No Brasil, 547.202 adultos com 18 anos ou mais vivem com esquizofrenia. O número equivale a 0,34% da população adulta brasileira. É o que diz um estudo produzido por pesquisadores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), USP (Universidade de São Paulo) e UFPR (Universidade Federal do Paraná) com base nos dados mais recentes da PNS (Pesquisa Nacional de Saúde), de 2019.
Segundo os pesquisadores Ary Gadelha de Alencar Araripe Neto, professor, vice-chefe do Departamento de Psiquiatria e coordenador do Programa de Esquizofrenia da Unifesp, e Raffael Massuda, psiquiatra e professor da Universidade Federal do Paraná, é a maior amostra nacional já utilizada para estimar a prevalência de esquizofrenia no país, que até então era uma lacuna no conhecimento.
Gadelha afirma que o impacto social é muito mais amplo quando se consideram as famílias afetadas. “Em grande parte dos casos, a esquizofrenia começa por volta dos 18 anos. As pessoas ficam com essa condição a vida toda, e isso vai impactar a vida do pai, da mãe, dos filhos. Se você considerar só o núcleo familiar mais imediato, a condição afeta milhões de brasileiros”, diz.
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