Para o Centrão, começou o governo Flávio

Enquanto parte da esquerda perdia a cabeça com Jorge Messias expressando a fé de quase 90% dos brasileiros, os profissionais da política encerravam, na prática, o terceiro mandato de Lula.

Ninguém, neste estágio, pode fazer qualquer previsão sobre quem será o próximo presidente do Brasil, sequer quais serão os candidatos, mas o Centrão ontem deixou claro que a faixa presidencial de Flávio Bolsonaro está pronta. E fez um aceno de que fará parte da base e já está pronto para começar a negociar cargos.

Falem o que quiserem do Centrão, mas nenhum grupo entende de política e opera o poder no Brasil como ele. Davi Alcolumbre não apenas impôs uma derrota humilhante ao governo Lula, mas fez questão de fazer isso da maneira mais soberba e desdenhosa possível. Ou alguém sinceramente acha que o presidente do Senado não sabia que estava sendo gravado ao prever o resultado da votação para Jaques Wagner?.

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Alcolumbre já não sente em Lula o aroma de poder que o excitava

 Davi Alcolumbre prometia nos bastidores proporcionar a Lula um "dia histórico". Conseguiu. Ao articular a derrubada da indicação do advogado-geral Jorge Messias ao Supremo, empurrou para dentro da biografia do pajé do PT um vexame que não se via desde Floriano Peixoto, há 132 anos. Os aliados empilham justificativas para o comportamento de Alcolumbre. Mas a lista de motivos exclui o essencial: o chefe do Senado já não sente em Lula o aroma de poder que o excitava.

A popularidade de Lula no vermelho e o empate com Flávio Bolsonaro nas sondagens de segundo turno reforçaram em Alcolumbre e nos oligarcas do centrão a percepção de que Lula já não reflete força e confiança. Pior: deixou de ser a perspectiva favorita de poder.

Até outro dia, Alcolumbre ajudava Lula a retirar gênios da garrafa. Passou a enfiá-los gargalo abaixo desde que Rodrigo Pacheco, seu preferido para o Supremo, foi preterido por Lula. Intensificou o movimento depois que a Polícia Federal varejou o Instituto de Previdência do Amapá, um de seus redutos, à procura de encrencas do falecido Banco Master.

Pragmático, o chefão do Senado só se mexe após realizar minuciosas avaliações do tipo custo-benefício. Se imaginasse que Lula ainda poderia lhe proporcionar mais lucros do que prejuízos, Alcolumbre teria recuado na última hora, como costuma fazer. Engarrafou Jorge Messias e o veto presidencial ao projeto da dosimetria por avaliar que Lula perdeu a vocação para Aladin.

O mar não está para peixe, assim como as pesquisas não estão para Lula. Eleição não se ganha de véspera. Muito menos com quase seis meses de antecedência. Mas Lula ganhou um desafio adicional: a restauração dos signos do Poder. Ou mostra que está vivo ou começará a receber água quente e café frio do garçom do Planalto.

Jozias de Souza


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Alcolumbre, o onipresente

David Samuel Alcolumbre Tobelem – ele usa a grafia “Davi” e o sobrenome da mãe – é um hábil articulador. Gestado no baixo clero do Congresso, emergiu à alta política em 2019, surfando o tsunami que havia varrido Brasília com a eleição de Bolsonaro. Embora suas chances fossem consideradas risíveis, decidiu naquele ano se candidatar à presidência do Senado, enfrentando o todo-poderoso Renan Calheiros (MDB-AL). Depois de uma exaustiva campanha nos bastidores, em que prometeu agrados por todos os lados, conseguiu o que queria. 

No biênio seguinte, emplacou seu sucessor, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), um aliado próximo. Em 2025, retornou ao cargo e tornou-se uma incômoda pedra no sapato de Lula. 

Nesta quarta-feira (29), impôs uma das maiores derrotas já sofridas pelo presidente: Jorge Messias, indicado por Lula ao STF, foi rejeitado pelo plenário do Senado, algo que não acontecia desde o século XIX.

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Diploma superior pode aumentar salário em mais de 450%

Estudo da Unico Skill com base nos microdados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, aponta a educação como o fator que mais pesa na definição do salário de um trabalhador. Brasileiros com Ensino Superior completo admitidos entre 2020 e 2025 ganharam 50% a mais do que colegas sem graduação universitária em cargos que pedem tal formação, considerando-se o salário inicial – em caso de posições de diretoria, por exemplo, a diferença pode passar de 450%. Em funções que requerem Ensino Técnico, a lacuna é de 42%; nas de Ensino Médio completo, de 17%.

Embora a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) defina o nível de escolaridade esperado para cada cargo, na prática muitas profissões não exigem o diploma como requisito formal de contratação.

Entre as posições com, ao menos, cinco mil admissões tanto entre trabalhadores com diploma universitário quanto entre profissionais sem diploma, a maior diferença salarial é entre diretores gerais de empresas e organizações: os sete mil que possuem formação universitária foram contratados com um salário mediano de R$ 10 mil, mais de 450% acima dos R$ 1.805 oferecidos aos mais de 11 mil que não concluíram o Ensino Superior. Entre os 59 mil gerentes de marketing admitidos no período, a lacuna é de 175%: R$ 8.500 com diploma contra R$ 3.088 sem diploma.

Analisando apenas ocupações que exigem Ensino Técnico, a maior diferença é entre técnicos de vendas. Entre 2020 e 2025, o Novo Caged registrou quase 86 mil contratações para o cargo. Os profissionais com diploma foram admitidos ganhando 123% a mais do que os colegas sem formação universitária: R$ 4.068 contra R$ 1.822. Entre programadores de internet, essa lacuna foi de 99%.

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Saída da Opep expõe racha entre Emirados e Arábia Saudita

O desgaste na relação entre Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita está no centro da decisão bombástica de Abu Dhabi de deixar a Opep. 

A rivalidade vinha se acumulando há anos, mas foi o efeito colateral da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã que abriu espaço para o anúncio desta terça-feira (28), segundo fontes ouvidas pela Bloomberg. Na prática, foi como se o “irmão menor” tivesse decidido que não quer mais viver à sombra do “irmão mais velho”.

E a coisa não para na Opep. Os Emirados também estão repensando sua participação em dois organismos regionais onde Riad tem bastante influência, contam essas mesmas fontes, sob condição de anonimato.

Embora nada esteja batido o martelo, Abu Dhabi estuda “congelar” a sua cadeira na Liga Árabe, com sede no Cairo, e tomar atitude parecida em relação à Organização para Cooperação Islâmica, baseada em Jeddah.

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João Campos tem 42% e Raquel Lyra, 34%, segundo pesquisa Quarest

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) com 42% das intenções de voto e e a governadora de Pernambuco Raquel Lyra (PSD) com 34% no 1º turno da disputa pelo governo estadual ). Esta é a 1ª pesquisa da Quaest com candidatos ao Palácio do Campo das Princesas.


Quaest: Intenções de voto no 1º turno para o governo de Pernambuco (abril 2026) — Foto: Arte/g1

Reincidência atinge 85,34% de quem entrou na inadimplência em março

Em março de 2026, o Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), revelou que, do total de negativações, 85,34% foram de devedores reincidentes. O dado refere-se a consumidores que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. 

Dentro do universo de reincidentes de março, a maior parte (65,85%) ainda não havia quitado pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 19,49% haviam saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 14,66% dos negativados no mês não tiveram restrições no CPF ao longo do último ano.

Um dado de atenção é o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento de demais pendências para os reincidentes: em março, esse período foi de 74,1 dias. Isso significa que, em média, após cerca de 2,5 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence.

Os dados do indicador mostram que, nos últimos 12 meses encerrados em março de 2026, houve um crescimento de 14,06% no número de devedores reincidentes na comparação com os 12 meses anteriores.

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Geração Z investe em cripto e guarda mais dinheiro, mas reserva não passa de 6 meses

A geração Z investe de forma diferente das gerações anteriores, usando menos poupança, diversificando mais a carteira e buscando informação quase exclusivamente em canais digitais. Mas carrega uma vulnerabilidade relevante: para 57% dos jovens de 16 a 29 anos que têm algum dinheiro guardado, a reserva não duraria mais de seis meses em caso de emergência. 

Os dados são do Raio X do Investidor Brasileiro 2025, pesquisa anual realizada pela Anbima em parceria com o Datafolha e divulgada na última quinta-feira (23). 

A diferença na composição da carteira é a característica mais marcante da geração. Apenas 13% dos jovens de 16 a 29 anos investem na caderneta de poupança, percentual bem abaixo da média geral de 22% e dos 27% registrados entre as gerações X e boomers. O espaço deixado pela poupança é preenchido por uma combinação de produtos: títulos privados são usados por 10% da geração Z, fundos de investimento por 8%, criptomoedas por 8% e ações por 4%, proporções superiores à média da população em todos os casos.

A busca por informação sobre investimentos também segue um caminho próprio. Apenas 15% dos jovens consultam gerentes ou assessores para tomar decisões financeiras, menos da metade da proporção observada entre os boomers, onde esse índice chega a 38%. A geração Z confia mais em amigos e parentes (23%) e em influenciadores financeiros (11%) do que as outras gerações. YouTube e Instagram são os canais mais citados, com 49% e 45% das menções, respectivamente, e 84% desses jovens realizam suas aplicações pelo aplicativo ou site do banco, ante 27% entre os boomers.

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Minuto Finanças _ Alto endividamento das famílias reduz impacto da massa salarial no consumo

O endividamento das famílias saiu de 17% da renda em 2005 para quase 50% em 2025. Os dados são do estudo do DPEc do banco Daycoval, que identificou que o endividamento elevado das famílias reduz o impacto da massa salarial no consumo.

A expansão do crédito habitacional foi o principal fator: o endividamento habitacional com relação à renda saiu de 2,6% para 18,5% no período, enquanto o ex-habitacional oscilou ao redor de 25% a 31%. O limiar estimado de 39,6% foi cruzado definitivamente em 2020 e a economia opera no regime alto desde então. 

O resultado central é que no regime de endividamento baixo, cada 1 p.p. de crescimento da massa salarial adiciona 0,29 p.p. ao consumo. No regime alto, esse coeficiente cai para 0,17- uma perda de aproximadamente 40% na transmissão. Ao mesmo tempo, o crédito muda de papel: no regime baixo, as concessões reais para pessoa física na variação anual não são significantes (o efeito é dominado pela renda); no regime alto, elas entram com efeito líquido de 0,10p.p., sugerindo que as famílias mais endividadas recorrem ao crédito para sustentar o padrão de consumo.

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Você Sabia?

Quatro em cada dez municípios brasileiros dependem em 90% ou mais de verbas dos estados ou da União para sobreviver, mostram dados do Tesouro Nacional compilados pela Folha.


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O choque de 1 bilhão de barris em Ormuz está prestes a derrubar a demanda

O choque de oferta de petróleo no Estreito de Ormuz ainda não derrubou a demanda, já que o mundo rico recorre a seus estoques e paga mais caro para garantir suprimento. Agora, operadores estão soando o alarme de que um ajuste duro está chegando. 

Quanto mais tempo o canal vital de exportação de petróleo permanecer fechado, dizem os traders, maior terá de ser a recalibragem para baixo do consumo, para se alinhar a uma oferta que já caiu pelo menos 10%. E, para que isso aconteça, as pessoas terão de comprar menos — seja porque os preços ficarão proibitivos, seja por intervenção governamental para forçar a redução do consumo.

Uma perda de 1 bilhão de barris de oferta já é praticamente certa — mais que o dobro dos estoques de emergência que governos liberaram pouco depois de o conflito começar, no fim de fevereiro. Os “colchões” de segurança estão sendo usados rapidamente, o que ajuda, por ora, a conter a alta do petróleo. Mas, com o bloqueio entrando na nona semana, a destruição de demanda, que começou em setores menos visíveis, como o de petroquímicos na Ásia, está se espalhando silenciosamente para mercados do dia a dia em todo o mundo.

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O que devemos evitar para viver mais? Cirurgião lista 5 coisas (e o álcool não é uma delas)

Fazer exercícios físicos e não beber álcool estão sempre listados entre as coisas que as pessoas devem fazer para ter uma vida mais saudável, porém, o cirurgião vascular, torácico e geral, Jeremy London, ao criar uma lista de cinco coisas que as pessoas devem evitar para retardar o processo de envelhecimento, surpreendentemente, não colocou “não beber álcool”.  

Apesar disso, o médico afirma que eliminou a bebida alcoólica de sua vida em 2021, considerando essa uma das decisões mais transformadoras que já tomou.  

"O álcool é tóxico para todas as células do corpo. Acho que o álcool será o novo cigarro”, disse.  

Segundo London, as cinco coisas que as pessoas devem evitar são:  
Fumar e vaporizar  
Estilo de vida sedentário 
Obesidade 
Estresse crônico 
Dormir mal 

O médico diz que o processo de envelhecimento é inevitável, mas a forma como ocorre pode ser moldada e escolhida para o bem de cada um.

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Evertton vira 'sinônimo de vitória' no Flamengo

Autor de um golaço na última quinta-feira, Evertton Araújo atravessa grande fase no Flamengo e virou "sinônimo de vitória", já que desde que foi escalado como titular, foram seis jogos e seis vitórias. O bom momento fez, inclusive, evitar que a torcida sentisse falta de Erick Pulgar, até então dono da posição e que está lesionado.

Sem a mesma "grife" que os estrelados companheiros de elenco, o volante de 23 anos — cria da base rubro-negra — aproveitou as brechas deixadas recentemente, seja por lesões ou suspensões.

Nas graças da torcida, o jovem já havia encantado o técnico Leonardo Jardim no dia a dia dos treinos no Ninho do Urubu. Ele agradou o português pela dedicação, obediência e interesse em aprender. Quando recebeu a oportunidade, aproveitou, a ponto de já haver o debate sobre a permanência dele mesmo quando Pulgar retornar.

Leonardo Jardim, por sua vez, não tem poupado elogios a Evertton Araújo. Anteriormente, o português já havia dito que o volante tem um perfil de agrado ao futebol europeu.

O Flamengo já sinalizou ao estafe de Evertton Araújo que tem o interesse em antecipar a renovação do contrato do volante. Em 2024, o jogador renovou até o fim de 2028. Agora, porém, a diretoria tem a consciência de que o atleta se valorizou e despertou o interesse do mercado.

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Geração X é a que mais teme perder o emprego

Pesquisa intitulada “Panorama do Trabalho no Brasil”, mapeamento realizado pela Serasa Experian, aponta que o medo de perder o emprego é uma realidade para a maioria dos profissionais brasileiros, mesmo entre aqueles que entregam bons resultados. No total, 77,5% dos entrevistados afirmam já ter vivido esse receio ao longo da carreira, mesmo fora de períodos de crise ou demissões em massa.

O índice é mais elevado entre os profissionais da Geração X, onde 81,2% relatam já ter tido medo de serem desligados, o maior percentual entre as gerações analisadas. Entre os Millennials, o índice é de 77%, seguido pelos Baby Boomers (73,5%). Já na Geração Z, 72,9% afirmam já ter vivenciado essa insegurança em relação à permanência no emprego.

Quando questionados sobre o que pode ajudar a melhorar a sensação de estabilidade no trabalho, 54,8% dos respondentes afirmam que planos de carreira claros e critérios objetivos de progressão são a principal ação para reduzir a insegurança. Na sequência, aparecem a valorização da experiência e do tempo de casa (46,2%) e a oferta de treinamentos contínuos (41,1%).

O recorte por geração reforça a importância desses fatores. Entre os Millennials, 56,8% apontam planos de carreira claros como principal elemento para aumentar a sensação de estabilidade. Na Geração X, o índice é de 52,1%, enquanto entre os Baby Boomers chega a 58,1%. Já entre a Geração Z, 53,4% destacam a clareza sobre crescimento profissional como fator central para se sentirem mais seguros no trabalho.

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Governo quer elevar a 55% o índice de leitores no país até 2035

Em alusão ao Dia Mundial do Livro comemorado nesta quinta-feira (23/4), o governo federal irá lançar um novo Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) com metas para ampliar o número de leitores no país até 2035. Entre os objetivos centrais está elevar de 47% para 55% a parcela da população que tem o hábito de ler, além de facilitar o acesso a livros e fortalecer políticas públicas voltadas ao setor. 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá participar do evento e da entrega do Prêmio Vivaleitura. Lula também vai acompanhar a assinatura da portaria que institui o novo ciclo do plano, conduzido pelos ministérios da Educação e da Cultura. 
O PNLL 2026–2035 retoma uma política iniciada em 2006 e estabelece diretrizes para os próximos dez anos. A proposta busca consolidar o livro, a leitura e a escrita como elementos centrais na formação educacional e cultural da população, com foco na redução das desigualdades de acesso ao conhecimento. 

Entre as estratégias previstas estão a ampliação de bibliotecas públicas, o incentivo à abertura de livrarias — especialmente fora dos grandes centros — e a redução do custo dos livros. O plano também aposta na expansão de formatos digitais: o Ministério da Educação anunciou a ampliação do aplicativo MEC Livros, que oferece acesso gratuito a obras digitais.

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Você Sabia?

Em 2025, o Brasil registrou ao menos 900 atendimentos diários de mulheres e meninas em unidades de saúde decorrentes de violência, totalizando cerca de 330 mil casos no ano

Os dados do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) apontam que a maioria das vítimas sofria agressões recorrentes, com o perfil dos atendimentos médicos convergindo com os casos de feminicídio.


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