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A mobilização, liderada pela CNM (Confederação Nacional de Municípios), será realizada em Brasília para chamar a atenção de senadores e deputados, além do Executivo, com o intuito de evitar o avanço das pautas.
Entre os temas que preocupam os gestores está o projeto que cria a aposentadoria especial para os ACSs (agentes comunitários de saúde). Aprovada pelo Senado, a proposta pode representar um impacto de cerca de R$ 100 bilhões aos cofres dos municípios.
Também fazem parte da lista o projeto que cria piso salarial para farmacêuticos, com impacto financeiro estimado de R$ 309 milhões, e a proposta que concede adicional de insalubridade a profissionais da educação escolar, cujo impacto previsto é de R$ 6,5 bilhões.
Outro tema em pauta é o projeto que altera a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) para ampliar a quantidade de creches e pré-escolas em áreas urbanas e rurais.
A confederação alega que as matérias foram pautadas sem compromisso com a responsabilidade fiscal, já que impõem novas obrigações sem previsão orçamentária. Segundo a CNM, são mais de dez proposições em destaque.
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Se alguém ainda acredita na ressurreição do atacante, eu gostaria de saber de onde emana tanto otimismo. Mesmo com toda a agenda positiva, que o considera "raçudo" por tentar — sem sucesso — salvar uma bola na lateral, dando um verniz de sucesso a cada respiro do antigo craque, a realidade de Neymar é bem clara.
Desde que ele chegou, tratado como príncipe salvador, o Santos foi eliminado do Paulistão 2025 na semifinal, brigou para não cair no Brasileiro e caiu do Paulistão 2026 nas quartas. Lesionado ou não, ele não tem feito a diferença. Pelo menos, não para o bem.
A outra máscara que não precisou cair porque os números não mentem há tempos foi a de Fernando Diniz. Depois da derrota para o Fluminense pelo Carioca, com 54 jogos nesta segunda passagem, ele foi finalmente demitido do Vasco. Neste período, alcançou 18 vitórias, 14 empates e 22 derrotas, com 1 gol de saldo positivo (73 marcados e 72 sofridos).
Curiosamente, um dos únicos grandes momentos de Diniz no Brasileirão 2025 foi justamente o 6 a 0 do Vasco sobre o Santos, que arrancou lágrimas de Neymar no Morumbis.
O futebol é feito de muito mais do que números. É feito, entre tantas outras coisas, de gente — e já vimos como o treinador-psicólogo trata seus comandados.
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Numa espécie de carta aos brasileiros, aproveita suas redes sociais para lançar as bases de uma campanha, com Eduardo Leite, Ratinho Júnior ou Ronaldo Caiado o escolhido.
De Stuttgart (Alemanha), onde participa de um congresso da União Democrata-Cristã (CDU) promovido pela fundação Konrad Adenauer (KAS), Kassab diz que “o Brasil estará muito bem servido, se puder contar com (e elenca os três) como seu presidente da República a partir de 2027”.
E, ainda, apresenta o rascunho de uma plataforma de campanha, com “transparência na utilização de recursos públicos para combater a corrupção; reforma administrativa para reduzir o peso do Estado e valorizar bons servidores; o fim da reeleição; e idade mínima para novos membros dos tribunais superiores”.
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Dos nove senadores petistas em exercício, seis encerram o mandato neste ano. Deles, um não vai tentar a reeleição: Paulo Paim, do Rio Grande do Sul.
Dois têm candidaturas vistas como inglórias pelo partido: Fabiano Contarato, do Espírito Santo, e Randolfe Rodrigues, do Amapá.
Rogério Carvalho, de Sergipe, precisará contar com a força de Lula para renovar o mandato, mas o cenário local indica que não será fácil.
Outros dois têm a reeleição mais encaminhada: Jaques Wagner, da Bahia, e Humberto Costa, de Pernambuco.
No Rio Grande do Sul, dois nomes do campo governista vão disputar a vaga de Paim: o deputado Paulo Pimenta (PT) e Manuela d'Ávila (PSOL).
Em estados fundamentais, o PT conta com a eleição de aliados para engrossar a base governista no Senado.
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DEZEMBRO
A diplomação dos eleitos deve ocorrer até 19 de dezembro. Cada tribunal regional define a data da cerimônia, respeitando o limite máximo. A diplomação é o ato que confirma que o candidato está apto a exercer o cargo.
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Da mesma forma que aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendem que ele caminhe para o centro, a fim de ampliar os votos rumo à eleição de outubro, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pede que seu irmão 01, o senador Flávio (PL-RJ), siga por esse caminho. A defesa que Eduardo faz de uma virada à direita mais tradicional foi lida nos partidos de centro como um sinal de que a família tem medo de seguir no radicalismo e “morrer na praia”.
O difícil, no entanto, será encontrar o tom certo para reaglutinar os votos. Até aqui, a marca do bolsonarismo foi um discurso de manifestações pedindo, inclusive, intervenção militar — o próprio Eduardo disse que um cabo, um jipe e um soldado seriam suficientes para fechar o Supremo Tribunal Federal. Para completar, ainda houve, na eleição municipal, o próprio Eduardo parafraseando o guru Olavo de Carvalho com a frase: “Não existe direita no Brasil, existe Jair Bolsonaro”.
A ordem é tentar retomar todo esse campo, que começou a se dispersar em 2024.
No bolsonarismo, há o receio de que o um candidato com “cara de bom moço”, com um discurso conservador, massem radicalismos, e um plano de governo, ultrapasse os números que Flávio Bolsonaro tem apresentado nas pesquisas. Afinal, o senador ainda não tem uma marca de campanha para chamar de sua. Tem apenas o recall de seu pai, que, aliás, perdeu a eleição presidencial.
Ou seja, ainda não há um caminho seguro para chegar ao Planalto. Por mais que tenha o sobrenome Bolsonaro.
Desde antes de ser preso, Bolsonaro tem defendido que uma maioria conservadora na Casa poderia destravar solicitações para afastar um ministro da corte.
O discurso é reproduzido por aliados dele, prometem concentrar esforços na disputa pela Casa durante a campanha eleitoral. A oposição tem como alvo principal o ministro Alexandre de Moraes — relator da ação de tentativa de golpe de Estado no Supremo.
Como estratégia para o Senado, o PL aposta na família Bolsonaro para alavancar nomes. O partido articula a candidatura da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pelo Distrito Federal e do ex-vereador Carlos Bolsonaro por Santa Catarina, além de negociar alianças nos estados.
Na outra ponta, Lula mira o Senado para garantir governabilidade em 2026, caso seja reeleito presidente. Ele tem cotado ministros para a disputa, como Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), que deve concorrer a uma vaga pelo Paraná, e Rui Costa (Casa Civil), que deve disputar uma cadeira pela Bahia.
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