A última vez que o Colégio Americano de Medicina do Esporte atualizou suas diretrizes sobre treino de força foi em 2009. Naquela época, o iPhone tinha dois anos de existência, as redes sociais engatinhavam e a academia era um espaço com regras rígidas: carga máxima e séries até a falha.
Dezessete anos depois, a instituição considerada a maior referência mundial em medicina esportiva, com quase 50 mil membros certificados em mais de 100 países, publicou uma revisão que contraria boa parte do que pregam influencers fitness e educadores físicos. A mensagem central é de que ninguém precisa se matar na academia para ganhar e manter músculos. Aliás, não precisa nem sequer da academia.
Os benefícios vão muito além da estética. O estudo confirma melhora em força, tamanho muscular, potência, equilíbrio, velocidade de marcha e função física geral. Outros trabalhos associam a modalidade à redução do risco de mortalidade, doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e depressão.
O músculo é um tecido metabolicamente ativo, com papel central na regulação da glicose, na sensibilidade à insulina e na proteção contra o envelhecimento. O problema é que a maioria das pessoas não cuida dele.
A principal conclusão da revisão é que os ganhos mais expressivos resultam de sair do sedentarismo e passar a fazer com regularidade o treino resistido. Qualquer um. A partir daí, pouquíssimas variáveis fazem diferença real nos resultados para o adulto saudável médio.
Vida que segue...
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