Até o fim do ano passado, dirigentes graúdos do PT e ministros próximos de Lula repetiam uma espécie de mantra quando perguntados se Geraldo Alckmin seria o vice novamente na corrida do presidente pela reeleição:
— O Geraldo ganhou tanta confiança do Lula pela lealdade que mostrou neste mandato, que ele será o que ele quiser ser. Se quiser ser vice, será; se quiser, concorrer a algum cargo por São Paulo, concorrerá.
Não mais. Esse mantra envelheceu mal e com rapidez.
O jogo agora é outro. Há um grupo no PT negociando a possibilidade de vice para o MDB. Tudo feito com o aval de Lula.
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