Para Mauro Cezar, a equipe repetiu uma proposta de pouca posse de bola e de transições rápidas contra a Noruega, mesmo com intervalo de seis dias para treinar antes da partida. Segundo ele, a condução do ciclo e decisões do jogo pesaram no desfecho.
"Acho que é mais ou menos algo esperado. A seleção seguiu esse mesmo caminho. O trabalho do Carlo Ancelotti foi muito aquém do que se pode esperar, por mais que a gente saiba que esse é o estilo dele. Mas foi muito aquém. E ontem, mais uma vez, ele teve seis dias de intervalo entre o jogo e o outro. Não mudou nada. Nada. A proposta foi a mesma, a mesma forma de jogar, dar a bola para o adversário, eu vou tomar a bola, eu vou acelerar o jogo, vou roubar a bola perto da sua área e vou fazer o gol. Era só isso. E isso é muito pouco". Mauro Cezar Pereira.
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