Os governadores eleitos do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco (PL), do Paraná, Sergio Moro (PL), de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) Imagem: Bruno Spada/Câmara dos Deputados, Jefferson Rudy/Agência Senado, Leandro Chemalle/Estadão Conteúdo e Reginaldo Pimenta/Estadão Conteúdo
Governadores reeleitos ou eleitos que apoiaram a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), derrotado na disputa presidencial, pregam uma relação pragmática e institucional com o presidente Lula (PT) na próxima gestão.
O movimento, que se distancia da postura de Flávio após o segundo turno, vem diante da necessidade de atrair investimentos federais para seus estados e de desafios fiscais enfrentados por alguns deles.
Nenhum dos 15 governadores que apoiaram o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro no segundo turno deu endosso à carta golpista divulgada por Flávio após fugir do Brasil para os EUA, em que o senador se diz "líder do Brasil" e fala em fraude nas eleições.
O discurso entre os governadores tem sido de seguir em frente após a derrota. Foi o caso de Tarcísio de Freitas (Republicanos), reeleito em São Paulo. Após a carta, o governador disse que o caminho é "respeitar o resultado das urnas" e "olhar para a frente".
Nas redes sociais, governadores também têm evitado mencionar o senador desde a fuga para os EUA. O UOL observou posts feitos entre 28 de outubro, dia em que a carta foi divulgada, e ontem nos perfis de Tarcísio, Sergio Moro (PL, Paraná), Luciano Zucco (PL, Rio Grande do Sul), Douglas Ruas (PL, Rio de Janeiro) e Celina Leão (PP, Distrito Federal).
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