Lula considera não sancionar projeto que aumenta número de deputados, diz jornal
Geração Z não quer mais saber de CLT
Valdemar do PL: Michelle seria a única, além de Bolsonaro, que venceria Lula em 2026
No evento, o líder do PL elogiou Michelle e disse que ela é uma “grande surpresa” desde que chegou à legenda. “E para a nossa surpresa, ela, depois do Bolsonaro, ela é a única que bate o Lula no segundo turno em todas as pesquisas que nós fizemos”, disse.
Valdemar Costa Neto disse que o candidato presidencial para o ano que vem segue sendo o Bolsonaro, mas que, se ele não puder estar no pleito, ele quem escolherá o novo nome. “Se acontecer uma injustiça no Brasil e o impedirem, quem escolhe o candidato não é o partido, é o presidente Bolsonaro, porque ele é que tem os votos”, declarou.
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Você Sabia?
Frase do Dia
"Eu não quero nervosismo porque eu só tenho um ano e meio de mandato e tem gente que pensa que o governo já acabou, tem gente que já está pensando em eleição. Eles não sabem o que eu estou pensando. Então, se preparem, porque, se tudo estiver como eu estou pensando, esse país vai ter pela primeira vez um presidente eleito quatro vezes pelo Brasil".
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Minuto Finanças _ Crédito consciente para apoiar seus planos e enfrentar imprevistos
Parte do governo se arrepende de ter apoiado Hugo Motta
Não são poucos os membros do governo que olham para trás com um certo ar de que houve um erro de avaliação na hora de escolher o presidente da Câmara dos Deputados no início do ano. Alguns dizem com muita reserva ter certeza de que Hugo Motta (Republicanos-PB) esperaria muito mais para o governo do que tem demonstrado.
O parlamentar, porém, ao fazer o decreto do IOF em votação sem avisar da data com antecedência e nem atender telefones de ministros, alterou esse curso. Sempre que puder, apresente-se como presidente de um Poder, prega a independência em relação ao Executivo. Essa semana, fez, inclusive, uma exposição sobre isso, citando constitucionalidade, democracia e controle de gastos, na casa do ex-governador de São Paulo João Doria, fundador do grupo Líderes Empresariais (Lide).
Nesse contexto, avaliando ministros e outros líderes políticos, o deputado mostra-se mais afinado com a oposição e com o senador Ciro Nogueira (PP-PI), que trata Motta como “o filho político que ele não teve”.
Nessa toada, será difícil acertar o passo entre o governo e o presidente da Câmara.
Denise Rothenburg - colunista do Correio Braziliense
Frase do Dia
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Você Sabia?
Com inflação alta, brasileiro migra para carne de 2ª e eleva consumo de ovo
Contas públicas tiveram déficit de R$ 33,7 bilhões em maio
As contas públicas fecharam o mês de maio com saldo negativo, em um mês tradicionalmente de déficit do Governo Central. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 33,740 bilhões no mês passado.
Houve redução em relação a maio de 2024, quando as contas fecharam com R$ 63,895 bilhões negativos. Na comparação interanual, houve melhora nas contas públicas também em razão da melhora nas contas do Governo Central, que inclui Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional. As receitas líquidas federais subiram 4,7% e as despesas totais caíram 7,6%.
As Estatísticas Fiscais foram divulgadas nesta segunda-feira pelo Banco Central. O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.
Apesar do resultado negativo de maio, no acumulado do ano, o setor público consolidado registra superávit primário de R$ 69,121 bilhões. Em 12 meses – encerrados em maio – as contas acumulam resultado positivo de R$ 24,143 bilhões, o que corresponde a 0,2% do Produto Interno Bruto.
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Cabrobó _ Cala Boca
Como o Flamengo pode atuar para explorar deficiências do Bayern e vencer
Viciados e reféns: pesquisa compara celular com parasita que nos consome
Desgaste de Lula abre risco de debandada de ministros ainda em 2025
O desgaste do presidente Lula (PT) após o episódio da derrubada do IOF colocou nas rodas de conversas em Brasília a possibilidade de debandada de ministros do governo ainda em 2025.
Um cacique do centrão diz que a formalização da federação União Progressista pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em agosto pode ser o estopim para que partidos comecem a entregar cargos na Esplanada dos Ministérios.
A federação une o Progressistas e o União Brasil, com um e três ministérios, respectivamente. Os presidentes dos partidos são aliados de Jair Bolsonaro (PL): Ciro Nogueira, que foi seu ministro da Casa Civil, e Antônio Rueda, amigo do senador Flávio Bolsonaro.
"Como vai ficar o Republicanos se esses partidos entregarem cargos? E, se começa um movimento, como ficam PSD e MDB?", questiona o integrante do centrão.
Os ministros que forem concorrer à eleição precisam se desincompatibilizar do cargo em abril de 2026. Uma eventual debandada antes disso vai deixar o governo enfraquecido.
"O PT não consegue ter 100 votos. Acabou", diz outro integrante da oposição. Ele se refere ao placar da votação da derrubada do IOF: foram 383 votos contra o plano econômico da equipe de Lula e apenas 98 a favor.
O episódio do IOF expôs o isolamento de Lula e do PT e provocou questionamentos até mesmo por parte de aliados, sobre a maneira como o presidente está conduzindo seu terceiro mandato, além de deixar evidente que os partidos estão rearranjando alianças de olho na eleição de 2026.
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Censo 2022 mostra um país com menos filhos e menos mães
Em 1960, a Taxa de Fecundidade Total (TFT) do país era de 6,28 filhos por mulher, chegando a 8,56 na Região Norte e a 7,39 no Nordeste. Em 2022, a TFT caiu para 1,55 filho por mulher no país, sendo 1,89 na Região Norte e 1,60 no Nordeste.
As informações fazem parte do “Censo Demográfico 2022: Fecundidade e migração: Resultados preliminares da amostra”, divulgado hoje pelo IBGE.
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