Estudo aponta que Pará consolida liderança em bioeconomia sustentável

 

A economia baseada na biodiversidade sustentável para o benefício da sociedade gera R$ 13,5 bilhões (cerca de US$ 2,45 bilhões) anualmente no Pará, no coração da floresta amazônica, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira pela Fundação Amazônica de Pesquisa e Desenvolvimento (Fapesp). O estudo destaca a liderança da região em cadeias produtivas sustentáveis com produtos locais como o açaí, conhecido como “a superfruta”, além da mandioca e do cacau. A bioeconomia emprega 271.410 pessoas e representa uma folha de pagamento total de R$ 1,4 bilhão.

O estudo também identificou problemas estruturais, como altos níveis de informalidade na produção de mandioca, bem como a distribuição desigual de renda em algumas cadeias de valor extrativas, especialmente para a castanha da amazônia, visto que os coletores recebem menos de 3% do valor final do produto.

O Pará, considerado o principal estado brasileiro na bioeconomia amazônica, é também o maior produtor de minério de ferro do país.

O relatório foi elaborado com o apoio da Universidade Federal do Pará, da Universidade Federal do Oeste do Pará e da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará. O relatório observa que a bioeconomia é impulsionada principalmente pela mandioca, gerando R$ 6,5 bilhões, seguida pela pesca e aquicultura, com R$ 2,7 bilhões.


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