Janeiro chega com uma energia contagiante. A gente organiza a agenda, renova as promessas e sente que, desta vez, vai ser diferente. "Esse ano eu vou crescer o negócio", "vou cuidar melhor da saúde", "vou ser um líder mais presente". A motivação está no pico. O problema é que o entusiasmo de janeiro não sustenta um ano inteiro.
A maioria das resoluções de ano novo não morre por falta de vontade. Morre por falta de clareza. Fevereiro chega, a rotina aperta, as urgências gritam mais alto, e aquilo que parecia prioridade vira "quando der". Não porque você não se importa, mas porque você nunca transformou intenção em decisão. O ano não é uma corrida de 100 metros; é uma maratona. E na maratona, quem sai correndo sem estratégia quebra no meio do caminho.
O novo ano não pede mais pressa. Pede mais foco. Não pede mais correria. Pede mais direção. E a boa notícia é que isso não depende de sorte, de mercado ou de circunstâncias. Depende de você.
Vida que segue...
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