Em fevereiro de 2026, a internet brasileira foi inundada por discussões sobre essa terapia. A cada 8 minutos, um brasileiro mencionava o assunto nas redes sociais, segundo levantamento realizado pelo Claritor, monitor de percepção digital.
Ao todo, foram 3,7 mil menções em apenas uma semana, 22,4 milhões de visualizações e um impacto total de 23,1 milhões. Não se tratava de um escândalo ou uma crise, mas sim de uma crença coletiva em algo bom, na possibilidade de cura.
Vida que segue...
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