Blog do Alderi
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Por que os professores desistem da profissão?
Um estudo da Unesco de 2025 (Relatório Global sobre Professores: abordar a escassez de professores e transformar a profissão) aponta que até 40% dos novos professores abandonam a profissão nos primeiros cinco anos de trabalho no Canadá, em Hong Kong (RAE da China), no Reino Unido e nos EUA.
Muitos podem pensar que essa ainda não é uma realidade no Brasil, mas cálculos do Profissão Docente, com dados do Inep de 2023 indicam que 59% dos professores permaneceram na carreira nos últimos 5 anos, ou seja, 41% dos professores no Brasil, em 5 anos, desistiram da profissão. Esse não é um fenômeno novo, mas só agora começa a ser percebido, tanto por meio dos dados coletados pelo Inep como no dia a dia das redes públicas de ensino. Número significativo de professores devidamente certificados está prestando os concursos públicos e desistindo da profissão.
Nos concursos mais recentes, realizados em algumas redes estaduais de ensino, têm-se observado que, dos aprovados, cerca de 15% sequer chegam a tomar posse. Dentre os empossados, outros 15% pedem demissão no primeiro ano e, já no segundo ano, outros 15% solicitam afastamento por motivo de doença. Tem-se, assim, que, ao final do segundo ano de nomeação, apenas 55% dos concursados estão efetivamente no exercício do magistério atendendo os estudantes. Este é mais um fenômeno que tem obrigado gestores públicos a ampliarem o número de professores contratados por tempo determinado e se organizarem para realizar concursos com mais frequência.
Então, pergunta-se: por que os professores desistem? Esse é um tema ainda a ser pesquisado, mas podemos levantar algumas hipóteses. Em geral a hipótese mais comum são os baixos salários. No entanto, esses, ainda que não estejam suficientemente competitivos e atrativos, cresceram de forma significativa nos últimos 17 anos. Se tomarmos como referência o piso salarial nacional do magistério, que é base para os reajustes anuais, verificamos uma variação de 412,4% no período, enquanto o IPCA variou apenas 144,1%, tendo ocorrido um expressivo crescimento real dos salários.
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Danilo, Alex Sandro e Jorginho têm papel fundamental na assimilação das ideias do treinador Jardim
No Flamengo, Jardim encontrou atletas com longa experiência no futebol europeu, mercado em que o treinador foi formado. Danilo (14 anos na Europa), Alex Sandro (13 anos na Europa) e Jorginho (base e 15 anos na Europa) são os que mais ajudam o comandante no dia a dia. Além da experiência fora, são jogadores com mais de 30 anos e com liderança dentro do elenco.
A contratação desses jogadores pelo Flamengo passa pelo plano do clube de profissionalizar cada vez mais o ambiente de trabalho e impactar no restante do elenco, principalmente nos mais jovens — o exemplo dos atletas ajuda na mudança de cultura interna.
Junto com o português vieram mudanças na rotina do elenco e no modelo de jogo do Flamengo. Danilo, Alex Sandro e Jorginho compreenderam rapidamente as novas ideias e serviram como ponte para que a filosofia fosse assimilada pelo restante do elenco. Nomes históricos do clube, Arrascaeta e Bruno Henrique também foram importantes no processo de entendimento do jogo.
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Onze governadores renunciam para disputar eleições de outubro
Com o fim do prazo, 11 governadores deixaram suas funções para disputar outros cargos.
Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou, na semana passada, que é pré-candidato à Presidência da República. Romeu Zema (Novo-MG) também deixou o cargo após dois mandatos consecutivos e sinalizou que deve ser candidato à Presidência, mas ainda não formalizou sua pré-candidatura.
Nove governadores saíram o cargo e pretendem disputar uma vaga no Senado. São eles: Gladson Cameli (PP-AC); Wilson Lima (União-AM), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Renato Casagrande (PSB-ES); Mauro Mendes (União-MT); Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB) e Antonio Denarium (PP-RR). O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) também renunciou ao mandato para disputar uma cadeira no Senado. No entanto, Castro foi condenado, no mês passado, à inelegibilidade até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dessa forma, ele deverá disputar o cargo sub judice.
Nove governadores vão disputar a reeleição e podem continuar nos cargos: Clécio Luís (União-AP); Jerônimo Rodrigues (PT-BA); Elmano de Freitas (PT-CE); Eduardo Riedel (PP-MS); Raquel Lyra (PSD-PE); Rafael Fonteles (PT-PI); Jorginho Mello (PL-SC); Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Fábio Mitidieri (PSD-SE).
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Eleições 2026: termina hoje prazo para pré-candidatos deixarem cargos no Executivo
Neste sábado (4), encerram-se prazos importantes do calendário eleitoral (Resolução TSE 23.760/2026) que devem ser observados por eleitores, candidatos e partidos em todo o país.
Hoje é o prazo final para o registro, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos estatutos de partidos políticos e federações que desejam participar do pleito. A legislação eleitoral estabelece que partidos e federações precisam estar regularmente constituídos com pelo menos seis meses de antecedência do 1º turno das eleições.
Também é a data-limite para que candidatas e candidatos tenham domicílio eleitoral na circunscrição onde pretendem concorrer e para que estejam com a filiação partidária devidamente aprovada pelo partido. A exigência segue a legislação eleitoral, embora as agremiações possam estabelecer prazos mais longos nos respectivos estatutos.
Outro prazo que termina neste sábado deve ser observado por ocupantes de cargos do Poder Executivo. Presidente da República, governadores e prefeitos que pretendem disputar outros cargos nas eleições têm até hoje para se desincompatibilizar dos mandatos atuais.
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