A decisão, datada de 6 de julho, tem como pano de fundo a Operação Transparência, de dezembro de 2025, que apreendeu um aparelho celular de Mariângela Fialek, servidora da Câmara.
Os investigadores identificaram, conforme o despacho, “a existência de um arranjo decisório paralelo para a destinação de verbas públicas, no qual EDUARDO COSENTINO DA CUNHA, desprovido de mandato, aparece como vetor relevante de definição e remanejamento de emendas”.
“Das pesquisas realizadas, foram identificadas pelo menos 21 emendas parlamentares, num total de R$ 6,15 milhões, que foram empenhadas e pagas e que, nesse cenário, foram forjadamente documentadas para escamotear o verdadeiro solicitante da indicação”, afirma Dino em sua decisão.
Vida que segue...
Siga o blog pelo insta professor_aldery
Nenhum comentário:
Postar um comentário