IBGE: Brasil tem 213,4 milhões de habitantes

 

A população brasileira está estimada em 213,4 milhões de habitantes. A informação foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 28. A projeção considera a contagem de pessoas até 1º de julho deste ano.

O número aponta que o Brasil teve um crescimento populacional, pois o Censo 2022 mostrou que o país tinha 203 milhões de habitantes (5,1% de crescimento), e em 2024, o IBGE afirmou que a população estimada do país chegou a 212,6 milhões (0,39% de crescimento).

No entanto, de acordo com o gerente de estudos e análises da dinâmica demográfica do IBGE, Marcio Minamiguchi, a tendência de crescimento da população é cada vez menor. “Os resultados mostram uma desaceleração, o que já era indicado pelo Censo 2022 e pelas Projeções da População, ambas pesquisas realizadas pelo IBGE”, avalia.

Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Porto Alegre (RS) e Natal (RN) foram as cinco capitais com perda na população em relação a 2024, respectivamente, -0,18%, -0,02%, -0,09%, -0,04% e -0,14%.


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Movimento dos evangélicos desigrejados

O cenário atual do segmento evangélico mostra pessoas entrando e saindo das igrejas. O Censo Demográfico 2022 sobre religião, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou que o número de evangélicos aumentou no Brasil, chegando a 26,9% da população, somando 47,4 milhões de pessoas. Apesar desse crescimento, existe outra realidade: o abandono da comunidade de fé, em que evangélicos se desligam das igrejas institucionais e optam por cultivar uma fé autônoma. O movimento ficou popularmente conhecido como desigrejados.

Esse desligamento dos membros traz um novo panorama para a igreja institucional, que passa por mudanças. Antigamente, existiam os católicos romanos e ortodoxos praticantes e os não praticantes, mas os evangélicos eram praticantes. Hoje, existe o crente que não quer mais frequentar a igreja institucional.

Cada pesquisador categoriza de uma maneira os subgrupos de desigrejados. Entendo que são três. O primeiro grupo comporta os decepcionados, que são pessoas que abandonaram a comunidade pelos mais diversos motivos, mas que não querem o fim da igreja institucional. O segundo são os radicais, que defendem o fechamento dos templos. O terceiro são os consumidores, que são usuários de algumas atividades congregacionais, mas não querem compromisso de membresia e comunhão.

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Você Sabia?

Sete em 10 consumidores compram mensalmente online é o que diz a pesquisa encomendada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offerwise Pesquisas.


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Quem é Lisa Cook, a diretora do Fed que Trump tenta demitir?

Doutora em Economia, Cook era professora na Universidade Estadual de Michigan e se tornou a primeira mulher negra nomeada para o conselho nos mais de 100 anos de história do Fed. ndicada pelo presidente Joe Biden em 2022, inicialmente para um mandato até 2024. Depois, foi reconduzida para um mandato de 14 anos, em vigor até 2038.

O presidente Donald Trump afirmou na noite de segunda-feira, 25 que demitirá a diretora do Federal Reserve, Lisa Cook, sob alegação de fraude de hipotecas. 

O anúncio, feito em uma carta publicada por Trump em sua rede Truth Social, veio após uma campanha de ameaças contra Cook conduzida por sua administração e aliados, em meio ao esforço do presidente de aumentar a pressão sobre o banco central dos EUA para que reduza os juros.

Cook ocupa um dos sete assentos no Conselho de Diretores, que, junto com cinco dos 12 presidentes regionais do Fed, compõe o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), o colegiado que define a taxa de juros.




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Tarcísio compara Lula a Vargas e diz que sucessor deverá ser como JK: “40 anos em 4”

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, comparou nesta segunda-feira (25) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Getúlio Vargas, ao sugerir que ambos voltaram ao poder após terem governado por um longo período, apenas para deixar o país em “confusão” – no caso de Vargas, por ter tirado a própria vida em 1954. 

Segundo Tarcísio, o principal nome da direita cotado para disputar a Presidência em 2026 segundo pesquisas de intenção de voto, o próximo governo deverá emular Juscelino Kubitschek, que sucedeu Vargas com o famoso plano “50 anos em 5”.

“Lá atrás a gente teve uma pessoa que governou o Brasil por muito tempo, fez muita coisa, que foi Getúlio Vargas. [Após seu suicídio], instala-se a confusão no Brasil. Eis que vem Juscelino Kubitschek, com o lema ousado ’50 anos em 5′. Ele impulsiona a indústria, interioriza o Brasil, e constrói Brasília não em cinco, mas em três anos”, contou o governador de São Paulo, em fala durante seminário promovido pelo grupo Esfera Brasil.

“Um líder disruptivo que implantou bases para darmos o salto subsequente”, prosseguiu. Sem falar sobre sua possível candidatura no ano que vem, ele disse que o novo governo deverá resgatar JK: “Eu não vai ser qual vai ser o lema do próximo governo, mas sei que a gente precisa fazer pelo menos 40 anos em 4”.



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Frase do Dia

Segundo Motta, “o Brasil precisa de coragem para enfrentar suas verdades. E uma delas é inescapável: o Estado brasileiro não está funcionando na velocidade da sociedade”.


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Lula que se cuide

Por mais que Lula tenha ministros do PP e do União Brasil, a proximidade entre a federação União Progressista e o PL está maior do que o governo imagina. Os três presidentes de partidos que estiveram no 24º Fórum Empresarial Lide, no Rio de Janeiro, já conversam sobre o lançamento de candidatos ao Senado mais afinados com a ala conservadora do país. Ciro Nogueira (PP), Antonio Rueda (União Brasil) e Valdemar da Costa Neto (PL) trocam ideias todas as semanas. Embora as chapas ainda não estejam fechadas e falte muito tempo para isso, a tendência é de que esses três partidos caminhem juntos. Aliás, o recado que o trio deu em suas palestras no Fórum Lide foi muito claro: estarão juntos; se não for possível no primeiro, será no segundo turno.

Vale lembrar/ Em 2022, Bolsonaro perdeu por pouco, especialmente devido aos erros que cometeu em seu governo e com alguns percalços de aliados, vide Carla Zambelli armada nas ruas de São Paulo. Além disso, não obteve apoios expressivos no segundo turno, uma vez que Simone Tebet (MDB) respaldou Lula. Desta vez, o centro, em vez de fechar com Lula, caminha para ficar mais próximo da direita. Ainda há muito tempo pela frente, mas, se houver uma saída para derrotar o atual presidente, os partidos de centro não hesitarão em largar o petista no meio da estrada.

Denise Rothenburg



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Famílias brasileiras usam quase 10% do orçamento para pagamento de juros; percentual é quase o triplo da média de 17 países desenvolvidos

As famílias brasileiras destinam quase 10% da renda apenas ao pagamento de juros, reflexo da baixa qualidade do endividamento, marcado por prazos curtos e taxas elevadas. Em maio, segundo o Banco Central, o peso chegou a 9,86%, recorde da série histórica iniciada em 2005 e acima do patamar de 2023, quando o programa Desenrola buscou estimular renegociações.

Hoje, 27,79% da renda das famílias vai para dívidas e juros — sendo que os encargos representam mais de um terço do total. Esse percentual é quase três vezes maior que a média de 17 países desenvolvidos, segundo o BIS. Nos EUA, o comprometimento é de 8%, e no Japão, 7,8%.

Segundo o professor Rafael Schiozer (FGV-EAESP), no Brasil o peso maior vem de cartão de crédito e empréstimo pessoal, que cobram juros elevados. Apenas 2,13% da renda está ligada ao crédito imobiliário, modalidade com taxas menores. Assim, 25,66% do endividamento roda em condições mais caras.

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Fissurado em atacar, Filipe Luís não levou gol em 60% dos jogos no Flamengo

Apesar do DNA ofensivo, os números defensivos do Flamengo de Filipe Luís impressionam.

O time não levou gol em 60% dos jogos desde que Filipe assumiu o Fla.

São 63 partidas e apenas 35 gols sofridos. No Campeonato Brasileiro, onde é líder isolado, o Flamengo tem a melhor defesa e o melhor ataque.

"Vocês já me conhecem bem, a fase defensiva é fundamental, ganha campeonatos. Damos um valor tremendo, mas esses números concretos demonstram muito a qualidade defensiva dos meus jogadores", disse Filipe Luís

O sistema defensivo do estilo do Flamengo começa com a marcação pressão dos homens de frente.

Filipe não esconde de ninguém. Seu objetivo é tentar "amassar" os adversários o máximo de tempo que puder durante os 90 minutos, o que ele chama de "DNA do Flamengo".

Mas em termos de zaga, os defensores rubro-negros têm sido convocados para a seleção brasileira, com destaque para Danilo e Léo Ortiz. Léo Pereira pode pintar na próxima lista de Ancelotti.

No confronto contra o Internacional, pelas oitavas de final da Libertadores, o Flamengo foi soberano. Não foi vazado nas duas partidas e venceu ambas: 1 a 0, no Maracanã, e 2 a 0, no Beira-Rio.

O time terá cerca de um mês até o duelo com o Estudiantes (ARG), pelas quartas de final, e pode se concentrar exclusivamente no Brasileirão.


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Você Sabia?

 

O número de brasileiros que moram sozinhos cresceu no país e chega a 14,4 milhões de pessoas. O dado faz parte da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)




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João Campos tem 55% e Raquel Lyra, 24%, aponta Quaest

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), lidera a disputa pelo governo de Pernambuco em 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira, 22. Ele aparece com 55% das intenções de voto, seguido pela governadora Raquel Lyra (PSD), com 24%. 

O ex-ministro Gilson Machado (PL) soma 6%, enquanto o empresário Eduardo Moura (Novo) tem 4%. Outros 4% dos entrevistados estão indecisos e 7% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou não comparecer às urnas.

A pesquisa ouviu 1,1 mil eleitores de 13 a 17 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%.



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Renda mais alta faz moradia melhorar, mas brasileiro fica mais dependente do aluguel, diz IBGE

Apesar do aumento da renda ao longo do tempo e da melhoria nas condições de moradia, o acesso à casa própria continua sendo um desafio. Em 2024, quase um quarto dos brasileiros vivia de aluguel, um aumento de quase 5 pontos percentuais em oito anos. 

Os imóveis alugados eram 18,4% dos domicílios em 2016. No ano passado, a proporção subiu para 23%, um aumento de 4,66 p.p. no período.

Os domicílios próprios e pagos seguem sendo a maioria, mas sua participação caiu 5,2 p.p., passando de 66,8% para 61,6% das moradias. A mesma tendência foi observada entre os imóveis próprios que ainda estão sendo pagos, que eram 6,2% e caíram para 6%.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).



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'Nova gasolina' já é vendida nos postos; saiba se ela vai afetar seu carro

Desde o dia 1º de agosto de 2025, os brasileiros começaram a abastecer seus carros com uma nova gasolina: a E30, com 30% de etanol anidro misturado à gasolina. Essa mudança faz parte da iniciativa "Combustível do Futuro", do governo federal, que pretende aumentar a participação de biocombustíveis na matriz energética e reduzir a dependência de derivados do petróleo.

Mas, no fim das contas, o que isso significa para o motorista comum? O carro vai rodar melhor? Vai consumir mais? Pode ter problemas? A resposta não é tão simples, e a discussão entre especialistas está longe de ser consensual.

A ideia do governo é clara: reduzir as emissões de CO2 e diminuir o uso de combustíveis fósseis. A gasolina comum no Brasil já continha etanol anidro em sua composição antes da mudança - antes eram 27% (E27). Agora, com o E30, o objetivo é chegar a 35% até 2030.

Além da questão ambiental, o Ministério de Minas e Energia (MME) aposta em uma redução no preço do litro da gasolina. A estimativa era de até R$ 0,11 de queda por litro.

Mas, por enquanto, essa economia ainda não chegou para todos. Em São Paulo, por exemplo, o preço médio da gasolina subiu de R$ 6,07 para R$ 6,12 entre o fim de julho e meados de agosto. Já em Vitória (ES), caiu de R$ 5,98 para R$ 5,84, segundo a ANP.

Porém, especialistas alertam: o desconto pode ser anulado pelo aumento do consumo.



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Centrão escanteia filhos de Bolsonaro e calcula rotas para 2026

 O centrão avalia alternativas para seu futuro. Aliado de outros tempos, Jair Bolsonaro (PL) será julgado em duas semanas e enfrenta um processo de esvaziamento de capital político.

O descolamento entre o centrão e o ex-presidente aparece nas entrelinhas. Ministro da "cozinha" do Planalto no governo Bolsonaro, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) repetiu que defende a anistia, mas avalia que a direita não pode ficar parada.

Ciro é copresidente da maior federação do Brasil. O senador afirma que o ideal seria anistia para Bolsonaro poder concorrer, mas sugere que não há tempo para indefinições. "Defendo que o mais rapidamente possível nós possamos definir um quadro que possa nos levar à vitória.".

O caminho do centrão deve ser à direita. A avaliação é de ACM Neto, cacique do União Brasil e ferrenho defensor de uma candidatura de oposição ao governo Lula (PT).

No domingo, o vereador Carlos Bolsonaro chamou de "ratos" e de "oportunistas" os quatro governadores que pertencem ao bloco e são pré-candidatos a presidente. O núcleo duro do ex-presidente entende que está em curso uma "disputa por herança de pai vivo".

Caciques do centrão avaliam que o Brasil precisa de um político "equilibrado". Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) seria o nome adequado para representar os partidos do bloco. Integrantes do Republicanos, União Brasil, PP e até do PT já dão como certo o nome do governador de São Paulo na disputa.

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Frase do Dia

"Eu quero dizer para vocês que essa é a única chance de a gente perder a eleição: é se a gente deixar que a lambança do ódio e da paixão despolitizada pelo Bolsonaro ou pelo do Lula tire do povo, da cabeça do povo, aquilo que precisa estar: que é a condição do Ceará. Qual é o governo que o Ceará precisa? Qual é o rumo estratégico para a economia? Como é que nós vamos consertar as coisas da saúde, da educação, fazer o enfrentamento da violência, das facções criminosas? disse Ciro Gomes no aniversário do Roberto Cláudio no Ceará.



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Para a Geração Z, “pequenos mimos” valem estourar o orçamento do mês

Ela e muitos outros jovens da Geração Z abraçaram a chamada treat culture — a cultura do mimo —, o hábito de se conceder pequenos luxos, como um café de US$ 12, uma sobremesa de US$ 5 ou até um chaveiro de US$ 30, para se recompensar ou praticar autocuidado, mesmo que isso pese no orçamento. Embora muitos não se sintam financeiramente seguros, mais da metade admite comprar um “mimo” pelo menos uma vez por semana, segundo pesquisa com quase mil jovens da faixa feita pelo Bank of America. 

A ideia de usar pequenos prazeres para lidar com momentos difíceis ou comemorar conquistas não é nova, mas ganhou força na cultura pop em 2011, num episódio da série Parks and Recreation em que personagens criam o lema: “Treat Yo Self”.

O que diferencia a Geração Z é a forma como transformou o costume em fenômeno comunitário online. No TikTok, milhares compartilham vídeos mostrando suas últimas “comprinhas de mimo”, seja após falhar numa prova, cumprir tarefas domésticas ou simplesmente para ostentar consumo. A hashtag “sweet little treat meme” já soma mais de 23 milhões de vídeos. 

Segundo o pesquisador Jason Dorsey, coautor do livro Zconomy, o fenômeno virou experiência coletiva que normaliza e até incentiva esses gastos. Em um cenário de preços em alta, mercado de trabalho instável e sonhos como comprar a casa própria cada vez mais distantes, esses pequenos gastos dão à Geração Z uma sensação passageira de controle. 

“Se eu tivesse acabado meus estudos e não estivesse conseguindo espaço no mercado, provavelmente também me daria um mimo”, disse Gregory Stoller, professor da Universidade de Boston, que recebe dezenas de pedidos de aconselhamento profissional por semana. 

Segundo a pesquisa do Bank of America, 59% dos jovens que compram mimos dizem que acabam gastando demais. Aplicativos de “compre agora, pague depois” e entregas instantâneas facilitam ainda mais os impulsos, explica Stoller.



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