Quanto mais tempo o canal vital de exportação de petróleo permanecer fechado, dizem os traders, maior terá de ser a recalibragem para baixo do consumo, para se alinhar a uma oferta que já caiu pelo menos 10%. E, para que isso aconteça, as pessoas terão de comprar menos — seja porque os preços ficarão proibitivos, seja por intervenção governamental para forçar a redução do consumo.
Uma perda de 1 bilhão de barris de oferta já é praticamente certa — mais que o dobro dos estoques de emergência que governos liberaram pouco depois de o conflito começar, no fim de fevereiro. Os “colchões” de segurança estão sendo usados rapidamente, o que ajuda, por ora, a conter a alta do petróleo. Mas, com o bloqueio entrando na nona semana, a destruição de demanda, que começou em setores menos visíveis, como o de petroquímicos na Ásia, está se espalhando silenciosamente para mercados do dia a dia em todo o mundo.
Vida que segue...
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