Blog do Alderi
Petrobras reduz em 5,2% preço de gasolina a partir de amanhã
Menor município do Brasil fica imune a apagões
O menor município do Brasil passou a integrar o mapa da inovação no setor elétrico. Com pouco mais de 800 habitantes, a cidade, no Centro-Oeste de Minas Gerais, iniciou a operação de uma microrrede de energia elétrica capaz de garantir até 48 horas de autonomia no fornecimento em caso de falhas na rede principal. A solução, implantada pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), busca reduzir o risco de apagões e ampliar a resiliência do sistema diante do avanço de eventos climáticos extremos.
O projeto combina geração solar, armazenamento em baterias, automação da rede e medição inteligente, em um investimento de R$ 7 milhões. A microrrede de dupla alimentação permite que o município opere de forma independente da rede convencional em situações de contingência, como interrupções provocadas por tempestades, ventos fortes ou falhas estruturais, mantendo o atendimento integral à população.
No centro do sistema está um banco de baterias com capacidade de 2,0 MWh, abastecido por um gerador fotovoltaico dedicado à recarga. Diferentemente de usinas solares tradicionais, a energia gerada não é injetada diretamente na rede de distribuição, mas utilizada para carregar as baterias, garantindo estabilidade e controle do fornecimento. Em caso de interrupção da rede principal, a estrutura entra em operação automática e é capaz de suprir a demanda da cidade por até dois dias.
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Fim dos orelhões, uma marca da comunicação
A partir desse ano, as empresas de telefonia fixa não terão mais a obrigação de manter terminais de uso público (os populares orelhões), uma vez que as principais concessões do serviço de telefonia fixa foram encerradas.
A mudança ocorre após a adaptação dos antigos contratos de concessão do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) para o regime privado de autorização, algo previsto na Lei Geral de Telecomunicações (LGT).
'Figurões' da política planejam retorno ao cenário nas eleições de 2026; veja lista
Após períodos de afastamento, derrotas nas urnas ou atuação nos bastidores, essas lideranças voltaram a ser citadas em conversas partidárias, pesquisas internas e movimentações públicas, reacendendo disputas e redesenhando alianças.
O fenômeno não é novo na política brasileira, mas ganha força em um contexto de polarização, reorganização partidária e busca por nomes conhecidos do eleitorado. Veja abaixo os ‘figurões’ que devem se candidatar:
Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, Ciro Gomes, ex-ministro e ex-governador do Ceará, Joao Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, José Roberto Arruda, ex-governador do Distrito Federal e Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT.
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Nubank supera Bradesco e se torna 2ª maior instituição financeira do Brasil em clientes
Você Sabia?
Flamengo e o seu elenco acima da média
Fim de um sonho
Renda real em alta sustenta o consumo das famílias em 2025
O desempenho ocorre em um ambiente ainda marcado por juros elevados, mas compensado pelo mercado de trabalho aquecido, inflação de alimentos mais controlada e mais recursos na economia. Para o vice-presidente da Abras, Marcio Milan, a combinação desses fatores deu mais previsibilidade ao consumo. “A renda real em alta e a acomodação dos preços dos alimentos ajudaram a reduzir oscilações e sustentaram o consumo, especialmente no último trimestre do ano”, afirma.
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Transamazônica: Pavimentação da BR-230 no sudoeste do Pará começa em 2026, diz ministro dos Transportes
"A pavimentação do trecho de Medicilância a Rurópolis, vamos começar este ano, que é o último trecho para que a rodovia Transamazônica - BR 230 possa estar 100 % pavimentada", afirmou o ministro.
A rodovia Transamazônica tem mais de 4 mil quilômetros de extensão e corta a região norte e nordeste do país. O trecho que deve ser pavimentado no Pará tem mais de 200 quilômetro. O ministro não estipulou, no entanto, a previsão de entrega da obra.
Apesar de ter começado a ser construída há 5 décadas, a rodovia Transmazônica no Pará tem trechos em estrada de chão com pontos que ficam instrasitáveis em alguns momentos, como em dias de chuva mais intensas, como as que ocorrem no inverno amazônico.
Em dezembro, por exemplo, uma cratera se abriu, interditando totalmente a rodovia. Além disso, todos os anos, os motoristas enfrentam muita lama, que se acumula e os veículos tem dificuldade de passar.
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Visitas ao Congresso aumentam 20%, maior percentual desde 2012
O número de visitantes no Congresso Nacional cresceu 20% em 2025. Segundo levantamento da Câmara dos Deputados, o Parlamento recebeu mais de 167 mil pessoas no ano passado, frente às quase 140 mil registradas em 2024.
Conforme a Casa, o resultado representa recorde diário e o maior público anual desde 2012, quando a visitação ocorria em dois dias a mais por semana (terças e quartas). No ano passado, mesmo com menos dias disponíveis, o número de pessoas foi maior.
O Congresso atribuiu o aumento ao fortalecimento do programa de visitação e ao crescente interesse do público em conhecer a Câmara dos Deputados e o Senado.
No ano passado, o Congresso promoveu novos roteiros ao público, o que pode ter influenciado o aumento. Entre as novidades estão as comemorações dos 65 anos do Legislativo, as visitas às cúpulas com servidores, o Espaço Criança no Congresso, a inauguração de um “plenarinho” infantil e experiências imersivas em realidade virtual.
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Você Sabia?
Segundo dados do Ministério da Justiça o ano passado foram ao menos 1.470 crimes contra as mulheres.
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Com Ciro candidato, Camilo Santana diz que deve deixar o MEC para campanha no Ceará
Desigualdade salarial entre estados deve se aprofundar este ano
O estudo indica que o salário médio nacional deve alcançar R$ 3.548 em 2026, impulsionado por um crescimento nominal próximo de 10% em dois anos. No entanto, o avanço não ocorre de maneira uniforme. O Distrito Federal deve atingir média de R$ 5.547, mantendo a dianteira devido à forte presença do funcionalismo e de serviços especializados. São Paulo, segundo colocado, deve chegar a R$ 4.298, sustentado pela maior densidade corporativa do país.
Outros Estados do Sul e Sudeste – como Paraná (R$ 4.134), Rio de Janeiro (R$ 4.106), Santa Catarina (R$ 4.068) e Rio Grande do Sul (R$ 3.996) – permanecem acima da média nacional, puxados pela indústria, inovação tecnológica e cadeias produtivas consolidadas.
Na outra ponta, regiões menos industrializadas e com economias em transição digital devem continuar pressionadas. Maranhão, Bahia, Ceará e Piauí apresentam projeções entre R$ 2.254 e R$ 2.423 para 2026, refletindo estruturas econômicas ainda dependentes de agro, serviços tradicionais e menor acesso a cargos de alta qualificação.
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Aumento do salário mínimo e o efeito cascata