Pensar na própria morte está cada vez mais longe de ser um tabu à medida que o tema ganha espaço no pensamento dos brasileiros, especialmente entre os mais jovens. Esse é um dos apontamentos da pesquisa “Vida e Finitude”, feita pela Icatu Seguros em parceria com a Conversion. O levantamento aponta que, de maneira geral, 67% dos entrevistados afirmam refletir sobre a finitude com alguma frequência.
O dado ganha ainda mais força ao revelar uma inversão geracional: são justamente os jovens que pensam mais sobre o tema. Entre a Geração Z (16-28 anos), 22% dizem refletir com frequência sobre a própria morte. Entre os Millennials (29-44), esse número sobe para 24%.
Já entre os Baby Boomers (61-80), o índice cai para apenas 7%. Trata-se de uma diferença de 15 pontos percentuais que sinaliza uma mudança profunda na forma de lidar com a vulnerabilidade da vida.
Vida que segue...
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