Blog do Alderi
Dino afasta presidente do Tribunal de Contas do Maranhão por 180 dias
Consumo das famílias cresceu 2,6% no segundo trimestre
Em 1º ato em SP, Lula promete prender líderes de facções e defende soberania
Também falou sobre segurança pública, um dos temas em destaque na campanha eleitoral deste ano. O petista destacou que pretende combater lideranças de facções criminosas, e prometeu investimentos em educação para evitar que o adolescente creça e "vire bandido".
Vida que segue...
Siga o blog pelo insta professor_aldery
IBGE: taxa de informalidade é de 37,4% da população ocupada
Os dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje pelo IBGE.
Frente ao trimestre imediatamente anterior, a taxa de desocupação diminuiu em 13 unidades da federação: Santa Catarina (-0,6 p.p.), Maranhão (-0,9 p.p.), Espírito Santo (-0,9 p.p.), Mato Grosso (-0,9 p.p.), Goiás (-1,0 p.p.), Rondônia ( -1,0 p.p.), Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.), Minas Gerais (-1,2 p.p.), Alagoas (-1,3 p.p), Tocantins (-1,5 p.p.), Acre (-1,6 p.p.), Paraíba (-1,6 p.p.), Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.). As demais ficaram estáveis. As maiores taxas de desocupação foram no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%); as menores foram em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).
A taxa de desocupação por sexo foi de 4,6% para os homens e 6,4% para as mulheres no segundo trimestre de 2026. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional (5,4%) para os brancos (4,2%) e acima para os pretos (6,9%) e pardos (6,1%).
Vida que segue...
Siga o blog pelo insta professor_aldery
JHC ao Senado e Marina à Câmara
A conversa com Lula ocorreu o mesmo dia em que uma operação da Polícia Federal teve como alvo ex-gestores do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev). O prefeito não é investigado, mas seus adversários políticos planejam usar o escândalo no instituto para desgastar a imagem do prefeito. Ele, embora tenha uma boa avaliação na capital, se fosse concorrer ao governo teria que enfrentar o senador Renan Filho (MDB), detentor do apoio da maioria dos prefeitos dos municípios alagoanos, e a quem Lula considera um filho.
O movimento de JHC embaralhou ainda mais o cenário político em Alagoas. A federação União Progressistas e o PL esperavam que o ex-prefeito confirmasse sua candidatura ao governo do estado e fizesse campanha ao lado do candidato do PP ao Senado, o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou a compartilhar uma imagem com o nome de Marina Candida (PSDB), esposa de JHC, como pré-candidata ao Senado por Alagoas. A ex-primeira-dama de Maceió, no entanto, deve concorrer à Câmara dos Deputados, de forma a puxar votos para o PSDB.
Agora, se JHC registrar uma candidatura ao Senado, tanto a federação quanto o PL precisam reajustar a rota, uma vez que João Henrique Caldas não definiu se fará uma parceria com Lira ou com o senador Renan Calheiros, candidato à reeleição. Quem o conhece diz que o desejo dele é ser o segundo voto dos Calheiros e da turma de Arthur Lira. Enquanto embola a disputa para o Senado, o partido de Flávio, que foi buscar em Alagoas o deputado Alfredo Gaspar para ser seu vice, cogitava lançar o nome do vereador de Maceió Leonardo Dias (PL) como plano B para o governo caso JHC não concorresse. Nos próximos dois dias, ainda tem muita conversa em Alagoas.
Vida que segue...
Siga o blog pelo insta professor_aldery
Alcolumbre anuncia avanço de pautas após novo encontro com Lula
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciou nesta sexta-feira (14/8) o encaminhamento de três propostas consideradas prioritárias após a sequência de encontros com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre os textos estão a PEC 221/2019, que prevê o fim da escala 6x1, a PEC 18/2025, que trata da Segurança Pública, e o PL 2780/2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. O anúncio ocorre poucas horas depois de Alcolumbre deixar o Palácio da Alvorada, às 10h01, após uma nova conversa reservada com o petista.
Em nota, Alcolumbre afirmou que o encontro realizado na quarta-feira (12) foi importante para aproximar as prioridades do governo da agenda em discussão no Congresso. “Tive uma importante conversa institucional com o presidente Lula. Foi um diálogo maduro, franco e republicano, fundamental para compreender as prioridades do governo e tratar da agenda legislativa de interesse do nosso país”, declarou. O presidente do Senado ressaltou, porém, que a tramitação das matérias seguirá as regras da Casa.
Na nota, o senador também fez questão de destacar a autonomia do Legislativo nas discussões. “Cabe ao Executivo apresentar suas prioridades e ao Congresso Nacional analisá-las com independência e a responsabilidade de construir os melhores caminhos para o país”, disse. A retomada do diálogo ocorre após a crise provocada pela rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, episódio que havia afastado Lula e Alcolumbre.
Vida que segue...
Siga o blog pelo insta professor_aldery
Kassab diz que Centrão está com Lula e descarta vitória de Flávio: "Menor chance"
Por quem o MDB raiz torce
O jogo do Lula
Siga o blog pelo insta professor_aldery
Lula sem 'frente ampla' e Flávio isolado: por que líderes nas pesquisas não têm mais apoio político?
Alianças com partidos maiores tendem a significar mais palanques para conquistar votos nos Estados, acesso maior a recursos financeiros para a campanha e mais tempo de propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão. Por isso, historicamente, candidatos com alianças maiores têm levado vantagem na disputa eleitoral, mas isso nem sempre é verdade.
Jair Bolsonaro venceu a eleição de 2018 concorrendo com apoio de duas siglas nanicas, PSL e PRTB. Naquele ano, Geraldo Alckmin concorreu pelo PSDB, com apoio de grandes legendas de centro-direita, mas não chegou ao segundo turno.
A dificuldade em angariar apoios em 2026 não é apenas dos dois candidatos mais competitivos. Nenhum outro concorrente ao Palácio do Planalto, além de Lula, conseguiu montar uma coligação — é a primeira vez que isso ocorre em disputas presidenciais desde 1989, segundo levantamento do jornal Folha de S.Paulo. Ou seja, quase todos os candidatos estão concorrendo apenas por seus próprios partidos.
Segundo cientistas políticos ouvidos, isso reflete mudanças estruturais na política brasileira. Hoje, ressaltam, as grandes legendas têm preferido focar na disputa pelo Congresso, pois uma grande bancada garante acesso a uma maior quantidade de recursos por meio das emendas parlamentares (R$ 61 bilhões em 2026). Além disso, um maior número de deputados e senadores obriga que, qualquer que seja o presidente eleito, negocie apoio da sigla posteriormente.
"Aqueles tempos de coligações entre partidos de centro e de partidos grandes e médios não existem mais", enfatiza o cientista político Lucas Aragão, da Arko Advice.
Isso também acontece, nota Aragão, devido à forma como as siglas do Centrão se relacionam regionalmente com a forte polarização entre lulismo e bolsonarismo. É comum que esses partidos se aproximem do PT onde o partido de Lula é mais forte, como na região Nordeste, mas estejam posicionados à direita em outros Estados.
Vida que segue...
Siga o blog pelo insta professor_aldery
Brasileiros gastaram R$ 13 bilhões com cerveja nos últimos 12 meses
No mesmo período, foram registradas mais de 369,2 milhões de transações com a categoria, uma queda de 3% em relação aos 12 meses encerrados em junho de 2025.
As refeições noturnas representam a principal ocasião de consumo de cerveja, concentrando 60% do total. Os bares respondem por cerca de 33% do consumo, enquanto supermercados e hipermercados concentram 15%.
Vida que segue...
Siga o blog pelo insta professor_aldery
Você Sabia?
Trump-Lula: a política externa entra de vez na eleição presidencial
Como o Pix está transformando bares e restaurantes no Brasil
Com três meses de Desenrola 2.0, inadimplência geral recua para 29,8%
Os dados apurados em julho oferecem um retrato do cenário financeiro das famílias ao fim dos primeiros 90 dias de Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas do Governo Federal, disponibilizado em 5 de maio. Sob o efeito do incentivo à regularização de débitos, a taxa de inadimplência geral apresentou ligeira retração no mês, passando de 29,9% em junho para 29,8% em julho – nível inferior também ao registrado no mesmo período do ano anterior (30%). No entanto, o aumento do percentual de endividados e do comprometimento da renda preocupa.
Apesar do recuo nas contas em atraso, a Peic sinaliza um ponto de pressão no orçamento doméstico: o aumento da parcela de consumidores com alto comprometimento financeiro. O percentual de famílias que têm mais de 50% dos seus rendimentos mensais comprometidos com o pagamento de dívidas subiu para 19% em julho, atingindo o maior nível desde março deste ano. Em média, os consumidores endividados estão vinculando 29,5% da sua renda mensal para honrar compromissos com credores.
Vida que segue...
Siga o blog pelo insta professor_aldery
Você Sabia?
Siga o blog pelo insta professor_aldery