Lula e Alcolumbre se reúnem e caminho de Messias ao STF 'está pacificado'
Você Sabia?
Educação _ Vergonhoso o reajuste de R$ 18,10
Pesquisa revela: mulheres votam mais na esquerda, homens, na direita
Já na geração ponto.com, os nascidos depois de 2.000, o cenário é bem diferente: entre meninos e meninas as diferenças não aparecem tanto e há menos espaço para visões discriminatórias.
Pode estar exatamente nesta geração a chave de uma virada de comportamento que traria mudanças significativas para a sociedade: mais equidade, em tudo.
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Dia do Leitor: 8 livros essenciais para estudantes do Ensino Médio
Um ano melhor, é o que esperam 85% dos brasileiros
Otimistas, 85% dos brasileiros acreditam que 2026 será um ano financeiramente melhor que 2025, e 78% acreditam que conseguirão realizar os sonhos que ficaram pendentes no ano anterior. Os dados são da pesquisa “Perspectivas para 2026”, realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box
Os percentuais são ainda maiores que de pesquisa realizada no final de 2025 pelo Datafolha, que mostrou que 69% dos entrevistados esperam que a situação pessoal vai melhorar este ano; na passagem de 2024 para 2025, esta era a expectativa de 60%.
Quando questionados pela Serasa sobre como definiriam o último ano, as principais palavras mencionadas foram planejamento (21%), preocupação (18%) e organização (18%).
Para 2026, os consumidores já começam a planejar as finanças: 92% declaram que estão se organizando para alcançar maior tranquilidade financeira. Entre as principais ações, 34% dizem estar pagando dívidas existentes, 33% reduzindo os gastos do dia a dia, e 31% definindo metas para economizar. Além disso, quase 8 em cada 10 brasileiros afirmam que buscarão educação financeira para melhorar sua qualidade de vida em 2026, segundo a pesquisa Serasa/Opinion Box.
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Os ministros Ricardo Lewandowski e Fernando Haddad querem entregar os ministérios
Presidente interina da Venezuela convida governo dos EUA a fortalecer 'coexistência comunitária duradoura'
Após ataque à Venezuela, Trump diz que uma nova operação militar, contra a Colômbia, 'soa bem'
Após a ofensiva dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro, o presidente Donald Trump afirmou que uma nova operação militar, dessa vez contra a Colômbia, "soa bem" para ele.
O republicano declarou que o país é governado por "um homem doente", em uma crítica direta a Gustavo Petro, o primeiro presidente de esquerda do país. Em outubro de 2025, o governo Trump aplicou sanções contra o líder colombiano.
“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos — e não vai continuar fazendo isso por muito tempo", disse, a bordo do Air Force One, a aeronave oficial, na noite deste domingo (4).
Questionado por jornalistas sobre a possibilidade de os EUA levarem adiante uma operação militar contra o país, Trump respondeu: “Soa bem para mim”.
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Trumpo põe o mundo de joelhos
O segundo mandato de Donald Trump rapidamente se revela como uma das presidências de maiores consequências das últimas décadas para os Estados Unidos e o mundo. A operação militar espetacular na Venezuela - em que o ditador que comandava o país há mais de uma década foi retirado de seu quartel-general em poucas horas e levado a Nova Iorque, onde será julgado — é o marco de uma nova era.
"Voltamos ao imperialismo das grandes potências, do fim do século 19. Cada gigante em sua área de influência", resume Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International.
Certamente não estamos falando de um mundo mais seguro. A ação americana na Venezuela é o sinal verde para Putin avançar sobre a Ucrânia, e talvez a Europa, testando o escudo da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que funcionou tão bem para proteger o continente no pós-guerra. E a justificativa perfeita para a China anexar Taiwan. Os exercícios militares no final do ano ao redor da ilha que o gigante asiático considera uma província rebelde já denunciam as pretensões imperialistas. Segundo essa visão, teremos o mundo dividido em pelo menos três áreas de influência: Estados Unidos, Rússia e China.
Donald Trump, por outro lado, não vê nenhum problema em rasgar a fantasia do autocrata em formação, muito mais parecido com os líderes que tanto respeita, como Vladimir Putin e Xi Jinping, do que com os aliados europeus. Em nenhum momento, o americano falou em restaurar a democracia venezuelana. Pelo contrário, concentrou-se em defender a devolução do petróleo que havia sido "roubado" dos Estados Unidos, quando nos anos 2000 o governo chavista estatizou áreas exploradas por petrolíferas americanas.
Morte e dor nas estradas marcam o feriado de ano-novo
Sua empolgação de janeiro vai morrer em fevereiro?
Janeiro chega com uma energia contagiante. A gente organiza a agenda, renova as promessas e sente que, desta vez, vai ser diferente. "Esse ano eu vou crescer o negócio", "vou cuidar melhor da saúde", "vou ser um líder mais presente". A motivação está no pico. O problema é que o entusiasmo de janeiro não sustenta um ano inteiro.
A maioria das resoluções de ano novo não morre por falta de vontade. Morre por falta de clareza. Fevereiro chega, a rotina aperta, as urgências gritam mais alto, e aquilo que parecia prioridade vira "quando der". Não porque você não se importa, mas porque você nunca transformou intenção em decisão. O ano não é uma corrida de 100 metros; é uma maratona. E na maratona, quem sai correndo sem estratégia quebra no meio do caminho.
O novo ano não pede mais pressa. Pede mais foco. Não pede mais correria. Pede mais direção. E a boa notícia é que isso não depende de sorte, de mercado ou de circunstâncias. Depende de você.
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Governo paga quase R$ 1 trilhão em juros em 12 meses
Apesar de o gasto com juros se aproximar de R$ 1 trilhão, a relação entre o pagamento de juros da dívida e o Produto Interno Bruto (PIB) diminuiu em relação ao ano passado devido ao crescimento da economia.
O resultado nominal do setor público consolidado, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$ 101,6 bilhões em novembro. No acumulado em 12 meses, o déficit nominal alcançou R$ 1,027 trilhão (8,13% do PIB), ante déficit nominal de R$ 1,024 trilhão (8,15% do PIB) em outubro de 2025. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central.
A dívida bruta do Governo Geral subiu para 79% do Produto Interno Bruto em novembro. Em outubro, ela estava em 78,4%. O Governo Geral é constituído pelos governos federal, estaduais e municipais, além do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
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Neymar e Gabriel juntos é aposta arriscada que o Santos está fazendo
Gabriel não joga nada há dois anos consecutivos. Nesse período, o único momento relevante foram os dois gols contra o Atlético-MG, na final da Copa do Brasil de 2024, no Maracanã, quando ainda defendia o Flamengo. Em 2025, foi para o Cruzeiro e não fez.
Já Neymar não joga nada há cerca de quatro anos, entre inúmeras contusões e cirurgias nesse intervalo. Em 2025, ganhou uma fortuna no Santos e jogou pouquíssimo. Dizer que terminou o ano em alta porque fez três gols contra o Juventude e um contra o Sport — ambos já rebaixados — é forçar demais a barra.
São dois egos enormes, dois jogadores que acreditam jogar mais do que realmente jogam neste momento. Dois exibicionistas profissionais. A diferença é que um deles tem, em seu passado recente, títulos e artilharias, mas se tornou inofensivo nos últimos dois anos, tanto com a camisa do Flamengo quanto com a do Cruzeiro.
O risco de conflito de egos é iminente. Neymar e Gabriel juntos me lembram muito os piores momentos de Romário e Edmundo no mesmo time.