento da Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo (Sesp-ES), o último assassinato ocorreu em 15 de maio de 2022, quando uma briga generalizada terminou com um homem morto. 

Na ocasião, a vítima, de 38 anos, foi esfaqueada. De acordo com a Polícia Militar, o autor do crime era um adolescente de 16 anos, que também ficou ferido. Desde então, o município não voltou a contabilizar mortes violentas.



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Por que Brasil do baixo desemprego é também o do endividamento recorde das famílias?

Mesmo com o desemprego nos menores níveis da História e a inflação sob controle, as famílias brasileiras estão mais endividadas. O endividamento delas já chega a 49,8%, quase metade de tudo o que elas ganham em um ano. 

É o maior nível registrado durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O recorde histórico foi atingido em julho de 2022, sob o governo de Jair Bolsonaro, quando chegou a 49,9%. 

É o que mostram os dados mais recentes divulgados pelo Banco Central nesta semana. Na prática, significa que quase metade de tudo o que as famílias ganham ao longo de um ano já corresponde a dívidas — como financiamentos, empréstimos pessoais, crédito consignado e uso do cartão de crédito. 

A inadimplência também aumentou no ano passado, atingindo 6,9% em dezembro no segmento de crédito livre às famílias, alta de 1,7 ponto percentual em 12 meses — um patamar elevado considerando o padrão da série histórica do BC.

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Para prefeitos, menos cidades pagarão piso a professor após aumento de Lula

A medida provisória assinada por Lula, que reajusta em 5,4% o piso dos professores da educação básica, tem gerado críticas e preocupações de prefeitos.

Prefeitos temem aumento no número de cidades que já descumprem o piso e citam saúde financeira. Levantamento feito com dados de 2023 mostrou que um em cada três municípios brasileiros pagou aos professores da rede pública menos que o piso da categoria. Na época, o salário estava em R$ 4.420,44. Depois, subiu para R$ 4.867,77 —com a MP de Lula, o piso foi para R$ 5.130,63.

Para os municípios, faltou diálogo do governo Lula. "Nós concordamos que 0,37% é pouco, mas aplicar um novo índice e sem dialogar com os municípios não cabe. Faltou sensibilidade do governo, porque temos uma diversidade de realidades no Brasil", afirmou Pedro Almeida (PSD), prefeito de Passo Fundo e presidente da comissão de educação da FNP (Frente Nacional dos Prefeitos).

Prefeitos souberam do novo cálculo horas antes do anúncio oficial, diz Almeida. O governo anunciou a MP após a repercussão negativa do aumento de R$ 18. As conversas do MEC (Ministério da Educação) sobre o tema envolveram a Undime, que representa os dirigentes municipais, o Consed, que reúne os secretários estaduais de educação, e a CNTE, confederação dos trabalhadores de educação. Ficaram de fora a FNP e a CNM (Confederação Nacional dos Municípios). "A gente foi pego de surpresa", disse o prefeito.



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Contratação de Paquetá ultrapassa Gerson e se torna a mais cara da história do futebol brasileiro

O Flamengo abriu os cofres. Disposto a contar novamente com o cria da casa, o time carioca fechou acordo com o West Ham para contratar Lucas Paquetá por 42 milhões de euros (R$ 260 milhões). Anunciado na última quarta-feira, o volumoso montante é o maior da história do futebol brasileiro em valores abolutos e corrigidos pela inflação

Ainda em janeiro, Gerson foi anunciado pelo Cruzeiro em um negócio que até então era o maior já registrado no país. Para tirá-lo do Zenit, a Raposa contratou o ex-rubro-negro por 27 milhões de euros (cerca de R$ 169 milhões). O recorde da Raposa, porém, durou pouco. Com a contratação de Paquetá, o investimento carioca foi bem maior: 91,2 milhões de reais a mais - um gasto 54% mais elevado.

As duas contratações, de Paquetá e Gerson, reforçam a mudança de patamar do futebol brasileiro. O poderio financeiro recentes do clubes tem permitido essas contratações de impacto no mercado da bola. As cifras da contratação da dupla ultrapassaram três investimentos milionários feitos na última temporada. O Palmeiras pagou R$ 162,6 milhões ao Barcelona por Vitor Roque. O Flamengo desembolsou R$ 151,2 milhões para contratar Samuel Lino, do Atlético de Madrid, e o Botafogo investiu R$ 143,8 milhões para trazer Danilo, do Nottingham Forest.

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