Lula diz que Faria Lima deve estar irritada por ele investir em educação para pobres

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (1º) que o investimento do governo federal em educação e em programas sociais, como o Pé-de-Meia, contraria interesses do mercado financeiro e voltou a criticar a elite econômica do País durante evento em Fortaleza (CE). 

“A Faria Lima, lá em São Paulo, a ‘Avenida dos Banqueiros’, deve estar ‘puta’ comigo. “O que esse Lula fica colocando R$ 18 bilhões para cuidar de filho de pobre na escola, se esse dinheiro poderia estar aqui no banco rendendo pra gente ficar mais rico?”, disse o petista.

No evento, Lula afirmou que o governo já destinou cerca de R$ 18,6 bilhões ao programa, voltado à permanência de estudantes no Ensino Médio, e defendeu que o gasto deve ser visto como investimento estratégico. “Quando se tratar de educação, não se fala em gasto, se fala em investimento, porque a educação é o melhor investimento que o país pode fazer para melhorar a possibilidade do seu povo”, afirmou.

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‘Ciro é muito destemperado’, diz Lula sobre eleições no Ceará

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou, nesta quarta-feira (1º/4), que o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PSDB) é “muito destemperado”, e que “troca muito de partido”, ao comentar o cenário eleitoral do estado. Apesar das críticas, Lula disse ter respeito por Ciro e que ele foi um bom ministro quando participou do governo.

Ciro é pré-candidato ao governo do Ceará e lidera nas pesquisas, à frente do atual governador, Elmano de Freitas (PT), apoiado por Lula.

“O Ciro é muito destemperado. Sabe aquela pessoa que acha que pode falar tudo, ofender todo mundo, que pode ser o melhor do mundo. Isso, na política, não dá resultado”, declarou Lula em entrevista à TV Cidade, do Ceará.

“Ele troca muito de partido. Ele já trocou de partido umas dez vezes desde que eu conheci ele. E eu estou no mesmo partido porque eu acredito em uma coisa, e eu acredito no partido. O partido, para mim, é a minha referência. O Ciro acha que a referência é ele. Sabe aquela pessoa que acha que o partido não vale nada?”, acrescentou.

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Por que a Geração Z não quer saber de Lula e da esquerda?

Segundo a pesquisa, divulgada na semana passada, a desaprovação de Lula entre os jovens de 16 a 24 anos —que representam 13% dos eleitores ou 20,5 milhões de pessoas— alcança nada menos que 72%. É o maior índice negativo nesta faixa desde o início do terceiro mandato e supera de longe a média geral, considerando todas as idades, de 53,5%.

As motivações da guinada política dos jovens ainda carece de estudos mais profundos. Mas já dá para levantar alguns pontos que podem explicar por que a Geração Z se identifica mais com a direita e não quer saber de Lula e da esquerda

O envelhecimento de Lula tem o seu peso, não tanto pelos seus 80 anos, mas pelo seu discurso embolorado, que se mantém praticamente o mesmo há 50 anos. Em plena era da inteligência artificial, ele continua preso ao passado. Continua pensando de forma analógica, com a cabeça na Guerra Fria, defendendo Cuba, o ditador Nicolás Maduro, o Irã dos aiatolás e o tal do Sul Global —seu maior fetiche geopolítico. Ficou "véi", como diz a galera por aí.

Além de sua resistência em navegar no ambiente digital, Lula e o PT demonstram uma tremenda incapacidade de entender a mentalidade dos mais jovens, os chamados "nativos digitais", que já nasceram e cresceram sob a influência da internet. A rigor, eles não só têm dificuldade para entender suas ideias como rejeitam muitas delas.

Enquanto muitos dos integrantes da Geração Z valorizam a autonomia na vida pessoal e no trabalho e enxergam no empreendedorismo a principal via de ascensão social, Lula e o PT continuam a acreditar que "dignidade" é ter carteira assinada, sindicato forte e estabilidade no emprego. Seguem apegados à velha CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), criada por Getúlio Vargas em 1943, durante o Estado Novo, sob inspiração da Carta del Lavoro, do ditador fascista italiano Benito Mussolini.

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Lula confirma Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta terça-feira (31/3) que manterá o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) Geraldo Alckmin em sua chapa. A fala ocorreu durante reunião ministerial, no Palácio do Planalto, para anunciar a saída de ministros que vão concorrer nas eleições de outubro.

“O companheiro Alckmin, que vai ter que deixar o Mdic. Ele vai ter que deixar, porque ele é candidato a vice-presidente da República outra vez. Ele vai deixar o Mdic”, discursou o líder petista no início do encontro, que inclui todos os ministros do governo e os substitutos.

É a primeira vez que Lula confirma Alckmin em sua chapa. Nos bastidores, o presidente chegou a cogitar oferecer a vaga de vice para um partido de centro, como o MDB, como tentativa de ampliar as alianças eleitorais.

Lula chegou a dizer, publicamente, em fevereiro, que Alckmin teria “um papel a cumprir” em São Paulo. A fala foi interpretada como um recado para que o vice-presidente concorresse a um cargo em seu estado. Alckmin, porém, descartou a possibilidade e disse a aliados que só participaria das eleições para ser vice novamente.

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A pedido de Lula, Fazenda negocia com bancos medidas para reduzir endividamento das famílias

A pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Ministério da Fazenda negocia com os bancos medidas para reduzir o endividamento das famílias e empresas brasileiras. 

A ideia é diminuir o comprometimento da renda familiar para aliviar o orçamento dos brasileiros neste ano em que o petista concorre à reeleição. 

Uma reunião foi realizada nesta segunda-feira (30) entre o governo e as associações de instituições financeiras.

O presidente Lula não gostou nada dos últimos números do Banco Central indicando o aumento do endividamento das famílias e empresas. E isso deve pesar no cenário da disputa eleitoral.

O comprometimento de renda das famílias voltou ao maior patamar da série histórica em janeiro, em 29,3%. A última vez que o indicador registrou esse nível foi em outubro do ano passado. 

Lula pediu à sua equipe em reunião na semana passada medidas para aliviar o comprometimento da renda familiar com dívidas e crédito para empresas. 

Segundo assessores presidenciais, o programa "Desenrola" foi bem-sucedido e buscou renegociar dívidas de brasileiros inadimplentes. 

Agora, a ideia é reduzir o comprometimento da renda com pagamento de dívidas, daquelas que não estão inadimplentes, mas com dificuldades com o pagamento de suas contas até o final do mês.

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Lula anuncia trocas em quase metade dos ministérios para a eleição: 'Missões mais importantes nos próximos meses'

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na manhã desta terça-feira que 18 dos 38 ministros que compõem o governo vão deixar os cargos para concorrer na eleição em outubro. Segundo Lula, as mudanças são necessárias porque os aliados terão "missões mais importantes". Também durante a reunião ministerial, Lula anunciou que Alckmin vai ser novamente candidato a vice na chapa que tentará a reeleição.

A saída seis meses antes do pleito, ou seja, até 4 de abril, é uma exigência da lei eleitoral.

As substituições em sua maioria serão feitas com as equipes que já estão nas pastas, com o secretário-executivo assumindo o posto. O modelo já foi visto na Fazenda, onde Dario Durigan já assumiu o lugar de Fernando Haddad. O objetivo é que as políticas já em vigor continuem.

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Perguntas que Caiado terá que fazer para provar não ser novo Padre Kelmon

O governador Ronaldo Caiado (PSD-GO), se quiser provar que não será linha auxiliar de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições presidenciais de outubro, terá que suar a camisa para mostrar serviço. O problema é que, se suar demais, pode acabar afastando a maioria do eleitorado de direita que está com o clã. E, se se esforçar de menos, pode assumir função que já foi do Padre Kelmon.

Não adianta perguntar sobre os buracos da política do governo Lula para o combate às facções criminosas e esquecer de questionar as relações de Flávio Bolsonaro com milicianos do Rio, como Adriano "Arquivo Queimado" da Nóbrega. Tampouco perguntar sobre os parceiros de negócios de Fabio Luís Lula da Silva e ignorar as joias doadas ao Brasil por ditaduras árabes que foram surrupiadas por Jair ao final de seu governo.

Não basta parecer terceira via, o governador terá que agir como tal. Caso contrário, ele estará lá não para propor algo de novo, mas para mostrar que pode ser mais útil ao bolsonarismo do que o primogênito do patriarca.

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Leite critica opção do PSD por Caiado: 'Mantém polarização radicalizada'

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, manifestou discordância com a decisão do seu partido, o PSD, de escolher Ronaldo Caiado para disputar a Presidência da República.

Em vídeo publicado hoje, Leite afirmou que a escolha "desencanta" a ele. Para o governador, o nome do governador goiano "com toda franqueza, tende a manter esse ambiente de polarização radicalizada que tanto limita o nosso país". Apesar da discordância, Leite disse que não vai discutir a decisão.

"Eu acredito num outro caminho, num centro liberal, democrático de verdade, não como uma posição de conveniência, mas num compromisso com a conciliação, com o diálogo, a construção de soluções reais. Um centro que olha pro futuro".


"Existe no Brasil um desejo forte, mas ainda silencioso, por mais equilíbrio, mais sensatez mais respeito. O desejo por uma política que não precisa gritar pra ser ouvida, que não precisa dividir pra existir, que não trate quem pensa diferente como inimigo". 
Eduardo Leite, em vídeo publicado nas redes sociais.

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PSDB cresce na janela de transferência partidária

O presidente nacional do PSDB, o deputado federal Aécio Neves, ficará de plantão na sede da legenda em Brasília para acompanhar a movimentação dos parlamentares na troca de partidos. A expectativa é de ganhar novas adesões e os tucanos adquirirem mais musculatura. O prazo termina no próximo dia 3, sexta-feira. Até o final da semana passada, o PSDB arregimentou nove novos deputados federais. A bancada subiu para 19 parlamentares — o maior crescimento numérico entre as legendas. Entre eles, o ex-ministro das Comunicações, o maranhense Juscelino Filho, e o cearense Danilo Forte, que regressou ao ninho tucano.

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Brasil cada vez mais preso à polarização

A semana foi marcada por movimentos políticos, com vistas à eleição, que indicam como os atores estão se preparando para a hora da verdade com o eleitor. O episódio que mais chamou a atenção foi a desistência do governador Ratinho Jr., o mais bem pontuado do PSD nas pesquisas eleitorais, de concorrer à Presidência da República. No âmbito da legenda, restou aos governadores Ronaldo Caiado ou Eduardo Leite se apresentarem como candidatura alternativa à eterna polarização que, mais uma vez, desenha-se para as urnas em outubro.

Se há alguns meses falava-se que a direita brasileira despontava com projetos distintos do bolsonarismo, a corrida eleitoral caminha, cada vez mais, para um duelo entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Entre uma reedição do bolsonarismo e a continuidade de um quarto mandato petista, a pergunta que se faz é quando — e se — o país será capaz de trilhar um caminho diverso, com significativos avanços políticos e econômicos.

É verdade que o Brasil escapou de uma ruptura democrática em 2022, e o Supremo Tribunal Federal puniu de forma rigorosa aqueles que rejeitam a ordem constitucional. Mas a crise de credibilidade da Corte, o corporativismo do Congresso, a fadiga de material do lulopetismo e os entraves econômicos não trazem bons augúrios. O país precisa inovar na política em 2026, ou corre o risco de caminhar em círculos.

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Vagner Love se despede do futebol

Os 41 anos de idade e toda a experiência acumulada pelo centroavante Vagner Love não o impediram de sentir uma ansiedade diferente no sábado. Afinal de contas, jogou sua partida de despedida dos gramados. Agora aposentado, ele falou sobre como passou "um filme na cabeça" ao entrar em campo pela última vez: na vitória por 3 a 1 do Retrô sobre o Ceará, pela Copa do Nordeste, nos Aflitos.

"Passa, passa um filme. Só tenho que agradecer a Deus, porque foi dever cumprido. Em tudo o que eu me propus a fazer, eu tentei fazer da melhor maneira possível. Lutei, trabalhei, batalhei e em nenhum momento eu deixei me levar pelas dificuldades, eu sempre pensei em positivo", afirmou. 

Revelado pelo Palmeiras em 2002, Vagner Love construiu uma carreira vitoriosa, somando 24 títulos ao longo dos anos. Entre as principais conquistas estão o Campeonato Brasileiro de 2015, pelo Corinthians, além de quatro títulos do Campeonato Russo e uma Copa da Uefa (atual Liga Europa), pelo CSKA Moscou. 

No futebol brasileiro, o atacante também passou por Flamengo, Sport, Atlético-GO e Avaí — clube pelo qual conquistou seu título mais recente, o Campeonato Catarinense da última temporada. 

No exterior, além de se destacar e se tornar ídolo no CSKA Moscou, Vagner Love atuou por Shandong Luneng, da China, Monaco, da França, Alanyaspor e Besiktas, da Turquia, Kairat, do Cazaquistão, e Midtjylland, da Dinamarca. 

Pela seleção brasileira, defendeu o país entre 2004 e 2007, período em que disputou 25 partidas e marcou nove gols. Com a camisa da Seleção, também integrou os elencos campeões da Copa América de 2004 e 2007.

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“PT envelheceu internamente e precisa se revigorar”

O impulso inicial que deu vida ao PT e desembocou no governo Lula, se esgotou. O dinamismo, a referência hoje está no governo e não no PT. Este precisa revigorar-se social e ideologicamente, para voltar a desempenhar um papel importante no campo político e ideológico do país, que tem na conjuntura já aberta da sucessão presidencial a maior das suas batalhas contemporâneas. A análise é de Emir Sader. 

O PT foi a maior esperança da esquerda brasileira – e talvez mundial, em um momento de esgotamento da esquerda tradicional. Depois de mais de duas décadas de existência, desembocou no governo Lula que, medido pela imagem ideológica que o partido tinha na sua fundação ou que exibiu na sua primeira década de vida, seria irreconhecível. 

Não se trata agora de fazer uma breve história do partido e saber onde aquele fio original foi cortado e outro perfil foi se desenhando. Certamente ele tem a ver com a projeção da imagem de Lula, por cima e, de certa forma, de maneira independente do partido. Trata-se agora de tentar entender a situação em que se encontra o partido – paradoxalmente com um perfil político extremamente baixo, quando Lula exibe níveis recordes de apoio, de quase 60%. Em suma, o sucesso do governo não é o sucesso do PT.

Porque o impulso inicial, o que deu vida ao PT e desembocou no governo Lula, se esgotou. O dinamismo, a referência hoje está no governo e não no PT. Este precisa revigorar-se social e ideologicamente, para voltar a desempenhar um papel importante no campo político e ideológico do país, que tem na conjuntura já aberta da sucessão presidencial a maior das suas batalhas contemporâneas. É uma nova grande possibilidade para o PT, onde se disputa o futuro do Brasil na primeira metade do século – na consolidação, correção de rumos, aprofundamento das linhas progressistas do governo atual ou no catastrófico retorno do bloco de direita ao governo.

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Simone Tebet oficializa filiação ao PSB para disputar o Senado em SP

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, oficializou sua filiação ao PSB para disputar uma das duas vagas ao Senado em São Paulo.

Tebet havia anunciado no último dia 12 que disputará o cargo em São Paulo. Segundo ela, o pedido para que concorresse ao Senado por São Paulo foi do presidente Lula (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

A Justiça Eleitoral fixou até 4 de abril o prazo para que candidatos no pleito deste ano deixem seus cargos. Antes de sair do ministério, Tebet pretende entregar o relatório bimestral do orçamento e deixar encaminhada a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2027, que será apresentada por quem assumir o posto.

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Lucro de postos e distribuidoras cresce 37% com guerra no Oriente Médio

A margem de lucro de distribuidoras e postos de combustíveis no Brasil subiu 37% em média desde o início do conflito no Oriente Médio.

O levantamento é do Ibeps (Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais). A análise usa dados do MME (Ministério de Minas e Energia), que monitora a venda de combustíveis no país.

O diesel S-500 teve a maior alta na margem, com 71,6%. O valor passou de R$ 0,95 no início do conflito, em 28 de fevereiro, para R$ 1,63 em 21 de março.

A margem da gasolina comum subiu 32,2% no mesmo período. O valor saltou de R$ 1,15 para R$ 1,52, enquanto o diesel S-10 registrou alta de 7,5%, chegando a R$ 0,86.

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AtlasIntel: 57% afirmam que situação econômica do Brasil é ruim

Pesquisa AtlasIntel em conjunto com Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (26/3)  mostra que 57% avaliam a situação econômica do Brasil neste momento como ruim, 33%, como boa, e 10%, normal. Em relação às expectativas econômicas, 51% afirmam que vai piorar, 35%, que vai melhorar, e 15%, ficará igual.

Neste momento, as avaliações boa e ruim da situação do emprego tem o mesmo índice, de 38%, enquanto 24% dizem estar normal. Já a situação da família é vista como boa por 39%, ruim por 35% e normal por 26%.

Em relação às expectativas, 37% consideram que a situação da família vai melhorar ante 33% que vai piorar e 30% que ficará igual. Quanto ao emprego, 41% esperam piora, 34% melhora e 24% que ficará igual.

A percepção de inflação atual oscilou de 5,3 em fevereiro para 5,5 pontos porcentuais. Já a expectativa de inflação variou de 4,8% em fevereiro para 5,5% em março. "O cenário de bloqueio no Estreito de Ormuz e o potencial impacto inflacionário no preço dos combustíveis e alimentos contribui para gerar incertezas no médio e longo prazo", diz o estudo.

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Você Sabia?

Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024 divulgada nesta quarta-feira (25) revela que 9% dos estudantes de 13 a 17 anos afirmaram já terem sido obrigados, ameaçados ou intimidados a ter relações sexuais contra a própria vontade ao longo da vida; percentual 2,5% maior que o do último levantamento.



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