Desde antes de ser preso, Bolsonaro tem defendido que uma maioria conservadora na Casa poderia destravar solicitações para afastar um ministro da corte.
O discurso é reproduzido por aliados dele, prometem concentrar esforços na disputa pela Casa durante a campanha eleitoral. A oposição tem como alvo principal o ministro Alexandre de Moraes — relator da ação de tentativa de golpe de Estado no Supremo.
Como estratégia para o Senado, o PL aposta na família Bolsonaro para alavancar nomes. O partido articula a candidatura da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pelo Distrito Federal e do ex-vereador Carlos Bolsonaro por Santa Catarina, além de negociar alianças nos estados.
Na outra ponta, Lula mira o Senado para garantir governabilidade em 2026, caso seja reeleito presidente. Ele tem cotado ministros para a disputa, como Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), que deve concorrer a uma vaga pelo Paraná, e Rui Costa (Casa Civil), que deve disputar uma cadeira pela Bahia.
Vida que segue...
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