Radicais de olho no Senado nas eleições 2026
A crise no comércio: endividado, brasileiro já não consome como antigamente
A queda absurda no poder de compra, com a inflação acumulada nos últimos anos, corroeu a renda, especialmente dos mais pobres. O desemprego ainda afeta cerca de 8 milhões de pessoas, segundo dados oficiais, além de que muitos trabalhadores estão em ocupações informais ou precarizadas.
Para coroar a infame tragédia, o crédito ficou mais caro com os juros alcançando 10,5% em 2024, e 15,0% nos últimos dias, limitando ainda mais o financiamento ao consumo.
Por sua vez, as vendas no varejo caíram 1,2% no primeiro trimestre de 2024 - destaque para as quedas nos eletrodomésticos, móveis e vestuário - e - 1% em 2025.
Além disso, as lojas físicas enfrentam concorrência com e-commerce, mas até as vendas online também vêm desacelerarando, sendo os pequenos negócios os mais afetados, com aumento de falências e fechamento de estabelecimentos.
O varejo ampliado, que engloba veículos e materiais de construção, também mostra sinais de desaceleração, com quedas nas vendas de automóveis e materiais de construção.
Não vem de hoje que o brasileiro consume menos porque a renda não consegue acompanhar os preços, as dívidas estão altas e o crédito é escasso e excorchante. A má notícia é que, enquanto não houver melhora sustentável no emprego e na renda, o comércio continuará precisando "tirar leite de pedra”.
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Um país que gasta muito, e mal
O grande problema atual não é necessariamente o custo elevado, mas sim a qualidade do gasto e “lamentavelmente, hoje o Brasil, nos três níveis de governo, se gasta mal. Há muito desperdício.
Se nós conseguimos gastar melhor os recursos que temos hoje, não há dúvida que haverá um aperfeiçoamento do serviço público”.
Em uma pesquisa realizada pela CNN, pasmem, 80% da população defendem melhorias nos gastos públicos. Há uma rejeição a aumento de impostos e necessidade de investimento em saúde, segurança e educação.
No geral, o Brasil gasta muito, e mal.
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Vice de Lula em 2026 perde valor, mas alas do MDB ainda não descartam vaga

Frase do Dia
Redes sociais: 67% reduziram uso em busca de bem-estar
Ciro Gomes de volta à velha casa
Frase do Dia
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Governo Lula libera R$ 1,6 bilhão em emendas e verbas 'extras'
Vendas em bares e restaurantes cresceram 1% em maio
Para o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, o resultado de maio veio dentro do esperado, impulsionado por uma das datas mais relevantes para o setor.
“O mês correspondeu às nossas expectativas, especialmente pelo forte movimento no Dia das Mães, que ajudou a reverter parte do desempenho negativo observado em abril”, afirma.
Para Matheus Calvelli, cientista de dados e pesquisador da Stone, “embora o desempenho de maio ainda esteja abaixo do registrado no ano passado, observamos sinais de estabilização no setor de bares e restaurantes. A retomada do mercado de trabalho, com a queda na taxa de desemprego e a geração de empregos formais, contribui positivamente para a confiança e o consumo das famílias. Além disso, a inflação, apesar de ainda elevada, veio abaixo das expectativas e mostra sinais de desaceleração, especialmente no segmento de serviços – fator que impacta diretamente o setor.”
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Inadimplência atinge 77 milhões de brasileiros, segundo Serasa
Do total de inadimplentes, cerca de 35 milhões possuem dívidas em bancos, sendo que 11 milhões mantêm dívidas em atraso apenas com essas instituições financeiras, de acordo com o Mapa da Inadimplência do último mês de maio, publicado, ontem, pelo Serasa. Segundo esses dados, há mais de 65 milhões de dívidas em atraso no país relacionadas somente aos bancos. No Distrito Federal já há 1.396.029 de inadimplentes.
A pesquisa mostra que o segmento de bancos e cartões respondeu por 27,8% de todas as dívidas que ficaram atrasadas no país em maio. É o segmento que lidera a estatística, em relação a outras modalidades. Além desse grupo, também se destacaram como principais "vilões" da inadimplência no país nesse período, as contas de água e luz (20,3%), as instituições financeiras (19,3%) e os serviços (11,9%).
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Governo Lula sofre dura derrota na crise do IOF
A Câmara aprovou, por 346 votos a favor e 97 contra, a urgência do Projeto de Decreto Legislativo (PDL), cujo objetivo é anular o decreto editado pelo governo que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre transações de câmbio. Com isso, o texto ganha prioridade na tramitação e pode ser analisado diretamente no plenário, sem passar pelas comissões temáticas.
O decreto que prevê o aumento do IOF foi anunciado em maio pela Fazenda. Após a repercussão negativa, o governo recuou em parte das medidas e apresentou um novo pacote fiscal, que também desagradou o Congresso.
Antes da aprovação da urgência, Motta tinha mandado um alerta ao governo, de que o Parlamento não aceitará mais medidas de ajuste fiscal baseadas apenas no aumento de impostos. Segundo ele, há um sentimento claro, majoritário e consolidado na Câmara contra a estratégia do governo de ampliar a arrecadação sem apresentar uma agenda concreta de corte de despesas. "Há um esgotamento de medidas que vêm a procurar aumentar a arrecadação exclusivamente com o aumento de impostos. O governo é sabedor dessa insatisfação", declarou.
O parlamentar ressaltou que essa não é uma pauta isolada da oposição, mas um desconforto generalizado em diversos partidos da Casa. A votação da urgência, conforme destacou, é demonstração clara de que o Parlamento não concorda em ser chamado a votar sucessivos aumentos de tributos como solução isolada para os desafios fiscais do país. "A Câmara seguirá nessa agenda, defendendo o que é bom para o Brasil", frisou.
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Frase do Dia
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Chega de gastança!
O valor empenhado para a Dívida Pública supera em quase R$ 500 bilhões as somas do orçamento empenhado dos ministérios da Saúde (R$ 111,6 bilhões), da Previdência Social (R$ 621,3 bilhões) e da Educação (R$ 143,9 bilhões).
O presidente Lula afirmou na quinta-feira, 12 que não foi eleito “para beneficiar rico”, mas infelizmente é o que todos os governos vêm fazendo desde sempre neste País – ainda que com honrosas exceções. Apesar de os 4 governos do PT terem elevado o salário mínimo e reduzido a pobreza muito mais que os outros governos pós-redemocratização, não desmontou o Sistema da Dívida que trava o Brasil.
Ah, deputado, como o presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), que tanto cobram cortes de gastos, poderiam fazer o dever de casa: já foram empenhados em 2025, até 12 de junho, R$ 8 bilhões para a Câmara, R$ 1,1 bilhão a mais que no mesmo período de 2024. O Senado, ao menos, viu leve redução (de R$ 5,5 bilhões para R$ 5,4 bilhões em 2025).
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