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Destruída três vezes, Nova Iorque teme ser extinta pelo governo Bolsonaro

Placa posicionada na entrada da Nova Iorque maranhense, cidade que teme ser extinta - Helen Lopes 
Com 4.590 habitantes, Nova Iorque é uma das mais cidades mais antigas dentre as 1.217 ameaçadas pela proposta de acabar com pequenos municípios com baixa arrecadação própria. A primeira das devastações de Nova Iorque, que teme ser extinta pelo governo Bolsonaro junto de outros municípios pequenos sem arrecadação própria relevante, aconteceu quando a localidade tinha outro nome e nem chegava a ser uma cidade maranhense. Em 1839, a então fazenda Sussuapara sumiu das proximidades do porto das Almas depois que o dono da propriedade foi morto durante a Balaiada, revolta popular de camponeses pobres, indígenas e negros escravizados contra opressores políticos e econômicos. 

Três décadas depois, uma pedra no meio do caminho do rio Parnaíba daria início à história oficial de Nova Iorque. Depois de desobstruir o tráfego fluvial a pedido do Império, o engenheiro americano Edward Burnet decidiu ficar por lá mesmo.

Construiu sua casa de telhas e fundou uma vila, que seria batizada em homenagem a sua terra natal em 1890, ano de emancipação da vizinha Pastos Bons. 

Em 1925, Nova Iorque sofreria a primeira de suas três destruições: a Coluna Prestes incendiou os arquivos públicos (e assim os registros escritos), saqueou estabelecimentos comerciais, quebrou o telégrafo, invadiu casas e abateu bois. 
Apenas três famílias nova-iorquinas tiveram coragem de ficar em suas residências, segundo relata a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano seguinte, nova ruína. Um temporal duradouro levou à tamanha inundação que a cidade inteira se mudou morro acima. A "Nova Nova Iorque" seria reconstruída pelos habitantes com suas 13 ruas, três praças e disposições das casas iguais, tudo para garantir que os vizinhos continuassem os mesmos.

Na década de 1960, a cidade seria inundada novamente, agora pelo lago artificial da hidrelétrica de Boa Esperança. A despedida foi marcada por missa, procissão e um hino que falava em "Serei teu vizinho/ Morrerei sozinho/ E não te vejo mais".

O maior dos traumas, relatam moradores da época, foi deixar para trás familiares enterrados no cemitério local. Segundo os relatos, apenas o corpo da milagreira Mariquinha Fonfon foi exumado e transferido para o novo cemitério.

Casas submersas deram lugar a conjuntos habitacionais de fachadas semelhantes. "Tinha neguinho que não acertava nem com a casa. Ele chegava e entrava na minha, entrava na casa do outro, todo perdido sabe?", conta um dos moradores no livro Nossa, Nova Nova Iorque, do historiador Helen Lopes. Desta vez, a distribuição aleatória dos moradores forçou uma ressocialização massiva entre novos vizinhos.

O temor mais recente de Nova Iorque surgiu na semana passada com o nome de PEC do Pacto Federativo, proposta de emenda à Constituição feita pelo governo Bolsonaro que inclui a extinção de todos os municípios com menos de 5.000 habitantes que tenham menos de 10% de receita própria.

"Fiquei estarrecida, indignada, triste. O maior problema que enfrentamos no Brasil, no Maranhão e em Nova Iorque é a distribuição de renda. O governo pretende reduzir repasses federais quando, na verdade, deveria aumentá-los. Nós precisamos de pessoas que nos ajudem, não de pessoas que nos tirem do mapa", afirmou à BBC News Brasil a prefeita Mayra Ribeiro Guimarães, filiada ao mesmo partido do presidente Bolsonaro, PSL.

Com 4.590 habitantes, Nova Iorque é uma das mais cidades mais antigas dentre as 1.217 ameaçadas pela proposta. Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a cidade maranhense arrecada apenas 1,3% de sua receita corrente líquida total, parte graças ao turismo em torno da praia do Caju, na barragem que inundou a "Velha Nova Iorque".

A proposta gerou reação indignada de prefeitos, mas foi defendida parcialmente por uma parcela dos estudiosos de emancipações municipais. 

Para especialistas, uma eventual redução do número de municípios não deveria levar em conta apenas dois indicadores, um fiscal e outro demográfico, mas diversos outros, como oferta de serviços públicos à população e distância dos distritos à sede administrativa municipal.

Música _ Cheia de Charme, Guilherme Arantes

 
"Paixão assim não acontece todo dia 😍"

FGV: Simples não incentivou mais empregos e inovação nas empresas

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O Simples Nacional, criado para estimular a criação de novos empregos e fomentar a inovação, chega a 2019 sem atingir suas principais metas e contribuindo como maior fonte de gastos tributários do Brasil. Essas são as principais conclusões da pesquisa "Qualidade dos gastos tributários no Brasil: o Simples Nacional", elaborada pela Escola de Direito de São Paulo e pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE).
O estudo conjuga três análises: a contribuição do Simples Nacional para os gastos públicos, o histórico que justifica seu surgimento e uma análise comparativa com outros regimes similares em países como Canadá, Coreia do Sul, EUA, Israel, Portugal e Reino Unido.
A pesquisa compilou dados da Receita Federal sobre renúncias fiscais (que compreende anistia, remissão, subsídio, crédito presumido, concessão de isenção em caráter específico e outros benefícios), que podem chegar a R$ 305 bilhões em 2019. Desse total, o Simples Nacional responde por R$ 87 bilhões, perfazendo 28,45% do total de gastos tributários do país. Em 20 anos, enquanto a soma total de renúncias cresceu 18 vezes, o equivalente ao Simples Nacional cresceu 168 vezes
Atrás do Simples Nacional, vêm os rendimentos isentos e não tributáveis do IRPF (9,55%), da Zona Franca de Manaus e áreas de livre comércio (8,55%), da agricultura e agroindústria - desoneração da cesta básica (8,55%) e das entidades sem fins lucrativos - imunes e isentas (8,33%).

Motivações

O Simples Nacional, como o conhecemos hoje, é regulamentado pela Lei Complementar 123, de 2006, que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, e revogou a Lei 9.317/96. No entanto, os debates sobre a criação de um regime tributário específico para micro e pequenas empresas (MPE) remontam à década de 60.
Porém, foi só na exposição de motivos da Medida Provisória 1526/96, que deu origem à criação do Simples, que ficaram mais explícitas as motivações para a sua criação: combater a informalidade e capacitar as Micro e Pequenas Empresas para gerar mais emprego.
Um dado que salta aos olhos é a proporção dos incentivos fiscais com relação ao PIB de cada país. O Brasil lidera esse dado, com 1,2% do PIB, atrás do Canadá, com 0,2% do PIB, e de Chile e México, com 0,1% do PIB. Os gastos com incentivos fiscais na França, África do Sul, Índia e Argentina equivalem a menos que 0,1% do PIB,
A pesquisa também comparou o funcionamento dos sistemas de incentivo às pequenas e médias empresas com os que funcionam no Canadá, Coreia do Sul, EUA, Israel, Portugal e Reino Unido.
A comparação se dividiu em duas etapas. A primeira se debruçou sobre a concessão de benefícios fiscais, que são, por exemplo, regras que autorizam uma contabilidade simplificada para apuração de tributos, métodos presuntivos de apuração de tributos ou simples dispensa de recolhimento/registro para empresas/empreendedores que tenham faturamento muito baixo. Outra frente de comparação do trabalho analisou especificamente os custos dos contribuintes para cumprir suas obrigações com o fisco, que são chamados custos de conformidade. Para as micro e pequenas empresas, uma alta carga de custos com conformidade pode dificultar a sua evolução, por isso muitos países possuem mecanismos para redução dessa despesa.
Combinando as duas frentes, a primeira grande diferença entre o Brasil e os países que são objeto da pesquisa é a de que neles não existe um sistema simplificado para as MPE nos moldes do Simples, isto é, em que há substituição de vários tributos por um tributo único. Nesses países, assegura-se algum tratamento diferenciado às MPE em algumas poucas situações, com relação a tributos específicos.
Outro ponto importante de comparação entre os países foi em relação ao limite de faturamento para a concessão do tratamento diferenciado.

Desemprego dobra para os mais escolarizados


Em 2019, o último ano da década de 2010, o desemprego dobrou para os mais escolarizados, provocando a fuga de cérebros, enquanto 1/4 procura trabalho, mostra o economista Marcio Pochmann. “A fuga de cérebros pode alcançar 40 mil brasileiros em 2019, sendo 21,9 mil somente no primeiro semestre diante do governo da destruição nacional de Bolsonaro”, atacou o professor, em comentário no Twitter.

A fuga de cérebros de certa forma é atestada pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, que registrou que no ano passado, pela quarta vez consecutiva, o número de brasileiros que imigraram legalmente para os Estados Unidos atingiu o recorde, informa matéria do jornal Extra Classe, publicação do Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul.


Em geral quem migra legalmente do Brasil é “o trabalhador com qualificação mais elevada”, avalia o economista Bráulio Borges, da LCA Consultores. Borges aponta ao Extra Classe que são exatamente os profissionais mais escolarizados, que facilmente são aceitos pelas políticas migratórias oficiais. Por isso, ainda na análise de Borges, essa emigração – se definitiva – prejudica o potencial de crescimento de longo prazo do Brasil.


Estudo realizado no segundo semestre pela consultoria Robert Half aponta que, para 81% dos recrutadores, o Brasil está apresentando falta de mão de obra capacitada. O trabalho, que utiliza dados do IBGE, apresenta que a taxa de desemprego dos profissionais qualificados, trabalhadores com 25 anos de idade ou mais e com formação superior, ficou na casa dos 6,1% no primeiro trimestre de 2019. Apesar de abaixo do índice geral (12,7%), foi verificado que houve um aumento de 0,2 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior e de 0,8 ponto percentual contra o trimestre anterior, informa o Sindicato dos Professores gaúcho.

Pessoas que não sabem ler ou escrever têm maior risco de demência

Ler e escrever pode prevenir demência - iStock
Um estudo revelou que pessoas analfabetas têm de duas a três vezes mais chances de desenvolver demência, em comparação com aquelas que sabem ler e escrever. Os resultados foram publicados no periódico Neurology, na quarta-feira (13).

Apesar da melhoria do acesso às escolas, ainda existem em todo planeta 750 milhões de jovens e adultos no mundo que não sabem ler nem escrever. A taxa do chamado "analfabetismo absoluto" no Brasil, por exemplo, é de 6,8%. Segundo o IBGE, no grupo etário 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das pessoas de cor branca alcança 10,3% e, entre as pessoas pretas ou pardas, amplia-se para 27,5%.

"Nosso novo estudo fornece mais evidências de que a leitura e a escrita podem ser fatores importantes para ajudar a manter um cérebro saudável", diz a principal autora da pesquisa, Jennifer J. Manly, da Universidade de Columbia (EUA).

Como o estudo foi feito Os cientistas reuniram 983 pessoas e pediram para que elas respondessem à pergunta "Você já aprendeu a ler ou escrever?". 

Os participantes foram separados em grupos de acordo com a resposta: 237 eram analfabetos e 746 eram alfabetizados. 

A maioria nasceu e cresceu em áreas rurais da República Dominicana, onde o acesso à educação era limitado. Em média, eles tinham 77 anos e frequentaram a escola por, no máximo, quatro anos. 

Os participantes fizeram exames médicos e testes de memória e raciocínio no início do estudo e a cada 18 meses ou dois anos, por uma média de quatro anos.

No início do estudo, 35% das pessoas que não sabiam ler ou escrever já tinham demência. Por outro lado, 18% dos participantes alfabetizados apresentavam a doença. No final do estudo, 48% dos analfabetos haviam desenvolvido demência, enquanto 27% do outro outro desenvolveram a condição.

Cabrobó _ Ação popular pedido de processo de impeachment do prefeito Marcílio Cavalcanti



Já dizia o grande Aristóteles "A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras."

O Movimento Caras Novas/Cabrobó Progresso e Política Sem Partido entregou ao presidente da Casa de Leis, Dim Saraiva, uma ação popular para dar entrada no processo de impeachment do prefeito Marcílio Cavalcanti (MDB).
A imagem pode conter: 1 pessoaEssa ação se resume no descontentamento e até mesmo a falta de responsabilidade com o município que está em um verdadeiro caos por falta de muitos serviços essenciais como saúde, falta de  medicamentos, atrasos nos pagamentos dos funcionários públicos e temporários, a divida de quase 230 mil reais.
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Falta também de estrutura nas escolas, falta de obras de infraestrutura e saneamento básico em fim falta de compromisso com o município de Cabrobó.

Minuto Finanças _ Dívidas com bancos crescem e são mais da metade das pendências

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O volume de consumidores com contas em atraso cresceu 1,58% em outubro na comparação com igual mês do ano passado. A maior parte das dívidas (53%) em aberto no país está ligada a instituições financeiras — um avanço de 6 pontos percentuais em relação a 2016.
O comércio responde por uma fatia de 17% do total de dívidas – em 2016, a participação desse setor era de 20%. Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).
Na contramão do crescimento das contas em atraso, o número de dívidas apresentou queda de 2,34% no mesmo horizonte de comparação. Somando todas as pendências, cada consumidor inadimplente deve, em média, R$ 3.254,78.
Pouco mais da metade dos devedores (53,1%) têm dívidas de até R$ 1.000, e 46,9%, acima desse valor. Já descontando os efeitos da inflação, os valores observados agora são menores do que se observava no início da série histórica, em 2010.
Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o aumento das dívidas bancárias em termos de participação é preocupante. “As dívidas com instituições financeiras são as que têm os juros mais caros do mercado em casos de atraso. E a falta de pagamento desse tipo de dívida pode transformar valores pequenos em cifras praticamente impagáveis, sobretudo por superarem, em muitos casos, a renda do consumidor”, analisa Pellizzaro Junior.
Quando se observa o perfil de quem está com contas em atraso, o levantamento mostra um aumento expressivo da inadimplência entre os que possuem idade mais avançada: crescimento de 7,1% na faixa de 64 a 84 anos e de 4,1% entre a população de 50 e 64 anos.
Entre os consumidores mais jovens, há um recuo no volume de inadimplentes. A retração mais acentuada é na faixa de 18 a 24 anos, com uma diminuição de 21,6% em outubro na comparação com igual mês de 2018. Também houve queda nas faixas de 25 a 29 anos (-9,9%) e de 30 a 39 anos (-1,5%).

Negros já são maioria no ensino superior público

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A população negra está melhorando seus índices educacionais, tanto de acesso como de permanência, apesar de ainda se manter bem atrás dos índices medidos entre as pessoas brancas. Pela primeira vez, a proporção de pessoas pretas ou pardas (que compõem a população negra) cursando o ensino superior em instituições públicas brasileiras passou de 50%, segundo o IBGE, 50,3% dos estudantes das instituições públicas são negros. O percentual ainda é inferior à representação da população negra, que somam 55,8% dos brasileiros. Os dados estão no informativo Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil. A comparação foi feita com as informações do suplemento de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio – Contínua (Pnad Contínua), que começou a ser aplicado em 2016.

Para o pesquisador do IBGE Claudio Crespo, a melhora nos indicadores dos negros é relevante, mas como a desigualdade é histórica e estrutural, os ganhos para a população preta ou parda só aparecem com organização e mobilização social e políticas públicas direcionadas.
“A intervenção de políticas públicas é um fator essencial para a redução dessa desigualdade. Onde há avanços percebidos, apesar da distância que ainda reside, são espaços em que houve intervenção de políticas públicas e também organização do movimento social para a conquista de uma sociedade mais igualitária. Como as cotas para acesso ao nível superior”, explicou.


A proporção de jovens de 18 a 24 anos pretos ou pardos no ensino superior passou de 50,5% em 2016 para 55,6% em 2018. Entre os brancos, a proporção é de 78,8%. Na mesma faixa etária, o número de pretos e pardos com menos de 11 anos de estudo e que não estavam frequentando a escola caiu de 30,8% em 2016 para 28,8% em 2018, enquanto o indicador para a população branca é de 17,4%. 
 

Cenas da CAPITAL do DINHEIRO

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Revoltado com os motoristas, o proprietário resolveu colocar essa mensagem tão motivadora.

Cabrobó _ As Rapidinhas


Resultado de imagem para prefeito marcilio cavalcanti não paga a casa de apoio em recifeSaiu pela culatra
O prefeito Marcílio Cavalcanti (MDB), através de uma circular nº 09/2019, quis retaliar os sindicatos SINDSEMC e SINTEC, gerando uma crise desnecessária com os sindicatos.
Resultado de imagem para prefeito marcilio cavalcanti não paga a casa de apoio em recifeSaiu pela culatra II
O prefeito Marcílio Cavalcanti na hora de fazer a circular esqueceu que esse tipo de retaliação é causa perdida, pois já existem várias decisões favoráveis aos sindicatos, inclusive o próprio Sindicato dos  Professores já ganhou em alguns municípios.
Resultado de imagem para prefeito marcilio cavalcanti não paga a casa de apoio em recifePrefeito mal pagador
O prefeito Marcílio Cavalcanti vem ganhando a fama de mal pagador. A última foi a falta de pagamento do aluguel da Casa de Apoio aos pacientes do TFD(Tratamento Fora Domicilio), em Recife.
Resultado de imagem para prefeito marcilio cavalcanti não paga a casa de apoio em recifePrefeito mal pagador II
Essa briga entre o prefeito e a Casa de Apoio vem se arrastando desde julho. A prefeitura pagou R$ 40 mil, e o restante pagaria normalmente, coisa que nunca aconteceu, causando revolta no proprietário da pousada que só não expulsou os pacientes, devido a atuação da vereadora Suzana Freire, que pediu para que o proprietário segurasse até hoje quarta-feira (13).
Resultado de imagem para frangalhosUma gestão em frangalhos
O prefeito Marcílio Cavalcanti está entrando  para história como o pior de todos os tempos, pois vem atrasando os salários dos funcionários, os pacientes do TFD, estão em polvorosa, devido a falta de pagamento da pousada.
Resultado de imagem para frangalhosUma gestação em frangalhos II
Atrasa o pagamento da casa dos estudantes em Petrolina, faltam remédios no hospital e postos de saúde.
Os bairros estão abandonados, as ruas esburacadas e a cidade na UTI com os aparelhos ligados.
Resultado de imagem para educação opressoraEducação Opressora
Os professores contratados estão vivendo dias terríveis nas escolas/creches onde trabalham. O motivo são as piadas e ameaças de funcionários aos professores.
As ameaças são tão comuns, que alguns funcionários, dizem que irão até a secretária Lorena, denunciar os professores.
Resultado de imagem para educação opressoraEducação Opressora II
“Equipe gestora” das escolas/creches estão ameaçando os professores, com dizeres, farei um relatório para entregar a secretária Lorena.

Os opressores falam abertamente que no próximo ano, o prefeito/secretária não irá renovar os contratos dos professores.
Resultado de imagem para educação opressoraEducação Opressora III
Uma professora relatou ao blogger, que a “equipe gestora” estão sugando os professores emocionalmente e psicologicamente.

Alô Maria Cilane (SINTEC), Maria Heloísa (SINDSEMC) e nobres vereadores, não acham que está na hora de agirem, e enquadrarem a secretária de educação Lorena Sampaio para ela dar explicações sobre esse assédio.  
A imagem pode conter: 1 pessoa, textoPrimeiro round entre o Legislativo e o Executivo 
A Casa de Leis que vem de um sono profundo resolveu sair do ostracismo, e agora quer assumir um papel que renegou por conveniências e que agora quer fiscalizar o gestor.
Resultado de imagem para dim saraiva e marcilioPrimeiro round entre o Legislativo e o Executivo II
No dia 18, o Primeiro-Ministro quer dar o primeiro passo para denunciar o prefeito. Lembrando que o nobre Primeiro-Ministro  cancelou o processo de CPI e Impeachment  que o ex-presidente Ramsés Sobreira tinha instalado.

Resultado de imagem para prefeito marcilio e o vereador dim saraiva Primeiro round entre o Legislativo e o Executivo III
O Primeiro-Ministro que até pouco tempo era unha e carne com o prefeito, entrará em ação com a sua “tropa de elite” para buscar provas para denunciar o seu ex-pupilo prefeito Marcílio Cavalcanti
Resultado de imagem para figado e odioPrimeiro round entre o Legislativo e o Executivo IV
Vamos aguardar o conteúdo da denúncia. Provavelmente ela será mais trabalhada com o fígado e ódio, do que com fundamentos e provas.

Se for assim, creio que provavelmente o prefeito retorne em 24h.    

Sem tempo, irmão? Invista em treinos de 30 minutos e mudanças de hábitos

iStock 
Presentes na maioria das lojas de aplicativos, os apps de exercícios de alta intensidade representam um movimento já consolidado na maioria das academias: o fast fitness. Estudado por diversos fisiologistas, o treinamento dura no máximo 30 minutos e é feito em um regime de alta intensidade e de intercalação entre intervalos. Hoje, esse método de treino é comprovado como um dos mais benéficos para a saúde e cada vez mais está saindo das academias para ser feito nas próprias salas de estar.

As atividades são feitas a partir de HITTS, High Intensity Interval Training (Treino Intervalado de Alta Intensidade) em diversas modalidades. Os treinamentos podem ser realizados na academia, na piscina e na própria residência. Suas atividades consistem em diversos "tiros" que podem trabalhar todo o corpo ou apenas partes específicas. A American College of Sports Medicine, uma das principais associações de medicina esportiva do mundo, ranqueia a metodologia como uma das mais praticadas no mundo, apenas atrás das atividades físicas feitas por intermédio de gadgets.

Recomendado para pessoas com vida muito agitada, o fast fitness não precisa necessariamente ser feito utilizando equipamentos de ginástica. Muitos aplicativos guiam a pessoa em exercícios executáveis em casa, tanto sem utilizar nenhum objeto ou utilizando móveis e outros aparelhos domésticos. É o caso do Desafio 30 Dias Fitness, um dos aplicativos mais recomendados e mais baixados na App Store. Com exercícios de no máximo 7 minutos, o app promete auxiliar na melhora da condição física em 30 dias, propondo diversos desafios que trabalham todo o corpo. Ele registra as calorias e a duração dos exercícios, que são feitos com o objetivo de emagrecimento ou de aumento da massa muscular.

Entra em vigor a reforma da Previdência

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Quase nove meses depois de ser oficialmente proposta pelo governo, na terça-feira, deputados e senadores, em uma sessão conjunta do Congresso Nacional, promulgaram a reforma da Previdência. O texto altera regras de aposentadorias e pensões para mais de 72 milhões de pessoas, entre trabalhadores do setor privado que estão na ativa e servidores públicos federais.
A PEC 6/2019 passa agora a ser chamada de Emenda Constitucional 103/2019. Diante dos obstáculos criados, em relação a ampliação da idade mínima e do tempo de contribuição, a EC 103, um dos primeiro atos do governo Bolsonaro, põe em risco a sustentabilidade da Previdência pública no futuro.
A solenidade presidida pelo presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) também foi acompanhada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Alcolumbre minimizou a ausência do presidente da República, Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes na sessão.
O presidente do Senado destacou a importância do trabalho do Congresso na aprovação da reforma da Previdência. “Promulgaremos as mudanças no sistema previdenciário brasileiro, o maior dos últimos 30 anos. Isso foi um esforço coletivo, de todos os parlamentares, da Câmara dos Deputados, dos senadores”, disse. Ainda segundo ele, a ideia é que hoje ainda a Casa vote o segundo turno da Pec Paralela à reforma da Previdência. Se aprovado, com o mínimo de 49 votos no plenário, o texto - que abre caminho para que estados e municípios adotem as mesmas regras para seus servidores por meio de uma lei ordinária - seguirá para análise dos deputados, onde terá que passar por uma Comissão Especial e por dois turnos de votação.
Entretanto, votada pelo Senado Federal em segundo turno no dia 23 de outubro, a “Nova Previdência” significou corte de mais de R$ 800 bilhões em direitos. O que o governo chama de “economia” representa, na verdade, R$ 800 bilhões retirados da população na forma de redução dos valores de benefícios, ampliação do tempo de contribuição e, para milhões de trabalhadores, a inviabilização do acesso à aposentadoria.
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em nota técnica: “A reforma acabou diferindo em grande medida da proposta inicial do governo. Ainda assim, o que foi aprovado contém potencial impacto social preocupante.”
De acordo com a entidade, os valores das aposentadorias e das pensões acima do salário mínimo diminuirão muito, mesmo para os trabalhadores que têm salários pouco acima do mínimo legal. A nova lei passa a incluir todos os salários de contribuição desde 1994 ou do início do período contributivo, sem desprezar os 20% menores valores, como ocorre atualmente. E isso fará com que o valor das novas aposentadorias caia de imediato.
O Dieese avalia que, diante da crise de desemprego que assola o país, para muitos trabalhadores a elevação da idade mínima para se aposentar (65 anos para homens e 62 anos para mulheres) significará alguns anos na inatividade, sem renda do trabalho ou de proventos da previdência. Mesmo para aqueles que se encaixam nas regras de transição será necessário trabalhar mais tempo para conseguir se aposentar, e com valores inferiores aos que receberiam pelas regras atuais.
Para o Dieese, em um círculo vicioso, tudo isso levará à redução de dinheiro em circulação na economia. Por consequência, haverá menos postos de trabalho e queda na contribuição para a Previdência pública. Quem tiver dinheiro, migrará para a previdência privada mantidas pelos bancos.
Jovens que ingressam no mercado de trabalho aos 18, 20 anos serão desestimulados a começar a contribuir, o que, junto com a onde de crescimento da informalidade e do trabalho precário, afetará as receitas da Previdência e colocará em risco a o financiamento do sistema público.
De acordo com a entidade, o trabalho em condições insalubres e desgastantes será prolongado. “Sem falar na incerteza gerada pela desconstitucionalização dos requisitos de aposentadoria: para os futuros segurados do sexo masculino, a elevação do tempo mínimo de contribuição para 20 anos pode dificultar ou, até mesmo, impedir a aposentadoria na velhice.”

Extinção do Dpvat tira R$ 2 bilhões do SUS

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A intenção até parece nobre, mas o resultado poderá enfraquecer ainda mais o Sistema Único de Saúde (SUS). O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta segunda medida provisória (MP) extinguin-do, a partir de 1º de janeiro de 2020, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, o chamado Dpvat. Uma das justificativas é reduzir a corrupção.

“A medida provisória não desampara os cidadãos no caso de acidentes, já que, quanto às despesas médicas, há atendimento gratuito e universal na rede pública, por meio do SUS. Para os segurados do INSS, também há a cobertura do auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e de pensão por morte”, afirmou o Ministério da Economia.


Pelas contas do governo, a União sairá ganhando, pois as reservas do Dpvat somam R$ 8,9 bilhões, e as despesas previstas com acidentes até 2025, quando será extinto o consórcio de seguradoras que administra os recursos (Líder), se limitarão a R$ 4,2 bilhões. O saldo de R$ 4,7 bilhões será repassado ao governo em três parcelas anuais até 2022.


O que o Ministério não esclarece é que 45% do valor arrecadado pelo Dpvat é destinado ao SUS para cobrir despesas com acidentes. Outros 5% ficam com o Denatran. Em 2018, foram repassados à União R$ 2,3 bilhões. O valor será menor em 2019, pois os prêmios pagos pelos segurados caíram, em média, 63,3%.


Sem esses valores, o SUS perderá recursos a partir do ano que vem. Os R$ 4,7 bilhões de saldo irão para o caixa único da União, onde, tradicionalmente, são esterilizados no pagamento de juros da dívida pública.


Em 2018, R$ 1,9 bilhão do Dpvat foi utilizado para mais de 320 mil indenizações nos três tipos de cobertura: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas de assistência médica e suplementares.

Preço médio do cafezinho subiu 42% nos últimos cinco anos

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Uma xícara da bebida mais conhecida no mundo e consumida por nove entre dez brasileiros acima de quinze anos, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), ficou 42% mais cara no país, nos últimos cinco anos. É o que aponta o levantamento da Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, com base nos indicadores da Pesquisa +Valor.
Isso significa que o preço pago por aquele agradável momento pós-almoço passou de R$ 2,39, em 2014, para R$ 3,40, em 2018, na média nacional. A variação percentual no custo do tradicional cafezinho é ainda maior se considerado apenas o valor desembolsado por uma xícara do produto coado, com alta de 45%, enquanto a do expresso teve alta de 34%, no período.

Programa incentiva demissão de trabalhador experiente

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O governo federal lançou o Programa Verde e Amarelo, para incentivar a geração de emprego para jovens de 18 a 29 anos que busquem inserção no mercado de trabalho. A expectativa do governo é que a iniciativa consiga gerar, ao longo de três anos, 4,5 milhões de empregos. Também estão previstas medidas de qualificação de mão de obra.

O Programa se utiliza de desonerações nos encargos sociais, medida adotada pelo governo de Dilma Rousseff e muitas vezes criticada pelos integrantes da equipe econômica de Bolsonaro. Especialistas temem a substituição de profissionais mais experientes por jovens. O governo disse que isso não será permitido, mas não informou como será a fiscalização.


A elevação da rotatividade da mão de obra é outro efeito possível. Os números no Brasil já são alarmantes: no período de 2001 a 2017, foram demitidos sem justa causa pelas empresas 283.697.452 trabalhadores, segundo Mario Avelino, presidente do Instituto Fundo de Garantia do Trabalhador (IFGT).


A versão inicial do Programa incluía pessoas com mais de 55 anos que ainda não estivessem aposentadas, mas isso não aconteceu. O secretário especial adjunto de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, disse que a equipe econômica ainda pode lançar um programa para os idosos no futuro.
Os incentivos passam por eliminar os gastos das empresas com o INSS (alíquota de 20%), com o Sistema S e com o salário educação. A contribuição para o INSS cai de 8% para 2%, e a multa em caso de demissão sem justa causa é reduzida pela metade, para 20%. As empresas poderão compor até 20% do seu quadro de funcionários com a nova modalidade.


Além de reduzir direitos trabalhistas, o Programa também diminuirá a arrecadação do INSS, caso os novos empregos respondam pela maior parte da oferta de vagas. O resultado vai na contramão do que propôs o governo ao defender a reforma da Previdência.


Em sua conta no Twitter, o professor Marcio Pochmann comentou: “Após dois anos de fracasso na geração de emprego através da forte redução no custo de contratação da mão de obra pela terceirização geral e deforma trabalhista de Temer, o Governo Bolsonaro retorna à desoneração de custos para estimular patrão a empregar jovem. Equívoco total”

Cabrobó _ Pacientes da Casa de apoio são despejados

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Os familiares dos pacientes, que fazem tratamento em Recife, estão aborrecidos com o prefeito Marcílio Cavalcanti (MDB), porque o mesmo não pagou totalmente as dívidas com o proprietário da  Pousada Solar do Lazer.

A primeira situação critica, entre a prefeitura e o proprietário da Pousada deu-se em julho, quando surgiu a ideia de fechar a Pousada, onde através de muita pressão da vereadora Suzana Freira, através da redes sociais e na tribuna da Casa de Leis, o prefeito resolveu negociar parte das dívidas. 

O prefeito Marcílio Cavalcanti pagou uma parte das dívidas, orçada em R$ 40 mil e, esqueceu da outra parte, causando indignação no proprietário e nos familiares dos pacientes que se deslocam para serem tratados no hospital da capital pernambucana.

A vereadora Suzana Freire (PSB), em audio disse que pediu ao dono da Pousada para segurar os pacientes até quarta-feira 13


Cabrobó _ Prefeito Marcílio Cavalcanti faz retaliação contra sindicatos

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Prefeito Marcílio Cavalcanti (MDB), no último dia 7, criou uma crise com os sindicatos dos Servidores Públicos (SINDSEMC), e com os Trabalhadores da Educação (SINTEC). 

O motivo  foi a Circular nº 009/2019, assinada pelo prefeito que deixou os sindicatos de mãos atadas. anda leia abaixo,
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Essa forma de retaliação, mas é causa perdida para ele, pois já existem várias decisões favoráveis aos sindicatos, inclusive o próprio Sindicato dos professores já ganhou em alguns municípios.

O prefeito vem fazendo uma gestão precária desde quando assumiu em 2017, onde não tem diálogo com os sindicatos, com os moradores e, no momento está rompido com o presidente da Casa de Leis, o Primeiro-Ministro Dim Saraiva, que tem com ele mais 10 vereadores.
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Os sindicatos imediatamente soltaram uma nota de esclarecimento sobre o ocorrido na última quinta-feira onde o sindicato veio ter acesso hoje (11).

A situação não anda nada boa entre o prefeito e os sindicatos, depois dessa Circular.

Léo Márcio conversa com moradores do bairro Nova Vida I

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O Léo Márcio (DEM), com o seu Projeto 2020, realizou uma reunião com os moradores do bairro Nova Vida I, no último fim de semana.
 Márcio, explanou sobre as necessidades estruturais e pontuais, que o bairro está precisando, mas ainda não foi realizado pelo poder público municipal.
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas em pé
A moradora Iza Santos, disse que o bairro anda abandonado pelas autoridades do município, em especial pelos vereadores que abandonaram os moradores e o bairro.
O jovem Mateus, liderança do meio dos jovens da igreja que frequenta, abordou sobre a quadra de futebol que foi prometido aos jovens do bairro e, nunca saiu do papel. "Nós jovens, precisamos de um espaço para o nosso lazer, algo que não temos no bairro.    

Evo Morales, uma raposa política vítima de sua própria ambição

Presidente da Bolívia renunciou neste domingo (10) - Carlos Garcia Rawlins/Reuters
Evo Morales, que até ontem (10) era o presidente latino-americano há mais tempo no poder, renunciou pressionado por denúncias de fraude e após perder o apoio do Exército e da Polícia, depois de três semanas de protestos na Bolívia contra a sua reeleição.

Podendo deixar a Presidência com um alto índice de popularidade, Morales preferiu se empenhar para permanecer no poder, mesmo depois de a população se manifestar em um referendo em 2016 contra sua reeleição. No entanto, uma grande maioria reconheceu até o final que o primeiro presidente indígena da Bolívia levou progresso econômico e social a um dos países mais pobres da América Latina.

"Estamos deixando a Bolívia com muitas conquistas sociais", disse Morales em discurso à nação pela TV, em que anunciou sua renúncia na tarde do domingo 10 de novembro.

Em quase 14 anos no poder, demonstrou astúcia política, empatia com os pobres e boa gestão da bonança econômica resultante da exportação de matérias-primas à China. Mas sua polêmica reeleição em primeiro turno em 20 de outubro, qualificada de fraudulenta pela oposição, fez com que milhares de bolivianos saíssem às ruas para pedir sua renúncia.




PECs de Guedes não recuperam economia nem criam empregos

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As três propostas de emenda à Constituição (PECs) – do pacto federativo, dos fundos públicos e emergencial – propostas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, “não têm nenhuma possibilidade de estimular a atividade econômica ou a geração de empregos”, na análise da economista e pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marilane Teixeira. “Temos 13 milhões de desempregados e um nível de informalidade que atinge recordes. E em vez de enfrentar isso, os projetos vão no sentido oposto. Elas vão todas no mesmo sentido, que é essa ideia de redução do Estado”, destacou, em entrevista para a Rádio Brasil Atual.

Guedes apresentou três PECs e dois projetos de lei, como uma proposta de ampla reforma econômica do país. No entanto, Marilane avalia que os textos não dialogam com o mundo real, com a vida das pessoas, mas apenas com os grandes rentistas que querem abocanhar cada vez mais o orçamento público. “Isso aparece bem claro no texto das PECs. Tudo o que for considerado superávit vai ser usado no pagamento da dívida pública. E como você obtém superávit? Justamente estabelecendo regras que limitem os gastos públicos. O objetivo continua sendo alimentar a ciranda financeira”, afirmou.

Além disso, os textos das PECs de Paulo Guedes têm um grande potencial para agravar a crise econômica e a situação de pobreza da população. A emergencial, por exemplo, permite que os estados, municípios e o Governo Federal reduzam arbitrariamente 25% da jornada de trabalho e dos salários dos funcionários públicos, se as suas despesas obrigatórias ultrapassarem 95% das receitas.
“Isso vai totalmente na contramão de uma política anticíclica, que é justamente ampliar os gastos públicos, os investimentos, para poder retomar a atividade econômica. Tem um impacto enorme primeiro sobre a dinâmica econômica de estados e municípios, que dependem dos servidores públicos que têm uma renda estável. Se a situação é emergencial, ao reduzir a capacidade consumo das pessoas, você só vai agravar esse quadro”, avaliou Marilane.

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