De uma tacada só, sem aviso prévio, o ministro Flávio Dino, do STF, acabou ontem com a farra dos supersalários e dos chamados penduricalhos da elite do funcionalismo público dos três Poderes da República. Dino deu um prazo de 60 dias para suspender os pagamentos sem base legal.
Foi uma decisão histórica, que rompe um ciclo de impunidade no assalto aos cofres públicos, que provocou uma sangria de R$ 6,7 bilhões em 2024, e só fez crescer de lá para cá.
A reação nas redes sociais foi imediata, com apoio quase unânime a Flávio Dino, mostrando o grau de indignação dos cidadãos contribuintes, cansados de ver no noticiário marajás paisanos, togados e fardados recebendo salários astronômicos na casa das centenas de milhares de reais. Para se ter uma ideia, em 2024, cada juiz recebeu, em média, R$ 270 mil acima do limite constitucional.
O teto de R$ 46 mil do funcionalismo público (salário dos ministros do STF) virou piso porque é furado por auxílios de toda ordem e verbas indenizatórias sem limites. De auxílio-peru a auxílio-panetone, vai a auxílio-locomoção, auxílio-combustível, auxílio-educação, auxílio-paletó, auxílio-funeral, entre outros.
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