Se a aliança entre Lula e Alcolumbre continuar, o próximo ano poderá ser desafiador para o PL, mesmo com uma bancada numerosa de 28 senadores. Mas não se trata de uma relação fácil. Neste ano, Alcolumbre e Lula entraram em rota de colisão e ficaram meses sem se falar após Alcolumbre operar a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF. O presidente do Senado defendia o nome do ex-senador Rodrigo Pacheco para a vaga.
Em Brasília, ninguém distribui apoio de graça. E Alcolumbre sabe cobrar. Entre os possíveis dividendos dessa reaproximação está justamente a indicação de Pacheco, hoje ministro do Tribunal de Contas da União, ao Supremo.
Vida que segue...
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