Com esse resultado, o índice fechou o ano dentro do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, intervalo que permite variação entre 1,5% e 4,5%.
O desempenho de 2025 foi fortemente influenciado pelo grupo Habitação, que passou de uma variação de 3,06% em 2024 para 6,79% neste ano, exercendo o maior impacto no índice acumulado, de 1,02 ponto percentual. Na sequência, destacaram-se Educação, com alta de 6,22% e impacto de 0,37 p.p.; Despesas pessoais, que subiram 5,87% e contribuíram com 0,60 p.p.; e Saúde e cuidados pessoais, com variação de 5,59% e impacto de 0,75 p.p. Juntos, esses quatro grupos responderam por cerca de 64% da inflação do ano.
Segundo o gerente da pesquisa do IBGE, Fernando Gonçalves, o resultado anual de 2025 ocupa posição de destaque na série histórica. “Esse é o quinto menor resultado da série desde o plano Real, ou seja, nos últimos 31 anos. Antes dele, temos 1998 (1,65%), 2017 (2,95%), 2006 (3,14%) e 2018 (3,75%)”, afirmou.
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