Você Sabia?

O Brasil chegou a maio de 2026 com 53,1 milhões de vínculos em planos médico-hospitalares e uma taxa de cobertura de 25% da população. Na prática, três em cada quatro brasileiros continuam fora da saúde suplementar.


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Os dois motivos que Lula levará em conta para ir ao debate da Globo

 Oficialmente, Lula ainda não bateu o martelo sobre a participação no debate da TV Globo na quinta-feira, para o qual foram convidados outros três candidatos: Flávio Bolsonaro, Augusto Cury e Ronaldo Caiado. Desde a pré-campanha, Lula repete a aliados que acha o formato dos debates eleitorais "contraproducente", "muito engessado" e que "eles funcionam como uma armadilha". 

Na coordenação da campanha, é consenso que o presidente deve enfrentar os adversários diretamente pela primeira e única vez neste primeiro turno. 

Não parece razoável que Lula vá deixar sua cadeira vazia na quinta-feira, mesmo com todas as restrições que faz aos debates.

Primeiro, porque sua situação nas pesquisas não lhe permite fugir do confronto com os adversários. Numa situação de empate técnico, a ida ao debate torna-se imperativa.

— Vou no debate da Globo. Está confirmado. Ele que lute. Eu quero ir para lá debater com ele. Eu estou chamando o Lula para o debate: 'Lula, eu quero você no debate da Globo, vem debater comigo porque eu vou esfregar verdade na sua cara e vou mostrar que o meu projeto de Brasil é melhor que o seu.

O tom de desafio usado por Flávio sugere que ele sabe que Lula irá à Globo, mas não quis perder a oportunidade de provocá-lo.

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Santa Cruz fica perto de acesso na Série C

A antepenúltima rodada dos quadrangulares de acesso da Série C chegou ao fim neste domingo, e nenhuma equipe garantiu a vaga na Série B. No entanto, o Santa Cruz está muito perto de voltar à 2ª divisão após 10 anos.

O Santa Cruz podia ter garantido o acesso ontem, 26. Mas o empate por 1 a 1 com o Floresta adiou a classificação.

Com isso, o Santinha ficou com 10 pontos no Grupo A e é seguido por Maringá (7), Floresta (4), e Botafogo-PB (1). Na fase de quadrangulares da Série C, os times jogam contra os rivais da mesma chave em turno e returno, e os dois melhores de cada grupo sobem. Os líderes de cada chave fazem a final para definir o campeão da competição.

No atual cenário, estariam subinho Santa Cruz, Maringá, Ferroviária e Inter de Limeira. Líderes de cada chave, Santa Cruz e Ferroviária fariam a final para decidir o campeão em jogos de ida e volta.

O Santa Cruz pode garantir o acesso na semana que vem. No sábado (3), o time pernambucano enfrenta o Maringá na Arena Pernambucano e um empate já garante a vaga na Série B. Uma derrota também pode dar a vaga mas, nesse cenário, o Botafogo-PB teria que vencer ou empatar com o Floresta. O Santinha disputou a segunda divisão pela última vez em 2017.

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Toffoli determina retirada da federação PSDB/Cidadania da coligação de Raquel Lyra

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a retirada da Federação PSDB/Cidadania da coligação Pernambuco de Coração, que apoia a candidatura à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). 

Cabe recurso da decisão, que é monocrática e foi assinada no sábado (26). Toffoli derrubou o entendimento adotado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), que havia decidido, por quatro votos a três, manter a federação na coligação, como havia sido aprovado em convenção partidária.

Toffoli determinou ainda que o TRE-PE adote, "com urgência", providências necessárias para adequar o tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, considerando a posição de neutralidade da Federação PSDB/Cidadania na disputa por cargos majoritários em Pernambuco.

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    Colinha’ incompleta: eleitores chegam à última semana antes das eleições sem definir todos os votos

    A uma semana para o primeiro turno das eleições de 2026, muitos eleitores ainda não definiram todos os candidatos em quem pretendem votar no próximo domingo (4). Enquanto parte do eleitorado já preparou a chamada “colinha” com os números dos candidatos, outros ainda avaliam opções para alguns ou todos os cargos em disputa. 

    Para o cientista político Murilo Medeiros, da Universidade de Brasília (UnB), adiar algumas escolhas é um comportamento esperado diante da complexidade da eleição deste ano e, por isso, deixar essa escolha para a reta final é “natural”. 

    “São seis votos, centenas de candidatos, cargos muito diferentes entre si e uma quantidade enorme de informações para assimilar em poucas semanas. É natural que parte dessas escolhas fique para a reta final”, afirma.

    No primeiro turno, os eleitores votam para deputado federal, deputado distrital, dois senadores, governador e presidente da República. É permitido levar uma anotação em papel com os números dos candidatos para consultar na cabine de votação.

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    Lula silencia contra Raquel Lyra e JHC e frustra aliados em atos de PE e AL

    O giro do presidente Lula (PT) ontem e hoje por Maceió e Recife abraçou as campanhas de aliados e juntou milhares de eleitores, mas deixou uma frustração nas campanhas locais dos candidatos coligados ao governo nos dois estados.


    Para evitar danos eleitorais, Lula preferiu ser protocolar e apenas pedir votos para Renan Filho (MDB), na quinta à noite, e para João Campos (PSB), na sexta.

    Os nomes da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), que tenta a reeleição, e do candidato ao governo de Alagoas JHC (PSDB) não foram citados por Lula em nenhum momento. Em ambas as visitas, ele também não concedeu entrevistas.

    A estratégia era não entrar em bola dividida, especialmente com Raquel, que faz rotineiros elogios a Lula e conta com apoio de integrantes do PT e de alguns membros de movimentos sociais de esquerda.

    Em Maceió, Lula também não fez qualquer citação a candidatos.

    No caso de Maceió, JHC apoia dois nomes estratégicos para o Senado, ambos com chance de vitória: Arthur Lira (PP) e Marina Candia (PSDB), esposa de JHC. Apesar de estarem em partidos de centro-direita, Lula espera poder contar com eles, em caso de vitória.

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    Eleição pode acabar no 1º turno por desconhecimento do número de candidatos

    A eleição pode acabar no primeiro turno se parte do eleitorado não souber o número do candidato na urna e não conseguir transformar intenção em voto, avalia José Roberto de Toledo no A Hora, do Canal UOL.

    Toledo diz que o Datafolha inclui, mais perto da votação, uma pergunta que funciona como teste prático: qual número o eleitor pretende digitar para confirmar o voto para presidente. O resultado, segundo ele, varia muito entre os candidatos.

    O Brasil é um dos poucos países do mundo em que o eleitor precisa decorar um número para conseguir votar no seu candidato. Ele não digita o nome do candidato, ele tem que saber o número. Se ele não souber o número, ele não consegue transformar a intenção em voto. Por conta disso, o Datafolha faz a pergunta, e 73% respondem correto, 23% confessam "não sei" e uma parcela chuta o número errado.

    Toledo afirma que o contraste aparece quando a pesquisa cruza as respostas com a intenção de voto. Entre eleitores de Lula, 87% acertam o número. Já entre eleitores de Flávio Bolsonaro, o acerto cai para 79%.

    Na leitura de Toledo, o dado joga responsabilidade extra sobre as campanhas na reta final, sobretudo as de candidatos que ainda não fixaram o número no eleitorado. "O erro pode levar à desidratação dos nomes menores", diz ele, aumentando a chance de a disputa se encerrar já no primeiro turno.

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    Reincidência atinge 86,72% dos que entraram na inadimplência

    Em agosto de 2026, o Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), revelou que, do total de negativações, 86,72% foram de devedores reincidentes. O dado refere-se a consumidores que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses.

    Dentro do universo de reincidentes de agosto, a maior parte (68,96%) ainda não havia quitado pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 17,76% haviam saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 13,28% dos negativados no mês não tiveram restrições no CPF ao longo do último ano.

    O tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento de demais pendências para os reincidentes: em agosto, esse período foi de 69,2 dias. Isso significa que, em média, após cerca de 2,3 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence.

    Os dados do indicador mostram que, nos últimos 12 meses encerrados em agosto de 2026, houve um crescimento de 15,96% no número de devedores reincidentes na comparação com os 12 meses anteriores.

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    Recados ocultos

    Políticos de centro e de direita ainda não se esqueceram da fala do ministro Flávio Dino, do STF, sobre ter assinado despachos e autorizações de operações no intervalo da sessão da semana passada. 

    Para alguns, soou como uma ameaça, principalmente porque muitos defendem que o caso das emendas é uma ferramenta de perseguição a políticos opositores do governo Lula pelo magistrado.


    Denise Rothenburg



    Foi precipitado

     Integrantes do Partido Novo começam a buscar explicações para o baixo desempenho do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, nas pesquisas. Muita gente lá diz que Zema “matou” a campanha ao Planalto quando atacou Flávio Bolsonaro, em maio, mês em que a relação entre o senador e Daniel Vorcaro foi exposta. 

    A avaliação é de que como Zema e Flávio compartilham o mesmo eleitorado — ou seja, os bolsonaristas —, o presidenciável do Novo se queimou e não conseguiu decolar.

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    Votos nulos, brancos e abstenções devem ser recorde este ano, aposta autor de livro sobre eleições no Brasil: 'Tem algo diferente desta vez'

    A abstenção, que foi recorde nas eleições de 2022, pode voltar a crescer no pleito deste ano e atingir o maior nível das últimas décadas, na avaliação do cientista político Jairo Nicolau. Ele também acredita que o número de votos brancos e nulos pode aumentar.

    A cerca de uma semana das eleições de 2026, o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avalia que o eleitorado está frustrado com uma campanha marcada pela repetição da polarização entre petismo e bolsonarismo e pelo pouco espaço dedicado ao debate — ofuscado nas últimas semanas pela crise no Supremo Tribunal Federal (STF).

    "Essa é uma eleição em que as pessoas estão desanimadas com os candidatos que estão aí, e que tem grande chance de aumentar, num nível razoável, a abstenção e os votos nulos e brancos", afirma.

    "Talvez a gente tenha a maior taxa de abstenção nas eleições gerais de 2002 para cá."

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    Lula e Flávio batalham pelo eleitorado nordestino na reta final da campanha

     O Nordeste voltou ao centro da disputa presidencial na reta final do primeiro turno. A região concentra agendas de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), enquanto a pesquisa Quaest divulgada ontem mostra oscilação nas intenções de voto em um eventual segundo turno. 

    A pesquisa , divulgada na segunda-feira (22/9) aponta um crescimento das intenções do senador no Nordeste. De acordo com a pesquisa, Lula registrou 57% contra 31% de Flávio Bolsonaro. Na pesquisa anterior, os dois apareciam com 60% e 28%, respectivamente. A margem de erro para o eleitorado nordestino é de quatro pontos percentuais.

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    Brasil bate recorde com 103 milhões de pessoas ocupadas; mulheres puxam avanço desde 2012

    O Brasil atingiu um recorde de 103 milhões de pessoas ocupadas em 2025, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua – Características Adicionais do Mercado de Trabalho, divulgada nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Segundo o instituto, esse foi o maior contingente de ocupados da série histórica, iniciada em 2012. Ao mesmo tempo, o número de desocupados caiu para 6,1 milhões, o menor já registrado pela pesquisa.

    A força de trabalho do país soma 109,1 milhões de pessoas, enquanto 65 milhões estão fora do mercado de trabalho. Em comparação com 2012, o total de ocupados cresceu 15,4%, passando de 89,3 milhões para 103 milhões de trabalhadores.

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    Rejeição

     

    Num dos seus recortes, a pesquisa Quaest faz um mergulho assustador na geografia profunda da alma dos eleitores. Pergunta o que mais os preocupa. E constata que há um ponto de encontro psíquico entre petistas e bolsonaristas. As duas tribos se encontram no medo.

    Os dois principais candidatos não estão tecnicamente empatados apenas na rejeição e nas intenções de voto. Igualaram-se também no mau sentimento que despertam: 43% dos eleitores dizem temer um quarto mandato de Lula; 42% temem a volta da família Bolsonaro ao Planalto; e 7% temem os dois cenários.

    Quer dizer: nove em cada dez eleitores (92%) vão à cabine de votação temendo viver um filme de terror com duração de quatro anos.

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    Em SC, Lula diz que quer ganhar as eleições para manter Jair Bolsonaro preso

    O presidente da República e candidato à reeleição em 2026, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pretende manter o ex-presidente Jair Bolsonaro na cadeia. Foi o que disse o petista durante ato de campanha neste sábado (19/9) em Florianópolis (SC). 

    Durante o ato, Lula citou o desejo de Flávio Bolsonaro (PL) de vencer as eleições justamente para tirar o pai da prisão. O candidato do PT afirmou que uma das razões pelas quais pretende vencer é a de, justamente, manter Jair na posição em que se encontra. 

    "A ideia do outro (Flávio Bolsonaro): 'Eu quero ganhar as eleições para tirar meu pai da cadeia'. E eu quero ganhar para manter ele na cadeia", afirmou Lula. 

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    Dinheiro é relevante para 82% de quem tem ansiedade, estresse ou burnout

    As dificuldades financeiras estão diretamente relacionadas ao adoecimento mental de grande parte dos brasileiros. É o que revela uma pesquisa inédita realizada pela Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira (Abefin), em parceria com o Instituto Axxus. Segundo o estudo, 81,9% das pessoas diagnosticadas com transtornos mentais apontam que os problemas financeiros tiveram participação relevante, em algum grau, no desenvolvimento ou agravamento de seu quadro psicológico.

    O levantamento ouviu 1.000 brasileiros de todas as regiões do país com diagnóstico formal de ansiedade, depressão, estresse crônico ou síndrome de burnout. As entrevistas presenciais em profundidade foram conduzidas por psicólogos especializados, com o objetivo de compreender os fatores que os participantes associam ao surgimento de seus transtornos.

    Os resultados mostram que, para 27,1% dos entrevistados, as dificuldades financeiras foram a causa exclusiva do adoecimento mental. Outros 32,4% afirmaram que elas representaram a causa predominante entre diversos fatores envolvidos. Já 22,4% apontaram as finanças como uma das principais causas de seus problemas emocionais. Somadas, essas três categorias representam 81,9% da amostra.

    Além disso, quando questionados sobre qual foi o principal gatilho para o surgimento do transtorno, 34,6% apontaram as dificuldades financeiras, percentual superior ao registrado para problemas relacionados ao trabalho (20,5%), relacionamentos (11%), separação (10,9%), doenças (8,3%) e luto (5%).

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    Você Sabia?

    Oito em cada dez religiosos rejeitam política na igreja, mas lideranças buscam influenciar voto

    Pesquisa do Instituto de Estudos da Religião (Iser), em parceria com a Quaest, ouviu 15 mil brasileiros sobre o tema.



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    Além das blusinhas: de carro a sorvete, China invade consumo brasileiro

    Shein, AliExpress, Temu, Mixue, BYD, Haval, Geely, Midea, Hisense, 99/Didi, Keeta. A lista de grandes empresas da China que vêm abrindo operações no Brasil, parte delas inclusive com produção local, não para de crescer. Há desde os marketplaces — que se beneficiaram com o fim da "taxa das blusinhas" (que este mês zerou o Imposto de Importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50) — a plataformas de delivery, passando por eletrodomésticos e cosméticos.

    Em veículos elétricos, já são 13 as marcas chinesas no país, com destaque para BYD, Haval, Geely e Caoa Chery, que têm produção local.

    Na outra ponta do consumo, de produtos de giro rápido, a gigante global de bebidas e sorvetes Mixue (a pronúncia é "míche") inaugurou em abril a sua primeira unidade em São Paulo, na Avenida Paulista. O Brasil foi o primeiro país em que a empresa investiu fora da região Ásia-Pacífico.

    No país, o plano é aportar R$ 3 bilhões até 2030, com a abertura de mil lojas, entre próprias e franquias, e a construção de uma fábrica. Serão 100 pontos de venda apenas neste ano. No mundo, a Mixue, criada por dois irmãos em 1997, soma 64 mil lojas em 17 países e faturou 33,6 bilhões de yuans (R$ 25,6 bilhões) em 2025.

    O Brasil é a maior economia da América do Sul e possui um mercado consumidor amplo, jovem e bastante aberto a novas experiências de consumo, estratégico de longo prazo. Enxergamos um potencial relevante nas categorias de bebidas geladas, chás e sorvete
    Shu Mei, responsável pelo marketing da Mixue Brasil.


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    Desenrola 2.0 cortou R$ 22,4 bi em dívidas, mas famílias seguem sufocadas

    O Desenrola 2.0 ajudou a reduzir o endividamento do brasileiro em R$ 22,4 bilhões, mas não impediu que o volume de dívidas das famílias continuasse perto de níveis recordes quando considerados os indicadores gerais do mercado brasileiro.

    Nova edição do Desenrola reduziu a dívida das famílias brasileiras em R$ 22,4 bilhões. Após essa redução no valor das dívidas que foram renegociadas, as pendências financeiras desse estoque de contas em atraso caiu para R$ 5,71 bilhões, de acordo com dados da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e do Ministério da Fazenda.


    Cerca de 10 milhões de débitos foram renegociados ou reduzidos pelo programa. Ao todo, foram realizadas 5,54 milhões de operações de crédito, que tiveram um desconto médio de 80% para facilitar o pagamento das pendências financeiras entre os meses de maio e agosto.

    A inadimplência no Brasil atingiu um patamar crítico porque deixou de ser um desvio pontual de consumo e virou mecanismo de sobrevivência. 
    José César da Costa, presidente da CNDL

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    Tchau, tchau Nordeste

    Com a campanha de Lula à reeleição voltada aos mais pobres, inclusive com aumento do Bolsa Família, o candidato do PL vai focar na Região Sudeste — São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais — nesses 16 dias até a eleição. 

    Seus estrategistas acreditam que, assim, ele conseguirá abrir uma diferença capaz de assegurar a vitória.

    Enquanto isso… Daniella Marques, a coordenadora da equipe econômica, e o vice na chapa de Flávio, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), farão campanha de outras formas. Ele continuará a rodar no Nordeste. Ela marcará presença em eventos para falar do plano econômico do filho 01 para empresários e para o mercado financeiro.

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    Arrascaeta sai do banco para resgatar o Flamengo

    Parece repetitivo, mas não é. Arrascaeta decidiu mais uma classificação do Flamengo na Conmebol Libertadores. O gol no empate por 1 a 1 com o Independiente del Valle, nesta quinta-feira, no Maracanã, porém, carrega um simbolismo que vai além. Vindo do banco de reservas, o uruguaio mostrou mais uma vez que seu poder de decisão permanece intacto. Além disso, segue na perseguição a uma marca importante de ninguém menos que Zico.

    Nas últimas semanas, Arrascaeta passou a ser tema de debate em relação à titularidade. De fato, as atuações recentes estavam abaixo do padrão que o uruguaio já apresentou em outros momentos. Do outro lado, Lucas Paquetá vinha correspondendo. A mudança aconteceu contra o Del Valle: o camisa 11 começou como titular, enquanto o camisa 10 ficou no banco. E não funcionou.

    Arrascaeta só entrou no segundo tempo contra o Independiente del Valle, quando o Flamengo já perdia por 1 a 0. Em campo, viu Jorginho ser expulso e a situação rubro-negra ficar ainda mais complicada. Foi então que apareceu para o resgate: aproveitou a falha do goleiro Quintana e empatou de cabeça. Se as atuações recentes estavam abaixo do esperado, decidir mais um jogo grande reforça o status de ídolo que o uruguaio construiu no Flamengo.

    O gol também faz Arrascaeta se aproximar de Zico. Agora são 14 gols do uruguaio pelo Flamengo na Libertadores (e 19 no total, contando com o Cruzeiro). O Galinho tem 16.

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    Copom: Taxa Selic cai para 13,75% ao ano

    O Banco Central (BC) cortou os juros pela quinta vez seguida, nesta quarta-feira. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.

    De junho de 2025 a março desde ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros em abril, num cenário de queda da inflação. No entanto, o agravamento da guerra no Oriente Médio e o início do fenômeno El Niño dificultam o trabalho do Copom.

    Para os investidores, o primeiro efeito aparece na renda fixa. Aplicações pós-fixadas, como Tesouro Direto na modalidade Tesouro Selic, CDBs atrelados ao CDI e fundos DI, passam a oferecer retornos ligeiramente menores à medida que os cortes são implementados. No entanto, isso não significa que a renda fixa deixe de ser atraente. A própria B3, destaca que mesmo em um ciclo de queda de juros a renda fixa continua oferecendo retornos elevados, especialmente porque os juros brasileiros ainda permanecem entre os mais altos do mundo em termos reais.

    Ao mesmo tempo, o novo cenário tende a favorecer títulos prefixados e papéis indexados à inflação. Quando os juros estão em trajetória de queda, investidores conseguem “travar” taxas por vários anos em títulos prefixados, além de se beneficiar da valorização desses ativos no mercado secundário.

    Do ponto de vista da população, a queda da Selic tende a produzir efeitos positivos de forma gradual. Como os bancos utilizam a taxa básica como referência para diversas operações financeiras, a tendência é que empréstimos, financiamentos imobiliários e crédito para consumo fiquem mais acessíveis ao longo dos próximos meses. Isso melhora a capacidade de consumo das famílias e facilita a renegociação de dívidas, criando um ambiente mais favorável para o orçamento doméstico. Além disso, juros menores estimulam o crédito e incentivam a circulação de recursos na economia, fortalecendo o consumo e a atividade econômica.

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    Governo Lula anuncia reajuste do Bolsa Família

    O governo Lula (PT) anunciou hoje, 17 dias antes do primeiro turno das eleições, o aumento do valor do Bolsa Família, o primeiro reajuste realizado durante o atual mandato do petista. O anúncio foi feito no Palácio do Planalto, na presença de Lula e de ministros. 

    O piso do programa, que é de R$ 600, passa para R$ 691 a partir de outubro —um aumento de 15%. Segundo o ministério do Planejamento, o benefício médio subirá dos atuais R$ 675 para R$ 777. 

    O reajuste acompanha a correção pela inflação desde junho de 2023, quando o programa foi oficialmente renomeado para Bolsa Família, até o mês passado, informou o governo.

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    Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres no Brasil

     

    O medo da violência redefine a rotina de quase todas as brasileiras. Uma pesquisa aponta que 98% das mulheres no país adotam estratégias para reduzir riscos no dia a dia, enquanto oito em cada dez (78%) já sofreram algum tipo de violência.

    Os dados são do levantamento “Segurança das Mulheres: Percepção da Sociedade Brasileira sobre Violência”, divulgado nesta quarta-feira (16/9) e realizado pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, com apoio da Uber. Foram ouvidas 1,5 mil pessoas com 16 anos ou mais entre 22 e 30 de abril de 2026.

    A sensação de insegurança é mais intensa entre elas. Conforme a pesquisa, 94% das mulheres se sentem inseguras no cotidiano, contra 84% dos homens. Nos deslocamentos, o medo da violência atinge 94% das mulheres e 90% dos homens.

    A pesquisa mostra que o medo da violência atravessa a forma como as mulheres vivem e circulam pelas cidades”, afirma Maíra Saruê, diretora de Pesquisa do Instituto Locomotiva.


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    Vendas no varejo caíram 0,8% em julho

    Em julho de 2026, o volume de vendas no comércio varejista caiu 0,8% frente a junho, na série com ajuste sazonal, após variação de 0,3% em junho de 2026. Com isso, a média móvel trimestral para o varejo variou -0,1% no trimestre encerrado em julho de 2026, após registrar -0,2% no trimestre encerrado em junho.

    No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças; material de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas em junho mostrou variação de 0,4% frente ao mês imediatamente anterior, após queda de 1,1% em junho de 2026. Com isso, a média móvel trimestral para o varejo ampliado variou -0,3% no trimestre encerrado em julho, depois do recuo de 0,8% no trimestre encerrado em junho de 2026.

    Frente ao mesmo mês de 2025, o varejo ampliado cresceu 1,8% após crescer 4,9% em junho de 2026. No ano, o setor avançou 1,9% e, nos últimos 12 meses, 1,2%. A queda no volume de vendas do comércio varejista na passagem de junho para julho de 2026, na série com ajuste sazonal, teve cinco atividades com variação negativa e três com variações positivas. No campo negativo, vieram móveis e eletrodomésticos (-4,9%), livros, jornais, revistas e papelaria (-4,2%), tecidos, vestuário e calçados (-2,7%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,2%) e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,2%). No campo positivo, destacaram-se artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,6%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,6%) e combustíveis e lubrificantes (0,3%).

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    Investimentos dos brasileiros chegam a R$ 9,1 trilhões e ampliam patrimônio financeiro

     O volume de investimentos das pessoas físicas no Brasil atingiu R$ 9,1 trilhões no primeiro semestre de 2026, crescimento de 6,4% em relação ao final do ano passado. Os dados, divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) no início de setembro, mostram não apenas um aumento do patrimônio financeiro dos brasileiros, mas também um movimento de diversificação das carteiras.

    Entre os investidores de alta renda, o crescimento foi ainda maior. O segmento alcançou R$ 3,4 trilhões em investimentos, avanço de 7,8% no semestre. Já o segmento private chegou a aproximadamente R$ 2,8 trilhões.

    Os fundos de investimento também avançaram 9,6% no período, chegando a R$ 2,2 trilhões, com crescimento de categorias como fundos imobiliários e Fundos de Investimento em Participações, os FIPs.

    Para José Roberto Salazar, especialista em proteção e crescimento patrimonial e sócio da PR Private Partners, os números ajudam a revelar uma mudança no comportamento de quem já acumulou patrimônio e agora busca formas diferentes de protegê-lo e fazê-lo crescer.

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    A derrota de André Mendonça

     O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, ao suspender as decisões relacionadas ao afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, colocou um freio de arrumação nas sucessivas deliberações contraditórias sobre o caso. E esta é uma derrota para o ministro André Mendonça, que havia determinado o afastamento de Andrei e do diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada. É uma vitória da ala que se contrapõe a Mendonça e que deve impor novo desgaste ao magistrado na próxima terça-feira (15/09), durante a sessão, marcada por Fachin, em que será discutido o relatório da PF sobre a suposta relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. 

    Na sessão, os ministros vão analisar a validade do documento da PF feito a pedido do ministro André Mendonça. A crítica dos ministros é de que Mendonça passou a investigar um colega sem autorização do plenário.

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    Fim de festa, candidato

    De um lado para o outro, nos quatro cantos do país, lá estão eles com adesivos nas camisetas, santinhos nas mãos e sorriso estridente. Não serei tão radical. Sabemos, há muito tempo, como se comportam os candidatos a alguma coisa. É necessário comer pastel na feira. O povo precisa conhecer. É o momento de apresentar propostas e torcer pela mudança. É assim que falam, não é? Quase  nunca é assim, convenhamos. 

    Não sei se é uma impressão única, mas aquele alvoroço pré-eleitoral está escanteado. Os carros de som, as bandeiras e até as musiquinhas que não saíam da cabeça parecem ter perdido espaço. Há uma explicação para isso. É a descrença. De tropeço em tropeço, candidatos, a incredulidade ocupa o trono. Uma pesquisa conduzida pelo cientista político Jairo Pimentel, da Fundação Escola de Sociologia e Política, revelou que 41% dos leitores estão desiludidos com a política; 73% não têm simpatia por nenhum partido; e 22% se abstêm de votar. Os motivos não estão centralizados na esquerda, na direita ou no centro, mas na incapacidade de resolver problemas básicos. 

    Sinto informar, futuros governantes, mas os eleitores sabem distinguir o real e a novela. Estamos a menos de um mês das eleições. Se eu pudesse definir esta reta final, a palavra seria desespero. Preocupa-me. A afobação leva ao esvaziamento de pautas sérias e importantes. 

    Vida que segue...

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