Segundo o levantamento, a arrecadação fiscal associada à mineração, que somou R$ 750 bilhões na última década, poderia alcançar R$ 1,3 trilhão entre 2026 e 2035. A produção mineral anual, por sua vez, poderia passar dos cerca de R$ 300 bilhões atuais para até R$ 535 bilhões em 2035.
O estudo aponta que apenas 28% do território brasileiro está mapeado geologicamente em escala considerada adequada para orientar investimentos em pesquisa mineral. A ampliação desse conhecimento é apontada como uma das medidas necessárias para identificar novas fronteiras de exploração, inclusive de minerais críticos e terras raras.
O levantamento estima ainda que o impacto da mineração sobre o emprego, considerando postos diretos, indiretos e induzidos, poderia chegar a 5,3 milhões de vagas até 2035, ante cerca de 3 milhões atualmente — um potencial adicional de 2,3 milhões de empregos.
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