"Acho que fiquei de fora porque foi por opção técnica mesmo, acho que não tem nada a ver de condição física, né? Opinião do treinador, e eu respeito."
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O exercício físico é o equivalente, no corpo, aos juros compostos no mercado financeiro. Cada treino, cada refeição equilibrada e cada hora de sono reparador funcionam como pequenos aportes que se acumulam ao longo do tempo. O retorno vem na forma de mais energia, maior resistência a doenças, melhor gestão do estresse e maior capacidade de produção. Assim como no mundo dos investimentos, quanto mais cedo você começa, maior o efeito multiplicador. Quem adia paga mais caro — em dinheiro, em saúde e em qualidade de vida.
A comparação também se aplica à gestão de riscos. No mercado financeiro, ignorar sinais de volatilidade pode levar a perdas graves. No corpo, negligenciar sinais de fadiga, sobrepeso ou desequilíbrios aumenta a probabilidade de lesões, doenças crônicas e custos médicos elevados. Estudos indicam que a prática regular de atividade física reduz de forma significativa os gastos com hipertensão arterial — condição que custou ao SUS cerca de R$ 2 bilhões em 2018 apenas com internações e tratamentos.
Pacientes ativos fisicamente têm menor necessidade de medicamentos contínuos e consultas frequentes, o que representa economia direta no orçamento familiar. Já no cenário oposto, pesquisas mostram que indivíduos com histórico de doenças cardiovasculares chegam a ter custos anuais mais que o dobro dos gastos de quem está em prevenção primária, considerando consultas, exames e medicação (Global Heart Journal).
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Muita gente no PT e fora dele viu o gesto de Renan Filho como um gol junto ao presidente Lula, que, aliás, não acharia ruim ter o ministro como seu companheiro de chapa no ano que vem. Renanzinho, porém, é visto no partido como o nome para o governo de Alagoas.
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A população brasileira está estimada em 213,4 milhões de habitantes. A informação foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 28. A projeção considera a contagem de pessoas até 1º de julho deste ano.
O número aponta que o Brasil teve um crescimento populacional, pois o Censo 2022 mostrou que o país tinha 203 milhões de habitantes (5,1% de crescimento), e em 2024, o IBGE afirmou que a população estimada do país chegou a 212,6 milhões (0,39% de crescimento).
No entanto, de acordo com o gerente de estudos e análises da dinâmica demográfica do IBGE, Marcio Minamiguchi, a tendência de crescimento da população é cada vez menor. “Os resultados mostram uma desaceleração, o que já era indicado pelo Censo 2022 e pelas Projeções da População, ambas pesquisas realizadas pelo IBGE”, avalia.
Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Porto Alegre (RS) e Natal (RN) foram as cinco capitais com perda na população em relação a 2024, respectivamente, -0,18%, -0,02%, -0,09%, -0,04% e -0,14%.
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“Lá atrás a gente teve uma pessoa que governou o Brasil por muito tempo, fez muita coisa, que foi Getúlio Vargas. [Após seu suicídio], instala-se a confusão no Brasil. Eis que vem Juscelino Kubitschek, com o lema ousado ’50 anos em 5′. Ele impulsiona a indústria, interioriza o Brasil, e constrói Brasília não em cinco, mas em três anos”, contou o governador de São Paulo, em fala durante seminário promovido pelo grupo Esfera Brasil.
“Um líder disruptivo que implantou bases para darmos o salto subsequente”, prosseguiu. Sem falar sobre sua possível candidatura no ano que vem, ele disse que o novo governo deverá resgatar JK: “Eu não vai ser qual vai ser o lema do próximo governo, mas sei que a gente precisa fazer pelo menos 40 anos em 4”.
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Vale lembrar/ Em 2022, Bolsonaro perdeu por pouco, especialmente devido aos erros que cometeu em seu governo e com alguns percalços de aliados, vide Carla Zambelli armada nas ruas de São Paulo. Além disso, não obteve apoios expressivos no segundo turno, uma vez que Simone Tebet (MDB) respaldou Lula. Desta vez, o centro, em vez de fechar com Lula, caminha para ficar mais próximo da direita. Ainda há muito tempo pela frente, mas, se houver uma saída para derrotar o atual presidente, os partidos de centro não hesitarão em largar o petista no meio da estrada.
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