A empresa de proteção ao crédito informou ainda que 47% dos débitos, que somaram R$ 557,7 bilhões em março, estão concentrados em instituições financeiras.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou, nesta segunda-feira (4), o novo Desenrola Brasil, desenvolvido para a renegociação de dívidas, com foco em famílias, servidores públicos, estudantes do FIES e micro e pequenas empresas.
Para viabilizar os descontos, o governo vai aportar até R$ 9 bilhões no Fundo Garantidor de Operações. Também há a estimativa da liberação de até R$ 4,5 bilhões do FGTS para ajudar na quitação dos débitos renegociados.
A adesão ao programa começará na terça-feira (5), com descontos de até 90% e a possibilidade de uso parcial do FGTS para abatimento do valor final.
Poderão participar do programa pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, equivalente a R$ 8.105. O crédito para o parcelamento, com descontos, poderá ser utilizado em dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos.
A dívida poderá ter sido contratada no cartão de crédito, cheque especial ou crédito pessoal. Além do desconto de até 90% sobre o valor da dívida, a taxa de juros máxima para o novo parcelamento será de 1,99% ao mês, com prazo de até 48 meses e prazo de até 35 dias para o pagamento da primeira parcela.
A principal mudança no programa é a redução da margem de consignado para servidores e aposentados, limitando de 45% para 40% o percentual máximo de comprometimento da renda mensal. Além disso, não haverá mais os 10% de margem exclusiva para cartão consignado.
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A popularidade de Lula no vermelho e o empate com Flávio Bolsonaro nas sondagens de segundo turno reforçaram em Alcolumbre e nos oligarcas do centrão a percepção de que Lula já não reflete força e confiança. Pior: deixou de ser a perspectiva favorita de poder.
Até outro dia, Alcolumbre ajudava Lula a retirar gênios da garrafa. Passou a enfiá-los gargalo abaixo desde que Rodrigo Pacheco, seu preferido para o Supremo, foi preterido por Lula. Intensificou o movimento depois que a Polícia Federal varejou o Instituto de Previdência do Amapá, um de seus redutos, à procura de encrencas do falecido Banco Master.
Pragmático, o chefão do Senado só se mexe após realizar minuciosas avaliações do tipo custo-benefício. Se imaginasse que Lula ainda poderia lhe proporcionar mais lucros do que prejuízos, Alcolumbre teria recuado na última hora, como costuma fazer. Engarrafou Jorge Messias e o veto presidencial ao projeto da dosimetria por avaliar que Lula perdeu a vocação para Aladin.
O mar não está para peixe, assim como as pesquisas não estão para Lula. Eleição não se ganha de véspera. Muito menos com quase seis meses de antecedência. Mas Lula ganhou um desafio adicional: a restauração dos signos do Poder. Ou mostra que está vivo ou começará a receber água quente e café frio do garçom do Planalto.
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Dentro do universo de reincidentes de março, a maior parte (65,85%) ainda não havia quitado pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 19,49% haviam saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 14,66% dos negativados no mês não tiveram restrições no CPF ao longo do último ano.
Um dado de atenção é o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento de demais pendências para os reincidentes: em março, esse período foi de 74,1 dias. Isso significa que, em média, após cerca de 2,5 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence.
Os dados do indicador mostram que, nos últimos 12 meses encerrados em março de 2026, houve um crescimento de 14,06% no número de devedores reincidentes na comparação com os 12 meses anteriores.
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Os dados são do Raio X do Investidor Brasileiro 2025, pesquisa anual realizada pela Anbima em parceria com o Datafolha e divulgada na última quinta-feira (23).
A diferença na composição da carteira é a característica mais marcante da geração. Apenas 13% dos jovens de 16 a 29 anos investem na caderneta de poupança, percentual bem abaixo da média geral de 22% e dos 27% registrados entre as gerações X e boomers. O espaço deixado pela poupança é preenchido por uma combinação de produtos: títulos privados são usados por 10% da geração Z, fundos de investimento por 8%, criptomoedas por 8% e ações por 4%, proporções superiores à média da população em todos os casos.
A busca por informação sobre investimentos também segue um caminho próprio. Apenas 15% dos jovens consultam gerentes ou assessores para tomar decisões financeiras, menos da metade da proporção observada entre os boomers, onde esse índice chega a 38%. A geração Z confia mais em amigos e parentes (23%) e em influenciadores financeiros (11%) do que as outras gerações. YouTube e Instagram são os canais mais citados, com 49% e 45% das menções, respectivamente, e 84% desses jovens realizam suas aplicações pelo aplicativo ou site do banco, ante 27% entre os boomers.
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