Blog do Alderi
Sônia Guimarães: a primeira negra doutora em física
A coronel médica Cláudia Lima Gusmão Cacho será a primeira mulher a compor o quadro de generais
Consumo de cerveja registrou queda de 19,4% em 2025
“A cerveja sempre ocupou espaço central nas ocasiões sociais, mas existe hoje uma priorização clara por hábitos mais saudáveis. O consumidor não deixou de celebrar, mas passou a buscar alternativas com menor impacto na rotina e na saúde”, analisa Leandro.
Prova disso é o levantamento feito pela IWSR, responsável por revelar que o consumo global de bebidas sem álcool registrou alta de 9% em volume em 2025, além de estimar uma expansão acumulada de 36% entre 2024 e 2029. A pesquisa também apontou que 37% dos compradores de cerveja sem álcool e 40% dos de vinho e destilados sem álcool citam saúde como principal motivação.
Ainda de acordo com a pesquisa feita pela Worldpanel by Numerator, outras bebidas, como refrigerantes, sucos e energéticos ampliaram participação em ocasiões de consumo nos lares brasileiros.
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Mais escolarizadas e presentes no mercado, mulheres ampliam peso na economia
PT se complica em estados 'mais lulistas' do Nordeste e aciona caciques
Estados 'mudam de lado', e oposicionistas do MDB sepultam ter vice de Lula
Você Sabia?
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Leonardo Jardim é nome favorito do Flamengo para substituir Filipe Luís
Frase do Dia
Filipe Luís.
Por que diretoria do Flamengo decidiu demitir Filipe Luís
Você Sabia?
Esse fenômeno tem nome: Insônia financeira.
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Brasileiro acha que o governo gasta muito, mas defende benefícios atrelados ao mínimo
A cada 8 minutos, um brasileiro fala sobre polilaminina: a viralização da esperança
Em fevereiro de 2026, a internet brasileira foi inundada por discussões sobre essa terapia. A cada 8 minutos, um brasileiro mencionava o assunto nas redes sociais, segundo levantamento realizado pelo Claritor, monitor de percepção digital.
Ao todo, foram 3,7 mil menções em apenas uma semana, 22,4 milhões de visualizações e um impacto total de 23,1 milhões. Não se tratava de um escândalo ou uma crise, mas sim de uma crença coletiva em algo bom, na possibilidade de cura.
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Endividamento da população preocupa setor de alimentação fora do lar
A situação preocupa porque o setor depende diretamente da renda disponível. Com juros elevados, dívidas mais caras e compromissos acumulados, cresce a probabilidade de o consumo desacelerar. Mesmo sem efeitos imediatos nas vendas, o risco de impacto futuro existe, principalmente se a inadimplência permanecer em trajetória de alta.
Do lado das empresas, as dívidas acumuladas também merece atenção. De acordo com pesquisa recente da Abrasel, 35% dos bares e restaurantes têm hoje pagamentos em atraso, incluindo encargos, impostos, aluguel e fornecedores. O índice vem melhorando aos poucos (era de 39% há um ano), um sinal de resiliência, mas que ainda convive com desafios relevantes. Esses números mostram que, além da renda do consumidor, o próprio caixa dos estabelecimentos segue pressionado por custos elevados e crédito caro.
Para o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, a combinação de famílias endividadas e empresas com pouco espaço para manobra financeira exige cuidado. Se os juros continuarem altos, tanto consumidores quanto empreendedores podem enfrentar mais dificuldades para reorganizar suas finanças. E, em um setor sensível a variações de demanda, qualquer movimento prolongado de aperto pode atrasar decisões de investimento ou expansão.
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Rendimento domiciliar per capita chega a R$ 2.316 em 2025
Entre as unidades da federação, esse valor variou de R$ 1.219 no Maranhão a R$ 4.538 no Distrito Federal. Nove estados e o DF superaram o rendimento médio nacional.
Na sequência do DF, que registrou a maior renda, ficaram os estados de São Paulo (R$ 2.956), Rio Grande do Sul (R$2.839), Santa Catarina (R$ 2.809), Rio de Janeiro (R$2.794), Paraná (R$ 2.762), Mato Grosso do Sul (R$ 2.454), Goiás (R$ 2.407), Minas Gerais (R$2.353) e Mato Grosso (R$ 2.335).
Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Governo gasta R$ 63 bi com juros só em janeiro, 25% do que gastará com Saúde em todo o ano
No acumulado em 12 meses, os juros nominais alcançaram R$ 1,031 trilhão (8,05% do PIB), comparativamente a R$ 910,9 bilhões (7,69% do PIB) nos 12 meses até janeiro de 2025.
O resultado nominal do setor público consolidado, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, foi superavitário em R$ 40,1 bilhões em janeiro. No acumulado em 12 meses, o déficit nominal alcançou R$ 1.086 trilhão (8,49% do PIB), ante déficit nominal de R$ 1.062 trilhão (8,34% do PIB) em dezembro de 2025.
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