Blog do Alderi
Diferença entre avaliação negativa e positiva do governo Lula diminui
Estudo aponta que Pará consolida liderança em bioeconomia sustentável
A economia baseada na biodiversidade sustentável para o benefício da sociedade gera R$ 13,5 bilhões (cerca de US$ 2,45 bilhões) anualmente no Pará, no coração da floresta amazônica, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira pela Fundação Amazônica de Pesquisa e Desenvolvimento (Fapesp). O estudo destaca a liderança da região em cadeias produtivas sustentáveis com produtos locais como o açaí, conhecido como “a superfruta”, além da mandioca e do cacau. A bioeconomia emprega 271.410 pessoas e representa uma folha de pagamento total de R$ 1,4 bilhão.
O estudo também identificou problemas estruturais, como altos níveis de informalidade na produção de mandioca, bem como a distribuição desigual de renda em algumas cadeias de valor extrativas, especialmente para a castanha da amazônia, visto que os coletores recebem menos de 3% do valor final do produto.
O Pará, considerado o principal estado brasileiro na bioeconomia amazônica, é também o maior produtor de minério de ferro do país.
O relatório foi elaborado com o apoio da Universidade Federal do Pará, da Universidade Federal do Oeste do Pará e da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará. O relatório observa que a bioeconomia é impulsionada principalmente pela mandioca, gerando R$ 6,5 bilhões, seguida pela pesca e aquicultura, com R$ 2,7 bilhões.
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Entre os mais jovens, consciência sobre a morte cresce
O dado ganha ainda mais força ao revelar uma inversão geracional: são justamente os jovens que pensam mais sobre o tema. Entre a Geração Z (16-28 anos), 22% dizem refletir com frequência sobre a própria morte. Entre os Millennials (29-44), esse número sobe para 24%.
Já entre os Baby Boomers (61-80), o índice cai para apenas 7%. Trata-se de uma diferença de 15 pontos percentuais que sinaliza uma mudança profunda na forma de lidar com a vulnerabilidade da vida.
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Liberou geral
Você Sabia?
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Você não precisa se matar na academia para ganhar músculo: o que diz o maior estudo já feito sobre treino de força
Os 20 municípios com pior qualidade de vida do Brasil
Municípios com pontuações mais baixas
| Município | UF | IPS Brasil 2026 |
| Uiramutã | RR | 42,44 |
| Jacareacanga | PA | 44,32 |
| Alto Alegre | RR | 44,72 |
| Portel | PA | 45,42 |
| Amajari | RR | 45,58 |
| Pacajá | PA | 45,87 |
| Anapu | PA | 45,91 |
| Japurá | AM | 46,23 |
| Santa Rosa do Purus | AC | 46,70 |
| Uruará | PA | 46,80 |
| Trairão | PA | 46,82 |
| Bannach | PA | 47,23 |
| São Félix do Xingu | PA | 47,38 |
| Recursolândia | TO | 47,39 |
| Cumaru do Norte | PA | 47,43 |
| Peritoró | MA | 47,53 |
| Oeiras do Pará | PA | 47,57 |
| Ladainha | MG | 47,58 |
| Anajás | PA | 47,62 |
| Paraíso | TO | 47,63 |
Pará tem 11 dos 20 municípios com pior qualidade de vida do Brasil, aponta estudo
A cigarra, a formiga e as próximas crises
O que acontece com o cérebro nas últimas horas do domingo
Sabe aquela sensação que muita gente diz que bate nas horas finais do domingo? O dia ainda nem acabou, mas a cabeça já começa a lembrar da segunda-feira, dos compromissos, mensagens, reuniões, provas e da rotina inteira voltando de uma vez. Para muita gente, esse sentimento é mais comum do que parece. O domingo à noite, muitas vezes, vem acompanhado de uma sensação estranha de que o descanso terminou cedo demais.
Nas redes sociais, esse sentimento já virou meme há tempos. Frases como “certeza que a depressão foi descoberta em um domingo à noite” ou "domingo com 'd' de depressão" circulam entre os virais junto de montagens e piadas que retratam uma espécie de “angústia coletiva”.
Essa emoção ganhou até nome, “Sunday Scaries”, algo traduzido como “os sustos de domingo”, usado para definir a ansiedade e o desconforto emocional que aparecem nas últimas horas do fim de semana diante da antecipação dos novos dias úteis.
Apesar de ter se popularizado recentemente na internet, especialistas explicam que o fenômeno existe há muito tempo. O que mudou foi a quantidade de pessoas falando sobre ele ao mesmo tempo.
"O fim de semana costuma funcionar como uma pausa das obrigações e cobranças do cotidiano. Quando o domingo começa a terminar, o cérebro passa a antecipar os problemas da semana antes mesmo que eles aconteçam", explica Marília Vav, mestre em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília.
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