Brasil entre as 10 maiores economias do mundo

Sede do FMI em Washington (foto de Liu Jie, Xinhua)

O Brasil volta a ocupar a posição de 10ª (G10) maior economia do mundo em 2026, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) compiladas pela consultoria Austin Ratings a partir de dados de 45 países. A estimativa foi reforçada após o crescimento de 1,1%, desempenho acima do esperado pelo mercado, que era de 1%.

O levantamento mostra que o Brasil deve ultrapassar o Canadá no ranking global das maiores economias medido em dólares correntes. Em 2024 e 2025, o país havia caído para a 11ª posição, após ser superado pela Rússia e pelo Canadá.

Sexto maior avanço

Entre os 45 países analisados pela Austin Ratings, o Brasil registrou o sexto maior crescimento econômico no primeiro trimestre de 2026 na comparação com os três meses anteriores. O desempenho brasileiro ficou atrás apenas de Hong Kong, Taiwan, Dinamarca, Coreia do Sul e China. O avanço também superou o de economias como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Itália.

Pelas projeções do FMI compiladas pela Austin Ratings, as dez maiores economias do mundo em 2026 devem ser: 1) Estados Unidos – US$ 32,399 trilhões; 2) China – US$ 20,863 trilhões; 3) Alemanha – US$ 5,455 trilhões; 4) Japão p US$ 4,381 trilhões; 5) Reino Unido 0 US$ 4,267; trilhões; 6) Índia – US$ 4,158 trilhões; 7) França – US$ 3,597 trilhões; 8) Itália – US$ 2,739 trilhões; 9) Rússia – US$ 2,655 trilhões; e 10) Brasil – US$ 2,637 trilhões.

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Dois Brasileirões em um: Fla e Palmeiras de um lado, o resto do outro

O Campeonato Brasileiro chega à pausa para a Copa do Mundo com uma tabela que, à primeira vista, parece equilibrada.

E realmente está!

Mas só do terceiro lugar para baixo.

Basta olhar a classificação abaixo para perceber que, neste momento, a sensação é de que praticamente qualquer equipe entre Fluminense, Athletico-PR, Bragantino, Bahia, Coritiba, São Paulo, Atlético-MG, Corinthians, Cruzeiro, Botafogo, Vitória, Internacional, Santos, Grêmio e até Vasco pode terminar o ano tanto na Libertadores quanto na Série B.

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É tudo muito apertado.

Uma sequência de três vitórias pode colocar um time no G-4.

Três derrotas podem jogá-lo na zona de rebaixamento.

E talvez o caso mais curioso seja justamente o Fluminense.

Apesar de ocupar a terceira colocação, parece muito mais fácil imaginar o Tricolor sendo engolido pelo pelotão de trás do que ameaçando Flamengo e Palmeiras na luta pelo topo.

Porque, sejamos sinceros, hoje o Brasileirão parece dividido em dois campeonatos.

Um é disputado por Flamengo e Palmeiras.

O outro é disputado pelos demais.

E essa impressão ficou ainda mais evidente nas transmissões da rodada.

Enquanto os repórteres que cobrem a maioria dos clubes falavam sobre a necessidade de vender dois ou três jogadores para equilibrar as contas, em Flamengo e Palmeiras o assunto era outro.

Contratações, reforços e jogadores já acertados chegando.

Planejamento para ficar ainda mais forte.

Ou seja, não é apenas uma diferença técnica.

É uma diferença estrutural.

Uma distância financeira que cresce temporada após temporada e que começa a transformar o futebol brasileiro em algo perigosamente previsível.

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