Blog do Alderi
"Famílias em conserva"
Todos querem o centro
Da mesma forma que aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendem que ele caminhe para o centro, a fim de ampliar os votos rumo à eleição de outubro, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pede que seu irmão 01, o senador Flávio (PL-RJ), siga por esse caminho. A defesa que Eduardo faz de uma virada à direita mais tradicional foi lida nos partidos de centro como um sinal de que a família tem medo de seguir no radicalismo e “morrer na praia”.
O difícil, no entanto, será encontrar o tom certo para reaglutinar os votos. Até aqui, a marca do bolsonarismo foi um discurso de manifestações pedindo, inclusive, intervenção militar — o próprio Eduardo disse que um cabo, um jipe e um soldado seriam suficientes para fechar o Supremo Tribunal Federal. Para completar, ainda houve, na eleição municipal, o próprio Eduardo parafraseando o guru Olavo de Carvalho com a frase: “Não existe direita no Brasil, existe Jair Bolsonaro”.
A ordem é tentar retomar todo esse campo, que começou a se dispersar em 2024.
No bolsonarismo, há o receio de que o um candidato com “cara de bom moço”, com um discurso conservador, massem radicalismos, e um plano de governo, ultrapasse os números que Flávio Bolsonaro tem apresentado nas pesquisas. Afinal, o senador ainda não tem uma marca de campanha para chamar de sua. Tem apenas o recall de seu pai, que, aliás, perdeu a eleição presidencial.
Ou seja, ainda não há um caminho seguro para chegar ao Planalto. Por mais que tenha o sobrenome Bolsonaro.
Denise Rothenburg
Alvo da disputa entre Lula e Bolsonaro, Senado tem 54 cadeiras em jogo em 2026
Desde antes de ser preso, Bolsonaro tem defendido que uma maioria conservadora na Casa poderia destravar solicitações para afastar um ministro da corte.
O discurso é reproduzido por aliados dele, prometem concentrar esforços na disputa pela Casa durante a campanha eleitoral. A oposição tem como alvo principal o ministro Alexandre de Moraes — relator da ação de tentativa de golpe de Estado no Supremo.
Como estratégia para o Senado, o PL aposta na família Bolsonaro para alavancar nomes. O partido articula a candidatura da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pelo Distrito Federal e do ex-vereador Carlos Bolsonaro por Santa Catarina, além de negociar alianças nos estados.
Na outra ponta, Lula mira o Senado para garantir governabilidade em 2026, caso seja reeleito presidente. Ele tem cotado ministros para a disputa, como Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), que deve concorrer a uma vaga pelo Paraná, e Rui Costa (Casa Civil), que deve disputar uma cadeira pela Bahia.
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Mercado de trabalho deve passar por transformação radical nos próximos anos
Essas mudanças não envolvem apenas o mercado de trabalho em si, mas também o comportamento social de crianças e adultos, impactando diretamente nas novas tendências de consumos e novos negócios da indústria, comércio e serviços.
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Flávio Bolsonaro patina ao buscar palanques para o PL no Nordeste, reduto de Lula
Michelle Bolsonaro sobre futuro político: "Está nas mãos de Deus"
Festa, renda e informalidade: como o Carnaval aquece a economia
É fato que setores de hotelaria e de alimentação, como bares e restaurantes, são beneficiados diretamente pelo evento, que envolve desfiles de escolas de samba, bailes em clubes fechados e blocos carnavalescos que invadem as ruas de várias cidades brasileiras. Na economia informal, os ambulantes ocupam posição central nesse processo. Para atuar, precisam adquirir insumos como bebidas, alimentos e materiais de apoio.
Essa compra estimula fabricantes, distribuidores e atacadistas, que ampliam estoques e ajustam operações nas semanas que antecedem a festa. O impacto alcança transportadoras, fornecedores de embalagens e pequenos produtores. A atividade, embora temporária, ativa segmentos que dependem de picos sazonais para manter o volume de vendas.
Ou seja, nos dias de Momo ampliam-se as interconexões entre empreendimentos econômicos estruturados e a economia popular. Pessoas desempregadas encontram no Carnaval uma oportunidade de renda imediata. Trabalhadores formais utilizam o período para complementar ganhos. Ocupados por conta própria aumentam suas vendas. Profissionais de montagem de estruturas, equipes de limpeza, seguranças, motoristas e vendedores de rua integram uma rede que cresce conforme o calendário festivo avança.
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No Recife, Lula acompanha desfile do Galo da Madrugada
Mas não é a primeira vez que o petista acompanha o bloco de perto. Lula já esteve no Galo da Madrugada no carnaval de 2000, dois anos antes de ser eleito para seu primeiro mandato presidencial. Pernambucano, o presidente retorna para a folia no ano em que deve tentar seu quarto mandato.
O Recife é a primeira parada de Lula em um périplo por diversas cidades no carnaval deste ano. Ainda neste sábado, ele seguirá para Salvador, na Bahia. E, depois, irá ao Rio de Janeiro.
O presidente Lula esteve acomapanhado pela governadora Raquel Lyra e pelo prefeito João Campos.
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Gastos do Carnaval podem se estender pelo ano
“Existe a ideia de que os gastos do Carnaval ficam restritos a fevereiro, mas, na prática, eles se estendem por boa parte do ano na forma de parcelas e faturas elevadas”, explica.
Entre os gastos mais recorrentes durante o Carnaval estão viagens realizadas com pouca antecedência, o que encarece passagens e hospedagens, além de despesas com fantasias, adereços e ingressos para blocos fechados, camarotes e eventos privados. Também se destacam os gastos elevados com alimentação fora de casa, bebidas e transporte por aplicativos. Outro fator de impacto são os chamados gastos pulverizados, pequenas despesas frequentes que, somadas, comprometem uma parcela significativa do orçamento mensal.
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Você Sabia?
Brasil registra queda de 35,4% no desmatamento da Amazônia e de 5,9% no Cerrado entre agosto e janeiro de 2026.
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Disputa de Lula e Flávio limita espaço da terceira via
A pesquisa Genial/Quaest divulgada em fevereiro mostra que o país chega à disputa presidencial de 2026 profundamente dividido, tanto do ponto de vista ideológico quanto geográfico, social e emocional. Luiz Inácio Lula da Silva lidera todos os cenários de primeiro e segundo turno, mas essa liderança convive com sinais claros de desgaste e com a consolidação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como adversário competitivo. O resultado é um quadro de vantagem numérica para o presidente, porém instável e longe de conforto.
No cenário principal de primeiro turno, Lula aparece com 43% das intenções de voto, contra 38% de Flávio. Brancos, nulos e eleitores que dizem não votar somam 17%, enquanto 2% permanecem indecisos. É uma polarização estrutural, entre dois polos que abduzem o sistema político-partidário. Há pouco espaço para alternativas de terceira via trafegando pelo centro. A eleição é um embate direto entre esquerda e direita, como em 2018 e 2022, já no primeiro turno.
Segundo Felipe Nunes, responsável pela pesquisa, essa divisão também se expressa de forma clara quando se observa a avaliação do governo. Hoje, 49% desaprovam o trabalho de Lula, enquanto 45% aprovam. Na avaliação qualitativa, 39% consideram o governo ruim ou péssimo, 33% o avaliam como bom ou ótimo e 26% o classificam como regular, o que gera um saldo negativo de seis pontos.
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Custo de vida no Pará e na Região Norte assustam
Na Região Norte, a dificuldade de administrar as finanças aparece de forma mais acentuada: apenas 14% dos moradores afirmam considerar fácil organizar pagamentos e despesas do dia a dia. No Brasil, esse percentual é de 19%, indicando que a maioria enfrenta desafios para manter as contas em dia.
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Lula e Flávio Bolsonaro são os candidatos com maior rejeição, aponta pesquisa Genial/Quaest
Governo Lula libera recorde de R$ 1,5 bi em emendas no início do ano
Queda no preço da gasolina não chega ao motorista
A Petrobras reduziu o preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,14 (queda de 5,2%) a partir de 27 de janeiro. Analistas, alegando a mistura de álcool e os impostos, calcularam que a redução dos valores na bomba ficaria na casa de R$ 0,08. Quando disso chegou ao consumidor? Por enquanto, nada.
Segundo o site da Petrobras, baseado em dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina ao consumidor final na semana de 18 a 24 de janeiro de 2026, antes da redução nas refinarias, era de R$ 6,33. Na semana de 25 a 31 de janeiro, após a diminuição dos valores nas bases da Petrobras, o preço médio nos postos continuava nos mesmos R$ 6,33.
A parcela da estatal caiu para R$ 1,80 (de R$ 1,90, preços arredondados); impostos federais e estaduais não mudaram (R$ 0,68 e R$ 1,57, respectivamente); o custo do etanol anidro, misturado à gasolina, caiu de R$ 1,06 para R$ 1,04. Por que os preços ao consumidor se mantiveram?
Aumentou a parcela da distribuição e revenda, que passou de R$ 1,12 para R$ 1,24 (+10,7%), saltando de 17,7% para 19,6% do valor final do combustível. Ou seja, distribuidoras e/ou postos se apropriaram da redução de preço praticada pela Petrobras.
Em várias ocasiões, a presidente da estatal, Magda Chambriard, culpou a privatização da BR Distribuidora (herança do governo Bolsonaro) e as demais distribuidoras de combustíveis pelos altos preços dos combustíveis, por não repassarem aos consumidores as reduções feitas pela Petrobras. Isso afeta não só a gasolina, mas também o diesel.
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Endividamento em janeiro repete recorde, mas inadimplência cai
“É uma variável da economia que está estreitamente relacionada à taxa de juros cobrada no Brasil, uma das maiores do mundo”, afirma Tadros.
Segundo ele, “é fundamental priorizar o equilíbrio das contas públicas, para que a política monetária possa ser flexibilizada, aliviando a carga sobre consumidores e empresas.”
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