Shoppings enfrentam queda de público e vendas

A distribuidora de produtos eletrônicos Allied, que administra a maioria das lojas Samsung no Brasil, fechou quase metade dos pontos de venda da marca no país desde a pandemia —de 180 em 2020 para os atuais 95, todos em shopping centers. Cada loja que ficou, no entanto, passou a responder por um faturamento mensal muito maior, da ordem de R$ 564 mil, ante os R$ 200 mil de antes. 

 "O público dos shoppings vem caindo, e todos os varejistas passam por um processo de depuração", diz Silvio Stagni, presidente da Allied Tecnologia, referindo-se à necessidade de fechar lojas não lucrativas. 

Segundo Stagni, um dos principais motivos que levaram ao fechamento de lojas nos shoppings foi o público se acostumar com a comodidade da compra online. "No mercado nacional de celulares, 25% das vendas eram online em 2020. Hoje, são 45%." 

Dados da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) apontam queda de 6,2% nas visitas mensais entre 2019 (antes da pandemia) e 2025. No ano passado, a média de visitas foi de 471 milhões ao mês, ante os 476 milhões de 2024 —trata-se do primeiro recuo desde a retomada de público pós-Covid-19.

Vida que segue...


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