Centrão e bolsonarismo exageram na medida e dão munição a contra-ataque

A conta da rinha política que o centrão e o bolsonarismo decidiram bancar para desgastar o governo Lula pode ter ficado salgada demais. A avaliação não vem apenas de estrategistas que atuam para políticos de esquerda, mas também dos que estão desenhando motes para rachar o campo de direita hoje aglutinado em torno de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A anistia ou a redução das penas para os condenados pela trama golpista era um mantra comum entre os que buscam votos do eleitorado dito conservador no Brasil, mas a mudança de uma série de penas para diversos crimes que podem beneficiar centenas de milhares de presos no país, não.

"A diferença entre o remédio e o veneno está na dose", diz um colaborador do time de Lula. "O Senado quis afrontar o governo, mas acabou mostrando que, para beneficiar uma família e frear as investigações do caso Master está disposto a tudo, inclusive a afrouxar as leis que punem criminosos comuns que a direita diz querer afastar da sociedade", concluiu.

"O sinal que se dá é o seguinte: o Flávio e a direita bolsonarista trabalham para tirar Bolsonaro da cadeia independentemente do fato de que isso vá beneficiar um sem número de outros criminosos. No fim, o registro que fica é o de que a candidatura dele é para livrar o pai, não para resolver os problemas do Brasil", explica um arquiteto da estratégia do político goiano.

"O sinal que se dá é o seguinte: o Flávio e a direita bolsonarista trabalham para tirar Bolsonaro da cadeia independentemente do fato de que isso vá beneficiar um sem número de outros criminosos. No fim, o registro que fica é o de que a candidatura dele é para livrar o pai, não para resolver os problemas do Brasil", explica um arquiteto da estratégia do político goiano.

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