Blog do Alderi
Você Sabia?
O choque de 1 bilhão de barris em Ormuz está prestes a derrubar a demanda
Quanto mais tempo o canal vital de exportação de petróleo permanecer fechado, dizem os traders, maior terá de ser a recalibragem para baixo do consumo, para se alinhar a uma oferta que já caiu pelo menos 10%. E, para que isso aconteça, as pessoas terão de comprar menos — seja porque os preços ficarão proibitivos, seja por intervenção governamental para forçar a redução do consumo.
Uma perda de 1 bilhão de barris de oferta já é praticamente certa — mais que o dobro dos estoques de emergência que governos liberaram pouco depois de o conflito começar, no fim de fevereiro. Os “colchões” de segurança estão sendo usados rapidamente, o que ajuda, por ora, a conter a alta do petróleo. Mas, com o bloqueio entrando na nona semana, a destruição de demanda, que começou em setores menos visíveis, como o de petroquímicos na Ásia, está se espalhando silenciosamente para mercados do dia a dia em todo o mundo.
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O que devemos evitar para viver mais? Cirurgião lista 5 coisas (e o álcool não é uma delas)
Evertton vira 'sinônimo de vitória' no Flamengo
Autor de um golaço na última quinta-feira, Evertton Araújo atravessa grande fase no Flamengo e virou "sinônimo de vitória", já que desde que foi escalado como titular, foram seis jogos e seis vitórias. O bom momento fez, inclusive, evitar que a torcida sentisse falta de Erick Pulgar, até então dono da posição e que está lesionado.
Sem a mesma "grife" que os estrelados companheiros de elenco, o volante de 23 anos — cria da base rubro-negra — aproveitou as brechas deixadas recentemente, seja por lesões ou suspensões.
Nas graças da torcida, o jovem já havia encantado o técnico Leonardo Jardim no dia a dia dos treinos no Ninho do Urubu. Ele agradou o português pela dedicação, obediência e interesse em aprender. Quando recebeu a oportunidade, aproveitou, a ponto de já haver o debate sobre a permanência dele mesmo quando Pulgar retornar.
Leonardo Jardim, por sua vez, não tem poupado elogios a Evertton Araújo. Anteriormente, o português já havia dito que o volante tem um perfil de agrado ao futebol europeu.
O Flamengo já sinalizou ao estafe de Evertton Araújo que tem o interesse em antecipar a renovação do contrato do volante. Em 2024, o jogador renovou até o fim de 2028. Agora, porém, a diretoria tem a consciência de que o atleta se valorizou e despertou o interesse do mercado.
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Geração X é a que mais teme perder o emprego
O índice é mais elevado entre os profissionais da Geração X, onde 81,2% relatam já ter tido medo de serem desligados, o maior percentual entre as gerações analisadas. Entre os Millennials, o índice é de 77%, seguido pelos Baby Boomers (73,5%). Já na Geração Z, 72,9% afirmam já ter vivenciado essa insegurança em relação à permanência no emprego.
Quando questionados sobre o que pode ajudar a melhorar a sensação de estabilidade no trabalho, 54,8% dos respondentes afirmam que planos de carreira claros e critérios objetivos de progressão são a principal ação para reduzir a insegurança. Na sequência, aparecem a valorização da experiência e do tempo de casa (46,2%) e a oferta de treinamentos contínuos (41,1%).
O recorte por geração reforça a importância desses fatores. Entre os Millennials, 56,8% apontam planos de carreira claros como principal elemento para aumentar a sensação de estabilidade. Na Geração X, o índice é de 52,1%, enquanto entre os Baby Boomers chega a 58,1%. Já entre a Geração Z, 53,4% destacam a clareza sobre crescimento profissional como fator central para se sentirem mais seguros no trabalho.
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Governo quer elevar a 55% o índice de leitores no país até 2035
Você Sabia?
Os dados do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) apontam que a maioria das vítimas sofria agressões recorrentes, com o perfil dos atendimentos médicos convergindo com os casos de feminicídio.
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Para complementar renda, maiores de 60 são 4,5 milhões na Economia Prateada
Aliado ao desejo de empreender, o crescimento dos negócios comandados pelos 60+ está relacionado às transformações populacionais e, por consequência, do mercado de trabalho.
O aumento da expectativa de vida ao nascer – que era e 62,6 anos em 1980 e passou para 76,4 anos em 2023 – impactou o mercado de trabalho para a chamada Geração Prateada (60+).
Atualmente, um quinto da população brasileira em idade para trabalhar é composta por este grupo, aponta estudo da pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), Janaína Feijó.
As maiores proporções de idosos na População em Idade Ativa (PIA) em 2024 estavam nos estados do Rio de Janeiro (24,1%), Rio Grande do Sul (23,7%) e São Paulo (21,7%). As menores proporções foram encontradas em Roraima (12%), Acre (12,4%) e Amazonas (13%). “Ao contrário de estereótipos antigos que associavam o envelhecimento à inatividade ou à dependência, a Geração Prateada é marcada por um perfil mais saudável, engajado e consumidor”, destaca Janaína.
Ela destaca dois perfis entre os idosos economicamente ativos: os que trabalham por uma necessidade de renda e os que permanecem nos postos de trabalho para manterem-se ativos e com vínculos profissionais.
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Mercado livreiro no Brasil superou R$ 3 bilhões em 2025
Mesmo desconsiderando fenômenos pontuais, como livros de colorir, o setor apresentou expansão consistente ao longo do ano, indicando um avanço mais estrutural, de acordo com balanços setoriais divulgados pelo próprio Snel.
Além disso, estudo inédito da Câmara Brasileira do Livro (CBL) aponta a dimensão da cadeia produtiva. O Brasil já reúne mais de 54 mil empresas ligadas ao setor editorial e livreiro, responsáveis por cerca de 70 mil empregos diretos no país, reforçando o impacto econômico da indústria do livro. Apesar dos números positivos, o desafio da leitura permanece.
Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro, mostram que uma parcela significativa da população brasileira ainda não mantém o hábito regular de leitura, o que limita o potencial de crescimento do mercado no longo prazo.
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Shoppings enfrentam queda de público e vendas
"O público dos shoppings vem caindo, e todos os varejistas passam por um processo de depuração", diz Silvio Stagni, presidente da Allied Tecnologia, referindo-se à necessidade de fechar lojas não lucrativas.
Segundo Stagni, um dos principais motivos que levaram ao fechamento de lojas nos shoppings foi o público se acostumar com a comodidade da compra online. "No mercado nacional de celulares, 25% das vendas eram online em 2020. Hoje, são 45%."
Dados da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) apontam queda de 6,2% nas visitas mensais entre 2019 (antes da pandemia) e 2025. No ano passado, a média de visitas foi de 471 milhões ao mês, ante os 476 milhões de 2024 —trata-se do primeiro recuo desde a retomada de público pós-Covid-19.
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Pix domina pagamentos e celular consolida-se como maquininha
O smartphone já responde por 95% dos pagamentos por aproximação em lojas físicas, reforçando seu papel como hub financeiro. Hoje, 76% dos usuários utilizam o Pix via celular, enquanto 19% já pagam por carteiras digitais (NFC) e 15% usam cartões embarcados em soluções como carteiras digitais.
Outro movimento é a transformação do celular também em ferramenta de recebimento. Segundo o estudo, 40% dos brasileiros já realizaram pagamentos diretamente no celular do vendedor (modelo conhecido como “Tap to Phone”), e 27% afirmam já ter usado o próprio aparelho como maquininha. Entre jovens de 18 a 34 anos, esse número sobe para 35%, indicando forte tendência de crescimento.
Mesmo com a expansão dos meios digitais, o cartão de crédito mantém relevância, especialmente entre consumidores de maior renda e em compras de maior valor. Atualmente, 38% utilizam o cartão físico e 24% recorrem à versão virtual para e-commerce. No entanto, o estudo aponta uma mudança estrutural: o cartão passa a ocupar um espaço mais segmentado, enquanto o Pix avança como solução universal.
Já o Pix parcelado aparece como a inovação de maior interesse entre os consumidores, com 41% demonstrando intenção de uso. Hoje, apenas 10% já utilizam essa modalidade, o que indica um amplo potencial de expansão.
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Rejeição em alta
Lula tem feito esforço para manter sua popularidade em alta no Nordeste. Só neste ano, ele teve agendas em cidades da região em oito ocasiões, como no início do mês, quando foi inaugurar um trecho de um quilômetro de metrô de Salvador. Apesar disso, houve uma piora na avaliação do petista neste terceiro mandato. Dados do Datafolha mostram que a aprovação de Lula na região, que chegou a 53% de ótimo e bom em março de 2023, hoje está em 41%. A margem de erro também é de quatro pontos percentuais.
Lideranças petistas mantêm otimismo sobre a recuperação de Lula no Nordeste em outubro. De forma reservada, reconhecem, porém, que há uma preocupação com o desempenho nas capitais e nas grandes cidades, com mais de 150 mil habitantes, não apenas da região. Em 2022, o atual presidente, apesar da ampla vantagem entre os nordestinos, perdeu para Bolsonaro em uma das capitais: Maceió (AL). O então presidente teve 57,18%, contra 42,82% do petista na capital alagoana.
— O povo nordestino tem muita identidade com Lula. Foi o presidente que mais investiu, mais trabalhou e mais desenvolveu nossa região. Então, não há por que falar em recuperação. Nós vamos trabalhar para ampliar a votação do presidente Lula no Nordeste — afirma Éden Valadares, secretário de comunicação do PT nacional e ex-presidente do partido na Bahia.
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Endividamento: 72% dos brasileiros dizem ter contas para pagar
A nova pesquisa Quaest divulgada nesta semana reforçou o sinal de alerta sobre a situação financeira das famílias brasileiras. Segundo o levantamento, 29% dos entrevistados disseram ter muitas dívidas e 43% afirmaram ter poucas dívidas, totalizando 72% da população endividada. Outros 28% disseram não ter dívidas. O estudo foi encomendado pela Genial Investimentos e tem margem de erro de dois pontos percentuais.
Para o advogado Bruno Medeiros Durão, presidente do Durão, Almeida & Pontes Advogados Associados, o dado mostra que o endividamento deixou de ser um problema isolado e passou a ocupar o centro da vida econômica de milhões de famílias, com reflexos jurídicos claros nas relações de consumo.
“Quando sete em cada 10 brasileiros dizem conviver com dívidas, o país já não está diante de uma dificuldade pontual, mas de um quadro estrutural de pressão financeira. Esse cenário exige atenção redobrada à forma como o crédito é ofertado, como a informação é apresentada ao consumidor e como as renegociações são conduzidas”, afirma Bruno Medeiros Durão.
Em março, a CNC informou que o percentual de famílias com dívidas chegou a 80,4%, renovando o recorde da série. Já em janeiro de 2026, a mesma pesquisa havia apontado 79,5% de famílias endividadas, com o cartão de crédito como principal modalidade, presente em 85,4% dos casos.
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