PSDB desmorona em Pernambuco pós saída da governadora Raquel

Bagunçou geral o PSDB em Pernambuco após saída da governadora Raquel Lyra que se filou no PSD do Kassab. Com a ida da governadora para o PSD, rapidamente ela articulou-se com a vice-governadora Priscila Krause para se filiar ao PSDB, com isso pretende conter o rompimento da base com o governo.

O novo partido da governadora não tem representante na Assembleia Legislativa, mas possui 20 prefeituras. Sem esquecer que a governadora ajudou a eleger 32 prefeitos nas eleições de 2024. Hoje o PSDB tem uma bancada de três deputados, sendo um deles, pasmem, o presidente da Assembleia Legisltiva, Álvaro Porto que tem atrito com a governadora. 

Enquanto isso, o prefeito João Campos (PSB) fica só observando o cenário político de olho nas eleições de 2026, ele reunirá toda a oposição contra a governadora Lyra. 

Em todas as pesquisas de momento João Campos está na frente da governadora Raquel. 

Cenas dos próximos capítulos. 

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Com maior solidez fiscal do país, o estado do Pará está entre os 10 melhores, segundo o ranking

A solidez fiscal de qualquer governo é condição fundamental para o crescimento sustentado de longo prazo de um determinado País, Estado ou Município.

Se as receitas governamentais ficam continuamente abaixo das suas despesas, o governo incorre em resultados fiscais negativos (déficits), resultando em aumento de seu endividamento e, consequentemente, em baixa capacidade para investir na ampliação e manutenção dos serviços públicos. 

O estado do Pará está com credibilidade e confiança por parte dos contribuintes, empresas e invstidores nacionais e internacionais, revelou o Ranking de Competitividade.

Segundo o Ranking de Competitividade para o Pará chegar ao graude solidez fiscal. Foram avaliados, Taxa de Investimento, Regra de Ouro, Solvência Fiscal, Sucesso do Planejamento Orçamentário, Dependência Fiscal, Resultado Primário, Gasto com Pessoal, Índice de Liquidez e Poupança Corrente.

Seguindo os passos acima, o estado do Pará ficou entre os 10 melhores, na 6ª colocação. Na Região Norte ficou atrás apenas do estado do Amazonas que ficou com a 4ª colocação. 

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O novo guerreiro ateniense voltou

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mostra a sua habilidade política adquirida ao longo das últimas 4 décadas ao dizer que quer ter uma boa relação com os presidentes do SenadoDavi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Lula com essa atitude louvável deixa claro que para o país andar precisará do apoio dos presidentes Mota e Alcolumbre junto aos seus pares.  
O presidente incorporou o velho guerreiro ateniense, pasmem, convidando os ex-presidentes do senado, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL) para comissão que visitou Japão e Vietnã. 

E continuando a sua saga ateniense conversará a partir dessa quarta-feira, 2, com o presidente Alcolumbre e líderes do senado para tratar sobre as pautas do Legislativo e fazer um gesto de aproximação para facilitar a articulação com a Casa.
 Desde a eleição de Alcolumbre e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Lula tem feito mais acenos ao Legislativo, sinalizando uma aproximação maior. 

Lula e Gleisi também se reunirão na próxima semana em Brasília com os presidente da Câmara, além de líderes da Casa.

O velho guerreiro ateniense voltou no 3.0.

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Você Sabia?

No Brasil, a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM) estima que cerca de 40 mil brasileiros convivem com a doença, sendo 85% mulheres jovens, entre 18 e 30 anos. A esclerose é uma doença neurológica crônica que afeta o sistema nervoso central. Por ser, autoimune, o sistema imunológico ataca células saudáveis.

Entre os sintomas mais comuns estão a fadiga, problemas de visão, problemas de equilíbrio e coordenação, distúrbios emocionais e alterações na sensibilidade.


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Como a força dos padrinhos criou desigualdades entre Juazeiro e Petrolina

 Para os moradores da região, prevalece o companheirismo eternizado no forró de Jorge de Altinho e Chico Agra: "Petrolina, Juazeiro / Juazeiro, Petrolina / Todas as duas eu acho uma coisa linda / Eu gosto de Juazeiro / E adoro Petrolina".

Não é só uma ponte que separa as cidades de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), cada uma em um lado do rio São Francisco, no sertão, que marca a divisa entre os dois estados.

Com as mesmas condições climáticas, distância das capitais e do litoral, as vizinhas se desenvolveram de formas distintas, com decisões tomadas por políticos locais que moldaram suas histórias.

Os apartamentos luxuosos dos fazendeiros de Petrolina, na orla do rio, têm vista para Juazeiro, onde o padrão de vida é outro. Hoje, há 90 mil pessoas empregadas em Petrolina, e 48,6 mil em Juazeiro.

No Censo de 2010, a disparidade já era desproporcional à população. Em Petrolina, havia 3.284 pessoas com renda acima de dez salários mínimos. Em Juazeiro, 1.614. A população do lado pernambucano é maior — com 386 mil pessoas em Petrolina e 237 mil em Juazeiro.

Nos últimos dez anos, especialmente por influência do ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), Petrolina recebeu R$ 464 milhões em transferências do governo federal, Já Juazeiro, por sua vez, teve só R$ 86 milhões.

Orla do rio São Francisco em Juazeiro, na Bahia. Imagem: Prefeitura de Juazeiro

 O PIB dos dois municípios foi de R$ 1,4 bilhão, em 2000, para R$ 14 bilhões em 2022.

A região é responsável por quase toda a exportação das duas frutas no Brasil. O clima é ideal para produtividade, com sol o ano todo e irrigação generosa. Orla do rio São Francisco em Petrolina, em Pernambuco. Imagem: Prefeitura de Petrolina

A infraestrutura dos dois municípios foi influenciada pelo fato de Petrolina ter padrinhos políticos fortes em nível nacional, ao contrário de Juazeiro. 



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